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Academia Mineira de Letras

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Rua da Bahia, 1466 - Centro
Belo Horizonte - MG
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Academia Municipalista de Letras - bairro Mangabeiras

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http://amulmig.blogspot.com.br/
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Rua Agripa Vasconcelos, 81 - próximo da Praça do Papa
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Auditório da ArcelorMittal

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Av. Carandaí, 1115 - esquina com Rua Pernambuco
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Auditório do Conservatório da UFMG

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A Sala de Recitais, que também funciona como auditório, possui 170 poltronas fixas e capacidade total para até 220 pessoas. Conta com um piano Steinway & Sons, especialmente projetado para pequenos espaços e é palco para a apresentação das séries musicais permanentes do Conservatório. Revitalizada, a sala de recitais é o espaço de maior significado do edifício. Ali, as telas dos pintores Antônio e Dakir Parreiras, do início do século passado e que retratam cenas da Ópera Tiradentes, decoram o ambiente, após sofrerem completo trabalho de restauração realizado pelo Cecor – Centro de Conservação e Restauração da Escola de Belas- Artes da UFMG
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Av. Afonso Pena, 1534 - Tel:(31) 3409-8300
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Barão de Cocais - Santuário de São João Batista

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s origens do atual município de Barão de Cocais remontam ao início do século XVIII, quando a ocupação de terras mineiras associou-se ás possibilidades de enriquecimento rápido através da exploração mineradora. Imbuídos de tal espírito, aventureiros instalados no povoado do Socorro deslocaram-se rio abaixo, percorrendo uma distância aproximadamente de dez quilômetros, onde encontraram novos veios auríferos. Arranchando-se nas proximidades das lavras, deram o nome de Macacos ao local, contemplando-o por volta de 1713, com uma pequena capela, presumivelmente de taipa, dedicada a São João Batista. A partir deste aglomerado inicial irradiou-se o novo núcleo urbano, assentado no sopé de extenso morro, e que por esta razão passou a ser identificado como São João do Morro Grande. Indicando o desenvolvimento e organização social do povoado, a Capela de São João Batista foi instituída igreja episcopal por previsão de 1749 e dez anos depois a Irmandade do Santíssimo Sacramento decidiu pela substituição da primitiva capela por um novo templo, mais requintado e de maiores proporções, o qual deveria obedecer a risco e planta encomendados na Metrópole. Aberta a concorrência, a obra foi arrematada por Miguel Gonçalves de Oliveira em setembro de 1759, por vinte e cinco mil cruzados e trezentos e cinqüenta mil réis. Entretanto, dificuldades financeiras, aliadas a defeitos apontados no projeto, protelaram por alguns anos o início dos trabalhos. A constatação de pagamento efetuado a José Coelho de Noronha em 1762 “pelo risco que fez para a Igreja Nova” indica alguma atuação do artista no projeto de 1759. Contudo, outro importante documento sobre a origem da edificação, a ata de reunião da Irmandade do Santíssimo Sacramento de 12 de Janeiro de 1763, revela que persistia ainda naquele momento uma insatisfação com o projeto disponível, levando os irmãos, em consenso com o arrematante Miguel Gonçalves de Oliveira, a decidirem pela elaboração de um novo risco, que tirasse “todos os defeitos do primeiro”. Segundo avaliação de especialistas, este novo risco, adotando modificações fundamentais no projeto original, o Aleijadinho. È o que afirma Lúcio Costa, ao identificar a caligrafia do mestre ouro-pretano no desenho do frontispício, do arco-cruzeiro e na ousadia inovadora de disporás torres diagonalmente em relação ao corpo da igreja. Mas o referido arquiteto considera que a participação de Aleijadinho teria sido restrita, não alcançando a execução do serviço. O projeto perderia muito nesta transposição e, ao final, segundo palavras de Rodrigo Melo Franco de Andrade, representaria apenas uma reminiscência do esboçado pelo artista. Em contrapartida, ainda Rodrigo Melo Franco lembra que “se a invenção do arquiteto perdeu ao ser executado á revelia do autor, o monumento foi enriquecido com a sua mão-de-obra de escultor, primeiramente na imagem de São João Batista, de pedra-sabão, colocada no nincho da fachada principal e, depois, no interior da igreja, na tarja do arco-cruzeiro, também entalhada na mesma pedra”. À análise formal do monumento, que reconhece o Aleijadinho em sua concepção, combinam suportes documentais que comprovam a intervenção pessoal do mestre na igreja: “O rematante da obra Miguel Gonçalves de Oliveira nomeou para seu louvado o m Antônio Francº Lxª”… Da mesma forma, o passo da memória redigida em 1790 pelo vereador segundo da Câmara Municipal de Mariana, Joaquim José da Silva, sobre a evolução das artes plásticas na Capitania de Minas Gerais durante o século XVIII, traz um relato que torna incontestável a colaboração de Aleijadinho no projeto de Igreja Matriz de São João Batista: “(…) O aumento da arte se afigura de sorte que a matriz de Caeté feita (…) debaixo do risco do sobredito Lisboa, cede nas decorações e medidas á Matriz de Morro Grande, delineada por seu filho Antônio Francisco Lisboa (…)”. Rodrigo Melo Franco de Andrade sintetiza que o estudo técnico do edifício e de seu respectivo adro, levado a efeito por Lúcio Costa, confirma definitivamente a informação do vereador marianense, demonstrando que Aleijadinho realizou modificações fundamentais naquele projeto, que traz a marca inconfundível de seu traçado. Os trabalhos com a edificação do templo se estenderam por vários anos, acompanhados sempre por graves crises financeiras, administradas pela irmandade. A partir de 1792, os recibos das obras passaram a constar o nome de um novo arrematante, Theodósio Martins de Souza. Em 1798, as obras da capela-mor foram colocadas em concorrência pública, incluindo condições para a execução do madeiramento, pintura e douramento da talha. Foram arrematadas em 20 de março do mesmo ano, ficando estipulado que seria uma capela-mor “provisória e de pequenas dimensões”. Para o prosseguimento destas obras, em 04 de outubro de 1798, a Irmandade entrou em acordo com Theodósio Martins de Souza para que o mesmo desmanchasse a antiga capela-mor. Nas primeiras décadas do século XIX, quando das Visitas Pastorais de Frei José da Santíssima Trindade (182/26), a capela-mor encontrava-se inacabada. A nave estava concluída, apresentando sete altares sem policromia ou douramento. Em meados do século, a capela-mor ainda se achava inconclusa. Segundo relatório elaborado pela fundação João Pinheiro, datado de 16 de maio de 1975, a capela-mor, que em 1798 teve iniciada a sua construção, foi demolida dando lugar a outra em 1969, edificada pelo engenheiro Frei Francisco. Na mesma ocasião, o holandês Wilhem Van Oer desmontou os altares do arco-cruzeiro, realizando uma superposição de peças que resultaram no altar-mor. Data da mesma época a demolição do adro da igreja, eu daria lugar á praça ainda hoje existente. A Igreja Matriz de São João Batista foi tombada pelo IPHAN, atual IBPC, em 8 de setembro de 1939, de acordo com processo nº. 75, inscrição nº240, do livro de Belas Artes. A Igreja Matriz foi elevada a Santuário no dia 15/01/2006. http://santuariosjb.com.br/santuario/
Praça Monsenhor Gerardo, 12 - Centro - Barão de Cocais - 31 3837-1766
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Basílica de Lourdes

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R. da Bahia, 1596 - Lourdes
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Basílica Nossa Senhora do Pilar - Ouro Preto

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Praça Monsenhor Castilho Barbosa, bairro Pilar
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Caeté - Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso,

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A Igreja Matriz é um templo católico barroco de Caeté, em Minas Gerais, Brasil. Foi projetada na primeira metade do século XVIII possivelmente por Antônio Gonçalves da Silva Bracarena, mas um relato de época a atribui o risco a Manuel Francisco Lisboa e a execução a Bracarena, sendo uma das edificações precursoras do rococó em Minas. Seu estilo chamou a atenção de Auguste de Saint-Hilaire, com proporções majestosas e fachada imponente, com um frontispício ornamentado coroado de medalhão, pilastras de cantaria em relevo, e três janelas no plano superior, com molduras também de pedra. O frontão é elevado e gracioso, com um óculo ao centro e uma cruz no topo, e as torres possuem corte quadrado e são arrematadas por coruchéus em forma de sino e pináculos nos cantos. O interior, com oito altares com sanefas e baldaquinos, possui bela talha dourada, obra de José Coelho Noronha. Aleijadinho participou da construção e decoração como aprendiz, sendo que alguns anjos da decoração são atribuídos a ele, e se considera que o estilo da igreja influenciou sua produção arquitetural própria em anos posteriores. O teto da nave é em abóbada de berço com pinturas de perspectiva ilusionística. Na capela-mor o retábulo mostra colunas salomônicas, anjos e um resplendor onde aparecem as figuras de Deus Pai e do Espírito Santo, além da imagem da padroeira, Nossa Senhora do Bom Sucesso. As janelas da capela-mor são notáveis por sua forma original. Finalmente, são de interesse o coro, realizado em madeira com discreto trabalho de tornearia, e a grande pia batismal em madeira.
Praça João Pinheiro, s/nº - Centro - Caeté
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Casa da Ópera - Teatro Municipal de Ouro Preto

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Casa da Ópera de Vila Rica – 243 Anos de História Inaugurado em 06 de junho de 1770, o teatro é considerado o mais antigo das Américas em funcionamento. É um edifício de fachada singela, lembrando a austeridade da arquitetura civil da época, de inspiração neoclássica de tradição barroca. Seu interior também “acanhado” segundo as palavras de Saint Hillare, constituí-se de quatro ordens de camarotes, encerrados por balaustradas de madeira recortada. A sala de espetáculos, originalmente, era iluminada por velas entre os camarotes; possui 300 lugares e sua acústica é perfeita. A construção da Casa da Opera, trazia implícita, a vinda das trupes regulares de atores e músicos, mas em Vila Rica eles já eram velhos conhecidos e se apresentavam no teatro de rua (como os conhecidos “mascaras”, que tem comprovada atuação nas danças e cantorias públicas), nas procissões de Corpus Christi e nas pomposas festas do Triumpho Eucharistico e do Aureo Throno Epischopal. O Teatro foi usado tanto nas comemorações oficiais quanto nas circunstanciais, trazendo aos espectadores peças que até então só se viam na Europa, onde a colônia buscava imitar a vida cotidiana da metrópole, copiando usos e costumes. O Teatro recebe em média, mais ou menos 13.000 mil visitantes por ano e uma média de 15.000 pessoas em apresentações também por ano. Manter em funcionamento um espaço, que além de ser um prédio histórico e também um dos mais procurados teatros de Minas Gerais, não é tarefa fácil. O prédio, que foi adquirido pelo município e hoje é conhecido como Casa da Opera/Teatro Municipal de Ouro Preto, abriga não só platéia, músicos, atores e visitantes. Abriga principalmente, traços importantes da nossa história, e seu palco, mais que lugar de riso e de lágrima, é lugar sagrado da nossa arte e da nossa cultura.
Rua Brigadeiro Musqueira S/N – Centro / Ouro Preto - MG. Telefone-(031) 3559.3224
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Catedral da Boa Viagem

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Uma história que marca a capital mineira O que é a Boa Viagem para você? Ela é um patrimônio histórico de Belo Horizonte? Ou seria a representação concreta do surgimento do povoado que deu origem a nossa cidade? Talvez, ela possa ser definida como o Santuário que nunca fecha as portas e a casa da padroeira da capital. Bem, ela é tudo isso, tudo integrado numa edificação que, de tão bela, dá graça ao ambiente paisagístico, cultural e arquitetônico de Belo Horizonte. Sua construção, em estilo neogótico, toca o céu em eterno sinal de devoção a Deus. A história da Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem nos remete ao início do século XVIII, entre os anos de 1701 e 1709. Naquela época, o português Francisco Homem Del Rey por aqui chegou e, onde hoje se encontra este magnífico santuário, ergueu uma capelinha de pau-a-pique para abrigar a imagem de sua protetora, a padroeira dos navegantes portugueses, que ele trouxe de sua terra natal para protegê-lo na travessia do Oceano Atlântico. Ao edificar esta igrejinha, para proteger a santa que o trouxe com segurança, ele não imaginava que ela atrairia tropeiros que cruzavam suas terras, e que eles a elegeriam como a padroeira dos viajantes. Suas graças e cuidados atraíram cada vez mais tropeiros e o entorno da capelinha, já insuficiente para abrigar tanta gente, se transformou em hospedaria, local de descanso, sempre sob a proteção de Nossa Senhora. A capelinha ficou pequena e então substituíram-na por uma igreja maior, construída no final do século XVIII, e que permaneceu de pé até a construção da atual. Há mais de 300 anos, Nossa Senhora da Boa Viagem abençoa esta terra. Sob sua proteção, a fazenda virou vila, que virou arraial, que se transformou na capital de um dos principais estados do país. A Boa Viagem é o coração de Belo Horizonte. Um lugar especial de fé, devoção e de adoração, por também abrigar o Santuário Arquidiocesano de Adoração Perpétua. Local onde, há 75 anos, é realizada a Adoração ao Santíssimo Sacramento, 24 horas por dia. A Igreja da Boa Viagem é um solo santo, é a pérola da Arquidiocese de Belo Horizonte, é a nossa casa de oração.
Rua Sergipe, 175. Centro
Belo Horizonte/MG.
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Centro Cultural Jardim Guanabara

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O Centro Cultural Jardim Guanabara (CCJG) foi implantado no dia 5 de dezembro de 2008, por meio de recursos aprovados no Orçamento Participativo, com o objetivo de incrementar a Região Norte com um espaço para produção, difusão e preservação da cultura e do patrimônio da comunidade. Em uma área de 472 m², o espaço possui biblioteca, salas multiuso com capacidade para 100 pessoas, salas para oficinas de artes plásticas, hall de exposições e praça de eventos.
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Centro Cultural Lagoa do Nado

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Rua Ministro Hermenegildo de Barros, 904 - Itapoã
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Cidade Administrativa

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A Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves é a nova sede oficial do Governo do Estado de Minas Gerais, Brasil. Localizado na Rodovia Prefeito Américo Renê Gianetti, no Bairro Serra Verde, o novo complexo de prédios do governo estadual é composto por seis edificações principais, divididas em prédios que abrigam a Sede do Governo, Secretarias de Estado, Centro de Convivência, auditório, prédio de serviços, além de unidades de apoio para equipamentos, praças de alimentação e restaurantes.

Obra de Oscar Niemeyer.
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Rod Prefeito Américo Gianetti, s/nº - Venda Nova
Complemento: Cidade Administrativa - MG 010
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Conservatório UFMG

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O antigo prédio de Escola de Música da UFMG, construído em 1926, foi totalmente restaurado, e abriga agora o Conservatório UFMG, um espaço cultural multiuso. O acervo, em exposição permanente, é composto por duas coleções: a Brasiliana, que reúne objetos de arte, livros e documentos raros de grande valor histórico, artístico e documental, e a de Arte Contemporânea, que representa a arte produzida em Minas na década de 60.
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Av. Afonso Pena, 1534. Centro. Belo Horizonte
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Coreto da Praça da Liberdade - Virada Cultural

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Escadaria do Palácio da Justiça

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Avenida Afonso Pena 1420
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Feira de Alimentação Tom Jobim

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Quarteirão fechado da Av. Bernardo Monteiro (entre Av. Brasil e Rua dos Otoni). Santa Efigênia. Belo Horizonte/MG
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Hospital Biocor

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Alameda da Serra, 217 - Entorno de Belo Horizonte Complemento: Vila da Serra
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Hospital Odilon Behrens

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Rua Formiga 50 - São Cristovão
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Igreja de Santa Luzia - Cidade Nova

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A pedra fundamental do que viria a ser a paróquia foi erguida em 1975 por Dom João Resende Costa. Cerca de 10 anos depois, era inaugurada a Igreja de Santa Luzia, no coração do bairro Cidade Nova. Hoje a igreja está sob a responsabilidade do padre João de Deus Dantas.
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Igreja do Rosário de Lavras

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Em 1904, com a construção da nova Matriz de Sant’Ana, a velha matriz passou a denominar-se IGREJA DO ROSÁRIO.Na década de 1940, a igreja quase foi vendida, mas, por intervenção dos lavrenses e especialmente do seu zelador, o professor José Luiz de Mesquita, tal fato não se consumou.Em 02/09/1948, a Igreja do Rosário foi tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.Diante da ação implacável do tempo, aos poucos, nosso marco histórico foi enfraquecendo, desgastando, mas por uma tomada de posição do prefeito de Lavras, em 1982, depois de uma iniciativa aplaudida, foi totalmente restaurado. As administrações seguintes vêm dispensando atenção especial para manter viva essa relíquia histórica. Em 13/10/1990, a Igreja do Rosário passou a abrigar o Museu Sacro de Lavras, com inúmeras peças valiosas.Atualmente ela está aberta à visitação pública, com exposições e apresentações artísticas. As preciosas e requintadas expressões de arte que vemos preservadas desde a construção dessa obra barroca até os detalhes dos altares, florões, cimalhas, policromia, imagens e maravilham-nos.Esse templo é realmente um monumento, um marco de nossa civilização que vale a pena ser visitado, admirado e preservado.
Em breve
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Igreja Dom Bosco

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Av. Ivaí, 1283 - Dom Bosco Belo Horizonte
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Igreja Nossa Senhora das Dores

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Igreja Padre Eustáquio

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Igreja Sagrada Família

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A Paróquia Sagrada Família localiza-se na região leste de Belo Horizonte no bairro de mesmo nome e tem como pároco Padre José Januário. Embora sua construção data do início do século passado, em plenos 74 anos de existência a paróquia possui traços modernos em sua arquitetura, com capacidade para 400 pessoas.
R. Costa Monteiro, 767 - Sagrada Família, Belo Horizonte (31) 3461-1079
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Igreja Santa Tereza

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Praça Duque de Caxias, 200 - Santa Tereza
Belo Horizonte - MG
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Igreja Santo Antônio

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Av. Contorno esquina com rua Espírito Santo - bairro Santo Antônio
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Igreja São Cristóvão

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Praça São Cristóvão - São Cristóvão
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Igreja São Geraldo

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Bairro São Geraldo
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Igrejinha da Pampulha

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Inhotim

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Itabira - Matriz Nossa Senhora da Saúde

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O início da construção da Igreja da Saúde se deu em 1823 por Bento Joaquim do Amaral e João C. Salgado. Já a conclusão só pôde ser efetivada, em 1848, por iniciativa do então presidente da Câmara Municipal, Cassemiro de Andrade. Nesse período ela possuía duas torres em seu frontispício, porém, em 1925, após uma tempestade que caiu na cidade uma delas foi atingida por um raio e a edificação teve que ser reformada. Foi então, que a ‘nova’ igreja passou a ter somente uma torre central. Essa edificação possui uma arquitetura que lembra o padrão das capelas coloniais mineiras. Como toda igreja daquela época a Igreja da Saúde também tinha um cemitério que era localizado à esquerda da edificação religiosa e se chamava São Francisco. Tal cemitério foi desativado, pelo padre Joaquim Santana de Castro, e os corpos tiveram que ser transladados para o Cemitério do Cruzeiro. A intenção do pároco era construir nesse ponto um Centro Comunitário, devido ao crescimento da cidade. Entretanto, isso não ocorreu. Atualmente, o local abriga pontos comerciais que são alugados para terceiros. A imagem de Nossa Senhora da Saúde que orna o altar principal veio de Portugal há mais de cem anos. Além do mais a Igreja Saúde abriga o “Museu de Arte Sacra”, com belas imagens de valor histórico e religioso. Em 09-12-1988 a edificação foi tombada pelo Conselho Consultivo Municipal do Patrimônio Histórico e Artístico de Itabira (Comphai). http://www.paroquiadasaude.com/index.php/comunidades/matriz
Dom Prudêncio - Nº 128 - Centro - Itabira (31) 3831-3142
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Lavras - Igreja do Rosário

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Memorial Minas Gerais Vale - Circuito Cultural Praça da Liberdade

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Caracterizado como museu de experiência, o Memorial instiga o visitante a descobrir a história e os costumes mineiros, do século XVIII ao momento atual, de uma forma diferente e interativa. Personagens ilustres, vilas barrocas, grandes autores, cidadãos comuns, moda, comida típica e até o futebol estão representados nas 31 salas que compõem o equipamento. Em todas elas, a tecnologia é utilizada em conjunto com objetos e cenários tradicionais para criar um espaço rico e futurista, que ressalte as experiências propostas pelo espaço. http://circuitoculturalliberdade.com.br/plus/
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Praça da Liberdade, esquina com rua Gonçalves Dias.
Belo Horizonte - MG
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Mercado Central

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Morar Mais - Mangabeiras

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Rua Engenheiro Bady Salum, 315, Mangabeiras (sentido mirante)
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Mosteiro Beneditino Nossa Senhora das Graças

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O Mosteiro Beneditino de Nossa Senhora das Graças foi fundado em 1949 pelas Monjas da Abadia de Santa Maria, São Paulo - SP. Vieram 12 irmãs, tendo à frente a madre Luzia Ribeiro de Oliveira. Aos poucos, o Mosteiro foi sendo construído, a comunidade foi crescendo, de modo que em 1963 já foi possível fazer outras fundações. O Mosteiro hoje tem 44 membros. As orações do Ofício Divino estão sempre abertas ao público.
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Rua do Mosteiro, 138 - Vila Paris
Belo Horizonte - MG
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Museu das Minas e do Metal - Circuito Cultural Praça da Liberdade

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O Museu das Minas e do Metal (MMM) foi concebido para destacar a marcante relação da história e das expressões culturais do Estado de Minas Gerais com a riqueza de suas minas e recursos naturais e também para celebrar a identidade do Estado e do seu povo. O edifício, conhecido como Prédio Rosa, inaugurado juntamente com a capital e a Praça da Liberdade, em 1897, foi restaurado, ampliado e adequado para sua nova finalidade pelos arquitetos Paulo Mendes da Rocha e Pedro Mendes da Rocha. As apresentações acontecerão na Praça de Convivência, amplo espaço com pé direito de 15 metros. http://circuitoculturalliberdade.com.br/plus/modulos/listas/index.php?tac=espacos
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Praça da Liberdade
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Museu de Arte da Pampulha

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Museu de Arte do Rio

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http://www.museudeartedorio.org.br/
Praça Mauá, 5, Centro - Rio de Janeiro - telefone: (21) 3031 2741
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Museu Histórico Abílio Barreto

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Museu Mineiro - Circuito Cultural Praça da Liberdade

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Instalado em uma edificação de 1895, que sediou o Senado Mineiro entre 1900 a 1930, o Museu Mineiro, que integra o Circuito Cultural Praça da Liberdade, guarda relevantes coleções de arte sacra, artefatos históricos e artes visuais produzidos em Minas Gerais. Sua missão é preservar, pesquisar e difundir a história cultural mineira, apresentando exposições de longa, média e curta duração e realizando ações educativas que potencializam o diálogo com o público.
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Avenida João Pinheiro, 342 - Lourdes
Belo Horizonte - MG
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Nova Era - Fazenda da Vargem

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Ouro Preto - Basílica de Nossa Senhora do Pilar

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A Basílica Menor de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto, Minas Gerais, é uma das edificações católicas mais conhecidas entre as que foram erguidas durante o Ciclo do Ouro. Foi construída em torno de uma capela erguida a partir de 16962 ou nos primeiros anos do século XVIII e ampliada em 1712 com recursos dos devotos, embora as intervenções principais tenham seguido até o final do século. Já a devoção de Nossa Senhora do Pilar foi trazida provavelmente de São Paulo, na bandeira de Bartolomeu Bueno, tendo a imagem sido entronizada na primitiva capelinha que antecedeu o templo. A Paróquia do Pilar foi a mais rica e populosa em Vila Rica, já que reuniu o maior número de irmandades e, por isso, a Matriz recebeu mais ornamentos em preparação para uma "boa morte". As irmandades tinham lugares específicos dentro do templo, uma forma de representar e expressar a hierarquia social dos fiéis. O "livro de compromissos" relacionava a participação das irmandades Santíssimo Sacramento (1712), Nossa Senhora do Pilar (1712), São Miguel e Almas (1712), Rosário dos Pretos (1715), Senhor dos Passos (1715), Sant'Anna (primeiro quartel) e Nossa Senhora da Conceição (até o primeiro terço do século XVIII). A igreja está localizada na Praça Monsenhor Castilho Barbosa.
Praça. Mons Castilho Barbosa, S/N - Rosário Ouro Preto - MG
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Ouro Preto - Igreja São Francisco de Paula

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Ouro Preto - Museu da Inconfidência

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Palácio da Liberdade - escadaria externa - Circuito Cultural Praça da Liberdade

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Paróquia Imaculado Coração de Maria

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Bairro Aparecida
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Paróquia Senhor Bom Jesus do Horto

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Parque Municipal - Gran Finale

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12h30
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Parque Municipal Américo Rennê Giannetti

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Inaugurado no dia 26 de setembro de 1897, antes mesmo da nova capital mineira, o Parque Municipal Américo Renné Giannetti é o patrimônio ambiental mais antigo de Belo Horizonte. Projetado no final do século XIX pela comissão construtora encarregada de planejar a nova capital de Minas Gerais, o parque localiza-se no hipercentro, região mais adensada da cidade. Apesar de ter uma área intensamente manejada, com a maioria das espécies existentes introduzidas, após sua implantação, o Parque forma hoje um ecossistema representativo com árvores centenárias e ampla diversidade de espécies. O Parque Municipal possui diversas nascentes que abastecem três lagoas e cerca de 280 espécies de árvores exóticas e nativas, como figueiras, jaqueiras, cipreste calvo, flamboyant, eucalipto, sapucaia, pau mulato e pau rei. Refúgio para a fauna silvestre, o espaço abriga aproximadamente 50 espécies de aves, entre bem-te-vis, sabiás, garças, periquitos, pica-paus, sanhaços, saíras e outros animais, como gambás e micos. Como opções de lazer, o Parque oferece brinquedos, equipamentos de ginástica, pista de caminhada, quadra poliesportiva, pista para patins e quadra de tênis. Abriga, também, brinquedos eletrônicos, como carroussel, roda gigante, minhocão, rotor, safári e pula-pula. Nele ainda encontramos os tradicionais burrinhos, fotógrafos lambe-lambes e o trenzinho. Com uma área de 182 mil m² de extensa vegetação, o Parque contribui para amenizar o clima da região central da cidade. Lá se encontram também o Teatro Francisco Nunes, construído em 1949 e que homenageia o maestro e primeiro diretor do Conservatório de Música, o Mercado das Flores, espaço, construído na década de 20, que abrigava originalmente a Estação dos Bondes e o Palácio das Artes.
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Pedro Leopoldo - Praça Chico Xavier

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A cidade homenageou o filho ilustre da cidade ainda em vida, em 1980, batizando a praça - também conhecida como Praça da Prefeitura -, com seu nome. Foi a primeira homenagem pública de Pedro Leopoldo a Chico Xavier. Vinte anos depois, a praça foi restaurada e, em 2004, após a morte do médium, ela foi ornamentada com o seu busto.
http://www.pedroleopoldo.mg.gov.br/
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Praça Sete

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Sabará - Casa da Ópera - Teatro Municipal

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Santuário Nossa Senhora da Conceição

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Rua Alem Paraiba 152, Lagoinha - Belo Horizonte
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SESC Palladium

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Teatro da Assembléia

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Teatro da Biblioteca Pública Luiz de Bessa - Circuito Cultural Praça da Liberdade

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Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro

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Saguão da Rodoviária
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Tiradentes - Santuário Santíssima Trindade

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http://www.santuariosstrindade.com.br/
Praça Padre José Bernardino, sem número - Bairro da Santíssima - telefone 32 3355-1220