Locais

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Academia Mineira de Letras

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O edifício da Academia Mineira de Letras foi construído na década de 1920, provavelmente em 1923/1924, para ser o consultório e residência do médico carioca, radicado na capital mineira, Eduardo Borges da Costa. Inicialmente, a construção abrigou a clínica particular de seu pai. A pequena clínica abrigava uma recepção, consultórios, dois quartos para internação de pacientes além de um laboratório, uma biblioteca e um banheiro. A construção foi planejada para receber ampliação e abrigar a residência da família do Dr. Borges da Costa, uma vez que a estrutura do prédio foi projetada para suportar um segundo andar. As análises dos projetos apresentados à prefeitura mostram o significativo acréscimo sofrido pela edificação em sua planta baixa original e passando a ter dois pavimentos. No Projecto Para Remodelação e Aumento da Residencia do Exmo. Sr. Dr. Borges da Costa, apresentado em 1926, na prefeitura de Belo Horizonte, existe a assinatura do arquiteto Luis Signorelli. Embora não exista confirmação documental, os indícios apontam que o projeto original também ficou a cargo de Signorelli. Trabalharam na obra também importantes artistas como o escultor austríaco Mucchiutti, responsável por muitas obras na cidade, e os marmoristas irmãos Natalli. A execução dos trabalhos ficou a cargo do Sr. Antônio Mias. Após a ampliação o casarão passou a reunir 44 cômodos, incluindo os pertencentes à clinica do Dr. Borges da Costa. Desde o início, a residência tornou-se ponto de referência de políticos, médicos, poetas e outras pessoas de renome que formavam a elite intelectual e política da nova capital. A residência acolheu inúmeros jantares e encontros durante vários anos. Em 1987 foi passada em comodato para a Academia Mineira de Letras e posteriormente restaurada. Em 1994 foi construído um anexo para receber eventos e reuniões. Atualmente o imóvel abriga as atividades da Academia e continua como um ponto de referência da arquitetura e memória da cidade. Exibir mapa ampliado Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Rua da Bahia, 1466 - Centro
Belo Horizonte - MG
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Auditório Leopold Bian

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Av. Carandaí, 1115 - esquina com Rua Pernambuco
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Basílica de Lourdes

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Lourdes é uma cidade localizada no sul da França. Em 1858, em uma gruta da cidade, Nossa Senhora apareceu 18 vezes a uma jovem de 14 anos – Bernadette Soubirous – que, anos mais tarde, seria canonizada pelo papa Pio XI como Santa Bernadete. A palavra basílica é de origem grega, vem de basileus, que significa rei. Na antiga Pérsia, os reis recebiam seus súditos em grandes salas de audiência, denominadas basílicas. Estas salas também inspiraram a arquitetura dos templos cristãos. Somente podem ser nomeadas “Basílicas” as igrejas que preenchem certos pré-requisitos de qualidade artística, centro de concentração e piedade popular. Distinguem-se dois tipos de basílicas – maiores e menores. As quatro Basílicas Maiores são: Basílica de Santa Maria Maior (Roma), Basílica de São João do Latrão (Roma), Basílica de São Paulo Extra Muros (Roma), e Basílica de São Pedro (Vaticano). As outras Basílicas no mundo são chamadas Menores. Basílica menor é um título honorífico concedido pelo Papa a igrejas em diversos países do mundo, consideradas importantes por diversos motivos, tais como:
  • Veneração que lhe devotam os cristãos;
  • Transcendência histórica;
  • Beleza artística de sua arquitetura e decoração.
http://www.basilicadelourdes.com.br/paroquia/
Rua da Bahia, 1596 - Lourdes - Belo Horizonte
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Casa da Ópera - Teatro Municipal de Ouro Preto

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Casa da Ópera de Vila Rica – 243 Anos de História Inaugurado em 06 de junho de 1770, o teatro é considerado o mais antigo das Américas em funcionamento. É um edifício de fachada singela, lembrando a austeridade da arquitetura civil da época, de inspiração neoclássica de tradição barroca. Seu interior também “acanhado” segundo as palavras de Saint Hillare, constituí-se de quatro ordens de camarotes, encerrados por balaustradas de madeira recortada. A sala de espetáculos, originalmente, era iluminada por velas entre os camarotes; possui 300 lugares e sua acústica é perfeita. A construção da Casa da Opera, trazia implícita, a vinda das trupes regulares de atores e músicos, mas em Vila Rica eles já eram velhos conhecidos e se apresentavam no teatro de rua (como os conhecidos “mascaras”, que tem comprovada atuação nas danças e cantorias públicas), nas procissões de Corpus Christi e nas pomposas festas do Triumpho Eucharistico e do Aureo Throno Epischopal. O Teatro foi usado tanto nas comemorações oficiais quanto nas circunstanciais, trazendo aos espectadores peças que até então só se viam na Europa, onde a colônia buscava imitar a vida cotidiana da metrópole, copiando usos e costumes. O Teatro recebe em média, mais ou menos 13.000 mil visitantes por ano e uma média de 15.000 pessoas em apresentações também por ano. Manter em funcionamento um espaço, que além de ser um prédio histórico e também um dos mais procurados teatros de Minas Gerais, não é tarefa fácil. O prédio, que foi adquirido pelo município e hoje é conhecido como Casa da Opera/Teatro Municipal de Ouro Preto, abriga não só platéia, músicos, atores e visitantes. Abriga principalmente, traços importantes da nossa história, e seu palco, mais que lugar de riso e de lágrima, é lugar sagrado da nossa arte e da nossa cultura.
Rua Brigadeiro Musqueira S/N – Centro / Ouro Preto - MG. Telefone-(031) 3559.3224
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Casa da Vovó e do Vovô

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http://www.casadavovoedovovo.com.br/
Alameda do Ipê Branco, 515 - São Luiz, Belo Horizonte
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Casa do Baile

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Parte do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, a Casa do Baile foi reaberta em dezembro de 2002, transformando-se em Centro de Referência de Urbanismo, Arquitetura e do Design, ligado à Fundação Municipal de Cultura que por sua vez é ligada à Prefeitura de Belo Horizonte. A proposta deste centro é a de organizar, documentar e valorizar tanto os espaços construídos e simbólicos da cidade quanto objetos que se tornaram referência na vida cotidiana de nossa sociedade. Para tanto, o acesso democrático às informações relativas ao urbanismo, arquitetura e design torna-se fundamental para a valorização da identidade social dos belohorizontinos. A Casa recebe exposições temporárias, e divulga publicações, desenvolve seminários, encontros e outros eventos relacionados às áreas pertinentes à Casa. Possui um salão de 255 m², um auditório de 53 lugares com recursos multimídia, salas de apoio administrativo, ilha digital com os acervos documentais disponíveis a pesquisadores e ao público em geral. A Casa do Baile foi inaugurada em 19431 para abrigar um pequeno restaurante, um salão com mesas, pista de dança, cozinhas e toaletes. Situada numa pequena ilha artificial ligada por uma pequena ponte de concreto à orla. Com a finalidade de criar na Pampulha um centro de reuniões populares, a Prefeitura fez o edifício do Baile, local destinado às diversões havendo, portanto, duas finalidades na execução desta obra – a de valorização artística da Pampulha e a função social, como diversão para o povo. Como espaço de lazer e entretenimento nas noites belohorizontinas, a Casa do Baile logo se tornou palco de atividades musicais e dançantes freqüentada pela sociedade mineira. A proibição do jogo em 1946, resultou no fechamento do Cassino, atual Museu de Arte da Pampulha - MAP, refletindo sobre a vizinha Casa do Baile, que também foi obrigada a encerrar suas atividades em 1948. A partir desta data, sob a administração da Prefeitura, o espaço foi utilizado para variados fins comerciais. Nos anos 80, funcionou como anexo do Museu de Arte da Pampulha, restaurante e acabou novamente fechada. Como reconhecimento de sua importância para a identidade cultural do país, a edificação mereceu o tombamento em esfera federal, estadual e municipal. Em 2002 a Casa do Baile foi reaberta após sua restauração, realizada sob a coordenação do próprio Oscar Niemeyer com novos sistemas de climatização e iluminação. Seus jardins também passaram por um processo de revitalização obedecendo à intenção paisagística da proposta original de Burle Marx. Desde então, vem funcionando como um Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design.  
Pampulha - Av. Otacílio Negrão de Lima, 1685 - tel: 3277-7946
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Conservatório da UFMG Auditório

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Exibir mapa ampliado A Sala de Recitais, que também funciona como auditório, possui 170 poltronas fixas e capacidade total para até 220 pessoas. Conta com um piano Steinway & Sons, especialmente projetado para pequenos espaços e é palco para a apresentação das séries musicais permanentes do Conservatório. Revitalizada, a sala de recitais é o espaço de maior significado do edifício. Ali, as telas dos pintores Antônio e Dakir Parreiras, do início do século passado e que retratam cenas da Ópera Tiradentes, decoram o ambiente, após sofrerem completo trabalho de restauração realizado pelo Cecor – Centro de Conservação e Restauração da Escola de Belas- Artes da UFMG Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Av. Afonso Pena, 1534 - Tel:(31) 3409-8300
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Conservatório UFMG

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O antigo prédio de Escola de Música da UFMG, construído em 1926, foi totalmente restaurado, e abriga agora o Conservatório UFMG, um espaço cultural multiuso. O acervo, em exposição permanente, é composto por duas coleções: a Brasiliana, que reúne objetos de arte, livros e documentos raros de grande valor histórico, artístico e documental, e a de Arte Contemporânea, que representa a arte produzida em Minas na década de 60. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Av. Afonso Pena, 1534. Centro. Belo Horizonte
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Distrito de São Vicente / Baldim - Adro da Igreja Matriz de São Vicente

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A origem do Distrito de SÃO VICENTE. SÃO VICENTE FOI CRIADO PELA LEI 336, de 7 de Dezembro de 1948. Fica a 6 km de Baldim, sede do município e está localizado na parte Centro Leste do Estado de Minas Gerais. Segundo informações, essa comunidade surgiu de uma fazenda, “FAZENDA ZABELÊ”. Seu proprietário Senhor José Dias, fazendeiro e Senhor de escravos, morava em um grande sobrado (como dizia antigamente) no lugar onde hoje existe a piscina. O Sr. José Dias e sua esposa eram grandes devotos de “SÃO VICENTE DE PAULO” e tinham em casa uma capelinha, onde veneravam o santo. Mais tarde foi construída uma capelinha, onde hoje é a sede do CLUBE RECREATIVO, na praça central. Construiu também a primeira Fábrica de Tecidos, Fábrica “SÃO VICENTE” pois diziam que SÃO VICENTE é o protetor dos pobres e dos trabalhadores. A Comunidade cresceu e em vez de Fazenda Zabelê, ficou chamando SÃO VICENTE. A referida Fábrica fechou-se. Mais tarde foi comprada pelos dirigentes da COMPANHIA CEDRO E CACHOEIRA e permaneceu o mesmo nome: FÁBRICA SÃO VICENTE, sendo o santo, “SÃO VICENTE DE PAULO” O PADROEIRO DA Comunidade, homenageado e festejado por todos. A festa de SÃO VICENTE, durante muitos anos era celebrada no dia 19 de Julho, quando se comemorava o aniversário DO SÃO VICENTE ESPORTE CLUBE. Com o Concílio Vaticano II, passou-se a festejar os Santos na data de seu falecimento (SÃO VICENTE DE PAULO FALECEU EM 27 DE SETEMBRO DE 1660). Aqui em São Vicente, só em 1986, começou a celebrar em 27 de setembro, quando tínhamos como Pároco o Padre Adelino de Souza Lopes. A atual Igreja local, foi construída sob a direção da Cia. Cedro e Cachoeira que a manteve enquanto funcionou na Comunidade.
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Escadaria do Palácio da Justiça

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O Palácio da Justiça Rodrigues Campos faz parte do conjunto de edifícios públicos projetados para a nova capital de MG, inaugurada em 1897 (anteriormente, a capital mineira era Ouro Preto). Com a construção de BH, buscava-se uma ruptura definitiva com a tradição colonial. É dentro deste estilo eclético com características neoclássicas que o arquiteto Raphael Rebechi projetou o Palácio da Justiça para abrigar a 1ª instância da comarca de BH e o Tribunal da Relação, Corte da 2ª instância de MG. O Judiciário foi o primeiro dos três poderes a se estabelecer em BH, mas, ainda sem sede própria, funcionou na antiga Secretária de Educação, na Praça da Liberdade, que hoje abriga o Museu das Minas e do Metal. Posteriormente, o Tribunal se mudou para o edifício do Instituto de Educação, na avenida Carandaí. A construção do prédio deu-se entre 1909 e 1911 e foi projetada pelo arquiteto italiano Rafael Rebecchi e construída pelo coronel Júlio Pinto, sob a orientação técnica do engenheiro José Dantas. Em 1912, o edifício foi inaugurado na avenida Afonso Pena, 1420. No alto da fachada principal e da lateral direita, chamam a atenção os lindos frisos em baixo-relevo, representando alegorias à Justiça Romana, obra do escultor suíço-italiano João Morandi. A escadaria exterior do Palácio, em granito, avança pela calçada portuguesa da Avenida Afonso Pena, numa possível infração às posturas municipais, mas nos convida a entrar no austero edifício, passando por sob o frontão clássico, entre quatro colunas gregas, com seus capitéis artísticos.
Penetrando no imponente saguão de entrada, deparamos com a magnífica escadaria metálica, vinda da Bélgica, no início do Século XX. De um lado e do outro do primeiro degrau de mármore de Carrara, duas estátuas femininas, em estilo belle époque, sustentam luminárias elegantes, em forma de tocheiros.
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Avenida Afonso Pena 1420. Centro. Belo Horizonte
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Igreja de Santa Luzia - Cidade Nova

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A pedra fundamental do que viria a ser a paróquia foi erguida em 1975 por Dom João Resende Costa. Cerca de 10 anos depois, era inaugurada a Igreja de Santa Luzia, no coração do bairro Cidade Nova. Hoje a igreja está sob a responsabilidade do padre João de Deus Dantas. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Rua Doutor Julio Otaviano Ferreira, 913 - Cidade Nova, Belo Horizonte
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Igreja Nossa Senhora das Dores

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A Igreja Nossa Senhora das Dores, também conhecida como Igreja da Floresta é um templo católico localizado em Belo Horizonte.. Situada na Rua Silva Jardim , com fachada para a Av. do Contorno, no bairro Floresta, foi construída em 1930 e possui estilo gótico, com uma torre de 61,8 metros de altura. É atualmente a igreja mais alta de Belo Horizonte que em breve deverá perder o título para a Catedral Cristo Rei, de 100 metros. A criação da paróquia se deu em 25 de dezembro de 1927. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Rua Silva Jardim, 100 - Floresta, Belo Horizonte
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Igreja Nossa Senhora de Fátima - Praça da Assembléia

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Praça Carlos Chagas - Santo Agostinho
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Igreja Padre Eustáquio

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Pelos anos trinta, toda a nossa região era ainda território pertencente à Paróquia de São Francisco das Chagas, confiada aos Freis Franciscanos, no Carlos Prates. Desde a posse do Frei Zacarias van der Hoeven, OFM, não se descuidou do núcleo populacional, que estava surgindo, chamado “Vila Celeste Império”. Em 1933 houve uma pequena Missão na Vila, pregada pelo Frei Mário Cornelissen. Ele foi o apóstolo da Vila. Em 1934 ficou pronta a capela-mor da igreja já existente, que recebeu o seu acabamento em 1935. De 1936 em diante as missas já foram sempre semanais.

Vários freis franciscanos se dedicaram à Vila Celeste Império e durante o ano de 1940 Frei Anselmo foi encarregado pelo Arcebispo, de preparar o desmembramento da Paróquia de S.Francisco das Chagas. Com mais ou menos 2.000 habitantes, o futuro se projetava aí: a construção do Aeroporto, a canalização da Avenida Pedro II, a construção do Carmelo, o Balneário da Ressaca, o calçamento da Rua Contagem, tudo influiu para o progresso. No dia 01 de janeiro de 1941 foi criada a Paróquia de Cristo Rei, por Decreto do Arcebispo, Dom Antonio dos Santos Cabral, ficando a Rua Manhumirim como divisa das duas Paróquias. Aos 18 de novembro de 1941 ela foi confiada aos Padres Dominicanos, sendo seu primeiro Vigário o Frei Boaventura Chasserieu, O.P., que tomou posse no dia 23 de novembro de 1941. E no mesmo dia 18, por Decreto Episcopal, foi designado como titular São Domingos. Estes dados encontram-se no “Livro de Tombo da Paróquia Cristo Rei da Vila Celeste Império – 1941”. Um outro livro de Tombo, cujo Termo de Abertura foi assinado pelo secretário do Arcebispado, Pe. Armando De Marco, aos 27 de maio de 1943, é da Igreja Matriz de São Domingos. E começa já com a nomeação do Pe. Eustáquio van Lieshout ss.cc..

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Rua Padre Eustáquio, 2405 - Padre Eustáquio. 31 3462 6557
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Igreja Santa Tereza

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É importante que a atual e as futuras gerações saibam como foi difícil aos moradores da comunidade do Bairro Santa Tereza construir sua própria matriz. Grande parte dos moradores ainda não sabem que o prédio da Matriz de Santa Teresa e Santa Teresinha demorou mais de 30 anos para ser concluído. O trabalho de construção da nossa matriz começou no dia 25 de dezembro de 1930, quando foi criada a Paróquia, por Dom Antonio dos Santos Cabral, primeiro Arcebispo de Belo Horizonte. Desde então, estiveram envolvidos na construção do prédio a comunidade, a Igreja Católica, os poderes públicos e muitos contribuintes particulares e anônimos. O mestre desta imensa obra foi Padre José de Campos Taitson, nomeado com a criação da Paróquia, e que aqui permaneceu durante 15 anos, entregando a comunidade a matriz funcionando na Rua Eurita, e a laje das torres, bem como o arcabouço da Igreja definitiva preparado para receber as paredes e o teto. Homenagem especial deve ser feita ao ex-Governador Olegário Maciel que, em nome do Estado, no ano de 1931, doou o terreno, oito lotes, para sediar a matriz. Um dos motivos de permanência de seu busto na Praça. Dezenas de moradores participaram também desta grande obra, destacando-se o coronel Afonso Elias Prais, Dr. João Deschamps de Andrade, as famílias Goretti, Mathias, de Esther Magalhães, Bonconselho, D’Avila, Milton Carvalho Campos, Ângelo Rabelo, Virgilio de Abreu Martins Filho e tantos outros, moradores da comunidade, que não foram presidentes de comissões, mas colaboraram nas diversas campanhas de doação para compra dos mármores, dos bancos, da pintura, etc., para que os católicos do bairro pudessem se orgulhar da majestosa Matriz, que é uma das mais belas e maiores da cidade. Texto de Luis Góes retirado da Internet. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Praça Duque de Caxias, 200 - Santa Tereza. Belo Horizonte - MG
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Igreja Santo Antônio

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Avenida do Contorno, 6738 - Santo Antônio. Belo Horizonte
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Igreja São Cristóvão

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Praça São Cristóvão - São Cristóvão
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Igreja São José

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A Igreja São José é uma igreja em estilo manuelino localizada no centro de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Construída pela congregação dos redentoristas, é um dos mais notáveis monumentos construídos em Belo Horizonte. Com uma forma de uma perfeita cruz latina, a matriz tem 60 metros de comprimento e 19 de largura, construída em estilo manuelino com fortes influências holandesas. Teve sua decoração interior iniciada em agosto de 1910 e abriga os capitéis das belas colunas no estilo coríntio, o grandioso presbitério, além de um órgão de tubos fabricado em 1927. A pintura interna da igreja foi feita
Rua Tupis 164
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Igrejinha da Pampulha

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Uma das principais atrações do conjunto arquitetônico e urbanístico da Pampulha, a Igreja São Francisco de Assis, emoldurada pelas águas da lagoa, reúne as genialidades do arquiteto Oscar Niemeyer, do paisagista Burle Marx e do pintor Cândido Portinari. A combinação gerou a construção em tons azuis, com linhas e curvas totalmente revestida por azulejos e pelos painéis que retratam a Via Sacra e a imagem de São Francisco. A igreja permaneceu durante 14 anos proibida ao culto. Aos olhos do arcebispo Dom Antônio dos Santos Cabral,a igrejinha era apenas um galpão, apesar de, em seu interior,abrigara Via Sacra, constituída por 14 painéis de Cândido Portinari, considerada uma de suas obras mais significativas. Os painéis externos também são de Cândido Portinari– painel figurativo,e de Paulo Werneck –painel abstrato. Os jardins são assinados por Burle Marx. A Igreja da Pampulha é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG)e pela Gerência do Patrimônio Municipal. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Av. Otacílio Negrão de Lima, 3000. Pampulha. Belo Horizonte
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Mariana - Igreja Nossa Senhora do Carmo

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A Igreja de Nossa Senhora do Carmo é uma igreja rococó em Mariana, Brasil. Depois de se alojar na primitiva Capela de Nossa Senhora do Carmo (atual Capela Santo Antônio) e na Capela São Gonçalo (hoje inexistente), aOrdem Terceira do Carmo obteve permissão por carta régia, datada de 1784, para erguer seu templo definitivo. As obras iniciaram em 1784, tendo como encarregado o mestre pedreiro português Domingos Moreira de Oliveira, cujos sucessores terminaram o templo em 1835. Para o reconhecido historiador e crítico de arte Germain Bazin, é um dos mais belos templos rococó de Minas.[1] Embora tenha planta retangular, com capela única, apresenta traços de originalidade: as torres cilíndricas, modelo recentemente introduzido em Minas, são implantadas em recuo em relação à fachada. A capela-mor tem forro abobadado, com uma rosácea de arremate. O altar-mor tem refinada talha dourada rococó, com projeto do padre Félix Antônio Lisboa, meio?irmão de Aleijadinho, e erguido entre 1797 e 1819, mas só recebeu o dourado em 1826 por Francisco Xavier Carneiro. Sua também era a grande pintura que decorava o forro da nave, perdida em um incêndio em 1999, quando a igreja estava sendo restaurada, ocasião em que foram perdidos também os dois altares do arco cruzeiro. Depois eles foram reconstruídos de maneira esquemática, para assinalar sua antiga presença e receber estatuária devocional.[1] Restos carbonizados dos altares foram preservados e estão em exposição.   Origem: Wikipédia,
Praça Minas Gerais
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Mosteiro Beneditino Nossa Senhora das Graças

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O Mosteiro Beneditino de Nossa Senhora das Graças foi fundado em 1949 pelas Monjas da Abadia de Santa Maria, São Paulo - SP. Vieram 12 irmãs, tendo à frente a madre Luzia Ribeiro de Oliveira. Aos poucos, o Mosteiro foi sendo construído, a comunidade foi crescendo, de modo que em 1963 já foi possível fazer outras fundações. O Mosteiro hoje tem 44 membros. As orações do Ofício Divino estão sempre abertas ao público.


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Rua do Mosteiro, 138 - Vila Paris
Belo Horizonte - MG
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Museu de Arte da Pampulha - Teatro Auditório

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Visualizar FIC 2013 em um mapa maior Teatro/auditório - Lotação: 200 pessoas (auditório com cadeiras) - Aproximadamente 197m²; - Pé direito:  2,5m - 6 tomadas 220v parede palco; 8 tomadas 110v piso auditório; 2 tomadas 110v rampa; 1 telão - Equipamentos de som e luz no palco - Palco: aproximadamente 38,35m² - Neste espaço não é permitido servir alimentação ou bebida (somente água). - Não possuímos segurança no local e nem técnico para operar os equipamentos. O Museu de Arte da Pampulha, antigo Cassino da Pampulha, integrante do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, enfoca tendências artísticas variadas em mostras, pesquisa e conceituação. No seu acervo, obras da arte contemporânea brasileira.  
Av. Dr Otacílio Negrão Lima, 16585 - Pampulha, Belo Horizonte / (31) 3277-7946
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Ouro Preto - Basílica de Nossa Senhora do Pilar

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A Basílica Menor de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto, Minas Gerais, é uma das edificações católicas mais conhecidas entre as que foram erguidas durante o Ciclo do Ouro. Foi construída em torno de uma capela erguida a partir de 16962 ou nos primeiros anos do século XVIII e ampliada em 1712 com recursos dos devotos, embora as intervenções principais tenham seguido até o final do século. Já a devoção de Nossa Senhora do Pilar foi trazida provavelmente de São Paulo, na bandeira de Bartolomeu Bueno, tendo a imagem sido entronizada na primitiva capelinha que antecedeu o templo. A Paróquia do Pilar foi a mais rica e populosa em Vila Rica, já que reuniu o maior número de irmandades e, por isso, a Matriz recebeu mais ornamentos em preparação para uma "boa morte". As irmandades tinham lugares específicos dentro do templo, uma forma de representar e expressar a hierarquia social dos fiéis. O "livro de compromissos" relacionava a participação das irmandades Santíssimo Sacramento (1712), Nossa Senhora do Pilar (1712), São Miguel e Almas (1712), Rosário dos Pretos (1715), Senhor dos Passos (1715), Sant'Anna (primeiro quartel) e Nossa Senhora da Conceição (até o primeiro terço do século XVIII). A igreja está localizada na Praça Monsenhor Castilho Barbosa.
Praça. Mons Castilho Barbosa, S/N - Rosário Ouro Preto - MG
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Santuário São Judas Tadeu

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http://www.saojudasbh.com.br/
Rua Macaé, 629 - bairro da Graça
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São João Del Rei - distrito de São Miguel do Cajuru - Igreja Matriz de São Miguel

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São Miguel do Cajuru é um distrito do município mineiro de São João del-Rei[1]. Já foi nomeado como Arcângelo. Está inserido no contexto da antiga Comarca do Rio das Mortes. O arraial cresceu em torno da Igreja de São Miguel. A sede do distrito dista apenas 36 km da sede do Município – 27 km de asfalto, mais 9 km de estrada de terra -, e sua população é bastante rarefeita e em sua maioria vive da exploração da agropecuária, principal atividade da região. A Igreja de São Miguel guarda belíssima pintura sacra de valor inestimável cultural e artístico.
Praça Matriz de São Miguel
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Serra da Piedade - Adro da Ermida da Padroeira Nossa Senhora da Piedade

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Em 30 de setembro de 1797, Antônio da Silva Bracarena e Manuel Coelho Santiago receberam licença para erigir  uma capela com a invocação de Nossa Senhora da Piedade, no alto da então denominada Serra do Caité. Em 1856, o capuchinho Frei Luiz de Ravena retomou as obras, ampliando a capela, julgada pequena para comportar o número de fiéis presentes nas celebrações religiosas. Na Ermida encontra-se a imagem de Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas Gerais, atribuída a Aleijadinho. Ladeando a nave única encontram-se dois pequenos corredores, espaços antigamente destinados à pousada dos romeiros. Hoje, estes corredores laterais abrigam a Capela do Sagrado Coração de Jesus e a Capela do Santíssimo Sacramento ou de São José. Nelas, situam-se painéis azulejares com pinturas figurativas datados de 1996, concebidos pela artista plástica Maria Helena Andrés e executados em azulejos por Gianfranco Cavedone Cerri. http://www.santuarionsdapiedade.org.br/
Serra da Piedade, s/nº - Caeté/MG. 31 3651 6335
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SERRA DA PIEDADE - CORTEJO

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Serra da Piedade - Igreja Nova das Romarias - Santuário Nossa Senhora da Piedade

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A Igreja Nova das Romarias foi edificada a partir de 1974, com projeto do arquiteto carioca Alcides da Rocha Miranda. A concepção do edifício insere-se no domínio da arquitetura “moderna”, que se caracterizou pela utilização do concreto puro aparente moldado, articulado com outros materiais. A Igreja revela uma rica simbologia, traduzida não apenas no edifício, mas em sua ornamentação interna, com os murais de cerâmica fosca que revestem as paredes baseados em temas bíblicos, abordados no Evangelho de Lucas, e executados pelo artista plástico Cláudio Pastro, em 1989. À esquerda do altar, encontra-se a imagem de Nossa Senhora da Piedade, confeccionada em 1998, pelo artista plástico Léo Santana. A imagem, apesar de suas características particulares, faz referência a Pietá, do Mestre Francisco Lisboa, o Aleijadinho, que está na Ermida do Santuário. A Igreja Nova das Romarias abriga, em seu saguão de entrada, espaço dedicado a exposição fotográfica com o histórico do Santuário Estadual Nossa Senhora da Piedade. O espaço também pode ser utilizado para outras mostras ou exposições. http://www.santuarionsdapiedade.org.br/principais-espacos.php
Alto da Serra da Piedade, s/nº - Caeté/MG
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Sete Lagoas - Catedral Santo Antônio

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A Capela de Santo Antônio a Matriz, é uma construção do século XVIII, quando Sete lagoas ainda era um arraial. Sua origem de capela, no século XVIII, é de data oficial desconhecida. A cidade torna-se paróquia a partir de 1841, e atribui-se a esse período uma primeira reforma. Em 1886, foi inaugurada uma nova catedral, com as torres e o altar puxado para trás, mantendo o estilo rococó da última fase do período colonial mineiro. O seu interior se destaca pela beleza das pinturas e trabalhos artesanais. Seu posicionamento, de costas para a cidade, se dá devido a organização de crescimento e origem da cidade que tinha como rua principal a atual Rua São José. Com a Implantação da Ferrovia Central do Brasil, a cidade se viu obrigada a crescer para o outro lado, fazendo com que o aglomerado urbano ganhasse corpo para essa porção territorial, interrompendo o crescimento no sentido original de fundação da cidade.
Rua Pe. Henrique, 151 – Centro - Sete Lagoas
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Tiradentes - Igreja Matriz Santo Antônio

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A Igreja Matriz de Santo Antônio é o mais antigo e principal templo católico de Tiradentes, no Brasil, e um grande exemplo de arquitetura e arte barroca e rococó. Suas origens estão ligadas á própria fundação da cidade, o antigo Arraial Velho do Rio das Mortes. Uma primeira capela foi erguida em data incerta, tornando-se a sede da primeira freguesia da Comarca do Rio das Mortes. Em 1710 um grupo de devotos fundou a Irmandade do Santíssimo Sacramento, e aparentemente neste mesmo ano foi criada a paróquia e foram lançados os fundamentos para uma nova e maior igreja. Em 1732 o edifício estava quase pronto, faltando apenas o piso e o forro. Nem bem se acabara quando iniciaram novas obras para uma ampliação, documentada entre 1736 e 1737 por recibos de pagamentos, mas cuja natureza é incerta. As obras continuariam ao longo de todo o século XVIII, com o acréscimo de consistórios e sacristias nas laterais. Em 1788 foram instalados os relógios das torres, ainda em funcionamento, e em 1785 o relógio de sol em pedra-sabão diante da igreja, obra de Leandro Gonçalves Chaves, hoje um dos ícones da cidade. No fim do século a fachada sofreu novas intervenções e entre 1807 e 1810 toda a frontaria foi substituída por um traçado rococó encomendado ao Aleijadinho. As obras foram encarregadas ao mestre-pedreiro Cláudio Pereira Viana, que acrescentou também o adro com balaustradas de pedra, concluído em torno de 1813. Na década de 1840 foram instaladas as cancelas de ferro. Um restauro geral do edifício já foi necessário em 1893, seguindo por outro em 1946 realizado pelo IPHAN, com outros reparos realizados em 1973, 1980 e 1982.[1] A fachada é larga, com uma porta central com uma moldura em pedra entalhada realizada pelo Aleijadinho, que se prolonga para cima até encontrar o óculo redondo. Nas laterais se abrem dois janelões com balaustradas. O frontão é simples, ornamentado com duas volutas nas laterais, coroadas de pináculos, tendo ao centro uma cruz e duas pinhas. Ladeando a fachada se erguem duas torres sineiras, com seteiras na base e relógios no topo, sobre os quais estão arcos vazados para os sinos. Os coruchéus têm formato de sino com partido quadrado e chanfraduras nos cantos, coroados de pináculos. Uma larga cimalha corta toda a fachada horizontalmente, separando os pisos inferior e superior e contornando o óculo. Sua planta segue o padrão barroco básico, com uma nave única com altares enfileirados nas laterais e uma capela-mor ao fundo.[1] O interior foi decorado em várias etapas e mostra diversas abordagens do estilo Barroco. Os altares de Nossa Senhora da Conceição e São Miguel e Almas são os mais antigos. O primeiro foi erguido antes de 1727 e o segundo foi dourado em 1732. Ambos seguem no geral o Estilo Nacional Português, com detalhes nos estilos Barroco Joanino e Rococó. Os altares da Irmandade do Bom Jesus do Descendimento (1734) e Bom Jesus dos Passos (1730) são obra de Pedro Monteiro de Souza, mostrando um Barroco Joanino incipiente. Os de Nossa Senhora do Terço e Nossa Senhora da Piedade foram realizados entre 1735 e 1745 e seguem em linhas gerais a mesma estética, mas sua execução e detalhes revelam uma outra autoria.[1] A capela-mor primitiva já estava sendo reformada em 1727, e sua condição atual data do período entre 1736 e 1750. O retábulo provavelmente se deve ao mestre entalhador João Ferreira Sampaio, autor dos ornamentos do arco do cruzeiro e de elementos da capela-mor. Segundo o IPHAN, "trata-se de esplendoroso conjunto homogêneo de talha, no melhor do estilo D. João V, comparável às igrejas de Santa Clara e São Francisco do Porto".[1] O coro foi construído em torno de 1740, com rica decoração de guirlandas, contando com a participação do mestre Pedro Monteiro de Souza. A pintura dos forros da capela-mor e da nave provavelmente se devem a Antônio Caldas, que contratou a pintura e douramento da igreja em 1750. Na capela a pintura traz motivos no estilo grottesco, e na nave remete a padrões do Estilo Nacional, dividindo o espaço em caixotões preenchidos com motivos da Eucaristia e cenas do Antigo Testamento. A capela conta também com duas grandes pinturas ovais de um certo João Batista, mas sua qualidade é regular. O piso de madeira data de 1774 e foi instalado por Manoel José de Oliveira, mas o trecho debaixo do coro foi substituído mais tarde. Desta época também é a balaustrada entalhada em jacarandá, em estilo Rococó, atribuída a Salvador de Oliveira.[1] As duas sacristias foram decoradas com talha em estilo Rococó por Salvador de Oliveira e Romão Dias Pereira Cardoso na década de 1780, com forros e painéis pintados por Manoel Victor de Jesus, artista que deixou painéis também nos consistórios dos Passos, do Santíssimo Sacramento e do Descendimento. Várias alfaias do século XVIII ainda decoram os altares. Por fim, deve-se mencionar o precioso órgão importado da cidade do Porto e instalado em 1788. Pela sua bela fachada e riquíssima decoração interior a Matriz é um dos principais monumentos da tradição barroca em Minas Gerais, sendo tombada em nível nacional pelo IPHAN.[1]
R. Padre Toledo, 2 - Centro