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Academia Mineira de Letras / Belo Horizonte

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O edifício da Academia Mineira de Letras foi construído na década de 1920, provavelmente em 1923/1924, para ser o consultório e residência do médico carioca, radicado na capital mineira, Eduardo Borges da Costa. Inicialmente, a construção abrigou a clínica particular de seu pai. A pequena clínica abrigava uma recepção, consultórios, dois quartos para internação de pacientes além de um laboratório, uma biblioteca e um banheiro. A construção foi planejada para receber ampliação e abrigar a residência da família do Dr. Borges da Costa, uma vez que a estrutura do prédio foi projetada para suportar um segundo andar. As análises dos projetos apresentados à prefeitura mostram o significativo acréscimo sofrido pela edificação em sua planta baixa original e passando a ter dois pavimentos. No Projecto Para Remodelação e Aumento da Residencia do Exmo. Sr. Dr. Borges da Costa, apresentado em 1926, na prefeitura de Belo Horizonte, existe a assinatura do arquiteto Luis Signorelli. Embora não exista confirmação documental, os indícios apontam que o projeto original também ficou a cargo de Signorelli. Trabalharam na obra também importantes artistas como o escultor austríaco Mucchiutti, responsável por muitas obras na cidade, e os marmoristas irmãos Natalli. A execução dos trabalhos ficou a cargo do Sr. Antônio Mias. Após a ampliação o casarão passou a reunir 44 cômodos, incluindo os pertencentes à clinica do Dr. Borges da Costa. Desde o início, a residência tornou-se ponto de referência de políticos, médicos, poetas e outras pessoas de renome que formavam a elite intelectual e política da nova capital. A residência acolheu inúmeros jantares e encontros durante vários anos. Em 1987 foi passada em comodato para a Academia Mineira de Letras e posteriormente restaurada. Em 1994 foi construído um anexo para receber eventos e reuniões. Atualmente o imóvel abriga as atividades da Academia e continua como um ponto de referência da arquitetura e memória da cidade.


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Rua da Bahia, 1466 - Centro
Belo Horizonte - MG
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Aldeia Encontro das Águas - Carmésia

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Cacique Sijanete Alves Braz Vice Cacique Macari Alves Ferreira
Carmésia
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Aldeia Guarani Boa Vista - Ubatuba / São Paulo

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A Aldeia Boa Vista de Ubatuba, localizada em Ubatuba, no bairro do Prumirim, é rodeada pela Mata Atlântica e conta com diversos atrativos de turismo de base comunitária, como sua cultura, artesanato e expressões artísticas musicais.

O cenário é encantador e conta com a beleza natural da exuberante fauna e flora da Mata Atlântica. Pequenas trilhas até o rio que corta a aldeia, observação de pássaros, artesanato desenvolvido pela comunidade em sua casa de artesanato dentro da vila, apresentação do grupo de coral, xondaro e tangará, palestra de cosmologia guarani e muito mais!

Ubatuba - Prumirim
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Aldeia Imbiruçu - Carmésia

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Cacique Romildo Alves Conceição Vice Cacique Luiz José Ribeiro
Carmésia
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Aldeia Kaxixó - Martinho Campos / Minas Gerais

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Os Kaxixós são um grupo indígena que habita o município brasileiro de Martinho Campos, no estado de Minas Gerais, mais precisamente na Terra Indígena Kaxixó.

Kaxixó significa pedra, que é a Nossa Senhora da Lapa. Na lei branca de vocês, chama caverna (Zezinho Kaxixó). Depois de séculos no anonimato, sufocados pela perseguição e posteriormente pela discriminação, os Kaxixó estão demonstrando desejo de viver a sua indianidade, trazendo à tona costumes e valores 

 

Município de Martinho Campos MG
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Aldeia Naô Xohã - São Joaquim de Bicas/MG

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Os Índios Pataxó da Aldeia Naô Xohã são os Padrinhos do FIC 2018. É a segunda vez que tem participação no FIC Festival Internacional de Corais, Bandas & Congados e participaram da Abertura oficial do FIC na Catedral Nossa Senhora da Boa Viagem, (Padroeira de Belo Horizonte) cantando o PAI NOSSO, a oração que JESUS nos ensinou no idioma Pataxó. E os Índios Pataxó serão os Anfitriões de todas as tribos mundiais.
Aldeia Naô Xohã - São Joaquim de Bicas/MG
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Aldeia Pataxó - Carmésia / Minas Gerais

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“Pataxó é água da chuva, batendo na terra, nas pedras, e indo embora para o rio e o mar.”

Os Pataxó são índios que vieram dos pingos de chuva. Segundo o mito de origem, os Pataxó teriam caído na terra para serem felizes, para plantar, pescar, cuidar e proteger a natureza, aprender com os velhos os segredos da terra e ensinar para as crianças. Protegidos por TXOPAI e ITOHAN possuem uma ligação forte com a água, elemento regente de sua s vidas e que está sempre presente nos seus Rituais, em especial, na Festa das Água

Sede Minas Gerais - Carmésia
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Aldeia Pataxó Muã Mimatxi - Itapecerica - Minas Gerais

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O nosso povo é Pataxó, originário da aldeia Barra Velha que fica no litoral das matas do Monte Pascoal Bahia, onde a terra se encontra com o mar. Na década dos anos 80 os nossos velhos saíram da aldeia Barra Velha em busca de outras terras para viver. Hoje os nossos jovens e crianças já nasceram aqui nesta terra. Mas desde os tempos dos nossos ancestrais sempre vivíamos caminhando por estas terras, subindo e descendo as matas e rios. Era um grande território, que começava no sul da Bahia, entrava no estado do Espírito Santo e vinha até Minas Gerais. Durante esse tempo vivia da caça, da pesca e da coleta de frutos da mata, não tinha limite para morar e caminhar. Hoje moramos na Aldeia Indígena Pataxó Muã Mimatxi localizada no município de Itapecerica, Minas Gerais, um território pequeno e delimitado, não tem florestas, rios, caças e nem peixes para pescar. A terra está cansada e doente, a gente planta, mas ela não dar quase nada, o capim e os insetos matam muito as plantas que nascem e a terra não consegue recuperar as plantas que foram atacadas. Mas nós estamos trabalhando muito para curar a nossa terra, já plantamos plantas de artesanato, de fazer pinturas, tempero e árvores frutíferas, mas ainda continua fraca. Estamos dando um descanso para a nossa terra, para ela ir trazendo o que é dela de volta.
R. Cristiano Machado, 918-940, Itapecerica - Minas Gerais
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Aldeia Pataxó Tucunã - distrito de Felicina - Açucena - Minas Gerais

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A  Aldeia Indigena Gerú Aldeia Tucunã, na língua Pataxó, significa coco, fruto abundante na propriedade.

Fica aproximadamente 80 quilômetros da cidade Governador Valadares e 30 Km de Ipatinga.

Distrito de Felicina - Açucena / Minas Gerais
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Aldeia Xucuru Kariri - Caldas / Minas Gerais

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Na terra Fazenda Boa Vista no Bairro Pecuário do município de Caldas, vive o povo Xucuru-Cariri composto por uma população estimada pela Funasa em 2010 por 86 habitantes
Fazenda Xucuru Kariri - Caldas
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Anfiteatro do Prédio Rainha da Sucata - Praça da Liberdade / Belo Horizonte

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Av. Bias Fortes, 50 - Praça da Liberdade / Lourdes, Belo Horizonte
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Araxá

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O topônimo "Araxá" significa terreno elevado e plano, planalto, chapadão, região mais elevada do que qualquer sistema orográfico.
Os primeiros povoados da região foram para o Desemboque, distrito de Sacramento,[7] atraídos pela exploração do ouro. Posteriormente, com a decadência da mineração, esses moradores dedicaram-se à criação de gado. Entre 1770 e 1780, Araxá recebeu seus primeiros moradores, e surgiram as primeiras fazendas da região.
Descoberta a fertilidade da terra e o sal mineral nas águas do Barreiro, o povoamento de Araxá se intensificou. Em 1780 surge um povoado em um pouso de tropeiros na passagem de gado que ia ao Barreiro salitrar. Em 1791, foi criada a Freguesia de São Domingos do Araxá e nomeado o primeiro vigário.
Araxá é a cidade mais antiga de todo o Sertão da Farinha Podre, isto é, todo o Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Contava com 235 anos em 2015.
Em 1795, teve a construção da primeira Igreja Matriz São Domingos por Alexandre Gondin, que teve suas obras concluídas em 1800. A edificação da Igreja São Sebastião, por José Pereira Bom Jardim, ocorreu em 1820.
A Capitania de São Paulo e Minas do Ouro foi criada em 1709 e desmembrada em 1729, com a delimitação da Capitania de Minas Gerais. Na segunda metade do século XVIII, a região do Triângulo Mineiro foi anexada a Goiás, atendendo a um movimento dos moradores do Desemboque.
A Freguesia de São Domingos é elevada a Julgado de São Domingos de Araxá, em 20 de dezembro de 1811, desmembrando-se do Julgado do Desemboque. A partir de janeiro de 1812, começou a exercer jurisdição civil e criminal, possuindo seu Juiz Ordinário.
Em 1816, graças ao movimento dos moradores da Campanha do Araxá (Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba), a região e separada de Goiás e anexada a Minas Gerais, ficando sob jurisdição de Paracatu.
Em 1830, Araxá se declara independente de Paracatu, constitui sua câmara e elege seu primeiro presidente, Mariano de Ávila. Em 4 de abril de 1831, o governo acata o que acontecera e o julgado é elevado à vila. E em 19 de dezembro de 1865, a Lei Provincial nº 1259 eleva a Vila de São Domingos de Araxá à categoria de cidade. Em 1915 foi criada a Prefeitura.

Os museus da cidade de Araxá mostram muito da sua interessante história.
O nome Araxá é um nome indígena que significa "Um lugar onde primeiro se avista o sol". Araxá era uma pequena tribo aculturada, que foi aldeada nas margens do Rio Grande para tentar dar proteção aos passantes. A ameaça eram os índios caiapós que habitavam a região. Em nove anos a indefesa tribo araxá foi dizimada e extinta pelos caiapós.
Demarcação da Sesmaria do Barreiro. "Aos 25 dias do mês de agosto de 1785, nesta paragem dos Sertoins dos Arachás, debaixo da serra do mesmo nome, fincamos uma pedra em sentido perpendicular com quatro testemunhas para os 4 pontos cardeais. Daí partimos em direção ao oeste, medindo 2722 cordas de 2 braças cada uma, onde fincamos o 2º marco; daí seguimos em direção ao norte onde fincamos o 3º marco defronte a Fazenda do Campo Aberto; daí seguimos em direção ao nascente, na Fazenda Pão de Açúcar onde fincamos o 4º marco, e deste 4º marco em linha reta até o marco peão na Boca da Mata". (Termo de Demarcação da Sesmaria do Barreiro).[8]
Araxá tem na sua formação geológica riquezas minerais como as águas sulfurosas e radioativas, o nióbio e a apatita. Na Bacia do Barreiro, viveram mamíferos pré-históricos há milhares de anos.
Nessa região, formou-se um dos maiores quilombos de Minas Gerais, o Quilombo do Ambrósio.
O colonizador aqui foi atraído pelo sal natural das águas do Barreiro. A prática da pecuária foi o motivo básico dessa ocupação, seguida por atividades paralelas como o comércio dos tropeiros e mercadores e a agricultura. Como todo esse legado cultural Araxá é, ainda, uma cidade turística e o valor das suas águas e da lama termal a fez tornar-se uma estância hidromineral.
Enquanto cidade histórica, Araxá possui águas e lama medicinais, famosa pelos banhos terapêuticos. Alta e fria, florida e burguesa, serviu nos anos 1980 de cenário para a novela da Rede Manchete "Dona Beja", personagem mito da cidade, interpretada por Maitê Proença, baseada no romance de Agripa Vasconcelos.
Têm no Hotel do Barreiro e no "Cristo redentor" seus pontos turísticos mais conhecidos e apreciados. Sem contar nos seus produtos artesanais, como tapetes de tear, delicados bordados, sabonetes e cremes com a lama negra, doces e as quitandas.

Grande Hotel
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Basílica de Lourdes / Belo Horizonte

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Lourdes é uma cidade localizada no sul da França. Em 1858, em uma gruta da cidade, Nossa Senhora apareceu 18 vezes a uma jovem de 14 anos – Bernadette Soubirous – que, anos mais tarde, seria canonizada pelo papa Pio XI como Santa Bernadete.

A palavra basílica é de origem grega, vem de basileus, que significa rei. Na antiga Pérsia, os reis recebiam seus súditos em grandes salas de audiência, denominadas basílicas. Estas salas também inspiraram a arquitetura dos templos cristãos.

Somente podem ser nomeadas “Basílicas” as igrejas que preenchem certos pré-requisitos de qualidade artística, centro de concentração e piedade popular. Distinguem-se dois tipos de basílicas – maiores e menores.

As quatro Basílicas Maiores são: Basílica de Santa Maria Maior (Roma), Basílica de São João do Latrão (Roma), Basílica de São Paulo Extra Muros (Roma), e Basílica de São Pedro (Vaticano). As outras Basílicas no mundo são chamadas Menores.

Basílica menor é um título honorífico concedido pelo Papa a igrejas em diversos países do mundo, consideradas importantes por diversos motivos, tais como:

  • Veneração que lhe devotam os cristãos;
  • Transcendência histórica;
  • Beleza artística de sua arquitetura e decoração.

http://www.basilicadelourdes.com.br/paroquia/

Rua da Bahia, 1596 - Lourdes - Belo Horizonte
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Caldas - MG - Praça Joaquim Amarante - cortejo entre a Igreja Matriz Nossa Senhora do Patrocínio e Igreja do Rosário

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Entre Igreja Matriz Nossa Senhora do Patrocínio e Igreja do Rosário - Caldas/Minas Gerais.
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Casa da Vovó e do Vovô - Pampulha / Belo Horizonte

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Casa da Vovó e do Vovô funciona desde janeiro de 1999 prestando serviços na área da saúde, com atendimento especial para idosos com necessidades especiais, em regime permanente ou temporário.

Nosso ambiente é familiar, alegre e festivo e em nada lembra um hotel ou asilo.
Atividades especiais são ministradas; música, artes e terapias ocupacionais, fazem parte do dia-a-dia dos idosos.

Aqui todos recebem atendimento por uma equipe multidisciplinar e especializada.
Oferecemos um ambiente tranquilo e preparado para convivência diária e a certeza de que seu ente querido ficará bem assistido.

Um novo conceito de convivência para a terceira idade.
Qualidade de vida, liberdade e bem-estar.

Rua Alameda do Ipê Branco, 515 - São Luiz, Belo Horizonte - MG

www.casadavovoedovovo.com.br

Alameda do Ipê Branco, 515 - São Luiz, Belo Horizonte
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Casa Grande

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http://www.casagrande.mg.gov.br/

http://www.casagrande.mg.gov.br/
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Catedral Nossa Senhora da Boa Viagem / Belo Horizonte

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Uma história que marca a capital mineira
O que é a Boa Viagem para você? Ela é um patrimônio histórico de Belo Horizonte? Ou seria a representação concreta do surgimento do povoado que deu origem a nossa cidade? Talvez, ela possa ser definida como o Santuário que nunca fecha as portas e a casa da padroeira da capital.
Bem, ela é tudo isso, tudo integrado numa edificação que, de tão bela, dá graça ao ambiente paisagístico, cultural e arquitetônico de Belo Horizonte. Sua construção, em estilo neogótico, toca o céu em eterno sinal de devoção a Deus.
A história da Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem nos remete ao início do século XVIII, entre os anos de 1701 e 1709. Naquela época, o português Francisco Homem Del Rey por aqui chegou e, onde hoje se encontra este magnífico santuário, ergueu uma capelinha de pau-a-pique para abrigar a imagem de sua protetora, a padroeira dos navegantes portugueses, que ele trouxe de sua terra natal para protegê-lo na travessia do Oceano Atlântico.
Ao edificar esta igrejinha, para proteger a santa que o trouxe com segurança, ele não imaginava que ela atrairia tropeiros que cruzavam suas terras, e que eles a elegeriam como a padroeira dos viajantes.
Suas graças e cuidados atraíram cada vez mais tropeiros e o entorno da capelinha, já insuficiente para abrigar tanta gente, se transformou em hospedaria, local de descanso, sempre sob a proteção de Nossa Senhora.
A capelinha ficou pequena e então substituíram-na por uma igreja maior, construída no final do século XVIII, e que permaneceu de pé até a construção da atual.
Há mais de 300 anos, Nossa Senhora da Boa Viagem abençoa esta terra. Sob sua proteção, a fazenda virou vila, que virou arraial, que se transformou na capital de um dos principais estados do país. A Boa Viagem é o coração de Belo Horizonte. Um lugar especial de fé, devoção e de adoração, por também abrigar o Santuário Arquidiocesano de Adoração Perpétua. Local onde, há 75 anos, é realizada a Adoração ao Santíssimo Sacramento, 24 horas por dia. A Igreja da Boa Viagem é um solo santo, é a pérola da Arquidiocese de Belo Horizonte, é a nossa casa de oração.

Rua Sergipe, 175. Centro
Belo Horizonte/MG.
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Centro Cultural Jardim Guanabara

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O Centro Cultural Jardim Guanabara (CCJG) foi implantado no dia 5 de dezembro de 2008, por meio de recurso aprovado no Orçamento Participativo. O CCJG tem como objetivo incrementar a Regional Norte de Belo Horizonte, como um espaço para produção, difusão e preservação da cultura e do patrimônio comunitário. Instalado em uma área de 472 m², o espaço possui biblioteca, sala multiuso com capacidade para 100 pessoas, sala de oficina, hall de exposições; mini teatro de arena e um amplo estacionamento, que é utilizado para a realização de eventos. O CCJG conta também com O Programa BH Digital e o Telecentro BR, acesso gratuito a internet para o público que frequenta este espaço.

Rua João Álvares Cabral, 277, Jardim Guanabara
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Centro Mineiro de Toxicomania

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O Centro Mineiro de Toxicomania (CMT), da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) completa, neste ano, 35 anos de existência, como o primeiro centro de referência para o atendimento aos usuários de drogas em Minas Gerais e o primeiro CAPSad em Belo Horizonte. Além do atendimento aos usuários e seus familiares, o CMT contribui para a formação dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS) na área das toxicomanias, ao receber residentes, estagiários e visitas técnicas de estudantes. O CMT é um Centro de Atenção Psicossocial para o tratamento de usuários de álcool e outras drogas (CAPS AD) e um dos pontos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Seu funcionamento é pautado pelo tratamento em liberdade, pela não-segregação e pelo respeito aos direitos humanos, assim como pelos princípios do Ministério da Saúde para a atenção integral ao usuário de álcool e outras drogas e pelos princípios da redução de danos. Serviço de portas abertas, O CMT acolhe o usuário de forma singularizada, com a construção de um projeto terapêutico que contempla suas necessidades, conforme a substância psicoativa utilizada e os impactos em sua vida, tendo em vista as dimensões psíquica, física e social. O projeto terapêutico singular pode incluir ainda a participação em um ou mais dos dispositivos institucionais, como a indicação para leito de desintoxicação ou repouso, permanência dia ou acompanhamento no ambulatório de crise, nos casos que não exigem acompanhamento mais intensivo.
Alameda Ezequiel Dias, nº 365 - Santa Efigênia - Belo Horizonte - MG
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Centro Mineiro de Toxiomania- Belo Horizonte/MG

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Alameda Ezequiel Dias, 365 - Santa Efigênia, Belo Horizonte. Foto: Reprodução Jornal Contramão UNABH
Alameda Ezequiel Dias, 365 - Santa Efigênia, Belo Horizonte
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Chácara Centro Cultural Maria Reis - Sede da Ordem Templária da Cruz de Santo Antônio de Pádua

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Rua BoaVentura, 2118, Jaraguá-BH.
R. Boa Ventura, 2118 - Jaraguá /Liberdade -
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Cidade Administrativa - Teatro do Palácio Tiradentes

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A Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves é a nova sede oficial do Governo do Estado de Minas Gerais, Brasil. Localizado na Rodovia Prefeito Américo Renê Gianetti, no Bairro Serra Verde, o novo complexo de prédios do governo estadual é composto por seis edificações principais, divididas em prédios que abrigam a Sede do Governo, Secretarias de Estado, Centro de Convivência, auditório, prédio de serviços, além de unidades de apoio para equipamentos, praças de alimentação e restaurantes.

Obra de Oscar Niemeyer.


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Rod Prefeito Américo Gianetti, s/nº - Venda Nova
Complemento: Cidade Administrativa - MG 010
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Colégio Santo Antônio – Teatro Frei Hilário Meekes / Belo Horizonte

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Com mais de 450 metros quadrados de área construída e capacidade para 235 pessoas, o Teatro Frei Hilário foi reinaugurado no dia 30 de março de 2016, após sua reconstrução.

Em sua estrutura, destacam-se componentes que foram importados de outros países, como República Tcheca, Alemanha e Estados Unidos.  A iluminação em LED e o sistema de som são controlados por computador ou até mesmo smartphone.

Com investimentos, o Teatro Frei Hilário Meekes ganhou requalificação do palco, com a instalação de recursos mais modernos como, nova cabine de controle de som e luz (controlados até mesmo por smartphone), melhorias na acústica e equipamentos sonoros de ponta, ar-condicionado com sistemas de controle independentes para palco e plateia, luzes de led, além de poltronas mais confortáveis e adequadas.

Esse teatro de qualidade, tão aguardado pela comunidade escolar, ajuda o Colégio Santo Antônio no desenvolvimento de atividades e proporciona mais um espaço para a formação de nossos alunos e a comunidade em geral.

Rua Pernambuco, 880 – Funcionários – Belo Horizonte
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Conservatório UFMG / Belo Horizonte

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O antigo prédio de Escola de Música da UFMG, construído em 1926, foi totalmente restaurado, e abriga agora o Conservatório UFMG, um espaço cultural multiuso. O acervo, em exposição permanente, é composto por duas coleções: a Brasiliana, que reúne objetos de arte, livros e documentos raros de grande valor histórico, artístico e documental, e a de Arte Contemporânea, que representa a arte produzida em Minas na década de 60.


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Av. Afonso Pena, 1534. Centro. Belo Horizonte
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Distrito de São Vicente / Baldim

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A origem do Distrito de SÃO VICENTE.
SÃO VICENTE FOI CRIADO PELA LEI 336, de 7 de Dezembro de 1948.
Fica a 6 km de Baldim, sede do município e está localizado na parte Centro Leste do Estado de Minas Gerais.
Segundo informações, essa comunidade surgiu de uma fazenda, “FAZENDA ZABELÊ”.
Seu proprietário Senhor José Dias, fazendeiro e Senhor de escravos, morava em um grande sobrado (como dizia antigamente) no lugar onde hoje existe a piscina. O Sr. José Dias e sua esposa eram grandes devotos de “SÃO VICENTE DE PAULO” e tinham em casa uma capelinha, onde veneravam o santo. Mais tarde foi construída uma capelinha, onde hoje é a sede do CLUBE RECREATIVO, na praça central.
Construiu também a primeira Fábrica de Tecidos, Fábrica “SÃO VICENTE” pois diziam que SÃO VICENTE é o protetor dos pobres e dos trabalhadores.
A Comunidade cresceu e em vez de Fazenda Zabelê, ficou chamando SÃO VICENTE.
A referida Fábrica fechou-se.
Mais tarde foi comprada pelos dirigentes da COMPANHIA CEDRO E CACHOEIRA e permaneceu o mesmo nome: FÁBRICA SÃO VICENTE, sendo o santo, “SÃO VICENTE DE PAULO” O PADROEIRO DA Comunidade, homenageado e festejado por todos.
A festa de SÃO VICENTE, durante muitos anos era celebrada no dia 19 de Julho, quando se comemorava o aniversário DO SÃO VICENTE ESPORTE CLUBE.
Com o Concílio Vaticano II, passou-se a festejar os Santos na data de seu falecimento (SÃO VICENTE DE PAULO FALECEU EM 27 DE SETEMBRO DE 1660).
Aqui em São Vicente, só em 1986, começou a celebrar em 27 de setembro, quando tínhamos como Pároco o Padre Adelino de Souza Lopes.
A atual Igreja local, foi construída sob a direção da Cia. Cedro e Cachoeira que a manteve enquanto funcionou na Comunidade.

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Escadaria do Palácio da Justiça / Belo Horizonte

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O Palácio da Justiça Rodrigues Campos faz parte do conjunto de edifícios públicos projetados para a nova capital de MG, inaugurada em 1897 (anteriormente, a capital mineira era Ouro Preto). Com a construção de BH, buscava-se uma ruptura definitiva com a tradição colonial. É dentro deste estilo eclético com características neoclássicas que o arquiteto Raphael Rebechi projetou o Palácio da Justiça para abrigar a 1ª instância da comarca de BH e o Tribunal da Relação, Corte da 2ª instância de MG.

O Judiciário foi o primeiro dos três poderes a se estabelecer em BH, mas, ainda sem sede própria, funcionou na antiga Secretária de Educação, na Praça da Liberdade, que hoje abriga o Museu das Minas e do Metal. Posteriormente, o Tribunal se mudou para o edifício do Instituto de Educação, na avenida Carandaí.

A construção do prédio deu-se entre 1909 e 1911 e foi projetada pelo arquiteto italiano Rafael Rebecchi e construída pelo coronel Júlio Pinto, sob a orientação técnica do engenheiro José Dantas. Em 1912, o edifício foi inaugurado na avenida Afonso Pena, 1420.

No alto da fachada principal e da lateral direita, chamam a atenção os lindos frisos em baixo-relevo, representando alegorias à Justiça Romana, obra do escultor suíço-italiano João Morandi.

A escadaria exterior do Palácio, em granito, avança pela calçada portuguesa da Avenida Afonso Pena, numa possível infração às posturas municipais, mas nos convida a entrar no austero edifício, passando por sob o frontão clássico, entre quatro colunas gregas, com seus capitéis artísticos.

Penetrando no imponente saguão de entrada, deparamos com a magnífica escadaria metálica, vinda da Bélgica, no início do Século XX. De um lado e do outro do primeiro degrau de mármore de Carrara, duas estátuas femininas, em estilo belle époque, sustentam luminárias elegantes, em forma de tocheiros.


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Avenida Afonso Pena 1420. Centro. Belo Horizonte
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Escola Municipal Domiciano Vieira - Horto / Belo Horizonte

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A Escola Municipal Professor Domiciano Vieira é uma instituição pública que atua na Educação Fundamental da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte. Criada em 15 de março de 1971, inicialmente recebeu o nome de Grupo João Lúcio Brandão e, posteriormente, mudou de nome, em homenagem ao Professor e Médico Domiciano Vieira, que nasceu em maio de 1864, no município de Campanha, Minas Gerais.

A Escola Municipal Professor Domiciano Vieira está situada na Rua São Bento, número 1591, Bairro Horto, em Belo Horizonte, Minas Gerais, sob a Direção das Professoras Shirley Lana e Sarita Totola e possui um corpo docente formado por professores competentes e compromissados. e conta com uma sólida equipe de profissionais de apoio às diversas atividades ali desenvolvidas. É uma instituição que está em constante articulação com a comunidade local, através da oferta de Educação Infantil, Primeiro e Segundo Ciclos.

Rua São Bento, 1591
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Gran Finale - Escadaria da Igreja São José - Belo Horizonte

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A Igreja São José é uma igreja em estilo manuelino localizada no centro de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Construída pela congregação dos redentoristas, é um dos mais notáveis monumentos construídos em Belo Horizonte. Com uma forma de uma perfeita cruz latina, a matriz tem 60 metros de comprimento e 19 de largura, construída em estilo manuelino com fortes influências holandesas.
Teve sua decoração interior iniciada em agosto de 1910 e abriga os capitéis das belas colunas no estilo coríntio, o grandioso presbitério, além de um órgão de tubos fabricado em 1927. A pintura interna da igreja foi feita pelo artista alemão Guilherme Schumacher, que entregou a obra em fins de 1912.
https://www.google.com/maps/d/viewer?ptab=2&hl=pt-BR&gl=BR&oe=UTF8&msa=0&ie=UTF8&mid=z60Jd3rragKQ.k-TyHiJjW1aY

Rua Tupis, 164. Centro. Belo Horizonte
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Hospital André Luiz

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O Hospital Espírita André Luiz (HEAL) idealizou seu projeto no final da década de 40, objetivando edificar um hospital para atendimento das questões psiquiátricas e outra patologias. Após a 2ª guerra mundial, constatou-se uma disseminação ampla de desorganização mental entre a população e o foco passou a ser a construção de um hospital psiquiátrico espírita que praticasse a caridade. Hoje o HEAL é referência no tratamento de pessoas com sofrimento mental e drogadição e oferece atendimento humanizado. O atendimento pode ser particular, por convênio e filantrópico. É importante ressaltar que o HEAL é uma instituição beneficente e sem fins lucrativos. Durante os 50 anos de existência, o hospital atendeu a mais de 100 mil pacientes e foram mais de 500 mil diárias gratuitas e milhares de pessoas beneficiadas. O HEAL não recebe verbas públicas e, portanto, conta com doações para destinar ao tratamento gratuito dos pacientes em vulnerabilidade social.
R. Úrsula Paulino, 7 - Salgado Filho
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Hospital Galba Veloso - bairro Gameleira / Belo Horizonte

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Histórico O Hospital Galba Velloso - HGV, localizado no bairro Gameleira, em Belo Horizonte, foi inaugurado em 1961. Inicialmente, prestava assistência somente para pacientes psiquiátricos. Em 1969, o HGV passou a integrar a recém criada Fundação Estadual de Assistência Psiquiátrica (FEAP). Com a criação da Fhemig, em 1977, a unidade foi incorporada pela Fundação. O Hospital Galba Velloso é um hospital público pertencente à Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (FHEMIG). A unidade assistencial está alinhada aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), às diretrizes da Política Nacional de Humanização e voltada para qualidade dos cuidados prestados aos pacientes. Realiza o acolhimento e o tratamento do sujeito em crise até a sua estabilização psíquica, assim como a articulação da continuidade do tratamento na rede de atenção à Saúde Mental do município, da região metropolitana e de demais cidades do Estado de Minas Gerais, possibilitando a este sujeito o restabelecimento de seus laços sociais. Missão Atender a clientela acima de 18 anos de idade, portadora de transtorno mental em situação de crise, através de um trabalho de equipes multidisciplinares e de dispositivos terapêuticos diversos. Visão Tornar-se uma instituição de excelência no atendimento em Saúde Mental.
Rua Conde Pereira Carneiro, 364 - Gameleira, Belo Horizonte - MG
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Igreja Bom Jesus do Horto

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Igreja de Santa Luzia - Cidade Nova / Belo Horizonte

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A pedra fundamental do que viria a ser a paróquia foi erguida em 1975 por Dom João Resende Costa. Cerca de 10 anos depois, era inaugurada a Igreja de Santa Luzia, no coração do bairro Cidade Nova. Hoje a igreja está sob a responsabilidade do padre João de Deus Dantas.


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Rua Doutor Julio Otaviano Ferreira, 913 - Cidade Nova, Belo Horizonte
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Igreja de São Domingos de Gusmão - Araxá

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Igreja construída com elementos góticos e neoclássicos. Sua construção iniciou-se em 1917 e demorou 31 anos para ser construída. Possui pinturas internas de Alberto Paulovich.

Praça São Domingos, S/n - Centro
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Igreja do Bom Jesus do Horto / Belo Horizonte

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http://www.senhorbomjesusdohorto.com.br/

 

 

Rua Artur Alvim, 300 - Sagrada Família, Belo Horizonte - MG 3461-7043
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Igreja Imaculado Coração de Maria / Belo Horizonte

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Situada às margens da av. Antônio Carlos em Belo Horizonte, a Paróquia Imaculado Coração de Maria se destaca por ser sinal da devoção Mariana na Capital Mineira, tendo em sua fachada a grande imagem da padroeira. Com missas semanais às terças 15h. Aos sábados 18h e domingo 9 e 19h. Merece destaque a Missa campal que chega a reunir 2000 pessoas em frente a igreja nas quintas feiras 19h30.

Rua fides, 287. Bairro Aparecida. BH.
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Igreja Matriz Exaltação da Santa Cruz - Ubatuba/SP

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A Igreja Matriz Exaltação da Santa Cruz está localizada no centro de Ubatuba-SP e é um patrimônio histórico da cidade. O altar tem a forma de uma canoa - em homenagem a São Pedro Pescador. Em frente à praça tem um coreto, onde há encontros culturais. Em 1835 a Matriz estava em início de construção e somente em 1866 foi acabada a fachada. No princípio deste século, a Igreja teve um acabamento razoável e da Capela-Mór só existia o arcabouço: paredes e telhado, sem reboco nas paredes, sem forro, o piso era chão bruto. A Igreja passou por inúmeras obras desde o início da construção e foi em 1980, que o então pároco Frei Angélico Manenti empreendeu a execução das obras de restauração (foi trocado o madeiramento superior apodrecido, decorado o interior da nave, restaurados os dois corredores laterais, substituído todo o reboco externo, o calçamento externo até a total pintura externa, só faltaram o novo relógio da torre e um novo conjunto de sinos). Atualmente a Igreja, conhecida como inacabada, tem apenas uma torre, construída entre 1885-1890. (Fonte/Foto: Curiosidades Ubatuba)
Rua Dona Maria Alves, 125 - Centro, Ubatuba - SP
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Igreja Nossa Senhora da Conceição - Sabará/MG

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Praça Getúlio Vargas, s/n - Siderurgica, Sabará - MG, 34505-730
Praça Getúlio Vargas, s/n - Siderurgica, Sabará - MG, 34505-730
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Igreja Nossa Senhora das Dores / Belo Horizonte

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A Igreja Nossa Senhora das Dores, também conhecida como Igreja da Floresta é um templo católico localizado em Belo Horizonte..

Situada na Rua Silva Jardim , com fachada para a Av. do Contorno, no bairro Floresta, foi construída em 1930 e possui estilo gótico, com uma torre de 61,8 metros de altura. É atualmente a igreja mais alta de Belo Horizonte que em breve deverá perder o título para a Catedral Cristo Rei, de 100 metros.

A criação da paróquia se deu em 25 de dezembro de 1927.


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Rua Silva Jardim, 100 - Floresta, Belo Horizonte
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Igreja Nossa Senhora das Graças e Medalha Milagrosa

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Rua Jequiriçá, 54 - bairro Concórdia
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Igreja Nossa Senhora do Rosário - Pompeia/Belo horizonte

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Rua Iara , 204 Pompeia, Belo Horizonte - MG.
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Igreja Nossa Senhora Perpétuo Socorro / Belo Horizonte

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A nossa história foi construída por meio de muito trabalho, fé, dedicação e, acima de tudo, Amor. Encontramos em Deus a força que nos fez vencer os desafios, e, hoje, continuamos a construir a nossa história, com a Graça e Amor Infinito do Senhor!

Em 2011, celebramos 52 anos. Conhecer nossa história é fundamental para compreendermos o presente e trabalharmos o futuro de nossa comunidade.

 

http://www.perpetuosocorrobh.org/historia_da_paroquial.html

Rua Olímpia, 188 - bairro Boa Vista
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Igreja Padre Eustáquio / Belo Horizonte

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Pelos anos trinta, toda a nossa região era ainda território pertencente à Paróquia de São Francisco das Chagas, confiada aos Freis Franciscanos, no Carlos Prates. Desde a posse do Frei Zacarias van der Hoeven, OFM, não se descuidou do núcleo populacional, que estava surgindo, chamado “Vila Celeste Império”. Em 1933 houve uma pequena Missão na Vila, pregada pelo Frei Mário Cornelissen. Ele foi o apóstolo da Vila. Em 1934 ficou pronta a capela-mor da igreja já existente, que recebeu o seu acabamento em 1935. De 1936 em diante as missas já foram sempre semanais.

Vários freis franciscanos se dedicaram à Vila Celeste Império e durante o ano de 1940 Frei Anselmo foi encarregado pelo Arcebispo, de preparar o desmembramento da Paróquia de S.Francisco das Chagas. Com mais ou menos 2.000 habitantes, o futuro se projetava aí: a construção do Aeroporto, a canalização da Avenida Pedro II, a construção do Carmelo, o Balneário da Ressaca, o calçamento da Rua Contagem, tudo influiu para o progresso. No dia 01 de janeiro de 1941 foi criada a Paróquia de Cristo Rei, por Decreto do Arcebispo, Dom Antonio dos Santos Cabral, ficando a Rua Manhumirim como divisa das duas Paróquias. Aos 18 de novembro de 1941 ela foi confiada aos Padres Dominicanos, sendo seu primeiro Vigário o Frei Boaventura Chasserieu, O.P., que tomou posse no dia 23 de novembro de 1941. E no mesmo dia 18, por Decreto Episcopal, foi designado como titular São Domingos. Estes dados encontram-se no “Livro de Tombo da Paróquia Cristo Rei da Vila Celeste Império – 1941”. Um outro livro de Tombo, cujo Termo de Abertura foi assinado pelo secretário do Arcebispado, Pe. Armando De Marco, aos 27 de maio de 1943, é da Igreja Matriz de São Domingos. E começa já com a nomeação do Pe. Eustáquio van Lieshout ss.cc..


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Rua Padre Eustáquio, 2405 - Padre Eustáquio. 31 3462 6557
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Igreja Sagrada Família / Belo Horizonte

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A Paróquia Sagrada Família localiza-se na região leste de Belo Horizonte no bairro de mesmo nome e tem como pároco Padre José Januário. Embora sua construção data do início do século passado, em plenos 74 anos de existência a paróquia possui traços modernos em sua arquitetura, com capacidade para 400 pessoas.

R. Costa Monteiro, 767 - Sagrada Família, Belo Horizonte (31) 3461-1079
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Igreja Santa Tereza / Belo Horizonte

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É importante que a atual e as futuras gerações saibam como foi difícil aos moradores da comunidade do Bairro Santa Tereza construir sua própria matriz.

Grande parte dos moradores ainda não sabem que o prédio da Matriz de Santa Teresa e Santa Teresinha demorou mais de 30 anos para ser concluído.

O trabalho de construção da nossa matriz começou no dia 25 de dezembro de 1930, quando foi criada a Paróquia, por Dom Antonio dos Santos Cabral, primeiro Arcebispo de Belo Horizonte.

Desde então, estiveram envolvidos na construção do prédio a comunidade, a Igreja Católica, os poderes públicos e muitos contribuintes particulares e anônimos.

O mestre desta imensa obra foi Padre José de Campos Taitson, nomeado com a criação da Paróquia, e que aqui permaneceu durante 15 anos, entregando a comunidade a matriz funcionando na Rua Eurita, e a laje das torres, bem como o arcabouço da Igreja definitiva preparado para receber as paredes e o teto.

Homenagem especial deve ser feita ao ex-Governador Olegário Maciel que, em nome do Estado, no ano de 1931, doou o terreno, oito lotes, para sediar a matriz. Um dos motivos de permanência de seu busto na Praça.

Dezenas de moradores participaram também desta grande obra, destacando-se o coronel Afonso Elias Prais, Dr. João Deschamps de Andrade, as famílias Goretti, Mathias, de Esther Magalhães, Bonconselho, D’Avila, Milton Carvalho Campos, Ângelo Rabelo, Virgilio de Abreu Martins Filho e tantos outros, moradores da comunidade, que não foram presidentes de comissões, mas colaboraram nas diversas campanhas de doação para compra dos mármores, dos bancos, da pintura, etc., para que os católicos do bairro pudessem se orgulhar da majestosa Matriz, que é uma das mais belas e maiores da cidade.
Texto de Luis Góes retirado da Internet.


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Praça Duque de Caxias, 200 - Santa Tereza. Belo Horizonte - MG
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Igreja Santo Antônio - Funcionários / Belo Horizonte

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A Paróquia de Santo Antônio dos Funcionários foi criada pelo Decreto nº 212, de 30 de dezembro de 1964, do então Arcebispo Metropolitano Dom João Resende Costa, situando-se sua matriz à Rua Pernambuco, 840. Surgiu por desmembramento das Paróquias de Nossa Senhora da Boa Viagem, de Santo Antônio – Contorno, de Nossa Senhora do Carmo e de Santana.

Desde sua fundação encontra-se sobre responsabilidade da Ordem dos Frades Menores – OFM, conhecidos como Franciscanos.

A matriz, localizada em edifício contíguo ao Colégio Santo Antônio, foi construída em 1944, segundo projeto do arquiteto Francisco de Assis Porto de Menezes.

Toda a parte do presbitério recebeu painel de azulejos, concebido por Frei Davi Ruigt, franciscano nascido na Holanda e falecido em 2005, e executado por Faiança Cerâmica Decorativa, da Capital. Conforme consta de registro no Livro do Tombo da Paróquia, bem como depoimentos de paroquianos que frequentaram a igreja há mais tempo, teria havido um acidente com porções laterais do painel, reduzindo-o a dimensões bem menores, ajustado ao presbitério. Esse grande painel figurativo, realizado em peças cerâmicas esmaltadas em diversos tons de verde, com toques de branco, amarelo e vermelho vinho, apresenta temática religiosa.

A mesa do sacrário foi confeccionada pelo artesão argentino Ricardo Bregante, na década de 1980. Situada à esquerda do presbitério, é composta de quatro pilares de alvenaria com placas cerâmicas aplicadas, representando a simbologia dos evangelistas: o leão, de São Marcos, o touro, de São Lucas, a águia, de São João e o anjo, de São Mateus. Sobre a mesa, centralizado, está o sacrário, enquadrado por duas imagens de anjos, em gesso, com asas levantadas.

Rua Pernambuco, 840 – Bairro Funcionários
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Igreja Santo Antônio / Lourdes - Belo Horizonte

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Avenida do Contorno, 6738 - Santo Antônio. Belo Horizonte
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Igreja Santo Antonio da Pampulha - Belo Horizonte

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Criada em 28 de janeiro de 1967 por decreto do Arcebispo Metropolitano Dom João Resende Costa, a Paróquia Santo Antônio da Pampulha foi desmembrada da Paróquia da Divina Providência. Seu primeiro pároco foi o Padre Felisberto de Almeida. Nesta ocasião as missas eram celebradas na antiga capela que ficava no mesmo local onde hoje está construída a igreja. A igreja atual, que traz o mesmo nome da Paróquia, teve os inícios de sua construção no ano de 1977, quando era pároco o Pe. Joaquim Meireles Maia. Muito querido pela comunidade, o Pe. Maia permaneceu à frente dos trabalhos na Paróquia até o ano de 1988. Para dar continuidade, Dom Serafim determinou o Pe. Lourival Felipe Soares. Dinâmico por natureza, o Pe. Lourival conduziu os trabalhos pastorais, e mobilizando a comunidade, construiu o Centro Pastoral Paroquial, prédio que fica próximo à igreja, na esquina das ruas Garumã e Miramar. A inauguração do Centro Pastoral coincide com a saída do Pe. Lourival e a chegada do Pe. Gleicion Adriano, enviado por Dom Walmor Oliveira de Azevedo, que além de muitas ações pastorais e várias reformas, realizou com a ajuda de toda a comunidade a troca do telhado da igreja, já que o antigo tinha muitas infiltrações por onde a água da chuva escorria abundante para dentro da igreja, atrapalhando mesmo os momentos das celebrações. Ele deixou a Paróquia para realizar aprimoramentos em mosaico, em Roma. No dia 28 de novembro de 2013, Dom Wilson Angotti, bispo auxiliar da Arquidiocese, celebrou a missa de início do ministério do Pe. Weliton a Silva Lopes nesta Paróquia.
Praça Santo Antonio, 02 - Bairro Aeroporto/Jaraguá
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Igreja São José / Belo Horizonte

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A Igreja São José é uma igreja em estilo manuelino localizada no centro de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Construída pela congregação dos redentoristas, é um dos mais notáveis monumentos construídos em Belo Horizonte. Com uma forma de uma perfeita cruz latina, a matriz tem 60 metros de comprimento e 19 de largura, construída em estilo manuelino com fortes influências holandesas.
Teve sua decoração interior iniciada em agosto de 1910 e abriga os capitéis das belas colunas no estilo coríntio, o grandioso presbitério, além de um órgão de tubos fabricado em 1927. A pintura interna da igreja foi feita

Rua Tupis 164
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Igreja São Lucas - Belo Horizonte

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Paróquia São Lucas Bairro Palmares - Belo Horizonte / MG Construindo um mundo possível

http://arquivo.arquidiocesebh.org.br/catalogo/paroquia.php?id=211

Rua Nicolina Pacheco, 255 - Palmares
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Igreja São Pedro Apóstolo / Belo Horizonte

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Rua Januária, 580 - bairro Floresta
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Inhotim

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Rua B, 20 - Fazenda Inhotim, Brumadinho
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Instituto Raul Soares

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O Instituto Raul Soares - IRS, localizado no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte, foi inaugurado em setembro de 1922. Inicialmente, o Instituto era vinculado à Secretaria do Interior, passando a ser subordinado à Secretaria de Segurança Pública em 1927. Pretendia ser modelo para tratamento e pesquisas na área de saúde mental. Na década de 60, implantou o primeiro ambulatório público do Estado para atendimento a pacientes que haviam saído da unidade e para aqueles que não demandassem internação, criando nova alternativa terapêutica. Durante alguns anos esteve ligado a Fundação Educacional de Assistência Psiquiátrica (FEAP), e quando é vinculado à Rede FHEMIG, em 1977, o IRS absorve novidades da terapêutica psicanalítica, principalmente após a transferência da Residência de Psiquiatria para o hospital. Em 1984, inaugurou o primeiro Hospital-Dia da Rede Pública e, em 1992, o Centro de Convivência Arthur Bispo. Em janeiro de 2005, o Instituto Raul Soares foi certificado como Hospital de Ensino, sendo reconhecido como instituição de ensino e pesquisa, consoantes com orientações da referida certificação. O Instituto Raul Soares (IRS) passa a executar atividades de ensino e pesquisa em serviço de assistência aos portadores de sofrimento mental, em regime de urgência e emergência, ambulatorial e de internação de curta permanência no contexto do SUS, participando do polo de educação permanente da região Macrocentro do Estado de Minas Gerais. Missão Assistência, ensino e pesquisa em saúde mental com responsabilidade social. Visão Prestar assistência secundária e terciária no contexto do SUS, formar profissionais de saúde mental, promover a investigação científica e a incorporação de tecnologia, contribuindo com o fomento de políticas assistenciais públicas. Perfil Assistencial • Atendimento Psiquiátrico de Urgência - Dia e Noite. • Internação de curta e média permanência. • Atendimento Ambulatório (Residência de Psiquiatria): das 8 às 17 horas. • Ensino e Pesquisa ESPECIALIDADES: Psiquiatria de adulto, Psicologia, Terapia Ocupacional e Serviço Social. • Ambulatório de Psiquiatria Forense. Fonte: http://www.fhemig.mg.gov.br/index.php/atendimento-hospitalar/complexo-de-saude-mental/instituto-raul-soares
Av. do Contorno, 3017 - Santa Efigênia
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Jardim Zoológico - Belo Horizonte

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Fundado em 1959, o Zoológico de Belo Horizonte tem se tornado um importante espaço de lazer e aprendizagem para os moradores da capital mineira e de outras cidades do país, que sempre visitam seus atrativos. Os visitantes encontram no Jardim Zoológico cerca de 3 mil animais de mais de 250 espécies entre répteis, aves, anfíbios e mamíferos, representantes dos cinco continentes.

venida Otacílio Negrão de Lima, 8000 - Pampulha
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Jequitibá - Capital mineira do folclore

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Novidades brevemente... 

Jequitibá - Capital mineira do folclore
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Lagoa Santa - Festival de Cultura Regional - Iate Clube

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Lagoa Santa - Festival de Cultura Regional - Iate Clube
Av. Getúlio Vargas, 123-355 - Várzea, Lagoa Santa - MG,
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Mariana - Clube Osquindô

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O Clube Osquindô é uma organização sem fins lucrativos criada em 2008 por integrantes da Companhia Lunática. Nossa história é repleta de paixão e muita ação. Hoje, entendemos que que nossa missão é desenvolver projetos que despertem a imaginação, promovam novas formas de aquisição de conhecimento, estimulem o protagonismo de crianças e jovens, e atuem como pontes para a colaboração entre pessoas e organizações. Para isto, trabalhamos com a visão de sermos reconhecidos nacionalmente pela excelência na gestão de projetos, pela efetividade de resultados e pela capacidade de mobilizar e inspirar pessoas a trabalhar por transformações. Endereço: Rua do Comércio, 625, Passagem de Mariana / Mariana MG Telefone: 31 3557-5260 Celular: 31 99390-5713 (Whatsap) http://www.osquindo.com.br/
Rua do Comércio, 625, Passagem de Mariana / Mariana MG
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Mariana - Padre Viegas - Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário do Sumidouro

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https://patrimonioespiritual.org/2016/12/29/matriz-de-nossa-senhora-do-rosario-distrito-de-padre-viegas-mariana-minas-gerais/
Distrito de Padre Viega
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Martinho Campos - Praça Governador Valadares

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É a principal e maior praça da cidade, onde abriga um dos valiosos bens culturais, a majestosa igreja Matriz de Nossa Senhora da Abadia, patrimônio cultural de Martinho Campos. Local de referência para a cidade e concentra em seu entorno diversos tipos de comércio e serviços. Conserva muito de suas origens, calçada com blocos de concreto, bancos, fonte e o coreto que é palco de apresentações culturais em festividades. Possui considerável arborização, muitos jardins e um largo onde acontecem os eventos culturais da cidade. A Praça é o ponto de encontro de martinhocampenses e visitantes.

https:/MARTINHO CAMPOS _80 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA_ “Nossa querida Abadia!” ABADIA 308 ANOS DE HISTÓRIA! “Um povo que se une pela Fé, pela simplicidade, pela alegria e pelo amor a Terra amada!” A nossa história começou em 1710, com a chegada dos Bandeirantes que vinham atrás das grandes jazidas de ouro da 7° cidade do ouro de Minas Gerais, Pitangui! As estradas reais trouxeram com a exploração do ouro o desenvolvimento populacional! Foi de Pitangui que partiram dezenas de expedições de bandeirantes. As margens dos Rios foram rotas de expedições de homens ousados e aventureiros. A vegetação era aberta pela primeira vez! Começavam então a aparecer pequenos lugarejos que serviam de pontos de apoio aos expedicionários que buscavam ouro e descobriram terras férteis com abundância de água dos Rios como as do Rio Doce, Rio Pará e Rio São Francisco. Nos tempos idos de 1800 dois fazendeiros se instalaram em nosso município: Maximiano Alves de Araújo, Pernambucano, na Fazenda do Junco, e Jerônimo Vieira, Português, na Fazenda da Barra, sendo os dois católicos resolveram edificar uma Capela onde seriam celebradas missas, os dois queriam que fosse próximo às suas fazendas e combinaram que, saindo um do junco e o outro da Barra, no mesmo dia e horário, e no local onde se encontrassem seria construída uma Capela. O encontro se deu no lugar onde hoje está edificada a atual Matriz, o Marco do encontro foi uma cruz, que existiu até a década de 60. O terreno onde os dois senhores se encontraram pertencia à Senhora Luzia Medeiros. Esta iniciou a construção de uma Capela em sua propriedade e o Senhor Jerônimo Vieira doou a imagem da Padroeira Nossa Senhora da Abadia, vinda de Portugal, fabricada em madeira, e está até hoje no Altar Mor da Nossa Igreja Matriz. Surgiu então o Arraial Abadia de Pitangui. As terras onde hoje é Martinho Campos receberam a sua primeira Grande Fazenda, a Fazenda da Barra, que foi fundada pelo Pernambucano Jerônimo Vieira que veio de mudança para a região com sua família e trouxe os primeiros escravos da Região, isso já nos tempos idos de 1808! Foi Jerônimo Vieira quem montou o primeiro Engenho de Cana! Em 1820 surge a primeira capela, nas terras onde hoje se encontram as terras dos Índios Caxixós, tendo como primeiro vigário o Padre Elias José de Barros! Em 1822 surge a primeira paróquia tendo como primeiro vigário Elias José de Barros nomeado em 1870. No final do século XIX, o local onde hoje é a Praça da Matriz teve grande importância para economia local, pois se tornou um local de ponto comercial de comerciantes e tropeiros, e desde então o desenvolvimento deslanchou e foi influenciado pela ferrovia que já passava pela cidade! A cidade recebia um grande volume de pessoas que usavam a cidade como ponto de partida para as cidades e Distritos da Região! Grandes fazendeiros, Como Jerônimo Vieira, Maximiano de Souza e Coronel Pedro Lino, trouxeram a fartura, empregos e a modernidade para região, como implantação da Companhia de Força e Luz, a tão sonhada energia Elétrica para o Vila de Abadia do Pitangui. Em 1858, A Vila de Abadia do Pitangui foi elevada de Vila para Distrito! Grandes homens e seus sonhos embalaram o crescimento, como Martinho Campos que desempenhou um papel muito importante na província e se destacou como líder de seu partido político! Coronel Pedro Lino, um dos fazendeiros mais ricos da região, chegou a ter 24 mil hectares de terra nas cidades da região, o mesmo se casou duas vezes, devido ao falecimento da primeira esposa! Pedro Lino foi um dos homens mais importantes da região, se destacando na política local e nos negócios, chegou a receber o titulo de coronel pelos seus méritos e feitos! Se empenhou e lutou muito para a emancipação do Distrito para Cidade, mas não viu o seu sonho virar realidade, pois faleceu dois anos antes da emancipação política de Abadia do Pitangui. Em 1938, o Distrito de Abadia do Pitangui, foi elevado à categoria de cidade, recebendo o nome do grande Estadista Martinho Campos, que chegou a ser Senador na nova Republica! Filho nobre da terra das oportunidades, desbravador e grande formador de opinião!

https://www.martinhocampos.mg.gov.br/conteudo/noticias/cultura/
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Mercado Central / Belo Horizonte

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O MERCADO Temperos, aromas, sabores, crenças, cores: todas as características mais marcantes da cultura mineira dão charme e muita personalidade ao mercado mais querido de Belo Horizonte. Há mais de oito décadas, o Mercado Central é ponto turístico para quem vem de fora e ponto de encontro para quem vive na cidade. Nesse tempo, deliciosos pratos da comida típica, diferentes formas de religiosidade, toda a criatividade e delicadeza do artesanato e muitos outros preciosos traços da cultura popular mineira fazem do Mercado Central um espaço único, que une tradição e contemporaneidade e encanta por sua singularidade.
Av. Augusto de Lima
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Mosteiro Beneditino Nossa Senhora das Graças / BH

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O Mosteiro Beneditino de Nossa Senhora das Graças foi fundado em 1949 pelas Monjas da Abadia de Santa Maria, São Paulo - SP. Vieram 12 irmãs, tendo à frente a madre Luzia Ribeiro de Oliveira. Aos poucos, o Mosteiro foi sendo construído, a comunidade foi crescendo, de modo que em 1963 já foi possível fazer outras fundações. O Mosteiro hoje tem 44 membros. As orações do Ofício Divino estão sempre abertas ao público.


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Rua do Mosteiro, 138 - Vila Paris
Belo Horizonte - MG
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Museu Histórico Abílio Barreto / Belo Horizonte

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Cidade Jardim
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Ouro Preto - Basílica de Nossa Senhora do Pilar

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A Basílica Menor de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto, Minas Gerais, é uma das edificações católicas mais conhecidas entre as que foram erguidas durante o Ciclo do Ouro.
Foi construída em torno de uma capela erguida a partir de 16962 ou nos primeiros anos do século XVIII e ampliada em 1712 com recursos dos devotos, embora as intervenções principais tenham seguido até o final do século.
Já a devoção de Nossa Senhora do Pilar foi trazida provavelmente de São Paulo, na bandeira de Bartolomeu Bueno, tendo a imagem sido entronizada na primitiva capelinha que antecedeu o templo.
A Paróquia do Pilar foi a mais rica e populosa em Vila Rica, já que reuniu o maior número de irmandades e, por isso, a Matriz recebeu mais ornamentos em preparação para uma "boa morte". As irmandades tinham lugares específicos dentro do templo, uma forma de representar e expressar a hierarquia social dos fiéis.
O "livro de compromissos" relacionava a participação das irmandades Santíssimo Sacramento (1712), Nossa Senhora do Pilar (1712), São Miguel e Almas (1712), Rosário dos Pretos (1715), Senhor dos Passos (1715), Sant'Anna (primeiro quartel) e Nossa Senhora da Conceição (até o primeiro terço do século XVIII).
A igreja está localizada na Praça Monsenhor Castilho Barbosa.

Praça. Mons Castilho Barbosa, S/N - Rosário Ouro Preto - MG
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Palácio Tiradentes / Belo Horizonte

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Onde tudo transpira grandiosidade - a um dos edifícios, o Palácio Tiradentes, tem sido atribuído o título de maior prédio suspenso do mundo, com seu vão medindo 147 metros de comprimento por 26 metros de largura -, a arquitetura é também monumental. Em depoimento à revista Veja, Niemeyer disse que o complexo é uma aula magna de arquitetura e de administração pública. “Além de concentrar milhares de funcionários em apenas dois prédios, ele valoriza ao máximo as áreas livres e verdes”, afirmou.

Anos antes, quando mostrou ao governador a proposta (no momento em que o terreno cogitado era outro, o do Aeroporto Carlos Prates), Niemeyer escreveu: “Senti que o governador se entusiasmava com o estudo e, sem falsa modéstia, acrescentei: ‘Acho que vai ficar tão bonito, tão imponente, que diante dele criei uma larga rua de passeio - só para pedestres - onde o povo, satisfeito, possa também apreciar a beleza dessa obra que, a meu ver, vai marcar o início dessa arquitetura monumental que, em certos casos, se faz fundamental’”.

A cidade administrativa fica na rodovia Prefeito Américo Renê Gianetti, ligação entre a capital e o Aeroporto de Confins (que em seu nome oficial também homenageia Tancredo Neves, tio de Aécio). A definição pela área que antes abrigou o hipódromo veio acompanhada da argumentação governamental de que o complexo seria indutor do desenvolvimento da região norte da cidade e de municípios vizinhos.

A nova “cidade” mineira é, provavelmente, a que possui o menor número de construções no Brasil: a rigor são apenas cinco prédios. “Quando o governador veio ver o projeto, esperava, como a grande maioria, que o palácio governamental estivesse cercado de 15 ou mais edifícios para atender o programa fixado e o terreno tão bem escolhido dividido em pequenas áreas que aqueles prédios criariam”, descreveu Niemeyer em 2004.

O centro administrativo é constituído pelo Palácio Tiradentes, pelos edifícios Minas e Gerais, centro de convivência, Auditório Juscelino Kubitschek e instalações de apoio. Vistos da rodovia, os dois prédios ocupados pela secretarias, desalinhados, estão à direita do terreno, com as faces principais voltadas para a estrada e o fundo do lote, intercalados pelo volume do centro de convivência. À esquerda deles situa-se o auditório, à direita do qual está o palácio, em alinhamento desigual.

De configurações formais gêmeas, os edifícios Minas e Gerais possuem subsolo, pilotis e 14 pavimentos-tipo com áreas internas livres. Cada andar possui aproximadamente 7 mil metros quadrados, com suas extremidades ocupadas por refeitórios; para o gabinete dos secretários foi reservado espaço de 50 metros quadrados. As faces mais extensas são revestidas por vidros de tonalidade escura, com características que devem aliviar a insolação, uma vez que não existe nenhum tipo de anteparo protetor externo.

Nos megaedifícios, a superfície envidraçada é interrompida, na porção mais elevada, por um pavimento vazado (equivalente ao nono piso) no qual serão instalados salas de reuniões, restaurantes e cafeterias, formando um andar de convivência. A distância, sobressai a contraposição entre os vidros escuros e as áreas brancas das empenas laterais, dos pilotis e da cobertura.

As duas edificações têm as faces mais longas voltadas para os lagos, implantados um na porção frontal do lote, mais próximo da rodovia, e outro no fundo. Interposto aos edifícios, o centro de convivência tem forma circular e três pavimentos, totalizando 7 mil metros quadrados de área. Agência de correio, bancos, lanchonetes e lojas de conveniência na borda do círculo compõem com os restaurantes os ambientes que servidores e visitantes poderão utilizar. No centro do círculo, uma cúpula envidraçada deixa entrar a luz natural.

Serra Verde, Belo Horizonte - MG, 31630-340
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Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Pompeia / BH

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História

 

Fundada em 01 de janeiro de 1938, por Dom Antônio dos Santos Cabral, a então Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Santa Efigênia, desmembrada da Paróquia de Santa Efigênia dos Militares, passou aos cuidados da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos em 12 de fevereiro de 1939. Devido à devoção dos frades à Nossa Senhora do Rosário, da cidade de Pompeia, na Itália, a paróquia teve seu nome alterado para Nossa Senhora do Rosário de Pompeia.

Pompeia era uma antiga cidade do Império Romano, situada na região de Campânia, ao sul da Itália, distante 23 quilômetros a sudoeste de Nápoles, que, juntamente com as cidades de Herculano e Estábias, foi destruída pelo vulcão Vesúvio, no dia 24 de agosto do ano de 79 d.C. A cidade e toda a sua história estiveram literalmente soterradas sob cinzas por mais de 1600 anos e só foi descoberta por acaso, em meados do século XVIII, no ano de 1748.

 Mais de cem anos depois, em 1872, o advogado e religioso católico Bartolo Longo,  que viveu entre 1841-1926, foi fazer uma visita ao Vale de Pompeia,  em virtude de ser o administrador dos bens de uma viúva rica que lá possuía terras, a condessa Marianna Farnaro de Fusco, mais tarde sua esposa. Ao andar perto das ruínas da Capela de Pompeia, ele sentiu um apelo da Virgem para que propagasse o Rosário. Diante disso, prometeu a si mesmo que não deixaria o Vale enquanto não o fizesse.

 Encontrou muitas dificuldades, tendo suas iniciativas fracassado por diversas vezes. Passados alguns anos, ainda firme na sua vontade de difundir o Rosário, ele restaurou a capela ali existente. Sua atitude despertou a religiosidade local e chamou a atenção do bispo, que o abençoou, pressentindo que aquela igreja seria um local de peregrinação e dando origem a mais um título para a mãe de Jesus Cristo: Nossa Senhora do Rosário de Pompeia.

A imagem de Nossa Senhora do Rosário de Pompeia com o Menino Jesus no colo, ladeada por São Domingos de Gusmão e Santa Catarina de Sena foi trazida para a paróquia homônima em Belo Horizonte, em 1944. Além da Igreja Matriz, a paróquia abrange as comunidades de Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora da Abadia, São Judas Tadeu e São Rafael, nos bairros Esplanada e Pompeia, na zona leste de Belo Horizonte.

 

Rua Iara, 202 | Bairro Pompeia | CEP: 30280-370
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Parque do Cristo - Araxá/MG

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Inaugurado em 1982, o Parque do Cristo foi idealizado como ponto de visitação turística e também de encontro da família araxaense. Foi reformado e remodelado, em comemoração aos 152 anos da cidade em 2017. É um monumento que faz parte da história cultural e turística desde os anos 80, quando da sua inauguração.
R. Washington Barcelos - Micro Distrito Santa Rita, Araxá – MG
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Parque Municipal - Belo Horizonte

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Inaugurado no dia 26 de setembro de 1897, antes mesmo da nova capital mineira, o Parque Municipal Américo Renné Giannetti é o patrimônio ambiental mais antigo de Belo Horizonte. Projetado no final do século XIX pela comissão construtora encarregada de planejar a nova capital de Minas Gerais, o parque localiza-se no hipercentro, região mais adensada da cidade. Apesar de ter uma área intensamente manejada, com a maioria das espécies existentes introduzidas, após sua implantação, o Parque forma hoje um ecossistema representativo com árvores centenárias e ampla diversidade de espécies. O Parque Municipal possui diversas nascentes que abastecem três lagoas e cerca de 280 espécies de árvores exóticas e nativas, como figueiras, jaqueiras, cipreste calvo, flamboyant, eucalipto, sapucaia, pau mulato e pau rei. Refúgio para a fauna silvestre, o espaço abriga aproximadamente 50 espécies de aves, entre bem-te-vis, sabiás, garças, periquitos, pica-paus, sanhaços, saíras e outros animais, como gambás e micos. Como opções de lazer, o Parque oferece brinquedos, equipamentos de ginástica, pista de caminhada, quadra poliesportiva, pista para patins e quadra de tênis. Abriga, também, brinquedos eletrônicos, como carroussel, roda gigante, minhocão, rotor, safári e pula-pula. Nele ainda encontramos os tradicionais burrinhos, fotógrafos lambe-lambes e o trenzinho. Com uma área de 182 mil m² de extensa vegetação, o Parque contribui para amenizar o clima da região central da cidade. Lá se encontram também o Teatro Francisco Nunes, construído em 1949 e que homenageia o maestro e primeiro diretor do Conservatório de Música, o Mercado das Flores, espaço, construído na década de 20, que abrigava originalmente a Estação dos Bondes e o Palácio das Artes.

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Pedro Leopoldo - Fazenda Modelo

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Local histórico com casario do início do século XX, onde Chico Xavier trabalhou como funcionário de serviços gerais e escriturário datilógrafo no local entre os anos de 1933 a 1958. O local é arborizado, com a entrada por um túnel formado por bambuzais e com um espaço amplo e gramado, apropriado para realização de eventos ao ar livre, proporcionando um belo fim de tarde aos presentes.
Av. Rômulo Joviano - entrada do bairro Santo Antônio da Barra
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Pedro Leopoldo - Praça da Estação

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Praça da Estação sem número
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Pedro Leopoldo - Praça da Quinta do Sumidouro

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A praça fica no centro do conjunto histórico da Quinta do Sumidouro, que possui especial relevância, pois se insere na rota dos primeiros movimentos de exploração dos sertões do sudeste brasileiro ainda no século XVII pelos bandeirantes e tropeiros, fica localizado na área de entorno do Parque Estadual do Sumidouro.
Rua Fernão Dias, nº 10, Quinta do Sumidouro.
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Praça da Estação - Itabirito / Minas Gerais

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Em 16 de julho de 1887, inaugurou-se a estação, que ligava Itabirito ao Rio de Janeiro. O edifício sóbrio é de uma alvenaria trabalhada com arte, estilo que não se faz mais. Em 2003, a Praça foi toda restaurada e revitalizada pela Prefeitura e atualmente abriga a Biblioteca Pública Municipal, o Centro de Referência e Informações Turísticas (Crit), a Sala dos Ferroviários, uma loja de artesanato e a Associação do Turismo Rural de Itabirito (Assitur). O lugar tornou-se um importante local de eventos culturais, shows e ponto de encontro dos jovens.
Rua Dr. Guilherme s/ nº - Centro - Itabirito
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Praça Sete / Belo Horizonte

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Quinta do Sumidouro - Pedro Leopoldo-Minas Gerais

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A Quinta do Sumidouro é um patrimônio cultural tombado pelo IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico. O tombamento abrange a Capela de Nossa Senhora do Rosário e a casa e sítio denominados Quinta do Sumidouro. O local era um arraial denominado São João do Sumidouro que, em 1923, foi elevado à condição de distrito de Pedro Leopoldo. Localizado na rota de exploração dos sertões do sudeste no século XVII, é importante também por ter como seu provável fundador o bandeirante Fernão Dias Paes Leme. A capela mantém características da segunda fase do barroco mineiro do século XVIII, no estilo D. João, como o coroamento do retábulo com dossel e anjos, tarjas, nichos cortinados e colunas com base com cabeças de anjos entre nuvens. O forro da capela mor possui pinturas no estilo rococó. (Fonte: IEPHA).
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Sabará - Adro da Igreja Nossa Senhora do Rosário

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Construção iniciada em 1768 pela Irmandade dos Homens Pretos da Barra do Sabará, revela a força e fé do negro africano. Os escravos decidiram construir sua própria Igreja, mas a decadência das minas de ouro não permitiu que fosse concluída. A obra foi abandonada com a abolição da escravatura em 1888. Trata-se de um importante testemunho dos métodos construtivos da época. Sua arquitetura apresenta detalhes das três etapas distintas de sua construção. Possui, em uma das sacristias, o Museu de Arte Sacra com peças dos séculos XVII e XVIII. Quem vê as ruínas da Igreja não imagina o que há escondido por trás das grandes paredes sem reboco, a céu aberto. A muralha, porém, protege uma antiga capela de taipa, de 1713.
Praça Melo Viana
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Sabará - Igreja São Francisco de Assis

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A Igreja de São Francisco de Assis é é conhecida como Igreja de São Francisco de Assis sob a invocação de Nossa Senhora dos Anjos. É monumento tombado pelo IPHAN. As obras prosseguiram devagar com várias interrupções, e a decoração interna só foi realizada parcialmente, mas possui algumas peças estatuárias de alto valor e uma boa pintura no teto da capela-mor. O templo nasceu primeiramente como uma capela simples fundada em 1761 pela Arquiconfraria do Cordão de São Francisco dos Homens Pardos, dedicada a Nossa Senhora Rainha dos Anjos. Para substituir esta capela, em 6 de julho de 1772 a Arquiconfraria recebeu autorização para erguer uma igreja de grande porte. O autor do projeto não é conhecido. O projeto era ambicioso, mas a Arquiconfraria era pobre, a construção foi morosa e jamais foi inteiramente terminada. Os trabalhos ganharam alento entre 1798 e 1805, mas depois prosseguiram com lentidão outra vez. Em 1849 foram concluídas as torres, e então a obra foi paralisada por um largo período. Somente em 1864 foi desmantelada a primitiva capela que ainda sobrevivia no interior, envolta pelas paredes novas, e as obras provavelmente se prolongaram ainda por todo o século XIX. Trabalharam no templo o carpinteiro José Ferreira de Brito (1798), o pedreiro Manuel da Costa Lima (1804/1805), João Fernandes de São Tiago (1805), o mestre pedreiro Leonardo de Moinhos, que ergueu os paredões da frente e do lado direito, e Domingos Pinto Coelho, responsável pelas obras de cantaria e pelo relevo em pedra-sabão da portada, ativo em 1822. A planta é tradicional, dividida em uma grande nave única e uma capela-mor. A fachada tem uma porta centralizada, coroada por um relevo, um nicho e um emblema franciscano, e no nível superior há duas janelas com balcão. Acima, um frontão ondulado entre duas torres sineiras, as quais mostram duas seteiras e coruchéus piramidais. A estrutura é de alvenaria de pedra. A nave tem dois altares simples embutidos nas paredes, dois púlpitos engastados no arco do cruzeiro, com parapeitos de ferro, e uma fileira de balaústres em ambos os lados, funcionando como divisórias da nave. A capela-mor tem piso de tabuado largo, amplas tribunas e um grande altar em madeira em forma de trono escalonado. Pelas laterais da capela-mor correm duas passagens que levam à sacristia, erguida em pedra e adobe, com um piso superior que funciona como consistório. Devido à escassez de recursos, a ornamentação da igreja nunca foi realizada, salvo na capela-mor, que guarda elementos de grande expressividade, embora tenha uma fatura geral bastante simples. A econômica decoração interna deve datar toda de meados do século XIX, mostrando um estilo Rococó tardio, mas pelo menos parte da sua estatuária é mais antiga. O teto da capela-mor tem uma grande pintura representando Nossa Senhora dos Anjos rodeada de figuras dos Evangelistas. O altar escalonado tem estrutura pintada simulando colunas e detalhes entalhados, com um frontispício coroado pelo emblema franciscano sustentado por dois anjos entalhados. No nicho estão instaladas duas importantes e requintadas estátuas policromadas, em tamanho acima do natural e de feição erudita, uma representando Nossa Senhora dos Anjos, com um cetro na mão direita e apoiada em um pedestal de nuvens e cabeças de querubins, e abaixo dela, um São Francisco de Assis, que segura uma cruz e uma caveira, símbolos do martírio e da penitência, ambas de autoria de Domingos Pinto Coelho. Por trás das imagens, o fundo do nicho tem uma moldura pintada com um resplendor de nuvens, de onde emergem várias cabeças de querubins. No teto do nicho aparece uma representação do Divino Espírito Santo cercado de ramalhetes de rosas. Também há uma bela imagem do Senhor Morto, instalada sob a mesa do altar, do mesmo Pinto Coelho. Na nave os altares laterais não são decorados, mas ostentam santos de roca, dos quais a igreja possui uma boa coleção, nem toda em exibição permanente. Destacam-se a imagem do Cristo carregando a Cruz, três de Nossa Senhora das Dores e uma de Santo Antônio de Lisboa, além de outras que figuram Santa Clara, Santa Maria Madalena, Santa Isabel de Portugal, Santa Margarida de Cortona, São Boaventura e São Benedito, de qualidade variável, algumas em mau estado de conservação. Fonte: Wikipedia
Centro - Sabará
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Sacada do Edifício Acaiaca

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O Edifício Acaiaca, é um edifício localizado no centro de Belo Horizonte, entre a Avenida Afonso Pena e a Rua Espírito Santo. Foi construído na época da Segunda Guerra Mundial, inaugurado em 1943, o prédio possui 30 andares com 120 metros de altura, em estilo art déco e duas efígies de índios na fachada, esculpidas pelo engenheiro Luiz Pinto Coelho. Já foi o maior arranha-céu da capital mineira. O nome Acaiaca veio de uma lenda indígena. Diz a lenda que nas proximidades do então Arraial do Tejuco (hoje a cidade de Diamantina) havia uma poderosa tribo de índios que viviam em constante luta com os habitantes do vilarejo e que de vez em quando até invadiam a vila. Numa pequena elevação, perto da taba, havia um belo e frondoso cedrus que os índios, na sua língua, chamavam “acaiaca”. Contavam eles que, no começo do mundo, o Rio Jequitinhonha e seus afluentes encheram-se tanto que transbordaram, inundando a terra. Os montes e as árvores mais altas ficaram cobertos e todos os índios morreram. Somente um casal escapou, subindo na Acaiaca. Quando as águas baixaram, eles desceram e começaram a povoar a terra novamente. Por conta dessa lenda, a tal árvore era muito venerada pela tribo. O edifício já abrigou cinema, lojas de roupas femininas, boate, escola e serviu também como espaço para a criação de grupos políticos, além de ser a primeira sede da TV Itacolomi, primeira televisão mineira, inaugurada em 1955. Hoje o local reúne escritórios de advocacia, de odontologia. Nos andares 23º, 24º e 25º funciona uma empresa de telemarketing, no primeiro pavimento existia o Cinema Acaiaca, que tinha capacidade para 900 pessoas, e para o qual se formavam grandes filas de espectadores. No espaço que abrigava o antigo cinema, hoje funciona uma igreja evangélica. O porão, é atualmente usado apenas para carga e descarga, mas serviu como abrigo antiaéreo, já que a ideia da construção era se defender de um suposto ataque alemão à cidade, uma vez que o edifício foi construído durante a Segunda Guerra Mundial. A sede mineira do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a faculdade de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) também funcionaram no Acaiaca, o que tornava o prédio um polo de cultura Fonte: Wikipédia
Av. Afonso Pena, 867 - Centro, Belo Horizonte - Minas Gerais
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Santuário São Judas Tadeu / Belo Horizonte

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A história do Santuário Arquidiocesano São Judas Tadeu teve início com um pequeno palanque coberto de sapé, no qual, aos domingos, celebrava-se a Eucaristia para os fiéis. Em seguida, construiu-se uma humilde capela dedicada a São Judas Tadeu, fruto do trabalho dos vicentinos.

Em 31 de dezembro de 1954, dom Antônio dos Santos Cabral, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, criou a paróquia desmembrada das paróquias de Nossa Senhora das Graças e da Sagrada Família (provisão n. 85), e no dia 6 de fevereiro de 1955, cônego Aurélio Mesquita tomou posse como pároco.

A primeira festa de São Judas Tadeu foi celebrada, com grande devoção e entusiasmo, no dia 28 de outubro de 1955. Ainda hoje, encontramos antigos moradores do bairro que se orgulham por terem contribuído com seu trabalho para a construção da igreja, cuja pedra fundamental foi lançada no dia 28 de dezembro de 1958, na festa do padroeiro.

Cônego Aurélio Mesquita teve, juntamente com a comunidade, a iniciativa de estabelecer a celebração do dia 28 de cada mês, em homenagem ao santo padroeiro. Instituiu, também, o costume da procissão motorizada que, com a imagem de São Judas Tadeu, percorria o Centro da capital.
Em 2015, padre Aureo Nogueira de Freitas, vigário para Ação Pastoral da Arquidiocese de Belo Horizonte, assumiu a reitoria do Santuário, juntamente com os vigários paroquiais, os padres Marco Antônio Gonçalves Porto e Wagner Douglas Gomes de Souza.

Atualmente o reitor do Santuário, padre Aureo Nogueira, trabalha com os vigários Marco Antônio Gonçalves Porto e Marcus Aurélio Mareano. Além do padre colaborador, Angelo José Salvador.

Rua Macaé, 629
Bairro da Graça
Belo Horizonte-MG
CEP: 31.140-060

www.saojudasbh.org.br

Rua Macaé, 629 - bairro da Graça

São Vicente/Baldim - Minas Gerais

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Serra da Piedade - Ermida da Padroeira Nossa Senhora da Piedade / Caeté

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Em 30 de setembro de 1797, Antônio da Silva Bracarena e Manuel Coelho Santiago receberam licença para erigir  uma capela com a invocação de Nossa Senhora da Piedade, no alto da então denominada Serra do Caité. Em 1856, o capuchinho Frei Luiz de Ravena retomou as obras, ampliando a capela, julgada pequena para comportar o número de fiéis presentes nas celebrações religiosas.

Na Ermida encontra-se a imagem de Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas Gerais, atribuída a Aleijadinho.

Ladeando a nave única encontram-se dois pequenos corredores, espaços antigamente destinados à pousada dos romeiros. Hoje, estes corredores laterais abrigam a Capela do Sagrado Coração de Jesus e a Capela do Santíssimo Sacramento ou de São José. Nelas, situam-se painéis azulejares com pinturas figurativas datados de 1996, concebidos pela artista plástica Maria Helena Andrés e executados em azulejos por Gianfranco Cavedone Cerri.

http://www.santuarionsdapiedade.org.br/

Serra da Piedade, s/nº - Caeté/MG. 31 3651 6335
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Serra da Piedade - Igreja Nova das Romarias - Santuário Nossa Senhora da Piedade / Caeté

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A Igreja Nova das Romarias foi edificada a partir de 1974, com projeto do arquiteto carioca Alcides da Rocha Miranda. A concepção do edifício insere-se no domínio da arquitetura “moderna”, que se caracterizou pela utilização do concreto puro aparente moldado, articulado com outros materiais. A Igreja revela uma rica simbologia, traduzida não apenas no edifício, mas em sua ornamentação interna, com os murais de cerâmica fosca que revestem as paredes baseados em temas bíblicos, abordados no Evangelho de Lucas, e executados pelo artista plástico Cláudio Pastro, em 1989.

À esquerda do altar, encontra-se a imagem de Nossa Senhora da Piedade, confeccionada em 1998, pelo artista plástico Léo Santana. A imagem, apesar de suas características particulares, faz referência a Pietá, do Mestre Francisco Lisboa, o Aleijadinho, que está na Ermida do Santuário.

A Igreja Nova das Romarias abriga, em seu saguão de entrada, espaço dedicado a exposição fotográfica com o histórico do Santuário Estadual Nossa Senhora da Piedade. O espaço também pode ser utilizado para outras mostras ou exposições.
http://www.santuarionsdapiedade.org.br/principais-espacos.php

Alto da Serra da Piedade, s/nº - Caeté/MG
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Shopping Boulevard Garden - Araxá/MG

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O Shopping Boulevard Garden fica no Bairro Fertiza. Começou a ser construído em 2011. A área construída é de 9,8 mil metros quadrados e atualmente conta com 22 espaços em funcionamento. O espaço tem à disposição mais de 150 vagas de estacionamento, lojas que oferecem moda masculina, feminina e infantil, calçados, ótica, acessórios, serviços de telefonia, além de duas salas de cinema 3D com mais de 400 lugares. A praça de alimentação conta com fast-food, sorveteria, choperia, batateria, paletas mexicanas e outros. O shopping conta com espaço para comemorações e eventos corporativos. O espaço funciona de segunda à sábado das 10h às 22h, e aos domingos as lojas estão abertas das 14h às 20h e a praça de alimentação das 11h às 22h.
Av. Pref. Aracely de Paula - Centro, Araxá - MG
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Teatro Municipal - Araxá

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Inaugurado em 2012, foi projetado por Gustavo Penna, responsável pela reforma do estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. O contraste é curioso: a construção, de arquitetura arrojada, fica em frente à Igreja Matriz de São Domingos, de 1948. O palco externo recebe, aos domingos, o Domingo na Praça, que reúne palhaços, bandas e outras atrações (a partir das 17h). No interior, tem capacidade para 300 pessoas, espaço de exposições e cafeteria. Visitas e espetáculos grátis.
Avenida Antônio Carlos, S/n - Centro
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Teófilo Otoni - Encontro de Artesanato Indígena & Mulheres Indígenas

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Informações brevemente

1º Encontro de Artesanato Indígena

3º Encontro de Mulheres Indígenas

Teatro de Arena
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Tiradentes - Igreja Nossa Senhora das Mercês

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A Irmandade de Nossa Senhora das Mercês dos Pretos Crioulos foi instituída no dia 14 de dezembro de 1756. O termo de aceitação do compromisso data de 1789 e já se refere ao consistório da Irmandade de Nossa Senhora das Mercês, provavelmente da capela própria. Embora não exista documento anterior a 1800 sobre a construção do templo, é certo que no ano de 1807 a capela já devia estar parcialmente construída, uma vez que naquele ano decidiu-se transferir a procissão dos Passos para a capela de Nossa Senhora das Mercês. Em 1824, D. Frei José da SSmª Trindade, em seu relatório de visita pastoral, refere-se ao altar de talha moderna pintado e dourado da capela de Nossa Senhora das Mercês, como também à pintura do forro. Sobre os trabalhos da talha, a única documentação existente é um pagamento feito ao entalhador José Morais Pereira no ano de 1808, sem, entretanto, especificar a obra. Entre 1807 e 1820 aparecem vários pagamentos por compra de madeiras, cipó para andaimes e obras de carpintaria, encontrando-se entre estes um pagamento a Manoel Martins de Souza por trabalho no forro da capela. As pinturas do forro, retábulo, arco-cruzeiro são de autoria do artista Manoel Victor de Jesus e, parecem ter sido concluídas em 1821. São também de sua autoria, a pintura de um azulejo na capela-mor, credências, sacras e uma bandeira da Irmandade. Já a pintura do óculo, executada entre 1829 e 1830, é de autoria do pintor Jerônimo José de Vasconcelos O assoalho foi feito entre 1821 e 1823, mas em 1969 foi totalmente substituído, eliminando-se as campas. Os púlpitos foram executados por Joaquim Moreira da Silva, por volta de 1824 e pintados em 1845 por Severino de Almeida Souza. Como indica a documentação existente, a construção da igreja de Nossa Senhora das Mercês ocorreu de forma bastante lenta, em função dos escassos recursos, tendo suas obras se arrastado até o século XX, quando foram concluídos o aterro, arrimos e calçamentos do adro. Em 1960/61, o IPHAN realizou obras de restauração na igreja que compreenderam a reconstituição do frontão que havia ruído e a restauração do forro da nave. Mais recentemente, o IPHAN empreendeu ampla restauração na igreja. A Igreja possui planta centrada por nave e capela-mor mais estreita, com duas sacristias ladeando a capela-mor, dois consistórios ladeando a nave, sendo o da esquerda dividido em pequeno saguão. À direita existe um cômodo sob a sineira. A fachada apresenta o corpo central com porta larga, duas janelas à altura do coro e óculo interrompendo a cimalha. Possui frontão recortado em curvas com duas volutas e acrotério curvo com pináculos ladeando a cruz e sobre os cunhais. No centro do frontão encontram-se as armas da Ordem, em massa. Os dois corpos laterais ao corpo central possuem duas aberturas semelhantes às janelas do coro, sendo que a do lado esquerdo é uma sineira. Nesses corpos laterais o telhado aparece com as telhas de topo e o beiral de beira-seveira. O interior possui apenas o rico altar-mor, de gosto rococó, policromado e dourado por Manoel Victor de Jesus, com decoração em rocalhas, flores e marmoreados de cores fortes, pouca talha em aplique, com coroamento em arco pleno e tarja. O arco-cruzeiro é coberto de talha dourada e policromada, com ampla sanefa e tarja com armas da Ordem. Complementam a decoração uma bonita balaustrada de jacarandá torneado, dois púlpitos policromados e coro com balaustrada torneada, já do século XX. As belas pinturas de Manoel Victor de Jesus, ao gosto rococó, cobrem os forros da nave e capela-mor. Nesta encontra-se pintura em caixotões representando cenas da Ladainha da Virgem e na nave acha-se representada Nossa Senhora das Mercês, com os braços abertos sobre o Manto da Misericórdia; cercada por nuvens e anjos, e muro-parapeito com figuras diversas de santos e anjos. A capela possui algumas peças de valor como a bela imagem rococó da padroeira, de grandes proporções, disposta no altar-mor. Na sacristia encontram-se um belo arcaz em talha rococó, lavabo e pias de água-benta.. A capela possui ainda algumas peças de prata dos séculos XVIII e XIX, com destaque para o turíbulo português de fins do século passado. Texto extraído de: Inventário Nacional de Bens Móveis e Integrados. VITAE/IPHAN.

 
Praça das Mercês - Tiradentes - MG
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Vilarejo da Chapada - Ouro Preto

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Distrito de Ouro Preto, a 15 km da sede, 6km de Lavras Novas e a 123 km de Belo Horizonte. O distrito é cercado pela Serra do Trovão e Serra da Chapada. O vilarejo é um património histórico, perfeito para quem procura paz e contato com a natureza. Cachoeiras e montanhas com belas paisagens são características do vilarejo.

http://www.turismolavrasnovas.com.br/chapada