Artistas

14 BIS

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O 14bis foi criado no final do ano de 1979, por músicos que já se conheciam e alimentavam a ideia de ter uma banda brasileira nos moldes daquelas bandas internacionais que tanto influenciaram e emocionaram seus integrantes. Beatles, Rolling Stones, Deep Purple, Yes, Led Zeppelin, Pink Floyd entre muitas outras. Mas a influência não se resume a música criada fora do Brasil. O “Clube da Esquina” foi para todos do 14 a prova que poderia ser criada no Brasil uma nova Música Brasileira original, popular e ao mesmo tempo sofisticada . Naqueles anos o Brasil ainda em processo de redemocratização era um país onde a formação de uma banda era vista com desconfiança pelas gravadoras. Foi com o aval de Milton Nascimento (produtor do primeiro disco) que o 14 foi contratado pela multinacional EMI Odeon para gravar o 14bis I, disco que rapidamente galgou as paradas com canções como Natural e Canção da América, esta uma inédita de Milton Nascimento e Fernando Brant. O trabalho mais recente é o CD e DVD “14BIS ao vivo”, primeiro DVD da banda contendo seus grandes sucessos e trazendo a participação de Flávio Venturini, Beto Guedes, Rogério Flausino e Marcus Vianna. O 14Bis é atualmente formado por: Cláudio Venturini - Guitarra - Vocal Hely Rodrigues – Bateria Sergio Magrão – Baixo – Vocal Vermelho – Teclados - Vocal. Foto: Site do 14 Bis

Banda Cantos de Minas

Banda Cantos de Minas

Boca Livre

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Boca Livre - Amizade Um disco de repertório novo do Boca Livre é sempre ótima notícia para a música brasileira. Ótima e rara: o último lançamento de carreira do grupo, Americana, é de 1995. Depois, vieram trabalhos retrospectivos como Boca Livre 20 Anos (1998), o encontro Boca Livre e 14 Bis – Ao Vivo (1998), o projeto especial Nossos Cantos (feito em parceria com o Instituto Escola Brasil, sem lançamento comercial, em 2001), e ainda o registro de show Boca Livre & Ao Vivo, de 2007 (DVD/CD) com convidados. Agora, o grupo fundado em 1978 lança Amizade para celebrar mais de três décadas de parceria musical, com um repertório renovado a partir de refinadíssimo garimpo realizado por Maurício Maestro (contrabaixo, violão e vocal), Zé Renato (vocal e violão), David Tygel (viola e vocal) e Lourenço Baeta (flautas, violão e vocal). Divisor de águas no universo dos grupos vocais brasileiros, o Boca Livre trabalha seu abençoado uníssono e os engenhosos arranjos que fãs e ouvidos mais atentos reconhecem imediatamente. Mas sem nostalgia ou repetição de ideias. A primeira faixa, “Baião do Acordar”, é uma composição do baixista pernambucano Novelli gravada pelo autor nos anos 70, junto com Naná Vasconcelos e Nelson Ângelo, e regravada por Egberto Gismonti naquela mesma década. Ao belo trabalho harmônico que traz frescor ao tema, com os pianos (elétrico e acústico) de João Carlos Coutinho, se sobrepõe o cello de Jaques Morelenbaum em belíssima participação. Em seguida, “Tempestade” aponta para direções atuais e atemporais: parceria de um dos maiores talentos de sua geração, o paulista Chico Pinheiro, com o paraibano Chico César, a canção praieira avança a partir dos toques afromísticos de Armando Marçal e do apelo exótico do duduk (instrumento de sopro da Europa Oriental e do Oriente Médio) de Zé Nogueira, desembocando no desenho brasileiríssimo de Danilo Caymmi à flauta. A linda “Terra do Nunca”, de Edu Lobo e Paulo César Pinheiro, é um achado e tanto: fez parte da trilha sonora de uma montagem teatral de Peter Pan que Sura Berditchevski dirigiu nos anos 90, mas permanecia inédita em disco. O arranjo totalmente acústico (Jorge Helder no baixo, Cristóvão Bastos ao piano), com destaque para as flautas de Lourenço Baeta e o cello de Iura Ranevski, tem a marca registrada do Boca Livre, com amplo espaço para o brilho vocal coletivo. Foto: Divulgação

Corporação Musical Euterpe Lagoana

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A constituição da Banda foi uma iniciativa do mestre Ilídio Cassimiro Costa, que congregou em torno da ideia três filhos seus - Ilídio Clementino Costa, Otaviano Augusto Costa, João Serapião Costa - e outros jovens músicos, para uma aprendizagem minuciosa sob uma disciplina rígida. Sob a regência de Otaviano surgiu a Corporação Musical Euterpe Lagoana, com banda e coro de vozes mistas. Tomando por base a tradição oral, a Corporação teria sido fundada em 1917 e estaria completando, em 2011, 94 anos. No entanto, o primeiro documento público que se refere à Euterpe Lagoana data de 17 de agosto de 1919, portanto, oficialmente, ela teria 92 anos. Após um período de decadência, a Sociedade Musical Euterpe Lagoana se reestrutura novamente, em 08 de outubro de 1937, sendo essa a razão de essa data ser mencionada no estatuto como a de sua fundação. Em 24 de maio de 1961, em assembleia, foi aprovada a reformulação do estatuto e a mudança de sua denominação: Sociedade Musical Euterpe Lagoana para Corporação Musical Euterpe Lagoana, recuperando assim a sua denominação primeira. Foto: www.ultimanoticia.com.br

Lô Borges

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Salomão Borges Filho, mais conhecido como Lô Borges (Belo Horizonte, 10 de janeiro de 1952) é um cantor e compositor brasileiro. Foi um dos fundadores do Clube da Esquina, grupo de artistas mineiros que marcou presença na música popular nas décadas de 1970 e 1980. É coautor, junto com Milton Nascimento, do disco Clube da Esquina, de 1972, que se tornou um marco na música popular brasileira. Entre suas composições mais famosas destacam-se, entre outras, Paisagem da Janela, Para Lennon e McCartney, Clube da Esquina n.º 2 e O Trem Azul. É considerado um dos compositores mais influentes da música brasileira, tendo sido gravado por Elis Regina, Milton Nascimento, Flávio Venturini e por ídolos do pop-rock, como Nenhum de Nós, Ira!, Skank e Nando Reis, entre outros. Foto: G1

Marcus Viana

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Mineiro de Belo Horizonte, Marcus Viana nasceu em uma família de músicos. Seu pai, Sebastião Viana, maestro, foi assistente e revisor das obras de Villa Lobos. Apesar de ter crescido em um ambiente musical, Marcus só iniciou seus estudos de violino aos 13 anos com o professor húngaro radicado no Brasil, Gabor Buza. No final da adolescência, Marcus viveu na Pensilvânia, Estados Unidos, onde participou como violinista da Orquestra Sinfônica de Harvertown e produziu suas primeiras composições. Apesar do intenso envolvimento com a música, Marcus se profissionaliza efetivamente a partir de sua classificação como violinista titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, onde permaneceu por sete anos. Paralelamente ao trabalho na Sinfônica, sua participação no grupo Saecula Saeculorum abre-lhe as portas para o rock progressivo. Marcus passa a eletrificar o violino, desenvolvendo vários trabalhos fundindo clássico, rock e elementos da música brasileira. Em 1979, cria o grupo Sagrado Coração da Terra, unindo música vocal e instrumental na linha do rock sinfônico progressivo com textos de orientação ecológica e espiritual. Hoje com oito álbuns lançados no Brasil (quatro deles também no Japão), o Sagrado é considerado pela crítica especializada, o maior grupo progressivo latino americano. Na década de 80, Marcus Viana grava e excursiona pelo Brasil em tournées com Flávio Venturini, Beto Guedes, Lô Borges e Milton Nascimento. Foto: Site oficial

Mulheres de Chico

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Em 2014 o MULHERES DE CHICO comemorou seu 8º ano de bloco. Para quem ainda não conhece, o Mulheres de Chico é hoje um dos blocos que mais atrai foliões no carnaval. Seu desfile já faz parte da programação oficial do carnaval carioca. No ano de 2013 o desfile aconteceu nas areias da praia do leme. O desfile ao estilo “concentra mas não sai” reuniu cerca de 50.000 pessoas, cantando e dançando pacificamente ao som das canções de Chico Buarque de Holanda. Foto: Márcia Moreira

Orquestra Corporação Musical Cachoeira Grande e Tenores In Concert

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A Corporação Musical Cachoeira Grande e Sete Tenores é uma corporação centenária da cidade de Pedro Leopoldo, MG, regida pela Maestrina Carol Malaquias. Foto: acervo pessoal da Regente

Sideral

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Cantor, compositor, guitarrista e produtor musical, Wilson Sideral, mineiro de Alfenas, atualmente vivendo em Belo Horizonte, mistura elementos de Rock, Soul, MPB e Blues em sua música “Sideral”. Com cinco álbuns de estúdio lançados e um EP (#Singles), o artista está agora em turnê com o seu recente trabalho “Canções de Computador” (2014). Com indicações aos prêmios Grammy Latino e Multishow de Música Brasileira, Wilson Sideral é também reconhecido por seu trabalho como compositor de ‘hits’ para artistas consagrados da música ‘pop brazuca’, como Jota Quest (“Na Moral”, “Fácil”, “Já Foi”…), Fiuk (“Foi Preciso Você”), Tomate (“Um Beijo Seu”, “Foi”, “You”…). Apresentações em grandes festivais de música, como Rock in Rio, Planeta Atlântida, Pop Rock Brasil, Triângulo Music Festival e Planeta Brasil, estão na “bagagem” do cantor mineiro, que está sempre “na estrada” e tem, na presença de palco, carisma e qualidade musical, características marcantes de suas apresentações. Foto: site oficial

Tadeu Franco

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Geraldo Tadeu Pereira Franca, conhecido pelo nome artístico de Tadeu Franco, nasceu em Itaobim, Minas Gerais, em 19 de agosto de 1957. Filho de Didico de Sousa Franca e de Esmeraldina Rodrigues Franca. Aos cinco anos de idade, Tadeu mudou-se para Teófilo Otoni onde, ainda pequeno, canta em festas de aniversário da vizinhança. Chegando em Belo Horizonte, trabalhou como vendedor, mas foi cantando na noite que conheceu Milton Nascimento. Em 1982, Bituca o convidou para gravar a música “Comunhão”, que faz parte do disco “Missa dos Quilombos”, ao lado dele e da cantora Simone. Grava, ao lado dos dois, o videoclipe de “Comunhão”, que é apresentado com sucesso na Rede Globo. Em 1984, lança o disco “Cativante”, com produção e direção de Milton Nascimento, arranjos de Wagner Tiso e Túlio Mourão e músicas de Tavinho Moura, Zé Renato e do próprio Milton. Na Câmara Municipal de Belo Horizonte, recebe o título de cidadão honorário e a comenda Rômulo Paes de Mérito Artístico. Foto: www.agendabh.com.br

Tavinho Moura, Fernando Brant & Mariana Branta - Conspiração dos Poetas

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Eles não nadam contra a corrente: eles fazem o que é o leito natural de nossa cultura, a música popular de qualidade. O que une Fernando, Tavinho e Mariana nessa apresentação é a vontade de mostrar em estado bruto uma das maneiras brasileiras de se fazer música e, ao lado disso, discutir os destinos do país. Querem andar pelo Brasil e falar com os brasileiros sobre a cultura nacional e sobre o destino desta Nação. O recital que apresentam baseia-se nas músicas do CD “Conspiração dos Poetas”, que Fernando e Tavinho gravaram com o músico e compositor Beto Lopes. E mais algumas das parcerias de Fernando com Milton Nascimento. Acrescentando-se as viagens sonoras que Tavinho Moura fez com seus outros parceiros: Milton, Murilo Antunes, Gonzaguinha e Márcio Borges. Mariana Brant é fonoaudióloga formada pela UFMG e professora de canto da Babaia Escola de Música. Convidada pelos compositores para participar do show "Conspiração dos Poetas", vem se apresentando ao lado deles por todo o Brasil. Gravou e é a principal intérprete do CD "Rua do Cachorro Sentado" de Tavinho Moura - CD que acompanha o livro Maria do Matué - uma estória do Rio São Francisco. Recentemente, Tavinho Moura e Fernando Brant compuseram o Poema Musical “Fogueira do Divino”.

Tavito

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Tavito ganhou seu primeiro violão aos 13 anos. Autodidata, começou a participar de serenatas e festas. Foi companheiro de geração de Milton Nascimento e de outros músicos mineiros, tais como Toninho Horta, Tavinho Moura e Nelson Angelo. Em 1965 conheceu Vinícius de Morais, que apreciou o estilo de Tavito e o convidou a participar de suas apresentações na capital mineira. Mais tarde, participou do conjunto Som Imaginário e no final da década de 1970 seguiu carreira solo. Produziu discos de alguns artistas (Marcos Valle, Renato Teixeira, Selma Reis e Sá & Guarabyra). Ficou sem realizar espetáculos entre 1992 e 2004, época em que se dedicou às composições, aos arranjos e à publicidade. Atualmente, Tavito está na ativa nas duas áreas. Foto: site oficial

Tianastácia

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Com a base musical ancorada no bom e velho rock’n roll, a família Nastácia transita por diversos estilos. Pop, rock, música eletrônica, romântica e outros ritmos possibilitam que o grupo surpreenda e cative novos públicos a cada álbum lançado. A irreverência, o bom humor e a criatividade nas músicas fazem do Tianastácia um dos maiores ícones do pop rock mineiro. Em 1992, os amigos André Miglio (vocal), Henrique Rodarte (guitarra), Antônio Júlio (guitarra), Beto Nastácia (baixo) e Cadu (bateria) se juntaram para se divertir fazendo música. A brincadeira ficou séria em 1995, quando o Tianastácia venceu o FestValda, com a música Cabrobó – que estourou nas rádios de todo o território nacional -, na categoria Inéditas. Com a consolidação do Tianastácia no cenário musical brasileiro, se tornaram frequentes as parcerias com grandes nomes da música nacional, como Beto Guedes, Lô Borges, Tom Zé, Maurício Tizumba, Chico Amaral, Skank, Jota Quest, Marina Machado, Pato Fu, Uakti, entre outros. Foto: site oficial

Toninho Horta

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Toninho Horta nasceu em berço musical. Seu avô materno, João Horta, era maestro e deixou sua marca em algumas cidades mineiras, como compositor de música sacra e popular. Além disso, Toninho teve, em sua formação autodidata, forte influência da mãe e de seu irmão mais velho, o baixista Paulo Horta, que liderou, nos anos 50, o Jazz Fã Clube – seleto grupo de músicos mineiros que difundia o melhor do jazz em Belo Horizonte. Músico profissional aos 16 anos, incentivado pelo irmão, Toninho começou a tocar na noite belo-horizontina. Nessa época conheceu Milton Nascimento e logo se tornaram parceiros com o samba-canção “Segue em Paz” (letra de Bituca). Mais tarde, com Milton e outros companheiros, participou do Clube da Esquina, álbum que marcou a MPB nos anos 1970. Após sua transferência para o Rio de Janeiro, no final dos anos 60, Toninho projetou-se no mercado nacional. Nos anos seguintes, entre Minas Gerais e Rio, trabalhou em centenas de gravações, ao lado de muitos artistas consagrados. Entre tantos, Gal Costa, Nana Caymmi, Elis Regina, João Bosco e seu amigo de Minas, “Bituca”. No início dos anos 80, Toninho teve sua primeira experiência tocando com músicos de jazz em Nova Iorque e realizando estudos na Juilliard School, no Lincoln Center. Nos anos 90, radicado em Nova Iorque, o músico consolidou sua arte no exterior. O virtuosismo de sua guitarra deu-lhe, em 1977, o prêmio de 5º melhor guitarrista do mundo pela revista londrina Melody Maker, e o 7º melhor, em 1988, consagrando-o como um dos mais admirados músicos dos últimos tempos. Além do reconhecimento pela crítica mundial e por músicos de toda a parte do planeta, Toninho leva na bagagem 25 CDs lançados, de sua autoria. Ainda em 2005, Toninho Horta recebeu mais um reconhecimento em sua carreira, com a indicação à 6ª edição do prêmio Grammy Latino com o álbum Com o pé no forró. O músico mineiro concorreu na categoria “Melhor Álbum de Música Popular Brasileira”, ao lado de outros grandes artistas da nossa música. Foto: www.guiadasemana.com.br

Trio Amadeus

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Trio Amadeus é música Mundial com personalidade mineira. Harpa, violão, violino. Música de qualidade e um lindo trabalho de vozes. Clássico e contemporâneo, ora medieval, ora moderno. Composto por Fábio Lopes (voz e violão), Marcelle Chagas (voz e harpa) e Rafael Cheib (guitarra), o Trio Amadeus surgiu em Outubro de 2003 com uma proposta inovadora: resgatar músicas eruditas de compositores consagrados tais como Bach, Mozart, Bizet, dando-lhes uma roupagem mais popular e contemporânea. Essa abordagem moderna da música erudita se dá pelo uso da guitarra e violão em substituição dos instrumentos tradicionais de uma orquestra. Os arranjos preservam a estrutura original das músicas, mas o timbre dos instrumentos lhes dá um tom popular e moderno. Foto: Guz Luz