Locais

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Academia Mineira de Letras

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O edifício da Academia Mineira de Letras foi construído na década de 1920, provavelmente em 1923/1924, para ser o consultório e residência do médico carioca, radicado na capital mineira, Eduardo Borges da Costa. Inicialmente, a construção abrigou a clínica particular de seu pai. A pequena clínica abrigava uma recepção, consultórios, dois quartos para internação de pacientes além de um laboratório, uma biblioteca e um banheiro. A construção foi planejada para receber ampliação e abrigar a residência da família do Dr. Borges da Costa, uma vez que a estrutura do prédio foi projetada para suportar um segundo andar. As análises dos projetos apresentados à prefeitura mostram o significativo acréscimo sofrido pela edificação em sua planta baixa original e passando a ter dois pavimentos. No Projecto Para Remodelação e Aumento da Residencia do Exmo. Sr. Dr. Borges da Costa, apresentado em 1926, na prefeitura de Belo Horizonte, existe a assinatura do arquiteto Luis Signorelli. Embora não exista confirmação documental, os indícios apontam que o projeto original também ficou a cargo de Signorelli. Trabalharam na obra também importantes artistas como o escultor austríaco Mucchiutti, responsável por muitas obras na cidade, e os marmoristas irmãos Natalli. A execução dos trabalhos ficou a cargo do Sr. Antônio Mias. Após a ampliação o casarão passou a reunir 44 cômodos, incluindo os pertencentes à clinica do Dr. Borges da Costa. Desde o início, a residência tornou-se ponto de referência de políticos, médicos, poetas e outras pessoas de renome que formavam a elite intelectual e política da nova capital. A residência acolheu inúmeros jantares e encontros durante vários anos. Em 1987 foi passada em comodato para a Academia Mineira de Letras e posteriormente restaurada. Em 1994 foi construído um anexo para receber eventos e reuniões. Atualmente o imóvel abriga as atividades da Academia e continua como um ponto de referência da arquitetura e memória da cidade. Exibir mapa ampliado Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Rua da Bahia, 1466 - Centro
Belo Horizonte - MG
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Araxá

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O topônimo "Araxá" significa terreno elevado e plano, planalto, chapadão, região mais elevada do que qualquer sistema orográfico. Os primeiros povoados da região foram para o Desemboque, distrito de Sacramento,[7] atraídos pela exploração do ouro. Posteriormente, com a decadência da mineração, esses moradores dedicaram-se à criação de gado. Entre 1770 e 1780, Araxá recebeu seus primeiros moradores, e surgiram as primeiras fazendas da região. Descoberta a fertilidade da terra e o sal mineral nas águas do Barreiro, o povoamento de Araxá se intensificou. Em 1780 surge um povoado em um pouso de tropeiros na passagem de gado que ia ao Barreiro salitrar. Em 1791, foi criada a Freguesia de São Domingos do Araxá e nomeado o primeiro vigário. Araxá é a cidade mais antiga de todo o Sertão da Farinha Podre, isto é, todo o Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Contava com 235 anos em 2015. Em 1795, teve a construção da primeira Igreja Matriz São Domingos por Alexandre Gondin, que teve suas obras concluídas em 1800. A edificação da Igreja São Sebastião, por José Pereira Bom Jardim, ocorreu em 1820. A Capitania de São Paulo e Minas do Ouro foi criada em 1709 e desmembrada em 1729, com a delimitação da Capitania de Minas Gerais. Na segunda metade do século XVIII, a região do Triângulo Mineiro foi anexada a Goiás, atendendo a um movimento dos moradores do Desemboque. A Freguesia de São Domingos é elevada a Julgado de São Domingos de Araxá, em 20 de dezembro de 1811, desmembrando-se do Julgado do Desemboque. A partir de janeiro de 1812, começou a exercer jurisdição civil e criminal, possuindo seu Juiz Ordinário. Em 1816, graças ao movimento dos moradores da Campanha do Araxá (Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba), a região e separada de Goiás e anexada a Minas Gerais, ficando sob jurisdição de Paracatu. Em 1830, Araxá se declara independente de Paracatu, constitui sua câmara e elege seu primeiro presidente, Mariano de Ávila. Em 4 de abril de 1831, o governo acata o que acontecera e o julgado é elevado à vila. E em 19 de dezembro de 1865, a Lei Provincial nº 1259 eleva a Vila de São Domingos de Araxá à categoria de cidade. Em 1915 foi criada a Prefeitura. Os museus da cidade de Araxá mostram muito da sua interessante história. O nome Araxá é um nome indígena que significa "Um lugar onde primeiro se avista o sol". Araxá era uma pequena tribo aculturada, que foi aldeada nas margens do Rio Grande para tentar dar proteção aos passantes. A ameaça eram os índios caiapós que habitavam a região. Em nove anos a indefesa tribo araxá foi dizimada e extinta pelos caiapós. Demarcação da Sesmaria do Barreiro. "Aos 25 dias do mês de agosto de 1785, nesta paragem dos Sertoins dos Arachás, debaixo da serra do mesmo nome, fincamos uma pedra em sentido perpendicular com quatro testemunhas para os 4 pontos cardeais. Daí partimos em direção ao oeste, medindo 2722 cordas de 2 braças cada uma, onde fincamos o 2º marco; daí seguimos em direção ao norte onde fincamos o 3º marco defronte a Fazenda do Campo Aberto; daí seguimos em direção ao nascente, na Fazenda Pão de Açúcar onde fincamos o 4º marco, e deste 4º marco em linha reta até o marco peão na Boca da Mata". (Termo de Demarcação da Sesmaria do Barreiro).[8] Araxá tem na sua formação geológica riquezas minerais como as águas sulfurosas e radioativas, o nióbio e a apatita. Na Bacia do Barreiro, viveram mamíferos pré-históricos há milhares de anos. Nessa região, formou-se um dos maiores quilombos de Minas Gerais, o Quilombo do Ambrósio. O colonizador aqui foi atraído pelo sal natural das águas do Barreiro. A prática da pecuária foi o motivo básico dessa ocupação, seguida por atividades paralelas como o comércio dos tropeiros e mercadores e a agricultura. Como todo esse legado cultural Araxá é, ainda, uma cidade turística e o valor das suas águas e da lama termal a fez tornar-se uma estância hidromineral. Enquanto cidade histórica, Araxá possui águas e lama medicinais, famosa pelos banhos terapêuticos. Alta e fria, florida e burguesa, serviu nos anos 1980 de cenário para a novela da Rede Manchete "Dona Beja", personagem mito da cidade, interpretada por Maitê Proença, baseada no romance de Agripa Vasconcelos. Têm no Hotel do Barreiro e no "Cristo redentor" seus pontos turísticos mais conhecidos e apreciados. Sem contar nos seus produtos artesanais, como tapetes de tear, delicados bordados, sabonetes e cremes com a lama negra, doces e as quitandas.
Grande Hotel
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Auditório do SESI Tiradentes Centro Cultural Yves Alves

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Com capacidade para 120 espectadores, o auditório do Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves possui em suas dependências uma estrutura completa para receber espetáculos teatrais, danças, shows, palestras, seminários etc. Sede de grandes festivais realizados na cidade de Tiradentes, o auditório está equipado com equipamentos para iluminação cênica e sonorização, além de projeção e tela para exibição de filmes em geral. Aconchegante e intimista, nosso palco é a opção certa para seu evento. Capacidade: 120 lugares Ar condicionado central Palco: Tipo Italiano Dimensões: Boca de cena: 7,80m Profundidade: 3,5m Proscênio: 1,5m http://www7.fiemg.com.br/sesi/centro-de-cultura/tiradentes/espacos/detalhe/auditorio
Rua Direita, 168 - Centro, Tiradentes - MG
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Basílica Cura d'Ars

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A Paróquia do Santo Cura d’Ars foi constituída e instalada por Dom Antônio dos Santos Cabral, primeiro Arcebispo de Belo Horizonte, no dia 29 de junho de 1949. O Papa João Paulo II, no dia 1 de fevereiro de 1986, conferiu à Igreja do Santo Cura d’Ars o título e a dignidade de Basílica Menor. A palavra Basílica vem do grego e significa régio, real (adjetivo). Basílica, em sua origem, era o nome que o povo dava às construções maiores onde se realizavam os grandes negócios do Império Romano. Por sua amplitude e importância esses edifícios eram chamados de “reais” (palácio do rei). No século IV, alguns desses edifícios foram transformados em igrejas, bem como, de forma semelhante, ampla e majestosa, outras foram construídas: eram as basílicas cristãs. Por muitos séculos esse nome foi reservado apenas para as mais notáveis igrejas, por sua grande antiguidade ou celebridade histórica. Basílicas maiores – São as mais antigas e notáveis igrejas de Roma, em cujo altar somente o Papa pode presidir a celebração da Eucaristia. São elas: São João de Latrão, São Pedro (Vaticano), São Paulo fora dos muros e Santa Maria Maior. Consideram-se basílicas maiores romanas também as de São Lourenço fora dos muros, de Santa Cruz de Jerusalém e de São Sebastião. Em 1754, o Papa Bento XIV elevou a igreja de São Francisco, em Assis, à dignidade de Basílica Papal. Basílicas Menores – Outras igrejas, às quais o Santo Padre concedeu o título, são chamadas Basílicas Menores. São antigas igrejas de Roma e de célebres igrejas de diversas regiões do mundo.
Rua Cura d’Ars, 485 – Prado
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Basílica de Lourdes

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Lourdes é uma cidade localizada no sul da França. Em 1858, em uma gruta da cidade, Nossa Senhora apareceu 18 vezes a uma jovem de 14 anos – Bernadette Soubirous – que, anos mais tarde, seria canonizada pelo papa Pio XI como Santa Bernadete. A palavra basílica é de origem grega, vem de basileus, que significa rei. Na antiga Pérsia, os reis recebiam seus súditos em grandes salas de audiência, denominadas basílicas. Estas salas também inspiraram a arquitetura dos templos cristãos. Somente podem ser nomeadas “Basílicas” as igrejas que preenchem certos pré-requisitos de qualidade artística, centro de concentração e piedade popular. Distinguem-se dois tipos de basílicas – maiores e menores. As quatro Basílicas Maiores são: Basílica de Santa Maria Maior (Roma), Basílica de São João do Latrão (Roma), Basílica de São Paulo Extra Muros (Roma), e Basílica de São Pedro (Vaticano). As outras Basílicas no mundo são chamadas Menores. Basílica menor é um título honorífico concedido pelo Papa a igrejas em diversos países do mundo, consideradas importantes por diversos motivos, tais como:
  • Veneração que lhe devotam os cristãos;
  • Transcendência histórica;
  • Beleza artística de sua arquitetura e decoração.
http://www.basilicadelourdes.com.br/paroquia/
Rua da Bahia, 1596 - Lourdes - Belo Horizonte
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Carmelo Nossa Senhora Aparecida

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O Mosteiro Construção sólida, com o estilo dos anos 40, o Mosteiro caracteriza-se por arcadas romanas no passadiço externo e no claustro interior. As acomodações são amplas, mas sóbrias e de aspecto austero. Ao ser inaugurado ainda não possuía Capela. Esta funcionava em um dos locutórios que, na parte da clausura, fazia as vezes de Coro. A Capela, que segue as mesmas linhas do Mosteiro, com arcos interiores de alvenaria, foi inaugurada a 15 de outubro de 1944. Sua construção foi providencialmente oferecida pelo casal D. Julieta Salles Coelho e Dr. Ênio Salles Coelho. O que se destaca no interior da clausura é o coro das Religiosas. O projeto barroco de Antonio Perktold foi sacrificado por apresentar muita suntuosidade. Ficaram as estalas, lambris e a concha do altar, em imbuia escura, em cujas linhas de beleza se pressentem vestígios do projeto original. Quadros da Via-Sacra, com molduras de acordo, completam a decoração. Os trabalhos do coro só foram realizados em 1957, ultimando-se a 24 de novembro daquele ano. O Mosteiro não possui cemitério em seu interior. As monjas são sepultadas em jazigo próprio, na necrópole do Bonfim, vindo depois os ossos em urnas para um eremitério. Conta o Carmelo com acomodações externas, tanto para Padres que eventualmente se hospedem, como para pessoas que solicitem dias de recolhimento. A portaria foi preparada em vista de ter irmãs veleiras, que realmente prestaram relevantes serviços, durante muitos anos, extinguindo-se sua existência, ou por entrarem as Irmãs para fazerem parte das Monjas de clausura, ou por parte de vocações. Além do coro, que é de construção artística, possui o Carmelo um grupo de imagens representando um Calvário: o Crucificado, Nossa Senhora e São João Evangelista, de um artista alemão.
R. Des. Tinoco, 322 - Mons Messias, Belo Horizonte - MG, 30720-480
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Casa da Vovó e do Vovô

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Casa da Vovó e do Vovô funciona desde janeiro de 1999 prestando serviços na área da saúde, com atendimento especial para idosos com necessidades especiais, em regime permanente ou temporário. Nosso ambiente é familiar, alegre e festivo e em nada lembra um hotel ou asilo. Atividades especiais são ministradas; música, artes e terapias ocupacionais, fazem parte do dia-a-dia dos idosos. Aqui todos recebem atendimento por uma equipe multidisciplinar e especializada. Oferecemos um ambiente tranquilo e preparado para convivência diária e a certeza de que seu ente querido ficará bem assistido. Um novo conceito de convivência para a terceira idade. Qualidade de vida, liberdade e bem-estar. Rua Alameda do Ipê Branco, 515 - São Luiz, Belo Horizonte - MG www.casadavovoedovovo.com.br
Alameda do Ipê Branco, 515 - São Luiz, Belo Horizonte
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Casa do Baile

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Parte do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, a Casa do Baile foi reaberta em dezembro de 2002, transformando-se em Centro de Referência de Urbanismo, Arquitetura e do Design, ligado à Fundação Municipal de Cultura que por sua vez é ligada à Prefeitura de Belo Horizonte. A proposta deste centro é a de organizar, documentar e valorizar tanto os espaços construídos e simbólicos da cidade quanto objetos que se tornaram referência na vida cotidiana de nossa sociedade. Para tanto, o acesso democrático às informações relativas ao urbanismo, arquitetura e design torna-se fundamental para a valorização da identidade social dos belohorizontinos. A Casa recebe exposições temporárias, e divulga publicações, desenvolve seminários, encontros e outros eventos relacionados às áreas pertinentes à Casa. Possui um salão de 255 m², um auditório de 53 lugares com recursos multimídia, salas de apoio administrativo, ilha digital com os acervos documentais disponíveis a pesquisadores e ao público em geral. A Casa do Baile foi inaugurada em 19431 para abrigar um pequeno restaurante, um salão com mesas, pista de dança, cozinhas e toaletes. Situada numa pequena ilha artificial ligada por uma pequena ponte de concreto à orla. Com a finalidade de criar na Pampulha um centro de reuniões populares, a Prefeitura fez o edifício do Baile, local destinado às diversões havendo, portanto, duas finalidades na execução desta obra – a de valorização artística da Pampulha e a função social, como diversão para o povo. Como espaço de lazer e entretenimento nas noites belohorizontinas, a Casa do Baile logo se tornou palco de atividades musicais e dançantes freqüentada pela sociedade mineira. A proibição do jogo em 1946, resultou no fechamento do Cassino, atual Museu de Arte da Pampulha - MAP, refletindo sobre a vizinha Casa do Baile, que também foi obrigada a encerrar suas atividades em 1948. A partir desta data, sob a administração da Prefeitura, o espaço foi utilizado para variados fins comerciais. Nos anos 80, funcionou como anexo do Museu de Arte da Pampulha, restaurante e acabou novamente fechada. Como reconhecimento de sua importância para a identidade cultural do país, a edificação mereceu o tombamento em esfera federal, estadual e municipal. Em 2002 a Casa do Baile foi reaberta após sua restauração, realizada sob a coordenação do próprio Oscar Niemeyer com novos sistemas de climatização e iluminação. Seus jardins também passaram por um processo de revitalização obedecendo à intenção paisagística da proposta original de Burle Marx. Desde então, vem funcionando como um Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design.  
Pampulha - Av. Otacílio Negrão de Lima, 1685 - tel: 3277-7946
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Catedral Nossa Senhora da Boa Viagem

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Uma história que marca a capital mineira
O que é a Boa Viagem para você? Ela é um patrimônio histórico de Belo Horizonte? Ou seria a representação concreta do surgimento do povoado que deu origem a nossa cidade? Talvez, ela possa ser definida como o Santuário que nunca fecha as portas e a casa da padroeira da capital.
Bem, ela é tudo isso, tudo integrado numa edificação que, de tão bela, dá graça ao ambiente paisagístico, cultural e arquitetônico de Belo Horizonte. Sua construção, em estilo neogótico, toca o céu em eterno sinal de devoção a Deus.
A história da Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem nos remete ao início do século XVIII, entre os anos de 1701 e 1709. Naquela época, o português Francisco Homem Del Rey por aqui chegou e, onde hoje se encontra este magnífico santuário, ergueu uma capelinha de pau-a-pique para abrigar a imagem de sua protetora, a padroeira dos navegantes portugueses, que ele trouxe de sua terra natal para protegê-lo na travessia do Oceano Atlântico.
Ao edificar esta igrejinha, para proteger a santa que o trouxe com segurança, ele não imaginava que ela atrairia tropeiros que cruzavam suas terras, e que eles a elegeriam como a padroeira dos viajantes.
Suas graças e cuidados atraíram cada vez mais tropeiros e o entorno da capelinha, já insuficiente para abrigar tanta gente, se transformou em hospedaria, local de descanso, sempre sob a proteção de Nossa Senhora.
A capelinha ficou pequena e então substituíram-na por uma igreja maior, construída no final do século XVIII, e que permaneceu de pé até a construção da atual.
Há mais de 300 anos, Nossa Senhora da Boa Viagem abençoa esta terra. Sob sua proteção, a fazenda virou vila, que virou arraial, que se transformou na capital de um dos principais estados do país. A Boa Viagem é o coração de Belo Horizonte. Um lugar especial de fé, devoção e de adoração, por também abrigar o Santuário Arquidiocesano de Adoração Perpétua. Local onde, há 75 anos, é realizada a Adoração ao Santíssimo Sacramento, 24 horas por dia. A Igreja da Boa Viagem é um solo santo, é a pérola da Arquidiocese de Belo Horizonte, é a nossa casa de oração.

Rua Sergipe, 175. Centro
Belo Horizonte/MG.
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Centro Cultural Jardim Guanabara

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O Centro Cultural Jardim Guanabara (CCJG) foi implantado no dia 5 de dezembro de 2008, por meio de recurso aprovado no Orçamento Participativo. O CCJG tem como objetivo incrementar a Regional Norte de Belo Horizonte, como um espaço para produção, difusão e preservação da cultura e do patrimônio comunitário. Instalado em uma área de 472 m², o espaço possui biblioteca, sala multiuso com capacidade para 100 pessoas, sala de oficina, hall de exposições; mini teatro de arena e um amplo estacionamento, que é utilizado para a realização de eventos. O CCJG conta também com O Programa BH Digital e o Telecentro BR, acesso gratuito a internet para o público que frequenta este espaço.
Rua João Álvares Cabral, 277, Jardim Guanabara
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Conservatório da UFMG Auditório

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Exibir mapa ampliado A Sala de Recitais, que também funciona como auditório, possui 170 poltronas fixas e capacidade total para até 220 pessoas. Conta com um piano Steinway & Sons, especialmente projetado para pequenos espaços e é palco para a apresentação das séries musicais permanentes do Conservatório. Revitalizada, a sala de recitais é o espaço de maior significado do edifício. Ali, as telas dos pintores Antônio e Dakir Parreiras, do início do século passado e que retratam cenas da Ópera Tiradentes, decoram o ambiente, após sofrerem completo trabalho de restauração realizado pelo Cecor – Centro de Conservação e Restauração da Escola de Belas- Artes da UFMG Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Av. Afonso Pena, 1534 - Tel:(31) 3409-8300
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Conservatório UFMG

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O antigo prédio de Escola de Música da UFMG, construído em 1926, foi totalmente restaurado, e abriga agora o Conservatório UFMG, um espaço cultural multiuso. O acervo, em exposição permanente, é composto por duas coleções: a Brasiliana, que reúne objetos de arte, livros e documentos raros de grande valor histórico, artístico e documental, e a de Arte Contemporânea, que representa a arte produzida em Minas na década de 60. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Av. Afonso Pena, 1534. Centro. Belo Horizonte
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Distrito de São Vicente / Baldim

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A origem do Distrito de SÃO VICENTE. SÃO VICENTE FOI CRIADO PELA LEI 336, de 7 de Dezembro de 1948. Fica a 6 km de Baldim, sede do município e está localizado na parte Centro Leste do Estado de Minas Gerais. Segundo informações, essa comunidade surgiu de uma fazenda, “FAZENDA ZABELÊ”. Seu proprietário Senhor José Dias, fazendeiro e Senhor de escravos, morava em um grande sobrado (como dizia antigamente) no lugar onde hoje existe a piscina. O Sr. José Dias e sua esposa eram grandes devotos de “SÃO VICENTE DE PAULO” e tinham em casa uma capelinha, onde veneravam o santo. Mais tarde foi construída uma capelinha, onde hoje é a sede do CLUBE RECREATIVO, na praça central. Construiu também a primeira Fábrica de Tecidos, Fábrica “SÃO VICENTE” pois diziam que SÃO VICENTE é o protetor dos pobres e dos trabalhadores. A Comunidade cresceu e em vez de Fazenda Zabelê, ficou chamando SÃO VICENTE. A referida Fábrica fechou-se. Mais tarde foi comprada pelos dirigentes da COMPANHIA CEDRO E CACHOEIRA e permaneceu o mesmo nome: FÁBRICA SÃO VICENTE, sendo o santo, “SÃO VICENTE DE PAULO” O PADROEIRO DA Comunidade, homenageado e festejado por todos. A festa de SÃO VICENTE, durante muitos anos era celebrada no dia 19 de Julho, quando se comemorava o aniversário DO SÃO VICENTE ESPORTE CLUBE. Com o Concílio Vaticano II, passou-se a festejar os Santos na data de seu falecimento (SÃO VICENTE DE PAULO FALECEU EM 27 DE SETEMBRO DE 1660). Aqui em São Vicente, só em 1986, começou a celebrar em 27 de setembro, quando tínhamos como Pároco o Padre Adelino de Souza Lopes. A atual Igreja local, foi construída sob a direção da Cia. Cedro e Cachoeira que a manteve enquanto funcionou na Comunidade.
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Escadaria do Palácio da Justiça

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O Palácio da Justiça Rodrigues Campos faz parte do conjunto de edifícios públicos projetados para a nova capital de MG, inaugurada em 1897 (anteriormente, a capital mineira era Ouro Preto). Com a construção de BH, buscava-se uma ruptura definitiva com a tradição colonial. É dentro deste estilo eclético com características neoclássicas que o arquiteto Raphael Rebechi projetou o Palácio da Justiça para abrigar a 1ª instância da comarca de BH e o Tribunal da Relação, Corte da 2ª instância de MG. O Judiciário foi o primeiro dos três poderes a se estabelecer em BH, mas, ainda sem sede própria, funcionou na antiga Secretária de Educação, na Praça da Liberdade, que hoje abriga o Museu das Minas e do Metal. Posteriormente, o Tribunal se mudou para o edifício do Instituto de Educação, na avenida Carandaí. A construção do prédio deu-se entre 1909 e 1911 e foi projetada pelo arquiteto italiano Rafael Rebecchi e construída pelo coronel Júlio Pinto, sob a orientação técnica do engenheiro José Dantas. Em 1912, o edifício foi inaugurado na avenida Afonso Pena, 1420. No alto da fachada principal e da lateral direita, chamam a atenção os lindos frisos em baixo-relevo, representando alegorias à Justiça Romana, obra do escultor suíço-italiano João Morandi. A escadaria exterior do Palácio, em granito, avança pela calçada portuguesa da Avenida Afonso Pena, numa possível infração às posturas municipais, mas nos convida a entrar no austero edifício, passando por sob o frontão clássico, entre quatro colunas gregas, com seus capitéis artísticos.
Penetrando no imponente saguão de entrada, deparamos com a magnífica escadaria metálica, vinda da Bélgica, no início do Século XX. De um lado e do outro do primeiro degrau de mármore de Carrara, duas estátuas femininas, em estilo belle époque, sustentam luminárias elegantes, em forma de tocheiros.
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Avenida Afonso Pena 1420. Centro. Belo Horizonte

Festa de Reinado Nossa Senhora do Rosário - Pré-Abertura do FIC

Rua Tamboril, 856 - bairro Concórdia - Belo Horizonte
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Igreja de Santa Luzia - Cidade Nova

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A pedra fundamental do que viria a ser a paróquia foi erguida em 1975 por Dom João Resende Costa. Cerca de 10 anos depois, era inaugurada a Igreja de Santa Luzia, no coração do bairro Cidade Nova. Hoje a igreja está sob a responsabilidade do padre João de Deus Dantas. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Rua Doutor Julio Otaviano Ferreira, 913 - Cidade Nova, Belo Horizonte
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Igreja de São Domingos de Gusmão - Araxá

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Igreja construída com elementos góticos e neoclássicos. Sua construção iniciou-se em 1917 e demorou 31 anos para ser construída. Possui pinturas internas de Alberto Paulovich.
Praça São Domingos, S/n - Centro
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Igreja de São Sebastião

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A Paróquia de São Sebastião, situada no Barro Preto, região central de Belo Horizonte, é' uma das primeiras comunidades da cidade da capital mineira. Em 22 de dezembro de 1913 o então Arcebispo de Mariana, Dom Silvério Gomes Pimenta, cria, através de uma "Portaria" o Curato de São Sebastião do Barro Preto de Belo Horizonte, incluindo também o Calafate. Eram estes os limites do curato: com a freguesia de São José os limites eram a Av. Cristóvão Colombo desde a Av. Álvares Cabral até o córrego Arrudas; subindo pelo Arrudas até a entrada nova para Pastinhos e daí, passando pela Ressaca, pela fazenda do Coronel Alípio de Melo até os limites de São Gonçalo de Contagem e Santo Antônio de Venda Nova. Com a freguesia da Boa Viagem era a Álvares Cabral até encontrar a Av. São Francisco indo até a freguesia de Nova Lima. Posteriormente tem-se notícia do decreto de nomeação do primeiro Cura: o Revmo. Padre Roberto Walz, dos padres do Divino Salvador, nomeado aos 5 do mês de abril de 1920. O curato se transforma em Paróquia no dia 19 de março de 1923 pelo primeiro Arcebispo de Belo Horizonte, Dom Antônio dos Santos Cabral, promovendo concomitantemente o Padre Roberto Waltz a pároco. A partir daí vários párocos foram se sucedendo sendo que o Padre Américo de Campos Taitson permaneceu por 52 anos à frente da paróquia. Ele tomou posse como sétimo pároco, sucedendo o Padre José Augusto Ribeiro Bastos aos 17 de janeiro de 1943, às nove horas da manhã, permanecendo pároco até à data da sua morte em 1995. Rua Paracatu, 460 - Barro Preto - BH/MG
Rua Paracatu, 460 - Barro Preto
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Igreja de São Sebastião - Araxá

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Igreja mais antiga de Araxá, construída em 1804 com um estilo colonial. Abriga em sua sacristia um significativo acervo da história da Igreja e da cidade. Destaque para as imagens sacras em madeira policromada, de Bento Antônio da Boa Morte, escultor do início do século XIX.
Avenida Vereador João Sena, s/n - Centro
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Igreja do Bom Jesus do Horto

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http://www.senhorbomjesusdohorto.com.br/    
Rua Artur Alvim, 300 - Sagrada Família, Belo Horizonte - MG 3461-7043
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Igreja Nossa Senhora das Dores

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A Igreja Nossa Senhora das Dores, também conhecida como Igreja da Floresta é um templo católico localizado em Belo Horizonte.. Situada na Rua Silva Jardim , com fachada para a Av. do Contorno, no bairro Floresta, foi construída em 1930 e possui estilo gótico, com uma torre de 61,8 metros de altura. É atualmente a igreja mais alta de Belo Horizonte que em breve deverá perder o título para a Catedral Cristo Rei, de 100 metros. A criação da paróquia se deu em 25 de dezembro de 1927. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Rua Silva Jardim, 100 - Floresta, Belo Horizonte
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Igreja Nossa Senhora das Graças - Araxá

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A igreja Nossa Senhora das Graças se localiza no complexo do Barreiro. A igreja foi construída na década de 60 e foi tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha) em 1989. A igreja tem um grande significado para os araxaenses e fiéis da região. “É a menina dos olhos, justamente porque ela faz parte do complexo do Barreiro”. Então as pessoas que vêm de fora se encantam com a beleza, que faz com que as pessoas possam realmente se encontrar com Deus.
Complexo do Barreiro – Grande Hotel
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Igreja Nossa Senhora das Mercês - Tiradentes

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A Irmandade de Nossa Senhora das Mercês dos Pretos Crioulos foi instituída no dia 14 de dezembro de 1756. O termo de aceitação do compromisso data de 1789 e já se refere ao consistório da Irmandade de Nossa Senhora das Mercês, provavelmente da capela própria. Embora não exista documento anterior a 1800 sobre a construção do templo, é certo que no ano de 1807 a capela já devia estar parcialmente construída, uma vez que naquele ano decidiu-se transferir a procissão dos Passos para a capela de Nossa Senhora das Mercês. Em 1824, D. Frei José da SSmª Trindade, em seu relatório de visita pastoral, refere-se ao altar de talha moderna pintado e dourado da capela de Nossa Senhora das Mercês, como também à pintura do forro. Sobre os trabalhos da talha, a única documentação existente é um pagamento feito ao entalhador José Morais Pereira no ano de 1808, sem, entretanto, especificar a obra. Entre 1807 e 1820 aparecem vários pagamentos por compra de madeiras, cipó para andaimes e obras de carpintaria, encontrando-se entre estes um pagamento a Manoel Martins de Souza por trabalho no forro da capela. As pinturas do forro, retábulo, arco-cruzeiro são de autoria do artista Manoel Victor de Jesus e, parecem ter sido concluídas em 1821. São também de sua autoria, a pintura de um azulejo na capela-mor, credências, sacras e uma bandeira da Irmandade. Já a pintura do óculo, executada entre 1829 e 1830, é de autoria do pintor Jerônimo José de Vasconcelos O assoalho foi feito entre 1821 e 1823, mas em 1969 foi totalmente substituído, eliminando-se as campas. Os púlpitos foram executados por Joaquim Moreira da Silva, por volta de 1824 e pintados em 1845 por Severino de Almeida Souza. Como indica a documentação existente, a construção da igreja de Nossa Senhora das Mercês ocorreu de forma bastante lenta, em função dos escassos recursos, tendo suas obras se arrastado até o século XX, quando foram concluídos o aterro, arrimos e calçamentos do adro. Em 1960/61, o IPHAN realizou obras de restauração na igreja que compreenderam a reconstituição do frontão que havia ruído e a restauração do forro da nave. Mais recentemente, o IPHAN empreendeu ampla restauração na igreja. A Igreja possui planta centrada por nave e capela-mor mais estreita, com duas sacristias ladeando a capela-mor, dois consistórios ladeando a nave, sendo o da esquerda dividido em pequeno saguão. À direita existe um cômodo sob a sineira. A fachada apresenta o corpo central com porta larga, duas janelas à altura do coro e óculo interrompendo a cimalha. Possui frontão recortado em curvas com duas volutas e acrotério curvo com pináculos ladeando a cruz e sobre os cunhais. No centro do frontão encontram-se as armas da Ordem, em massa. Os dois corpos laterais ao corpo central possuem duas aberturas semelhantes às janelas do coro, sendo que a do lado esquerdo é uma sineira. Nesses corpos laterais o telhado aparece com as telhas de topo e o beiral de beira-seveira. O interior possui apenas o rico altar-mor, de gosto rococó, policromado e dourado por Manoel Victor de Jesus, com decoração em rocalhas, flores e marmoreados de cores fortes, pouca talha em aplique, com coroamento em arco pleno e tarja. O arco-cruzeiro é coberto de talha dourada e policromada, com ampla sanefa e tarja com armas da Ordem. Complementam a decoração uma bonita balaustrada de jacarandá torneado, dois púlpitos policromados e coro com balaustrada torneada, já do século XX. As belas pinturas de Manoel Victor de Jesus, ao gosto rococó, cobrem os forros da nave e capela-mor. Nesta encontra-se pintura em caixotões representando cenas da Ladainha da Virgem e na nave acha-se representada Nossa Senhora das Mercês, com os braços abertos sobre o Manto da Misericórdia; cercada por nuvens e anjos, e muro-parapeito com figuras diversas de santos e anjos. A capela possui algumas peças de valor como a bela imagem rococó da padroeira, de grandes proporções, disposta no altar-mor. Na sacristia encontram-se um belo arcaz em talha rococó, lavabo e pias de água-benta.. A capela possui ainda algumas peças de prata dos séculos XVIII e XIX, com destaque para o turíbulo português de fins do século passado. Texto extraído de: Inventário Nacional de Bens Móveis e Integrados. VITAE/IPHAN.

 
Praça das Mercês - Tiradentes - MG
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Igreja Nossa Senhora de Fátima - Praça da Assembléia

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Praça Carlos Chagas - Santo Agostinho
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Igreja Nossa Senhora do Rosário do Sumidouro - Distrito Padre Viegas / Mariana

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Igreja Nossa Senhora do Rosário do Sumidouro - Distrito Padre Viegas em Mariana/ MG A respeito dessa igreja, consta que no local havia uma primitiva capela dedicada a Santa Efigênia, construída pelo casal Antônio Lopes Chaves e Helena Maria de Jesus. A construção de uma igreja maior teria sido iniciada a partir de 1740, no mesmo local, sendo que o mesmo casal também teria colaborado nas suas obras. Consta também que um certo padre Francisco Fernandes Fialho também esteve envolvido nas atividades da nova matriz. O Cônego Raimundo Trindade, principal referência a respeito das igrejas do bispado de Mariana, anota: “A freguesia de Nossa Senhora do Rosário do Sumidouro, na Comarca de Mariana, é de instituição remota. Deu-lhe a qualidade de colativa o alvará régio de 16 de janeiro de 1752“.Consta que em inicio do século XIX essa igreja estava em situação de ruína, e há registros acerca de uma possível obra de reconstrução, sendo que é não possível inferir a amplitude dessa obra. O que se pode ver é que a igreja possui uma bela fachada, discretamente avançada em relação às torres, que, por sua vez, se parecem com as da igreja da Ordem Terceira de São Francisco em Mariana. O interior é simples, porém harmônico, com o altar-mor e os dois colaterais ornados de talha tendente ao rococó. A igreja possui colunas e tribunas nas laterais da nave principal, e a capela do santíssimo possui um belo e piedoso crucifixo, provavelmente da mesma época da edificação da matriz. O interessante na história dessa igreja é que ela ainda mantém todas as suas características setecentistas e a pureza do estilo original – algo raro quando se trata de templos históricos brasileiros que passam por muitas reformas. Os moradores de Padre Viegas – ou Sumidouro, como os mais antigos preferem – merecem uma menção honrosa por manterem íntegra e original, por quase três séculos, sua bela igreja matriz. A igreja está localizada no distrito de Padre Viegas (Sumidouro): Distante do centro de Mariana a apenas 9 km. Foi elevado a distrito em 27 de Dezembro de 1748. Possui prédios históricos como a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, de construção do século XVIII. É a terra de Cláudio Manuel da Costa, escritor marianense de grande importância do século XVIII. Mariana “Ouro, fé, arte e pioneirismo marcam os três séculos da histórica Mariana” Mariana “primeira de Minas” é um dos municípios mais importantes do Circuito do Ouro e parte integrante da Trilha dos Inconfidentes e do Circuito Estrada Real. Uma cidade tombada em 1945 como Monumento Nacional e repleta de riquezas do período em que começou a ser traçada a história de Minas Gerais. www.mariana.mg.gov.br/distritos/padre-viegas www.festivaldecorais.com.br/index.php/locais
Mariana - MG, 35420-000
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Igreja Nossa Senhora Perpétuo Socorro

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http://www.perpetuosocorrobh.org/
R. Olímpia, 188 - Boa Vista, Belo Horizonte
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Igreja Padre Eustáquio

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Pelos anos trinta, toda a nossa região era ainda território pertencente à Paróquia de São Francisco das Chagas, confiada aos Freis Franciscanos, no Carlos Prates. Desde a posse do Frei Zacarias van der Hoeven, OFM, não se descuidou do núcleo populacional, que estava surgindo, chamado “Vila Celeste Império”. Em 1933 houve uma pequena Missão na Vila, pregada pelo Frei Mário Cornelissen. Ele foi o apóstolo da Vila. Em 1934 ficou pronta a capela-mor da igreja já existente, que recebeu o seu acabamento em 1935. De 1936 em diante as missas já foram sempre semanais.

Vários freis franciscanos se dedicaram à Vila Celeste Império e durante o ano de 1940 Frei Anselmo foi encarregado pelo Arcebispo, de preparar o desmembramento da Paróquia de S.Francisco das Chagas. Com mais ou menos 2.000 habitantes, o futuro se projetava aí: a construção do Aeroporto, a canalização da Avenida Pedro II, a construção do Carmelo, o Balneário da Ressaca, o calçamento da Rua Contagem, tudo influiu para o progresso. No dia 01 de janeiro de 1941 foi criada a Paróquia de Cristo Rei, por Decreto do Arcebispo, Dom Antonio dos Santos Cabral, ficando a Rua Manhumirim como divisa das duas Paróquias. Aos 18 de novembro de 1941 ela foi confiada aos Padres Dominicanos, sendo seu primeiro Vigário o Frei Boaventura Chasserieu, O.P., que tomou posse no dia 23 de novembro de 1941. E no mesmo dia 18, por Decreto Episcopal, foi designado como titular São Domingos. Estes dados encontram-se no “Livro de Tombo da Paróquia Cristo Rei da Vila Celeste Império – 1941”. Um outro livro de Tombo, cujo Termo de Abertura foi assinado pelo secretário do Arcebispado, Pe. Armando De Marco, aos 27 de maio de 1943, é da Igreja Matriz de São Domingos. E começa já com a nomeação do Pe. Eustáquio van Lieshout ss.cc..

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Rua Padre Eustáquio, 2405 - Padre Eustáquio. 31 3462 6557
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Igreja Santa Tereza

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É importante que a atual e as futuras gerações saibam como foi difícil aos moradores da comunidade do Bairro Santa Tereza construir sua própria matriz. Grande parte dos moradores ainda não sabem que o prédio da Matriz de Santa Teresa e Santa Teresinha demorou mais de 30 anos para ser concluído. O trabalho de construção da nossa matriz começou no dia 25 de dezembro de 1930, quando foi criada a Paróquia, por Dom Antonio dos Santos Cabral, primeiro Arcebispo de Belo Horizonte. Desde então, estiveram envolvidos na construção do prédio a comunidade, a Igreja Católica, os poderes públicos e muitos contribuintes particulares e anônimos. O mestre desta imensa obra foi Padre José de Campos Taitson, nomeado com a criação da Paróquia, e que aqui permaneceu durante 15 anos, entregando a comunidade a matriz funcionando na Rua Eurita, e a laje das torres, bem como o arcabouço da Igreja definitiva preparado para receber as paredes e o teto. Homenagem especial deve ser feita ao ex-Governador Olegário Maciel que, em nome do Estado, no ano de 1931, doou o terreno, oito lotes, para sediar a matriz. Um dos motivos de permanência de seu busto na Praça. Dezenas de moradores participaram também desta grande obra, destacando-se o coronel Afonso Elias Prais, Dr. João Deschamps de Andrade, as famílias Goretti, Mathias, de Esther Magalhães, Bonconselho, D’Avila, Milton Carvalho Campos, Ângelo Rabelo, Virgilio de Abreu Martins Filho e tantos outros, moradores da comunidade, que não foram presidentes de comissões, mas colaboraram nas diversas campanhas de doação para compra dos mármores, dos bancos, da pintura, etc., para que os católicos do bairro pudessem se orgulhar da majestosa Matriz, que é uma das mais belas e maiores da cidade. Texto de Luis Góes retirado da Internet. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Praça Duque de Caxias, 200 - Santa Tereza. Belo Horizonte - MG
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Igreja Santo Antônio

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Avenida do Contorno, 6738 - Santo Antônio. Belo Horizonte
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Igreja São Cristóvão

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Praça São Cristóvão - São Cristóvão
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Igreja São Domingos

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A Paróquia São Domingos foi criada na década de 80 pelos frades dominicanos, hoje possui 9 comunidades (capelas) com um território que compreende 6 bairros na região nordesde de Belo Horizonte, destacando o bairro Ribeiro de Abreu. Atualmente o paróco é o jovem Pe. Wagner Douglas. https://www.facebook.com/paroquiasaodomingosbh
Paróquia São Domingos Rua Serra da Boa Esperança, 91 Conj. Ribeiro de Abreu - Belo Horizonte
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Igreja São José

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A Igreja São José é uma igreja em estilo manuelino localizada no centro de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Construída pela congregação dos redentoristas, é um dos mais notáveis monumentos construídos em Belo Horizonte. Com uma forma de uma perfeita cruz latina, a matriz tem 60 metros de comprimento e 19 de largura, construída em estilo manuelino com fortes influências holandesas. Teve sua decoração interior iniciada em agosto de 1910 e abriga os capitéis das belas colunas no estilo coríntio, o grandioso presbitério, além de um órgão de tubos fabricado em 1927. A pintura interna da igreja foi feita
Rua Tupis 164
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Igreja São Raimundo Nonato

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R. São Geraldo, 602 - Asteca, São Benedito - MG, 33120-150 Telefone: (31) 3637-6484
R. São Geraldo, 602 - Asteca, São Benedito .
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Mosteiro Beneditino Nossa Senhora das Graças

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O Mosteiro Beneditino de Nossa Senhora das Graças foi fundado em 1949 pelas Monjas da Abadia de Santa Maria, São Paulo - SP. Vieram 12 irmãs, tendo à frente a madre Luzia Ribeiro de Oliveira. Aos poucos, o Mosteiro foi sendo construído, a comunidade foi crescendo, de modo que em 1963 já foi possível fazer outras fundações. O Mosteiro hoje tem 44 membros. As orações do Ofício Divino estão sempre abertas ao público.


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Rua do Mosteiro, 138 - Vila Paris
Belo Horizonte - MG
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Museu Casa Kubitschek - Pampulha

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Localizado as margens da lagoa e construída em 1943 para servir como casa de campo do então Prefeito, Juscelino Kubitschek, foi projetada por Oscar Niemeyer e possui paisagismo de Burle Marx. Hoje é um museu da Fundação Municipal de Cultura que apresenta o viver modernista e também é um espaço que conta sobre a história da região da Pampulha. http://bhfazcultura.pbh.gov.br/cjk_painel Tel.: (31) 3277-1586 / 3277-7993 / 3246-0309
Av. Otacílio Negrão de Lima, 4188 - Bandeirantes (Pampulha), Belo Horizonte - MG
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Museu de Arte da Pampulha - Teatro Auditório

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Visualizar FIC 2013 em um mapa maior Teatro/auditório - Lotação: 200 pessoas (auditório com cadeiras) - Aproximadamente 197m²; - Pé direito:  2,5m - 6 tomadas 220v parede palco; 8 tomadas 110v piso auditório; 2 tomadas 110v rampa; 1 telão - Equipamentos de som e luz no palco - Palco: aproximadamente 38,35m² - Neste espaço não é permitido servir alimentação ou bebida (somente água). - Não possuímos segurança no local e nem técnico para operar os equipamentos. O Museu de Arte da Pampulha, antigo Cassino da Pampulha, integrante do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, enfoca tendências artísticas variadas em mostras, pesquisa e conceituação. No seu acervo, obras da arte contemporânea brasileira.  
Av. Dr Otacílio Negrão Lima, 16585 - Pampulha, Belo Horizonte / (31) 3277-7946
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Ouro Branco

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A cidade de Ouro Branco faz parte do Circuito do Ouro e oferece ótimas opções o roteiro turístico, como a Igreja Matriz de Santo Antônio, no centro que é uma das mais antigas de Minas Gerais, com primeiro registro em 1717 e obra concluída em 1779.
Igreja Matriz de Santo Antônio
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Ouro Preto - Basílica de Nossa Senhora do Pilar

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A Basílica Menor de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto, Minas Gerais, é uma das edificações católicas mais conhecidas entre as que foram erguidas durante o Ciclo do Ouro. Foi construída em torno de uma capela erguida a partir de 16962 ou nos primeiros anos do século XVIII e ampliada em 1712 com recursos dos devotos, embora as intervenções principais tenham seguido até o final do século. Já a devoção de Nossa Senhora do Pilar foi trazida provavelmente de São Paulo, na bandeira de Bartolomeu Bueno, tendo a imagem sido entronizada na primitiva capelinha que antecedeu o templo. A Paróquia do Pilar foi a mais rica e populosa em Vila Rica, já que reuniu o maior número de irmandades e, por isso, a Matriz recebeu mais ornamentos em preparação para uma "boa morte". As irmandades tinham lugares específicos dentro do templo, uma forma de representar e expressar a hierarquia social dos fiéis. O "livro de compromissos" relacionava a participação das irmandades Santíssimo Sacramento (1712), Nossa Senhora do Pilar (1712), São Miguel e Almas (1712), Rosário dos Pretos (1715), Senhor dos Passos (1715), Sant'Anna (primeiro quartel) e Nossa Senhora da Conceição (até o primeiro terço do século XVIII). A igreja está localizada na Praça Monsenhor Castilho Barbosa.
Praça. Mons Castilho Barbosa, S/N - Rosário Ouro Preto - MG
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Ouro Preto - Museu da Inconfidência

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A Praça Tiradentes é uma praça localizada na cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais. Foi o local onde a cabeça do mártir da independência, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes foi exposta (1792) em Vila Rica, atual Ouro Preto. No local onde estivera o poste (atual Praça Tiradentes) se encontra hoje um monumento ao Mártir. Verifica-se que curiosamente, a estátua em bronze de Tiradentes está de costas para a então residência oficial do governador. O local onde hoje se encontra a Praça Tiradentes, em Ouro Preto, era conhecido no século XVIII como Morro de Santa Quitéria e durante quase todo o século XIX, chamou-se Praça da Independência. Em 1894, com a inauguração do Monumento em homenagem a Tiradentes, passou a se chamar Praça Tiradentes. Por volta de 1750, começava a se formar o conjunto arquitetônico da praça. Em 1748, aproximadamente, já começava a funcionar no local o novo Palácio dos Governadores. Hoje, a Praça Tiradentes é marcada por dois imponentes prédios: o Museu da Inconfidência (antiga Casa da Câmara e Cadeia - 1784) e o Museu de Ciência e Técnica (antigo Palácio dos Governadores). Compondo o conjunto, há um admirável casario colonial onde se destacam: - Conjunto Alpoim: são diversas casas que teriam sido projetadas pelo brigadeiro José Fernando Pinto Alpoim, que vão do número 52 ao 70. Entre elas, está a casa de Dom Manoel de Portugal e Castro, que foi o último governador da Capitânia de Minas Gerais no período colonial. As três grades das sacadas apresentam uma curiosidade; nelas se encontram a inscrição: “ para memória do benefício imortal teu nome fica gravado neste metal .” Há uma lenda que conta que a amante do governador é que teria mandado fazer a inscrição na sacada de sua casa. - Casa da Baronesa. Nº 33. - Câmara Municipal e Posto de Informações Turísticas. Nº 41. - O Restaurante Estudantil – REMOP. Nesse local, no século XVIII, existiu a Santa Casa de Misericórdia. O prédio atual, em estilo neoclássico, já serviu como Fórum no princípio do século.
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Passa Tempo - Minas Gerais

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Sua população estimada em 2004 era de 8.058 habitantes.  A cidade está a 980 metros de altitude na região dos Campo das Vertentes. O acesso ao município se dá pela Rodovia MG 270. Clima:Tropical de Altitude. Passa Tempo é distante cerca de 150 km de BH. A história do município é intimamente ligada aos cavalos Mangalarga Marchador e à Fazenda Campo Grande. Seu proprietário, Cel. Gabriel Andrade, benfeitor da cidade, juntamente com seus filhos, são responsáveis pelo surgimento da linhagem "Passa Tempo". Passa Tempo se destaca ainda pelas pesquisas ufológicas realizadas por Antônio Faleiro (vulgo Niginho), um dos pioneiros da ufologia no Brasil, que construiu o primeiro Observatório Ufológico da América Latina. Nesse município, escreveu o livro Passa Tempo Através do Tempo Excelente lugar para descansar o corpo e a mente e fugir da correria das metrópoles. São atrativos desta cidade a Casa de Cultura, a Igreja Matriz, as belas cachoeiras, trilhas ecológicas. Passa Tempo também se destaca como a primeira cidade da região a produzir um longa-metragem, de nome "Um Anjo Chamado Maria", do cineasta Maurício Rangel, que, em pareceria com a A. C. Banda Face de Deus, também produz a maior peça teatral ao ar livre da região: "A Paixão de Cristo".Passa Tempo é conhecida como uma das referências na confecção de tapetes arraiolos em Minas Gerais. Esta atividade é coordenada por cooperativas e pequenas empresas responsáveis pela distribuição dos produtos em todo Brasil e inclusive no exterior.  
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Praça Carlos Chagas - Praça da Assembléia

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A Praça Carlos Chagas ocupa uma área de 33.700 metros quadrados e é conhecida popularmente como Praça da Assembleia. Com projeto paisagístico de Burle Marx, é considerada a segunda maior praça da cidade, depois da Praça do Papa. Em seu espaço além de jardins, coreto, encontra-se a Igreja de Nossa Senhora de Fátima.
Praça Carlos Chagas, S/N - Santo Agostinho, Belo Horizonte - MG, 30170-020
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Praça da Liberdade (Cortejo)

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A Praça da Liberdade foi construída em 1903, sobre grande influência do paisagismo inglês naturalista. Foi um dos principais projetos do engenheiro Aarão Reis dentro do planejamento da nova capital. Os jardins só foram concluídos em 1905, sob o projeto de Paul Villon. Mais tarde, em 1920, por ocasião da visita dos reis da Bélgica, sua reforma sofreu grande influência do paisagismo francês, ganhando traçado geométrico, inspirado nos jardins do Palácio de Versailles. Os terraços, os lagos, as vegetações e as esculturas complementam sua arquitetura e reafirmam essa influência. O objetivo da praça foi, durante muito tempo, abrigar a sede do poder mineiro, composta pelos prédios do Palácio do Governo e das primeiras Secretarias de Estado. Ao longo dos anos, o complexo foi recebendo construções de diferentes estilos arquitetônicos, sendo hoje tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais – Iepha-MG. Pela sua localização privilegiada, a Praça da Liberdade se tornou um dos locais mais visitados de Belo Horizonte. Os moradores se apropriaram deste espaço, onde acontecem caminhadas, piqueniques, eventos, música, teatro etc. No seu entorno, foi implantado o Circuito Cultural da Praça da Liberdade. Cada prédio, que antes era utilizado pelas Secretarias de Estado, foi transformado em um espaço cultural aberto à visitação.
Praça da Liberdade sem número
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Sabará - Igreja São Francisco de Assis

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A Igreja de São Francisco de Assis é é conhecida como Igreja de São Francisco de Assis sob a invocação de Nossa Senhora dos Anjos. É monumento tombado pelo IPHAN. As obras prosseguiram devagar com várias interrupções, e a decoração interna só foi realizada parcialmente, mas possui algumas peças estatuárias de alto valor e uma boa pintura no teto da capela-mor. O templo nasceu primeiramente como uma capela simples fundada em 1761 pela Arquiconfraria do Cordão de São Francisco dos Homens Pardos, dedicada a Nossa Senhora Rainha dos Anjos. Para substituir esta capela, em 6 de julho de 1772 a Arquiconfraria recebeu autorização para erguer uma igreja de grande porte. O autor do projeto não é conhecido. O projeto era ambicioso, mas a Arquiconfraria era pobre, a construção foi morosa e jamais foi inteiramente terminada. Os trabalhos ganharam alento entre 1798 e 1805, mas depois prosseguiram com lentidão outra vez. Em 1849 foram concluídas as torres, e então a obra foi paralisada por um largo período. Somente em 1864 foi desmantelada a primitiva capela que ainda sobrevivia no interior, envolta pelas paredes novas, e as obras provavelmente se prolongaram ainda por todo o século XIX. Trabalharam no templo o carpinteiro José Ferreira de Brito (1798), o pedreiro Manuel da Costa Lima (1804/1805), João Fernandes de São Tiago (1805), o mestre pedreiro Leonardo de Moinhos, que ergueu os paredões da frente e do lado direito, e Domingos Pinto Coelho, responsável pelas obras de cantaria e pelo relevo em pedra-sabão da portada, ativo em 1822. A planta é tradicional, dividida em uma grande nave única e uma capela-mor. A fachada tem uma porta centralizada, coroada por um relevo, um nicho e um emblema franciscano, e no nível superior há duas janelas com balcão. Acima, um frontão ondulado entre duas torres sineiras, as quais mostram duas seteiras e coruchéus piramidais. A estrutura é de alvenaria de pedra. A nave tem dois altares simples embutidos nas paredes, dois púlpitos engastados no arco do cruzeiro, com parapeitos de ferro, e uma fileira de balaústres em ambos os lados, funcionando como divisórias da nave. A capela-mor tem piso de tabuado largo, amplas tribunas e um grande altar em madeira em forma de trono escalonado. Pelas laterais da capela-mor correm duas passagens que levam à sacristia, erguida em pedra e adobe, com um piso superior que funciona como consistório. Devido à escassez de recursos, a ornamentação da igreja nunca foi realizada, salvo na capela-mor, que guarda elementos de grande expressividade, embora tenha uma fatura geral bastante simples. A econômica decoração interna deve datar toda de meados do século XIX, mostrando um estilo Rococó tardio, mas pelo menos parte da sua estatuária é mais antiga. O teto da capela-mor tem uma grande pintura representando Nossa Senhora dos Anjos rodeada de figuras dos Evangelistas. O altar escalonado tem estrutura pintada simulando colunas e detalhes entalhados, com um frontispício coroado pelo emblema franciscano sustentado por dois anjos entalhados. No nicho estão instaladas duas importantes e requintadas estátuas policromadas, em tamanho acima do natural e de feição erudita, uma representando Nossa Senhora dos Anjos, com um cetro na mão direita e apoiada em um pedestal de nuvens e cabeças de querubins, e abaixo dela, um São Francisco de Assis, que segura uma cruz e uma caveira, símbolos do martírio e da penitência, ambas de autoria de Domingos Pinto Coelho. Por trás das imagens, o fundo do nicho tem uma moldura pintada com um resplendor de nuvens, de onde emergem várias cabeças de querubins. No teto do nicho aparece uma representação do Divino Espírito Santo cercado de ramalhetes de rosas. Também há uma bela imagem do Senhor Morto, instalada sob a mesa do altar, do mesmo Pinto Coelho. Na nave os altares laterais não são decorados, mas ostentam santos de roca, dos quais a igreja possui uma boa coleção, nem toda em exibição permanente. Destacam-se a imagem do Cristo carregando a Cruz, três de Nossa Senhora das Dores e uma de Santo Antônio de Lisboa, além de outras que figuram Santa Clara, Santa Maria Madalena, Santa Isabel de Portugal, Santa Margarida de Cortona, São Boaventura e São Benedito, de qualidade variável, algumas em mau estado de conservação. Fonte: Wikipedia
Centro - Sabará
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Sabará Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição

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A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição é um templo católico da cidade brasileira de Sabará, no estado de Minas Gerais. Tem grande tradição e é um importante exemplar da arte colonial brasileira, com rica decoração interna. É monumento tombado em nível nacional pelo IPHAN. Está situada na parte baixa da cidade, próxima à Igreja de Nossa Senhora do Ó, na autêntica parte velha que hoje na realidade, tem aspecto mais novo do que a região central de Sabará. É popularmente chamada de "Igreja Nova" ou "Grande", tradição que vem desde a época da sua construção em substituição da capela primitiva existente no mesmo local. É uma das mais antigas igrejas do estado de Minas Gerais, rivalizando em antiguidade com a Matriz de Raposos e a Sé de Mariana, mas a data precisa de sua construção não é conhecida, pois a documentação que sobrevive é muito escassa. No século XIX a Matriz sofreu intervenções que desfiguraram suas características originais, especialmente sua talha dourada, que foi recoberta de uma espessa camada de tinta branca. Devido ao seu alto valor histórico e artístico, a Matriz foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1938. Contudo, ela sofreu extensos danos com o tempo. Em 1964?1965 foi realizado um primeiro restauro em profundidade, removendo a tinta branca da talha. Em 2007 foi a vez da imagem da padroeira e diversos elementos decorativos da nave.[1] Passou por novas obras de recuperação em 2013. https://goo.gl/maps/fVNGWY914ik
Centro, Sabará - MG, 34505-600
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Santuário São Judas Tadeu

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A história do Santuário Arquidiocesano São Judas Tadeu teve início com um pequeno palanque coberto de sapé, no qual, aos domingos, celebrava-se a Eucaristia para os fiéis. Em seguida, construiu-se uma humilde capela dedicada a São Judas Tadeu, fruto do trabalho dos vicentinos. Em 31 de dezembro de 1954, dom Antônio dos Santos Cabral, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, criou a paróquia desmembrada das paróquias de Nossa Senhora das Graças e da Sagrada Família (provisão n. 85), e no dia 6 de fevereiro de 1955, cônego Aurélio Mesquita tomou posse como pároco. A primeira festa de São Judas Tadeu foi celebrada, com grande devoção e entusiasmo, no dia 28 de outubro de 1955. Ainda hoje, encontramos antigos moradores do bairro que se orgulham por terem contribuído com seu trabalho para a construção da igreja, cuja pedra fundamental foi lançada no dia 28 de dezembro de 1958, na festa do padroeiro. Cônego Aurélio Mesquita teve, juntamente com a comunidade, a iniciativa de estabelecer a celebração do dia 28 de cada mês, em homenagem ao santo padroeiro. Instituiu, também, o costume da procissão motorizada que, com a imagem de São Judas Tadeu, percorria o Centro da capital. Em 2015, padre Aureo Nogueira de Freitas, vigário para Ação Pastoral da Arquidiocese de Belo Horizonte, assumiu a reitoria do Santuário, juntamente com os vigários paroquiais, os padres Marco Antônio Gonçalves Porto e Wagner Douglas Gomes de Souza. Atualmente o reitor do Santuário, padre Aureo Nogueira, trabalha com os vigários Marco Antônio Gonçalves Porto e Marcus Aurélio Mareano. Além do padre colaborador, Angelo José Salvador. Rua Macaé, 629 Bairro da Graça Belo Horizonte-MG CEP: 31.140-060 www.saojudasbh.org.br
Rua Macaé, 629 - bairro da Graça
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Serra da Piedade - Ermida da Padroeira Nossa Senhora da Piedade

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Em 30 de setembro de 1797, Antônio da Silva Bracarena e Manuel Coelho Santiago receberam licença para erigir  uma capela com a invocação de Nossa Senhora da Piedade, no alto da então denominada Serra do Caité. Em 1856, o capuchinho Frei Luiz de Ravena retomou as obras, ampliando a capela, julgada pequena para comportar o número de fiéis presentes nas celebrações religiosas. Na Ermida encontra-se a imagem de Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas Gerais, atribuída a Aleijadinho. Ladeando a nave única encontram-se dois pequenos corredores, espaços antigamente destinados à pousada dos romeiros. Hoje, estes corredores laterais abrigam a Capela do Sagrado Coração de Jesus e a Capela do Santíssimo Sacramento ou de São José. Nelas, situam-se painéis azulejares com pinturas figurativas datados de 1996, concebidos pela artista plástica Maria Helena Andrés e executados em azulejos por Gianfranco Cavedone Cerri. http://www.santuarionsdapiedade.org.br/
Serra da Piedade, s/nº - Caeté/MG. 31 3651 6335
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Serra da Piedade - Igreja Nova das Romarias - Santuário Nossa Senhora da Piedade

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A Igreja Nova das Romarias foi edificada a partir de 1974, com projeto do arquiteto carioca Alcides da Rocha Miranda. A concepção do edifício insere-se no domínio da arquitetura “moderna”, que se caracterizou pela utilização do concreto puro aparente moldado, articulado com outros materiais. A Igreja revela uma rica simbologia, traduzida não apenas no edifício, mas em sua ornamentação interna, com os murais de cerâmica fosca que revestem as paredes baseados em temas bíblicos, abordados no Evangelho de Lucas, e executados pelo artista plástico Cláudio Pastro, em 1989. À esquerda do altar, encontra-se a imagem de Nossa Senhora da Piedade, confeccionada em 1998, pelo artista plástico Léo Santana. A imagem, apesar de suas características particulares, faz referência a Pietá, do Mestre Francisco Lisboa, o Aleijadinho, que está na Ermida do Santuário. A Igreja Nova das Romarias abriga, em seu saguão de entrada, espaço dedicado a exposição fotográfica com o histórico do Santuário Estadual Nossa Senhora da Piedade. O espaço também pode ser utilizado para outras mostras ou exposições. http://www.santuarionsdapiedade.org.br/principais-espacos.php
Alto da Serra da Piedade, s/nº - Caeté/MG
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Teatro Municipal - A Casa da Ópera de Ouro Preto

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A casa da ópera de Vila Rica, hoje Teatro Municipal de Ouro Preto, é o mais antigo teatro em funcionamento das Américas. Foi construído em 1769 po João de Souza Lisboa e inaugurado em 6 de junho de 1770, o aniversário do Rei Don José I. No Período barroco, a teatralidade era elemento de forte presença no cotidiano. Toda festa mineira era sempre um grande espetáculo e o teatro o meio mais adequado para expressar a pompa, opulência e glória dessa poderosa sociedade setecentista. Casas de ópera existiram em quase todas as cidades da Minas barroca, mas a Casa da ópera de Vila Rica se diferenciou das demais. João de Souza Lisboa preocupou-se em formar bom elenco de artistas, trazidos de diversas cidades. No ano de inauguração, introduziu duas atrizes, revolucionando a moral da época que não admitia mulheres no palco. A partir daí, elencos mistos encarregavam-se das temporadas em Vila Rica. Nos oito anos de sua administração, Souza Lisboa movimentou a Casa da Ópera de Vila Rica com repertório extenso, incluindo óperas e oratórios. Cláudio Manoel da Costa foi sem dúvida um dramaturgo que muito contribuiu para o sucesso da Casa. Em suas correspondências, Souza Lisboa, cita o drama São Bernardo e as traduções de José Reconhecido e Alex na Índia, de Metastásio, ambos de autoria do poeta inconfidente. A partir da segunda década do século XIX, intensa programação reuniu famosos artistas brasileiros e estrangeiros, que aqui apresentarem variados textos da literatura teatral, entre eles, Escola de Maridos, de Molière. Nesta época, a Companhia da Casa da ópera era composta por 20 atores, entre homens e mulheres que atuavam ao lado de uma orquestra de 16 músicos. Durante 1811, 45 peças foram apresentadas. Com fachada singular, possui espessas paredes de pedra e frontão triangular detalhado por elementos simbólicos esculpidos em pedra. O hall de entrada prepara o visitante para a surpresa do magnífico espaço interno. Três pisos distintos, nos quais se distribuem platéia, camarotes, frisas e galerias, totalizam 300 lugares. O piso de entrada dá acesso ao nobre camarote, com sofá e cadeiras austríacas, outros camarotes e escadas helicoidais em madeira que levam à galeria no último piso. Escadas laterais de pedra levam ao primeiro piso, onde está platéia e frisas. No porão, existem ainda camarins e sala de recepção para artistas e técnicos. Estruturas trabalhadas em ferro, pinturas descobertas em restauração recente e pequenas adaptações são intervenções posteriores à época de construção que não representam alteração significativa no espaço original.
R. Brg. Musqueira, 104, Ouro Preto - MG
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Teatro Municipal - Araxá

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Inaugurado em 2012, foi projetado por Gustavo Penna, responsável pela reforma do estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. O contraste é curioso: a construção, de arquitetura arrojada, fica em frente à Igreja Matriz de São Domingos, de 1948. O palco externo recebe, aos domingos, o Domingo na Praça, que reúne palhaços, bandas e outras atrações (a partir das 17h). No interior, tem capacidade para 300 pessoas, espaço de exposições e cafeteria. Visitas e espetáculos grátis.
Avenida Antônio Carlos, S/n - Centro
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Vilarejo da Chapada - Ouro Preto

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Distrito de Ouro Preto, a 15 km da sede, 6km de Lavras Novas e a 123 km de Belo Horizonte. O distrito é cercado pela Serra do Trovão e Serra da Chapada. O vilarejo é um património histórico, perfeito para quem procura paz e contato com a natureza. Cachoeiras e montanhas com belas paisagens são características do vilarejo.
http://www.turismolavrasnovas.com.br/chapada