Locais

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Academia Mineira de Letras

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O edifício da Academia Mineira de Letras foi construído na década de 1920, provavelmente em 1923/1924, para ser o consultório e residência do médico carioca, radicado na capital mineira, Eduardo Borges da Costa. Inicialmente, a construção abrigou a clínica particular de seu pai. A pequena clínica abrigava uma recepção, consultórios, dois quartos para internação de pacientes além de um laboratório, uma biblioteca e um banheiro. A construção foi planejada para receber ampliação e abrigar a residência da família do Dr. Borges da Costa, uma vez que a estrutura do prédio foi projetada para suportar um segundo andar. As análises dos projetos apresentados à prefeitura mostram o significativo acréscimo sofrido pela edificação em sua planta baixa original e passando a ter dois pavimentos. No Projecto Para Remodelação e Aumento da Residencia do Exmo. Sr. Dr. Borges da Costa, apresentado em 1926, na prefeitura de Belo Horizonte, existe a assinatura do arquiteto Luis Signorelli. Embora não exista confirmação documental, os indícios apontam que o projeto original também ficou a cargo de Signorelli. Trabalharam na obra também importantes artistas como o escultor austríaco Mucchiutti, responsável por muitas obras na cidade, e os marmoristas irmãos Natalli. A execução dos trabalhos ficou a cargo do Sr. Antônio Mias. Após a ampliação o casarão passou a reunir 44 cômodos, incluindo os pertencentes à clinica do Dr. Borges da Costa. Desde o início, a residência tornou-se ponto de referência de políticos, médicos, poetas e outras pessoas de renome que formavam a elite intelectual e política da nova capital. A residência acolheu inúmeros jantares e encontros durante vários anos. Em 1987 foi passada em comodato para a Academia Mineira de Letras e posteriormente restaurada. Em 1994 foi construído um anexo para receber eventos e reuniões. Atualmente o imóvel abriga as atividades da Academia e continua como um ponto de referência da arquitetura e memória da cidade. Exibir mapa ampliado Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Rua da Bahia, 1466 - Centro
Belo Horizonte - MG
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Baldim - Adro da Igreja Matriz de São Vicente

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A origem do Distrito de SÃO VICENTE. SÃO VICENTE FOI CRIADO PELA LEI 336, de 7 de Dezembro de 1948. Fica a 6 km de Baldim, sede do município e está localizado na parte Centro Leste do Estado de Minas Gerais. Segundo informações, essa comunidade surgiu de uma fazenda, “FAZENDA ZABELÊ”. Seu proprietário Senhor José Dias, fazendeiro e Senhor de escravos, morava em um grande sobrado (como dizia antigamente) no lugar onde hoje existe a piscina. O Sr. José Dias e sua esposa eram grandes devotos de “SÃO VICENTE DE PAULO” e tinham em casa uma capelinha, onde veneravam o santo. Mais tarde foi construída uma capelinha, onde hoje é a sede do CLUBE RECREATIVO, na praça central. Construiu também a primeira Fábrica de Tecidos, Fábrica “SÃO VICENTE” pois diziam que SÃO VICENTE é o protetor dos pobres e dos trabalhadores. A Comunidade cresceu e em vez de Fazenda Zabelê, ficou chamando SÃO VICENTE. A referida Fábrica fechou-se. Mais tarde foi comprada pelos dirigentes da COMPANHIA CEDRO E CACHOEIRA e permaneceu o mesmo nome: FÁBRICA SÃO VICENTE, sendo o santo, “SÃO VICENTE DE PAULO” O PADROEIRO DA Comunidade, homenageado e festejado por todos. A festa de SÃO VICENTE, durante muitos anos era celebrada no dia 19 de Julho, quando se comemorava o aniversário DO SÃO VICENTE ESPORTE CLUBE. Com o Concílio Vaticano II, passou-se a festejar os Santos na data de seu falecimento (SÃO VICENTE DE PAULO FALECEU EM 27 DE SETEMBRO DE 1660). Aqui em São Vicente, só em 1986, começou a celebrar em 27 de setembro, quando tínhamos como Pároco o Padre Adelino de Souza Lopes. A atual Igreja local, foi construída sob a direção da Cia. Cedro e Cachoeira que a manteve enquanto funcionou na Comunidade.
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Basílica Cura d'Ars

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A Paróquia do Santo Cura d’Ars foi constituída e instalada por Dom Antônio dos Santos Cabral, primeiro Arcebispo de Belo Horizonte, no dia 29 de junho de 1949. O Papa João Paulo II, no dia 1 de fevereiro de 1986, conferiu à Igreja do Santo Cura d’Ars o título e a dignidade de Basílica Menor. A palavra Basílica vem do grego e significa régio, real (adjetivo). Basílica, em sua origem, era o nome que o povo dava às construções maiores onde se realizavam os grandes negócios do Império Romano. Por sua amplitude e importância esses edifícios eram chamados de “reais” (palácio do rei). No século IV, alguns desses edifícios foram transformados em igrejas, bem como, de forma semelhante, ampla e majestosa, outras foram construídas: eram as basílicas cristãs. Por muitos séculos esse nome foi reservado apenas para as mais notáveis igrejas, por sua grande antiguidade ou celebridade histórica. Basílicas maiores – São as mais antigas e notáveis igrejas de Roma, em cujo altar somente o Papa pode presidir a celebração da Eucaristia. São elas: São João de Latrão, São Pedro (Vaticano), São Paulo fora dos muros e Santa Maria Maior. Consideram-se basílicas maiores romanas também as de São Lourenço fora dos muros, de Santa Cruz de Jerusalém e de São Sebastião. Em 1754, o Papa Bento XIV elevou a igreja de São Francisco, em Assis, à dignidade de Basílica Papal. Basílicas Menores – Outras igrejas, às quais o Santo Padre concedeu o título, são chamadas Basílicas Menores. São antigas igrejas de Roma e de célebres igrejas de diversas regiões do mundo.
Rua Cura d’Ars, 485 – Prado
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Basílica de Lourdes

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Lourdes é uma cidade localizada no sul da França. Em 1858, em uma gruta da cidade, Nossa Senhora apareceu 18 vezes a uma jovem de 14 anos – Bernadette Soubirous – que, anos mais tarde, seria canonizada pelo papa Pio XI como Santa Bernadete. A palavra basílica é de origem grega, vem de basileus, que significa rei. Na antiga Pérsia, os reis recebiam seus súditos em grandes salas de audiência, denominadas basílicas. Estas salas também inspiraram a arquitetura dos templos cristãos. Somente podem ser nomeadas “Basílicas” as igrejas que preenchem certos pré-requisitos de qualidade artística, centro de concentração e piedade popular. Distinguem-se dois tipos de basílicas – maiores e menores. As quatro Basílicas Maiores são: Basílica de Santa Maria Maior (Roma), Basílica de São João do Latrão (Roma), Basílica de São Paulo Extra Muros (Roma), e Basílica de São Pedro (Vaticano). As outras Basílicas no mundo são chamadas Menores. Basílica menor é um título honorífico concedido pelo Papa a igrejas em diversos países do mundo, consideradas importantes por diversos motivos, tais como:
  • Veneração que lhe devotam os cristãos;
  • Transcendência histórica;
  • Beleza artística de sua arquitetura e decoração.
http://www.basilicadelourdes.com.br/paroquia/
Rua da Bahia, 1596 - Lourdes - Belo Horizonte
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Casa do Baile

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Parte do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, a Casa do Baile foi reaberta em dezembro de 2002, transformando-se em Centro de Referência de Urbanismo, Arquitetura e do Design, ligado à Fundação Municipal de Cultura que por sua vez é ligada à Prefeitura de Belo Horizonte. A proposta deste centro é a de organizar, documentar e valorizar tanto os espaços construídos e simbólicos da cidade quanto objetos que se tornaram referência na vida cotidiana de nossa sociedade. Para tanto, o acesso democrático às informações relativas ao urbanismo, arquitetura e design torna-se fundamental para a valorização da identidade social dos belohorizontinos. A Casa recebe exposições temporárias, e divulga publicações, desenvolve seminários, encontros e outros eventos relacionados às áreas pertinentes à Casa. Possui um salão de 255 m², um auditório de 53 lugares com recursos multimídia, salas de apoio administrativo, ilha digital com os acervos documentais disponíveis a pesquisadores e ao público em geral. A Casa do Baile foi inaugurada em 19431 para abrigar um pequeno restaurante, um salão com mesas, pista de dança, cozinhas e toaletes. Situada numa pequena ilha artificial ligada por uma pequena ponte de concreto à orla. Com a finalidade de criar na Pampulha um centro de reuniões populares, a Prefeitura fez o edifício do Baile, local destinado às diversões havendo, portanto, duas finalidades na execução desta obra – a de valorização artística da Pampulha e a função social, como diversão para o povo. Como espaço de lazer e entretenimento nas noites belohorizontinas, a Casa do Baile logo se tornou palco de atividades musicais e dançantes freqüentada pela sociedade mineira. A proibição do jogo em 1946, resultou no fechamento do Cassino, atual Museu de Arte da Pampulha - MAP, refletindo sobre a vizinha Casa do Baile, que também foi obrigada a encerrar suas atividades em 1948. A partir desta data, sob a administração da Prefeitura, o espaço foi utilizado para variados fins comerciais. Nos anos 80, funcionou como anexo do Museu de Arte da Pampulha, restaurante e acabou novamente fechada. Como reconhecimento de sua importância para a identidade cultural do país, a edificação mereceu o tombamento em esfera federal, estadual e municipal. Em 2002 a Casa do Baile foi reaberta após sua restauração, realizada sob a coordenação do próprio Oscar Niemeyer com novos sistemas de climatização e iluminação. Seus jardins também passaram por um processo de revitalização obedecendo à intenção paisagística da proposta original de Burle Marx. Desde então, vem funcionando como um Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design.  
Pampulha - Av. Otacílio Negrão de Lima, 1685 - tel: 3277-7946
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Casa Grande

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http://www.casagrande.mg.gov.br/
http://www.casagrande.mg.gov.br/
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Casa Kubistschek - Museu - Pampulha

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A inspiração de Juscelino Kubitschek em erguer o Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da Pampulha teve origem tanto na sua vontade de criar em Belo Horizonte um espaço referência em lazer e diversão, quanto da intenção de urbanizar uma região considerada de difícil acesso e distante do centro da cidade. Para que tal empreitada tivesse sucesso, JK deu o exemplo. Incentivando o desenvolvimento habitacional da Pampulha, como parte do projeto do conjunto arquitetônico, encomendou a Oscar Niemeyer a construção de uma residência de campo para seu uso pessoal à orla da lagoa. A Casa Kubitschek, projetada com traços modernistas ocupa 680 m² de um terreno de 2.800 m². Construída entre 1940 e 1943, quando foi entregue à JK, a residência foi projetada de modo a preservar ao máximo a intimidade da família. Objetivo alcançado tanto por meio da estratégia de recuo da casa para o fundo do terreno, quanto pela criação do jardim de Burle Marx na entrada da residência e da setorização dos seus espaços internos. Logo na entrada vê-se o jardim adornado com rochas, palmeiras imperiais e um lago de carpas com o mesmo formato da lagoa da Pampulha. O telhado da residência chama a atenção ao reproduzir o formato borboleta, em ‘V’, utilizado no projeto do Iate Golf Clube. A diferença entre os telhados ocorre apenas pelo detalhe em madeira, típico da arquitetura colonial mineira, adicionado ao projeto da residência. No interior da casa a organização dos espaços e os detalhes na decoração incrementada pelos painéis de Alfredo Volpi e Paulo Werneck, revelam os traços da arquitetura moderna de Oscar Niemeyer e suas parcerias. A área social foi pensada para abrigar as salas de estar, de jantar e de jogos; já a área de serviços, possuía cozinha, banheiro e dependência de empregados; e a área íntima, mais reservada, possuía três quartos. O banheiro se ligava ao quarto por uma porta extra com saída para a área da piscina, que por vezes foi apontada “pelos inimigos de JK como ‘saída de emergência’ para suas supostas amantes.” Nos fundos da casa principal, próximo a piscina foi construída uma casa menor, com três quartos, duas salas e um banheiro, que era utilizada por JK como escritório. Aquele era um dos lugares preferidos de Juscelino Kubitschek, ali ele “costumava trabalhar e atender os telefonemas tomando sol na piscina.” A casa permaneceu ocupada pela família Kubitschek até 1945, quando JK rumou para o Rio de Janeiro para ser empossado deputado federal. Após sua partida, a casa ficou desocupada até 1956, ano em que o amigo, colega de seminário e padrinho de casamento, Jobert Guerra, ex-deputado e ex-prefeito de Diamantina, comprou o imóvel. Com a transação, a família Guerra passou a utilizar a casa, que sempre estava à disposição de JK em suas visitas à Belo Horizonte. Após o falecimento de Joubert Guerra em 1977, sua esposa, Juracy Brasilience Guerra, permaneceu morando no local até falecer em 2004. Com a sua morte, a prefeitura de Belo Horizonte demonstrou interesse em adquirir a casa para transformá-la em espaço cultural. Durante todo o período em que a família Guerra permaneceu no local, o imóvel e os móveis - em grande parte adquiridos pelo próprio Juscelino-, foram bem preservados. Dentre a mobília ainda estavam em boas condições, a geladeira e a cama de casal comprados por JK, além de uma mesa de bilhar francês e mais outros 90 itens. Em 2005 os herdeiros da família assinaram o Termo de Desapropriação transferindo o imóvel para a prefeitura, que somente em 2008 iniciou as obras de restauração e adaptação do espaço para a instalação do Museu Casa Kubitschek, com base no projeto desenvolvido pela Diretoria de Patrimônio da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. De acordo com a Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap), as obras de restauração de pisos, telhados, janelas, esquadrias, painéis artísticos e a construção de uma guarita, iniciados em 2008 com um orçamento de R$ 844,2 mil, tiveram de ser suspensas durante dois anos por falta de repasse de recursos da Caixa Econômica Federal. A restauração somente foi reiniciada em 2011, com um aditivo de R$ 211 mil para a realização da pintura, correção de infiltração e rebaixamento de gesso. Finalizados em dezembro de 2011, nem todos os reparos realizados foram bem sucedidos. Em visita realizada ao imóvel pela reportagem do jornal “Estado de Minas” em março de 2012, foram verificadas goteiras em um dos corredores. Apesar desse fato, o painel de Alfredo Volpi e os mosaicos de Paulo Werneck já haviam sido restaurados. As paredes estavam pintadas conforme o projeto original, e o sistema hidráulico, responsável pela alimentação das torneiras dos banheiros e da cozinha estavam desativados para reduzir os níveis de umidade e proteção da alvenaria, tecido e madeira. Segundo a arquiteta e então diretora do Museu de Arte da Pampulha e da Casa Kubitschek , Tereza Bruzzi, o maior desafio das obras era recuperar os traços originais do projeto paisagístico dos jardins de Burle Marx, que estavam consumidos pela vegetação selvagem que crescera de forma descontrolada. Além da restauração, de acordo com o projeto de adaptação da casa em museu, a piscina teria sua “profundidade reduzida em pelo menos 80% para se transformar em espelho d’água, ao lado do café a ser instalado na antiga casa dos funcionários da mansão”. Finalização da restauração Em fevereiro de 2013, a equipe do Museu de Arte da Pampulha e do Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB), estava realizando o processo de conceituação doa Casa Kubitschek. O término da restauração dos móveis e da recuperação do projeto original dos jardins de Burle Marx estava previsto para ser iniciado ainda em fevereiro, e a inauguração para junho de 2013. Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1994, e reconhecida como patrimônio municipal pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte (CDPCM-BH) em 2003, após inaugurada a Casa Kubitschek ficará sob a administração do Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB).
Av. Otacílio Negrão de Lima, 4188 - Pampulha
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Catedral da Boa Viagem

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Uma história que marca a capital mineira
O que é a Boa Viagem para você? Ela é um patrimônio histórico de Belo Horizonte? Ou seria a representação concreta do surgimento do povoado que deu origem a nossa cidade? Talvez, ela possa ser definida como o Santuário que nunca fecha as portas e a casa da padroeira da capital.
Bem, ela é tudo isso, tudo integrado numa edificação que, de tão bela, dá graça ao ambiente paisagístico, cultural e arquitetônico de Belo Horizonte. Sua construção, em estilo neogótico, toca o céu em eterno sinal de devoção a Deus.
A história da Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem nos remete ao início do século XVIII, entre os anos de 1701 e 1709. Naquela época, o português Francisco Homem Del Rey por aqui chegou e, onde hoje se encontra este magnífico santuário, ergueu uma capelinha de pau-a-pique para abrigar a imagem de sua protetora, a padroeira dos navegantes portugueses, que ele trouxe de sua terra natal para protegê-lo na travessia do Oceano Atlântico.
Ao edificar esta igrejinha, para proteger a santa que o trouxe com segurança, ele não imaginava que ela atrairia tropeiros que cruzavam suas terras, e que eles a elegeriam como a padroeira dos viajantes.
Suas graças e cuidados atraíram cada vez mais tropeiros e o entorno da capelinha, já insuficiente para abrigar tanta gente, se transformou em hospedaria, local de descanso, sempre sob a proteção de Nossa Senhora.
A capelinha ficou pequena e então substituíram-na por uma igreja maior, construída no final do século XVIII, e que permaneceu de pé até a construção da atual.
Há mais de 300 anos, Nossa Senhora da Boa Viagem abençoa esta terra. Sob sua proteção, a fazenda virou vila, que virou arraial, que se transformou na capital de um dos principais estados do país. A Boa Viagem é o coração de Belo Horizonte. Um lugar especial de fé, devoção e de adoração, por também abrigar o Santuário Arquidiocesano de Adoração Perpétua. Local onde, há 75 anos, é realizada a Adoração ao Santíssimo Sacramento, 24 horas por dia. A Igreja da Boa Viagem é um solo santo, é a pérola da Arquidiocese de Belo Horizonte, é a nossa casa de oração.

Rua Sergipe, 175. Centro
Belo Horizonte/MG.
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Cemitério do Bonfim - Virada Cultural

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Construído e inaugurado no final da década de 90, o Cemitério do Bonfim, como é conhecido, é a necrópole mais antiga da cidade. O local é composto por 54 quadras, divididas entre duas alamedas principais e diversas ruas secundárias. O espaço é fonte de pesquisa de vários profissionais, devido a seu acervo histórico, caracterizado por esculturas decorativas de túmulos e mausoléus. Muitos são de autoria de escultores italianos que vieram para o Brasil em fins do século XIX. Foto: Portal PBH  
Rua Bonfim, 1120 - Bonfim
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Centro Cultural Jardim Guanabara

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O Centro Cultural Jardim Guanabara (CCJG) foi implantado no dia 5 de dezembro de 2008, por meio de recursos aprovados no Orçamento Participativo, com o objetivo de incrementar a Região Norte com um espaço para produção, difusão e preservação da cultura e do patrimônio da comunidade. Em uma área de 472 m², o espaço possui biblioteca, salas multiuso com capacidade para 100 pessoas, salas para oficinas de artes plásticas, hall de exposições e praça de eventos.
Rua João Álvares Cabral, 277 - Floramar
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Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado

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O Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional foi criado para ser o espaço de debate em torno da cultura popular e tradicional, contribuindo para sua identificação, promoção e formação. O equipamento, além de oferecer oficinas e espetáculos, se configura como um espaço de discussão sobre a cultura popular na capital, configurando-se como um centro de excelência e importante espaço de formação. Para isso, novas atividades serão realizadas no casarão da Lagoa do Nado. Inclusive, uma das salas do local pode ser utilizada para reuniões e estudos sobre o tema da cultura popular em geral, podendo ser solicitada por diferentes grupos interessados. O Centro de Referência cria um canal aberto e contínuo de comunicação com os principais agentes e representantes da diversidade cultural da cidade, de forma a elaborar políticas públicas capazes de garantir as condições sociais de reprodução e perpetuação do nosso patrimônio imaterial. Espera-se que este espaço seja capaz de identificar, registrar e lançar luz sobre as mais diferentes práticas culturais de Belo Horizonte, tão ricas em cores, sons, cheiros, sabores e sentidos, mas, por vezes, ainda desconhecidas de muitos belo-horizontinos. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Rua Ministro Hermenegildo de Barros, 904 - Itapoã
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Centro de Referência da Moda - Auditório

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O CRModa é dotado de duas salas para exposição, salão de música, acesso gratuito à Internet e biblioteca, que conta com acervo especial sobre moda. O espaço atende a estudantes universitários de moda, professores, estilistas, profissionais do comércio, indústria e comunidade em geral. O CRModa ocupa uma das mais belas edificações da cidade. Localizado na esquina da Rua da Bahia com a Avenida Augusto de Lima, o edifício é tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA- MG) e pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte.
Rua da Bahia, 1149 - Centro - Belo Horizonte Telefone: 3277-4384
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Cidade Administrativa

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A Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves é a nova sede oficial do Governo do Estado de Minas Gerais, Brasil. Localizado na Rodovia Prefeito Américo Renê Gianetti, no Bairro Serra Verde, o novo complexo de prédios do governo estadual é composto por seis edificações principais, divididas em prédios que abrigam a Sede do Governo, Secretarias de Estado, Centro de Convivência, auditório, prédio de serviços, além de unidades de apoio para equipamentos, praças de alimentação e restaurantes.

Obra de Oscar Niemeyer.


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Rod Prefeito Américo Gianetti, s/nº - Venda Nova
Complemento: Cidade Administrativa - MG 010
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Conservatório da UFMG Auditório

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Exibir mapa ampliado A Sala de Recitais, que também funciona como auditório, possui 170 poltronas fixas e capacidade total para até 220 pessoas. Conta com um piano Steinway & Sons, especialmente projetado para pequenos espaços e é palco para a apresentação das séries musicais permanentes do Conservatório. Revitalizada, a sala de recitais é o espaço de maior significado do edifício. Ali, as telas dos pintores Antônio e Dakir Parreiras, do início do século passado e que retratam cenas da Ópera Tiradentes, decoram o ambiente, após sofrerem completo trabalho de restauração realizado pelo Cecor – Centro de Conservação e Restauração da Escola de Belas- Artes da UFMG Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Av. Afonso Pena, 1534 - Tel:(31) 3409-8300
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Conservatório UFMG

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O antigo prédio de Escola de Música da UFMG, construído em 1926, foi totalmente restaurado, e abriga agora o Conservatório UFMG, um espaço cultural multiuso. O acervo, em exposição permanente, é composto por duas coleções: a Brasiliana, que reúne objetos de arte, livros e documentos raros de grande valor histórico, artístico e documental, e a de Arte Contemporânea, que representa a arte produzida em Minas na década de 60.


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Av. Afonso Pena, 1534. Centro. Belo Horizonte
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Conservatório UFMG - Auditório

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A Sala de Recitais possui piano Steinway & Sons, mod. B, tem capacidade total para até 220 pessoas. As séries musicais do Conservatório são apresentadas nesta sala.

Revitalizada, a Sala de Recitais é o espaço de maior significado do edifício. Decoram o ambiente, as telas dos pintores Antônio e Dakir Parreiras, datadas do início do século passado e que retratam cenas da Ópera Tiradentes, após trabalho de restauração realizado pelo Centro de Conservação e Restauração da Escola de Belas- Artes da UFMG/Cecor .

Av. Afonso Pena, 1534 - Tel:(31) 3409-8300
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Escadaria do Palácio da Justiça

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O Palácio da Justiça Rodrigues Campos faz parte do conjunto de edifícios públicos projetados para a nova capital de MG, inaugurada em 1897 (anteriormente, a capital mineira era Ouro Preto). Com a construção de BH, buscava-se uma ruptura definitiva com a tradição colonial. É dentro deste estilo eclético com características neoclássicas que o arquiteto Raphael Rebechi projetou o Palácio da Justiça para abrigar a 1ª instância da comarca de BH e o Tribunal da Relação, Corte da 2ª instância de MG. O Judiciário foi o primeiro dos três poderes a se estabelecer em BH, mas, ainda sem sede própria, funcionou na antiga Secretária de Educação, na Praça da Liberdade, que hoje abriga o Museu das Minas e do Metal. Posteriormente, o Tribunal se mudou para o edifício do Instituto de Educação, na avenida Carandaí. A construção do prédio deu-se entre 1909 e 1911 e foi projetada pelo arquiteto italiano Rafael Rebecchi e construída pelo coronel Júlio Pinto, sob a orientação técnica do engenheiro José Dantas. Em 1912, o edifício foi inaugurado na avenida Afonso Pena, 1420. No alto da fachada principal e da lateral direita, chamam a atenção os lindos frisos em baixo-relevo, representando alegorias à Justiça Romana, obra do escultor suíço-italiano João Morandi. A escadaria exterior do Palácio, em granito, avança pela calçada portuguesa da Avenida Afonso Pena, numa possível infração às posturas municipais, mas nos convida a entrar no austero edifício, passando por sob o frontão clássico, entre quatro colunas gregas, com seus capitéis artísticos.
Penetrando no imponente saguão de entrada, deparamos com a magnífica escadaria metálica, vinda da Bélgica, no início do Século XX. De um lado e do outro do primeiro degrau de mármore de Carrara, duas estátuas femininas, em estilo belle époque, sustentam luminárias elegantes, em forma de tocheiros.
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Avenida Afonso Pena 1420. Centro. Belo Horizonte
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Guaranésia - Igreja Matriz de Santa Bárbara

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É imprecisa qualquer afirmação a respeito de uma data quanto à fundação da paróquia Santa Bárbara, uma vez que o primeiro Livro do Tombo foi perdido, embora registros no atual Livro de Tombo, apontem a ano de 1855 como data de fundação.    Os documentos mais antigos da paróquia são: 1) O documento de número 14, da família Souza Dias, que registra a Provisão do Oratório, datado de 20/01/1857, em favor da Fazenda Correnteza, que não pode servir como indicador sobre a fundação da paróquia, pois trata-se apenas de uma autorização para que fossem ministrados os sacramentos naquela capela. 2) O documento datado de 30/04/1858 que trata de uma provisão de Curato, registrada na Então Vila de Jacuí, em favor da Capela de Santa Bárbara, tornando-se independente.    Ambos foram outorgados por D. Antônio Joaquim de Melo, da Diocese de São Paulo.
Praça Cel. Paula Ribeiro, 41. Centro. Guaranésia. 35 35551463
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Igreja de Santa Luzia - Cidade Nova

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A pedra fundamental do que viria a ser a paróquia foi erguida em 1975 por Dom João Resende Costa. Cerca de 10 anos depois, era inaugurada a Igreja de Santa Luzia, no coração do bairro Cidade Nova. Hoje a igreja está sob a responsabilidade do padre João de Deus Dantas. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Rua Doutor Julio Otaviano Ferreira, 913 - Cidade Nova, Belo Horizonte
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Igreja de Santana - bairro Serra

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Rua Bernardo Figueiredo, 131 - Serra
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Igreja Dom Bosco

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Av. Ivaí, 1283 - bairro Dom Bosco
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Igreja Imaculado Coração de Maria

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Situada às margens da av. Antônio Carlos em Belo Horizonte, a Paróquia Imaculado Coração de Maria se destaca por ser sinal da devoção Mariana na Capital Mineira, tendo em sua fachada a grande imagem da padroeira. Com missas semanais às terças 15h. Aos sábados 18h e domingo 9 e 19h. Merece destaque a Missa campal que chega a reunir 2000 pessoas em frente a igreja nas quintas feiras 19h30.
Rua fides, 287. Bairro Aparecida. BH.
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Igreja Nossa Senhora das Dores

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A Igreja Nossa Senhora das Dores, também conhecida como Igreja da Floresta é um templo católico localizado em Belo Horizonte.. Situada na Rua Silva Jardim , com fachada para a Av. do Contorno, no bairro Floresta, foi construída em 1930 e possui estilo gótico, com uma torre de 61,8 metros de altura. É atualmente a igreja mais alta de Belo Horizonte que em breve deverá perder o título para a Catedral Cristo Rei, de 100 metros. A criação da paróquia se deu em 25 de dezembro de 1927. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Rua Silva Jardim, 100 - Floresta, Belo Horizonte
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Igreja Nossa Senhora das Graças e Medalha Milagrosa

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Rua Jequiriçá, 54 - bairro Concórdia
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Igreja Nossa Senhora do Carmo

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Em 16 de julho de 1940 D. Antônio dos Santos Cabral expediu o decreto nº 37 criando a Paróquia de Nossa Senhora do Carmo. Uma das atrações da igreja refere-se à decoração, pois foi uma das partes mais difíceis. Primeiro as janelas: vitrais lindos e coloridos com motivos bíblicos sobre Nossa Senhora. -que foram desenhados e executados pela fábrica "Conrado" de São Paulo, sob a orientação de Frei Benigno Dissel. Atualmente esses vitrais são um diferencial e atraem vários turistas.
Av. Nossa Senhora do Carmo, 463 - Sion/Carmo
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Igreja Nossa Senhora Mãe da Igreja

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A Paróquia Nossa Senhora Mãe da Igreja foi erigida e canonicamente instituída pelo Decreto 5/78, protocolo 6111, de 19 de marçode 1978. “Fazemos saber”, diz este decreto, “que atendendo ao crescimento da população e principalmente às necessidades espirituais dos fiéis desta cidade de Presidente Prudente, determinamos criar uma nova Paróquia no Bairro do Seminário.” A nova Paróquia foi desmembrada das Paróquias de São José e da Catedral, e, atualmente limita-se com as Paróquias Nossa Senhora de Fátima, Menino Jesus de Praga, São Paulo Apóstolo, São Lucas, São Francisco de Assis . O Padre Expedito Cavalcante foi nomeado seu primeiro vigário pela Portaria número 31, de março de 1978, tendo tomado posse no dia 19 deste mês, um Domingo de Ramos, estando presentes o Excelentíssimo Senhor Bispo Diocesano, Dom Antonio Agostinho Marochi, os senhores Roberto Lotes (sic), da Rua Elizeu Prestes, 162 e Dirceu Matheus, da Rua Paulo Marques, 885. O templo já estava praticamente concluído, pois fazia parte das construções do já existente Seminário Diocesano. Nas notas preliminares registradas no Livro do Tombo, Padre Expedido relata que “...quanto aos sacramentos, Penitência e Eucaristia, uma boa frequência notava-se da parte dessa pequena comunidade como fruto do trabalho de Padre João Goetz, então Reitor do Seminário e assistente da Comunidade, com o auxílio de alguns seminaristas , que, aos sábados já reuniam, para reflexão, um pequeno grupo de jovens. Um (pequeno) grupo de cursilhistas provindos de outra Paróquia da Cidade, trabalharam nas obras de acabamento da nova Matriz. Este mesmo grupo começou também um trabalho de catequese com as crianças do Bairro , tendo já preparado um bom número deles para a Primeira Comunhão e para a Crisma”.
Rua Iraí, 429 - bairro Vila Paris
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Igreja Nossa Senhora Perpétuo Socorro

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A nossa história foi construída por meio de muito trabalho, fé, dedicação e, acima de tudo, Amor. Encontramos em Deus a força que nos fez vencer os desafios, e, hoje, continuamos a construir a nossa história, com a Graça e Amor Infinito do Senhor!

Em 2011, celebramos 52 anos. Conhecer nossa história é fundamental para compreendermos o presente e trabalharmos o futuro de nossa comunidade.

  http://www.perpetuosocorrobh.org/historia_da_paroquial.html
Rua Olímpia, 188 - bairro Boa Vista
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Igreja Nossa Senhora Rainha - à confirmar

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Rua Modesto Carvalho Araujo, Nº 227 bairro Belvedere
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Igreja Padre Eustáquio

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Pelos anos trinta, toda a nossa região era ainda território pertencente à Paróquia de São Francisco das Chagas, confiada aos Freis Franciscanos, no Carlos Prates. Desde a posse do Frei Zacarias van der Hoeven, OFM, não se descuidou do núcleo populacional, que estava surgindo, chamado “Vila Celeste Império”. Em 1933 houve uma pequena Missão na Vila, pregada pelo Frei Mário Cornelissen. Ele foi o apóstolo da Vila. Em 1934 ficou pronta a capela-mor da igreja já existente, que recebeu o seu acabamento em 1935. De 1936 em diante as missas já foram sempre semanais.

Vários freis franciscanos se dedicaram à Vila Celeste Império e durante o ano de 1940 Frei Anselmo foi encarregado pelo Arcebispo, de preparar o desmembramento da Paróquia de S.Francisco das Chagas. Com mais ou menos 2.000 habitantes, o futuro se projetava aí: a construção do Aeroporto, a canalização da Avenida Pedro II, a construção do Carmelo, o Balneário da Ressaca, o calçamento da Rua Contagem, tudo influiu para o progresso. No dia 01 de janeiro de 1941 foi criada a Paróquia de Cristo Rei, por Decreto do Arcebispo, Dom Antonio dos Santos Cabral, ficando a Rua Manhumirim como divisa das duas Paróquias. Aos 18 de novembro de 1941 ela foi confiada aos Padres Dominicanos, sendo seu primeiro Vigário o Frei Boaventura Chasserieu, O.P., que tomou posse no dia 23 de novembro de 1941. E no mesmo dia 18, por Decreto Episcopal, foi designado como titular São Domingos. Estes dados encontram-se no “Livro de Tombo da Paróquia Cristo Rei da Vila Celeste Império – 1941”. Um outro livro de Tombo, cujo Termo de Abertura foi assinado pelo secretário do Arcebispado, Pe. Armando De Marco, aos 27 de maio de 1943, é da Igreja Matriz de São Domingos. E começa já com a nomeação do Pe. Eustáquio van Lieshout ss.cc..

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Rua Padre Eustáquio, 2405 - Padre Eustáquio. 31 3462 6557
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Igreja Sagrada Família

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A Paróquia Sagrada Família localiza-se na região leste de Belo Horizonte no bairro de mesmo nome e tem como pároco Padre José Januário. Embora sua construção data do início do século passado, em plenos 74 anos de existência a paróquia possui traços modernos em sua arquitetura, com capacidade para 400 pessoas.
R. Costa Monteiro, 767 - Sagrada Família, Belo Horizonte (31) 3461-1079
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Igreja Santa Efigênia dos Militares

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A Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, que se estabeleceu em Belo Horizonte desde o início da instalação da Capital trouxe de Ouro Preto (Alto da Cruz) a imagem e a devoção à Santa.

Em 1899 a PM fundou a Irmandade de Santa Efigênia dos Militares, formada quase que exclusivamente de militares, construiu uma Capela em honra da padroeira, nomeando-a Capela de Santa Efigênia dos Militares.

Decreto da criação da Paróquia

Em 19 de março de 1923, festa de São José, foi assinado pelo então Bispo Dom Antônio dos Santos Cabral o Decreto de criação da Paróquia Santa Efigênia dos Militares.

Rua Alvares Maciel, 223 - Santa Efigenia
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Igreja Santa Rita de Cássia

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A história da Paróquia Santa Rita de Cássia teve início muito antes de sua criação.

Em 22 de março de 1929 foi realizada a primeira festa no alto da "Villa Mendonça”, local onde hoje está localizada a subestação da CEMIG. Nesse dia foi colocado um Cruzeiro, marco da religião católica e idealizada a construção de uma capela. Como Santa Rita de Cássia era a padroeira da "Villa Mendonça", foi também decidido que a capela receberia o seu nome. A Villa pertencia à Paróquia Nossa Senhora do Carmo.

No ano seguinte, em 18 de fevereiro, foi celebrada a primeira Missa no Cruzeiro. A devoção a Santa Rita por todo o povo da região começou nessa data.

No ano de 1931, no dia 22 de maio, dia devotado à Padroeira, foi celebrada Missa campal e procissão.

Em 22 de maio de 1932 foi novamente realizada a Missa seguida de procissão.

Os registros existentes entre 1932 e 1942 não permitem verificar como se desenvolveram os acontecimentos relacionados à capela, à devoção a Santa Rita e às celebrações realizadas.

Em 1942 retornam os registros relacionados à Igreja. Em 31 de maio, na Casa Paroquial dos Padres Carmelitas (Igreja Nossa Senhora do Carmo) foi realizada a 1ª reunião da Comissão Construtora da Capela. Em 08 de julho de 1945 foi apreciada a planta da capela que seria construída nos lotes 18, 19 e 20 do quarteirão 8 da 2ª Seção Suburbana (Rua São Domingos do Prata, local onde a Igreja está até hoje).

No dia 26 de agosto de 1945, às 10:00 horas, em solenidade presidida pelo então Arcebispo D. Antônio Santos Cabral, foi lançada a pedra fundamental da Capela. No ano seguinte, em 09 de junho, dia de Pentecostes, às 09:00 horas, foi celebrada a primeira Missa com a Benção da Capela. Presidiu a celebração Monsenhor José Dias Bicalho e estiveram presentes, dentre outros, o Prefeito de Belo Horizonte, Dr. Pedro Laborne Tavares e representantes do Interventor do Estado, Dr. João Beraldo.

De 1946 até janeiro de 1952, a Capela continuou a fazer parte da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo. A criação da Paróquia se deu em 1º de janeiro de 1952, através do Decreto 11º71, tendo sido seu território definido a partir do desmembramento das Paró­quias de Nossa Senhora do Carmo e de Santo Antônio.

Além de definir seus limites geográ­ficos, o decreto definiu as responsabilidades de todos os habitantes da nova Paróquia, com relação à sua preservação. Cabe destacar: Empenho na construção da nova Matriz e da casa Paroquial; Fundação de uma Bolsa da Obra das Vocações Sacerdotais; Sustentação do respectivo Pároco.

Rua São Domingos do Prata, 270 – Bairro São Pedro. Belo Horizonte
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Igreja Santa Tereza

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É importante que a atual e as futuras gerações saibam como foi difícil aos moradores da comunidade do Bairro Santa Tereza construir sua própria matriz. Grande parte dos moradores ainda não sabem que o prédio da Matriz de Santa Teresa e Santa Teresinha demorou mais de 30 anos para ser concluído. O trabalho de construção da nossa matriz começou no dia 25 de dezembro de 1930, quando foi criada a Paróquia, por Dom Antonio dos Santos Cabral, primeiro Arcebispo de Belo Horizonte. Desde então, estiveram envolvidos na construção do prédio a comunidade, a Igreja Católica, os poderes públicos e muitos contribuintes particulares e anônimos. O mestre desta imensa obra foi Padre José de Campos Taitson, nomeado com a criação da Paróquia, e que aqui permaneceu durante 15 anos, entregando a comunidade a matriz funcionando na Rua Eurita, e a laje das torres, bem como o arcabouço da Igreja definitiva preparado para receber as paredes e o teto. Homenagem especial deve ser feita ao ex-Governador Olegário Maciel que, em nome do Estado, no ano de 1931, doou o terreno, oito lotes, para sediar a matriz. Um dos motivos de permanência de seu busto na Praça. Dezenas de moradores participaram também desta grande obra, destacando-se o coronel Afonso Elias Prais, Dr. João Deschamps de Andrade, as famílias Goretti, Mathias, de Esther Magalhães, Bonconselho, D’Avila, Milton Carvalho Campos, Ângelo Rabelo, Virgilio de Abreu Martins Filho e tantos outros, moradores da comunidade, que não foram presidentes de comissões, mas colaboraram nas diversas campanhas de doação para compra dos mármores, dos bancos, da pintura, etc., para que os católicos do bairro pudessem se orgulhar da majestosa Matriz, que é uma das mais belas e maiores da cidade. Texto de Luis Góes retirado da Internet. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Praça Duque de Caxias, 200 - Santa Tereza. Belo Horizonte - MG
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Igreja Santíssima Trindade

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A Paróquia Santíssima Trindade foi criada em 31 de dezembro de 1960, conforme Decreto Nº 176, dado e passado na Arquiepiscopal Cidade de Belo Horizonte. De 1961 ao primeiro semestre de 1965 estiveram à frente da Paróquia os seguintes padres: Pe. Armando de Marco, pároco, e  Pe. Aventino Alves Machado, vigário cooperador. Em 07/07/1965, Pe. Antonio Lorenzo Martinez foi designado pároco e começou imediatamente o contato com os paroquianos visando encontrar um local onde celebrar as missas dominicais, as quais começaram a ser celebradas, inicialmente, em casas de particulares: aos sábados, na residência dos senhores Rômulo e Dona Célia Nappo; aos domingos, na residência do senhor José Harry e Maria Antonieta Leite.  A partir de 1966, as Eucaristias passaram a ser celebradas no abrigo do Edifício Arimar, à Av. Afonso XIII, 580, de propriedade do casal Arino e Maria Passos. Em 1966 foi organizado um sistema de arrecadação de doações para a construção da igreja. Havia um responsável por quarteirão, sob a direção do senhor Antonio Mourão. Deu-se em 21/05/1967 o lançamento da pedra fundamental da igreja, com Missa campal presidida pelo Bispo Auxiliar Dom Serafim Fernandes de Araújo, no terreno doado pelo casal Willer de Magalhães Pinto e sua esposa Olga Gutierrez Pinto, e a senhora Aurora Gutierrez Zander. Em fevereiro de 1968 iniciou-se a catequese de Primeira Eucaristia, sendo que em 13/06/1968 - Solenidade de Corpus Christi -, foi celebrada a Missa com a Primeira Comunhão de oito crianças (no abrigo do Edifício Arimar). Em 1969 foi criada uma comissão do "projeto da construção", a cargo do engenheiro Marcelo Morais Rezende. Nessa época o Pe. Vicente Megale substituiu o Pe. Antonio  (1968-1969), que se encontrava fazendo um curso na Espanha. Em 1970 foi criada a comissão encarregada de acompanhar o projeto. Dessa comissão faziam parte os senhores: Geraldo Furtado de Oliveira, Sebastião Figueiredo, Ayrton Passos, Manoel Wilkens Pereira e João da Mata. E, em 1971, a responsabilidade da construção ficou a cargo do engenheiro Marcus Resende Kfoury. Em 19/05/1971, Dom João de Resende Costa autorizou a edificação da igreja, e em 06/06/1971 iniciou-se a construção do salão paroquial. Na data de 15/08/1971 foi publicado o primeiro número do boletim paroquial "Paróquia Presente", concretizando o sonho de Pe. Antonio, de fazer com que todos os paroquianos conhecessem e participassem das atividades da Paróquia. Seus fundadores foram: Frederico Ozanam Ramos, Maria Conceição Eloi e Júnia Camisassa Rodrigues.
Praça Leonardo Gutierrez, 125 - bairro Gutierrez. Belo Horizonte
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Igreja Santo Antônio

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Avenida do Contorno, 6738 - Santo Antônio. Belo Horizonte
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Igreja São Cristóvão

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Praça São Cristóvão - São Cristóvão

Igreja São Geraldo

Avenida Itaité, 530 - São Geraldo. Telefone: 31 3487-1614 31 3487-3289
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Igreja São Mateus

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R. Odilon Braga, 372 - Anchieta
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Igreja São Pedro Apóstolo

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Rua Januária, 580 - bairro Floresta
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Igrejinha da Pampulha

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Uma das principais atrações do conjunto arquitetônico e urbanístico da Pampulha, a Igreja São Francisco de Assis, emoldurada pelas águas da lagoa, reúne as genialidades do arquiteto Oscar Niemeyer, do paisagista Burle Marx e do pintor Cândido Portinari. A combinação gerou a construção em tons azuis, com linhas e curvas totalmente revestida por azulejos e pelos painéis que retratam a Via Sacra e a imagem de São Francisco. A igreja permaneceu durante 14 anos proibida ao culto. Aos olhos do arcebispo Dom Antônio dos Santos Cabral,a igrejinha era apenas um galpão, apesar de, em seu interior,abrigara Via Sacra, constituída por 14 painéis de Cândido Portinari, considerada uma de suas obras mais significativas. Os painéis externos também são de Cândido Portinari– painel figurativo,e de Paulo Werneck –painel abstrato. Os jardins são assinados por Burle Marx. A Igreja da Pampulha é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG)e pela Gerência do Patrimônio Municipal. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Av. Otacílio Negrão de Lima, 3000. Pampulha. Belo Horizonte
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Instituto de Educação - auditório

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Rua Pernambuco, 47 - Funcionários. Telefone: 31 3273-7511
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Itabirito - Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem

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Não se pode precisar a data da construção da Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem de Itabirito. Contudo o erudito historiador marianense Monsenhor - Cônego Raimundo Otávio Trindade, crê na existência da Paróquia de Itabirito, antes de 1747. Porém, já em 1721 era Itabirito assistida espiritualmente, sendo então celebradas Missas e administrados os Sacramentos por Sacerdotes Católicos, a que tudo indica, tinham sua residência nesta localidade. Assim, vejamos: aos 08 dejulho de 1721, era realizado o primeiro Batizado de um adulto com o nome de Josef, escravo de Tomas Barbosa; aos 21 de junho de 1721 primeiro enterro, de Paulo, escravo do Pe. Paulo Carvalhosa de Castro. Já em 01 de fevereiro de 1722, era realizado o casamento de Domingos e Grácia, escravos de Luiz Castilho de Valêncio. Atribui-se a construção da Igreja como sendo de 1710 a 1720 construção muito sólida, seu interior um tanto sombrio, convida a alma à elevação, ao colóquio com Deus, à prece, à meditação. Seus altares encantam. Há um conjunto de três altares, o Altar Mor com dois laterais primeiramente colocados, simplesmente deslumbrantes no seu todo; suas molduras bem talhadas relembram uma infinidade de arabescos artisticamente trabalhados e dispostos com suas colunas espirais salamônicas, douradas. Não se pode também deixar de citar o trabalho nos púlpitos laterais. As suas torres nos relembram castelos medievais com seu estilo sírio. Magnífico relógio possui a Matriz, construído pelo então vigário Pe. Francisco Xavier de Souza (1871 a 1914), na simplicidade de seu mecanismo, funciona admiravelmente até hoje. A exemplo de outras cidades há necessidade de que as autoridades locais abram uma verdadeira campanha em prol do turismo para se conhecer as grandezas da terra e as construções bi-seculares. Há verdadeira harmonia na combinação das cores nas suas pinturas. No forro teto do presbitério aparecem grandes quadros representando a Ave Maria, gênero este de pintura talvez único no Estado. Na Capela Mor tudo se refere ao SS. Sacramento. Em 1915, no paroquiato do Pe. Randolfo Henriques, passou a Matriz por uma grande reforma; arrancaram o assoalho de tábuas da sacristia e daCapela do Santíssimo e colocaram ladrilhos. A nave central conservou o assoalho com tábuas, porém, por pouco tempo, pois ele desapareceu na reforma seguinte. Neste mesmo paroquiato foi colocado à frente do Altar Mor, um outro altar todo feito com mármore de Carrara, maravilhoso, só que não cabia dentro do estilo da igreja e mais tarde sairia. Na regência do Monsenhor Antônio Faustino dos Reis, a parte interior da Matriz foi toda restaurada: os Altares, tetos e outras partes trabalhadas foram feitas, orientadas por Jair Ignácio. O assoalho de tábuas da Nave Central substituído por ladrilhos, padronizando assim o piso da igreja. Na ocasião foram retiradas das partes laterais em balaústres torneados, feitos de Jacarandá, que hoje ornamentam residência em alhures; isto para maior aproveitamento do templo que já estava pequeno para conter a população crescente. Foi retirado o Altar de mármore, aparecendo novamente o antigo de beleza rara. Finalmente foi feito um acréscimo na parte do fundo, foi adaptada uma sacristia, em outro acréscimo ao lado da torre que contém o relógio. E na atualidade, com nossa regência, percebendo que a parte externa principalmente, estava em condições precárias resolvemos fazer um trabalho de recuperação de todo o edifício. Assim retiramos 95% do reboco, que estava estragado e colocamos um novo, o engradamento do telhado que depois de noventa anos estava todo apodrecido, como atesta milhares de pessoas que viram o madeirame à porta da Igreja Matriz, foi na sua totalidade substituído por parajú. Na parte de iluminação foram colocadas onze lanternas, estilo colonial no seu exterior e, no seu interior substituídas as lâmpadas fluorescente e no seu lugar entraram oito lustres de cristal, dando destarte uma grande primitividade ao templo. Foi colocado também, no frontispício da igreja duas novas janelas de ipê e uma talisca formando um magnífico conjunto arquitetônico, sem, contudo, ferir as regras do barroco. Nas janelas laterais entraram treze novas guilhotinas, também de ipê, substituindo as antigas que estavam apodrecidas pelo tempo. O serviço de pintura foi feito de novo, exceto os painéis da nave central e da Capela do Santíssimo, obedecendo, a rigor as exigências do estilo, o serviço de restauração da Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem de Itabirito não termina por aí, pois para colocá-la no seu estado original arrancamos os ladrilhos, substituindo-os por tábuas corridas. do livro "Fundamentos históricos da Paróquia de Nossa Senhora da Boa Viagem" de autoria do Pe Miguel Fiorillo Descrição Área de 867 m², a Igreja está situada no centro do núcleo urbano que deu origem à cidade de Itabirito. O acesso principal se faz por modesta escadaria cimentada. É composta por nave única, coro e torres laterais de seção quadrada. Posteriormente, recebeu dois cômodos na lateral direita, entre o corpo da torre e a capela lateral, formando o batistério e um depósito que vem trabalhando como contra-forte da parede da nave, que teve sua estrutura comprometida com o abatimento do aterro na lateral leste. Ocupando toda a largura da Igreja, na parte posterior, foi executado outro anexo, onde se instalou a nova sacristia e um depósito no pavimento superior. Ainda na fachada posterior, criou-se pequeno apêndice, para a instalação sanitária. A primeira etapa construtiva é toda em alvenaria de pedra com forros e pisos tabuados. Os anexos são em tijolos cerâmicos, com forros em laje, pisos cimentado e ladrilho hidráulicos. As molduras dos vãos, os cunhais da torre, a escadaria que dá acesso ao coro são em cantaria. O frontispício conserva a disposição típica dos templos mineiros: o corpo central com porta principal e duas janelas-sacada de coro, ladeado por torres e encimado pela empena arrematada com pedestal e cruz em pedra, com óculo curvilíneo. A marcação é feita horizontalmente por cimalha de perfil curvilíneo em cantaria; verticalmente tem-se cunhais e pilastras em massa e sobre base em pedra. Nas torres, os cunhais toscanos, molduras de vãos e cimalhas são em pedra, encimados por pináculos. A fachada lateral direita, no corpo correspondente ao partido original, os vãos se dispõem com afastamentos irregulares. Observam-se as duas primeiras janelas com largura menor que as demais. Nos anexos, a tipologia das esquadrias foi mantida. Na lateral esquerda, a porta original de acesso à nave e à capela se mantém. A cobertura é em duas águas no corpo da nave e da capela-mor, estendendo sobre o pavimento superior do anexo da sacristia, a dos corredores laterais e anexos é em uma água. A cobertura possui beiral estreito em beira-seveira. As torres têm cobertura, cimalhas e coruchéu em pedra. Sua rica decoração interna mostra o apogeu econômico na época de sua construção. A nave tem quatro retábulos, dois púlpitos com douramentos, pinturas e dossel. O arco-cruzeiro, com talha em alto relevo, tem douramentos e painéis com paisagens. A pintura do forro da nave é do século passado. No coro, o forro tem três painéis com pintura decorativa, separando-se da nave com lambrequins de madeira. Os balaústres são em madeira torneada, não recebendo pintura. Na capela-mor o forro apainelado tem pintura decorativa. O altar-mor é também da primeira fase do barroco mineiro e o camarim tem pintura monocromática. O arcaz se encontra desde 1956, na nova sacristia. Os lustres são de cristal, colocados na década de 80. A iluminação externa é feita por luminárias em forma de lampiões fixadas nas fachadas e holofotes em postes nas ruas frontais .
Praça Dom Silvério, 10 - Boa Viagem

Itabirito - IFMG - Instituto Federal de Minas Gerais

Contato: Denise 8759-4564 (diretora)
Rua José Benedito, 139 - Bairro Santa Efigênia
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Itabirito - Mercado Municipal

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Dr. Eurico Rodrigues

Lagoa Santa - Orla da Lagoa - Praça do Areião

Praça do Areião - Orla da Lagoa - Av. Getúlio Vargas próximo ao número 5.480
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Memorial Minas Gerais Vale/Auditório-Circuito Cultural Praça da Liberdade

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Caracterizado como museu de experiência, o Memorial instiga o visitante a descobrir a história e os costumes mineiros, do século XVIII ao momento atual, de uma forma diferente e interativa. Personagens ilustres, vilas barrocas, grandes autores, cidadãos comuns, moda, comida típica e até o futebol estão representados nas 31 salas que compõem o equipamento. Em todas elas, a tecnologia é utilizada em conjunto com objetos e cenários tradicionais para criar um espaço rico e futurista, que ressalte as experiências propostas pelo espaço. http://circuitoculturalliberdade.com.br/plus/ Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Praça da Liberdade, esquina com rua Gonçalves Dias.
Belo Horizonte - MG
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Mercado Central

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Av. Augusto de Lima
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Mosteiro Beneditino Nossa Senhora das Graças

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O Mosteiro Beneditino de Nossa Senhora das Graças foi fundado em 1949 pelas Monjas da Abadia de Santa Maria, São Paulo - SP. Vieram 12 irmãs, tendo à frente a madre Luzia Ribeiro de Oliveira. Aos poucos, o Mosteiro foi sendo construído, a comunidade foi crescendo, de modo que em 1963 já foi possível fazer outras fundações. O Mosteiro hoje tem 44 membros. As orações do Ofício Divino estão sempre abertas ao público.


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Rua do Mosteiro, 138 - Vila Paris
Belo Horizonte - MG
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Museu Histórico Abílio Barreto

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Ouro Preto - Basílica de Nossa Senhora do Pilar

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A Basílica Menor de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto, Minas Gerais, é uma das edificações católicas mais conhecidas entre as que foram erguidas durante o Ciclo do Ouro.
Foi construída em torno de uma capela erguida a partir de 16962 ou nos primeiros anos do século XVIII e ampliada em 1712 com recursos dos devotos, embora as intervenções principais tenham seguido até o final do século.
Já a devoção de Nossa Senhora do Pilar foi trazida provavelmente de São Paulo, na bandeira de Bartolomeu Bueno, tendo a imagem sido entronizada na primitiva capelinha que antecedeu o templo.
A Paróquia do Pilar foi a mais rica e populosa em Vila Rica, já que reuniu o maior número de irmandades e, por isso, a Matriz recebeu mais ornamentos em preparação para uma "boa morte". As irmandades tinham lugares específicos dentro do templo, uma forma de representar e expressar a hierarquia social dos fiéis.
O "livro de compromissos" relacionava a participação das irmandades Santíssimo Sacramento (1712), Nossa Senhora do Pilar (1712), São Miguel e Almas (1712), Rosário dos Pretos (1715), Senhor dos Passos (1715), Sant'Anna (primeiro quartel) e Nossa Senhora da Conceição (até o primeiro terço do século XVIII).
A igreja está localizada na Praça Monsenhor Castilho Barbosa.

Praça. Mons Castilho Barbosa, S/N - Rosário Ouro Preto - MG
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Ouro Preto - Casa dos Contos

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A Casa dos Contos, um dos mais prestigiados monumentos do barroco mineiro atualmente, está localizado em Ouro Preto, MG. Construída entre 1782 a 1784, serviu inicialmente como residência a João Rodrigues de Macedo, proprietário da casa, e Casa dos Contratos, do arrematante da Arrecadação Tributária das Entradas e Dízimas. Nessa mesma época, serviu como esconderijo para os membros da Inconfidência Mineira. Durante a repressão à Inconfidência Mineira, a casa serviu para acomodar as tropas do vice-rei, e de prisão para os inconfidentes com elevados títulos sociais. Em 1792, Macedo, em grande dívida com a Real Fazenda, transferiu a casa para esta, que a transformou em sede da administração e contabilidade pública da Capitania de Minas Gerais e mudou seu nome para Casa dos Contos. Entre 1820 a 1844, a casa foi ampliada, incorporando à Casa dos Contos a Casa de Fundição do Ouro e a Casa da Moeda, para poder exercer a função de Secretaria da Fazenda no mesmo local ocupado pelo Tesouro Nacional. No ano de 1897, enquanto o monumento recebia várias modificações, a casa passou a ser ocupado pelos Correios e pela Caixa Econômica. Em 1970, a Prefeitura Municipal ocupou o prédio. Por fim, no ano de 1973, o Ministério da Fazenda assumiu novamente o imóvel e o transformou em um Centro de Estudos do Ciclo do Ouro, com a finalidade de mostrar a história econômico-fiscal do Ciclo do Ouro. Após o Ministério da Fazenda assumir o local e transformá-lo em museu, diversos acervos históricos foram filmados, fotografados e escritos, com o objetivo de disponibiliza-los para pesquisas e elaborações de trabalhos sobre o Ciclo do Ouro, a história de Minas Gerais e do Brasil.
Rua Camilo de Brito, 31 - Centro. Ouro Preto - MG
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Ouro Preto - Casa Tomaz Antonio Gonzaga

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Casa na qual residiu Tomás Antônio Gonzaga, ouvidor, inconfidente das Minas Gerais e autor de uma das mais conhecidas histórias de amor das alterosas, quando utilizando o pseudônimo Dirceu, escrevia belos e famosos poemas para sua musa inspiradora Marília. Hoje a casa é sede da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura da Prefeitura de Ouro Preto. O gramado nos fundos da casa é objeto de um cuidado excepcional e tem uma bela vista panorâmica do Pico do Itacolomi. No quintal, o turista encontra também um tanque que era utilizado pelos escravos.
Rua Cláudio Manoel, 61 - de frente para Igreja São Francisco de Assis
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Ouro Preto - distrito de Antônio Pereira

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Fundado por volta dos fins do séc. XVII o antigo Arraial de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Pereira, hoje distrito de Ouro Preto, teve junto a história de Minas Gerais destaque, sendo um dos primeiros núcleos de mineração da região. Hoje, ao visitar o distrito, saltam aos olhos os mistérios que povoam o imaginário coletivo frente às ruínas da antiga igreja de Nossa Senhora da Conceição, arrasada por um incêndio em 17 de fevereiro de 1830. Os escombros que ainda permanecem em pé guardam em seu interior um intrigante cemitério abandonado frente ao altar de pedra esquecido no tempo. Para além destas ruínas, em constante atividade religiosa e celebrações de eucaristia, encontra-se a belíssima Gruta de Nossa Senhora da Lapa, uma pequena capela fundida a grande rocha. Sua datação, imprecisa, está na tradição de sua história por volta de 1757.
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Ouro Preto - distrito de Cachoeira do Campo

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Com um glorioso passado, marcado por conflitos e desdobramentos históricos, o distrito de Cachoeira do Campo carrega, em sua memória, personagens e cenários de fundamental importância para a história de Minas e, sobretudo do Brasil. Por aqui, se deu - entre os anos de 1707-1709 o confronto entre e Paulistas e Portugueses por assim apelidados como Emboabas, “do tupi, galinhas calçudas, uma referencia pejorativa ao hábito, até então incomum aos paulistas, dos portugueses de usarem calças e botas”¹. Posteriormente, frente à grande pressão da corte portuguesa com a tarifação da quinta parte de ouro extraída na região em 1720, eminências de revoltas passaram a eclodir por todos os arraias, tendo a figura de maior mártir o líder revolucionário Filipe dos Santos, enforcado e mutilado em Vila Rica (Ouro Preto). Tal fato histórico, por sua vez, levou o Conde de Assumar a propor junto ao Rei de Portugal a divisão entre as capitanias de São Paulo e Minas Gerais, nascendo assim, futuramente, o Estado de Minas.  
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Ouro Preto - distrito de Glaura / Igreja Matriz Santo Antônio

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Carinhosamente chamada de Casa Branca, o distrito de Glaura é um dos mais antigos da região. Todavia, o nome Glaura foi dado ao distrito em 1943 em homenagem ao poeta Árcade, Manuel Inácio da Silva Alvarenga por sua obra inspiradora que hoje nomeia o distrito.  Ainda assim, o nome popular Casa Branca remonta-se a figura do bandeirante Balthazar de Godoy dono da primeira Capela do distrito no séc XVIII. Tal capela, posteriormente, Matriz de Santo Antônio da Casa Branca configura-se como um belíssimo local para devoção e celebração de festas ao padroeiro do distrito. Artesanato e Culinária também não passam despercebidos, nas bonecas feitas em palha, retalho, bordados a mão, tricô e crochê e os tradicionais doces caseiros do distrito.   
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Ouro Preto - distrito de Lavras Novas

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Distrito querido por ouropretanos, marianenses e turistas em geral. Lavras Novas foi o último distrito anexado a Ouro Preto em 22 de outubro de 2005. Preserva-se, ao longo do distrito, vestígios originais do período colonial presentes nos calçamentos, cruzeiros, casebres e capelas, ressaltando aqui a capela de Nossa Senhora dos Prazeres com torres e frontão não ornamentados, incomuns as demais capelas do mesmo período, o que a torna rara e convidativa a uma visita. Com ótima infra-estrutura na rede hoteleira e gastronômica, bares e restaurantes proporcionam ao turista uma experiência divertida e única para todas as idades nas noites do distrito. E para quem busca por aventuras também encontra em Lavras o lugar certo para práticas de rapel, tirolesas, escalada, trekking, trilhas off Road e cavalgadas.  
Igreja Matriz
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Ouro Preto - distrito de Santa Rita

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O distrito de Santa Rita de Ouro Preto guarda em sua particularidade uma matéria prima, em grande abundância, fundamental para o artesanato ouro-pretano, a pedra-sabão. São incontáveis os trabalhos artísticos feitos no distrito com este material na confecção de jarros, vasos, santos, panelas, porta-jóias, lembrançinhas, indumentárias, adornos em geral e entre outros. Extraída desde o séc. XVIII a pedra-sabão foi fundamental para as manifestações do Barroco Mineiro que adorna os frontões das matrizes, igrejas, chafarizes e esculturas em Minas Gerais. O Distrito também ganha seu destaque histórico como uma antiga rota de comércio dos Tropeiros que levavam produtos do litoral aos mais remotos lugares do interior de Minas.  
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Ouro Preto - distrito de Santa Rita - Igreja Matriz

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distrito de Ouro Preto, dista 30 km da sede. Localiza-se na latitude 20º 32' 01" Sul e longitude 43º 33' 07" Oeste e está a uma altitude média de 1030 metros.1 É mundialmente conhecida como a "Capital da Pedra Sabão". Lá se encontram as maiores reservas da genuína PEDRA SABÃO. Na época do descoberta do ouro em nossa região, vários bandeirantes ficaram sabendo que no local onde hoje é Santa Rita havia grandes possibilidades de encontrarem ouro. Entre eles, Martinho D'Vasconcelos Nobre Gomes, que trouxe também sua esposa Dona Ana Terezinha de Castro Gomes. Vieram do Rio de Janeiro pela Estrada Real. Chegando no distrito, os bandeirantes descobriram que não havia muitas minas de ouro, mas havia muitas montanhas que em seus interiores haviam toneladas da TALCO OU ESTEATITA, conhecida como Pedra Sabão. Daí, achando que não haveria nenhum valor, foram para as áreas de Vila Rica, atual Ouro Preto. No local, ficaram apenas o casal Martinho D'Vasconecelos e Dona Ana que construíram sua casa que foi destruída na época de 60. Na época, o local era conhecido como Chácara Doce ou Chácara. Havia poucas casas e os populantes sobreviviam do cultivo de feijão e arroz. Em 1815, Dona Ana construiu uma pequena capela na região e colocou lá a imagem de Santa Rita de Cássia que havia trago do Rio de Janeiro. Martinho D'Vasconcelos era ateu, não possuia religião. Espancava sempre sua esposa e fazia trabalhar como escrava. Mas Dona Ana nunca perdeu a fé na Santa das Causas Impossíveis. Em 1850, Martinho D'Vasconcelos queimou a capela que a esposa havia construído, o único objeto que ficou intácto foi a imagem de Santa Rita que Dona Ana escondeu debaixo de sua cama. A casa do casal era feita de pau-apique e possuia grandes mosquitos como percevejos. Por esse motivo, um ano depois, Martinho D'Vasconcelos faleceu vítima da Doença de Chagas. Após o ocorrido, Dona Ana voltou para o Rio de Janeiro, casou-se novamente e teve dois filhos. Em 1840, Dona Ana voltou a localidade de Chácara e construiu, desta vez, a Igreja de Santa Rita de Cássia, que hoje é a Capela de Santo Antônio. Por este motivo, o local ficou conhecido como Santa Rita de Cássia. Dois anos após, Dona Ana morreu por causas naturais, com 95 anos. Em 1945, os moradores da localidade construíram uma Igreja para a Santa que Dona Ana havia deixado para eles. A Igreja nunca foi alterada. Possui traços modernos e é a maior da região. Em 1920, um bandeirante, José Leandro de Paula Rodrigues (Nacionalidade não documentada) mudou-se com sua esposa, Dona Maria Joana Siqueira Rodrigues (grávida de dois meses de João Leandro Rodrigues) e com sua filha, Maricota Leandra Rodrigues,a época possuía um ano e meio, para a localidade de Santa Rita. Havia apenas uma família na região, a do minerador Albano José Feliciano Gomes. Candidatou-se a vereador de Ouro Preto em 1929 e foi eleito com mais de 1.000 votos percentuais. Assim, conseguiu que Santa Rita de Cássia fosse transfigurada para distrito de Ouro Preto, que ficou conhecida como Santa Rita de Ouro Preto. Em 1932, Dona Maria Joana faleceu deixando dois filhos. José Leandro, em 1940, construiu um armazém e uma pequena Indústria de Panelas de Pedra Sabão (hoje, a maior da América Latina) na localidade e casou-se um ano após com a turca, Maria dos Anjos com quem teve 10 filhos (Maria de Assis Rodrigues de Paula, Maria José Leandra Rodrigues, Deusdedith de Paula Rodrigues, José Leandro Rodrigues Filho, Washington Leandro Rodrigues, Mário Rodrigues de Paula, Maria Ângela Rodrigues, Maria D'Assunção Rodrigues de Paula, Léa Maria Rodrigues, Maria dos Anjos Leandra Rodrigues. Deixando Santa Rita nas mãos do povo, faleceu em 1948 e Dona Maria em 1950. Santa Rita foi crescendo e sendo conhecida pelo Artesanato. Tornou-se o maior distrito de Ouro Preto, até em 1960 quando Cachoeira do Campo foi reconhecida como distrito da cidade histórica. Em 1996, um dos filhos de José Leandro foi eleito prefeito de Ouro Preto, crescendo ainda mais o conhecimento de Santa Rita. Hoje possui 14 subdistritos e é conhecida e apreciada por todos por ter belíssimas cachoeiras e pontos turísticos. Infelizmente, está abandonada e sem atenção. Mas visa prevalecer a beleza e a cultura do distrito. Possui (segundo pesquisa de 2007) 3.439 habitantes.
Distrito de Santa Rita -
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Ouro Preto - Igreja Nossa Senhora do Carmo

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A Igreja Nossa Senhora do Carmo está localizada no Centro Histórico da cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais. É considerada um dos mais importantes templos da arte colonial mineira e também um dos últimos projetos do arquiteto Manuel Francisco Lisboa, pai de Antônio Francisco Lisboa, conhecido como Aleijadinho. O templo católico foi construído em estilo rococó - a última fase do Barroco, menos carregado de ouro. É a única igreja mineira que utilizou azulejos portugueses na decoração da capela-mor, e esses representam vários santos da Ordem Carmelita. A portada é uma bela obra de escultura, atribuída ao Aleijadinho, que retrata o Monte Carmelo com as três estrelas e simbolizam os três santos da Ordem – São Simão Stock, São João da Cruz e Santa Tereza d’Ávila. A Ordem Carmelita tem como padroeira a Nossa Senhora do Carmo, que é a grande advogada das almas do purgatório. Sua iconografia a traz vestida com manto marrom e uma capa branca, carrega o Menino Jesus em seus braços e, em uma das mãos, traz o escapulário.
Rua Brigadeiro Musqueira, s/nº, Centro histórico de Ouro Preto
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Ouro Preto - Igreja Nossa Senhora do Rosário

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A Igreja Nossa Senhora do Rosário localizada em Ouro Preto, Minas Gerais, teve sua construção iniciada em 1785, em substituição da primitiva capela que havia no mesmo local. Foi onde esteve guardado o Santíssimo Sacramento da Paróquia entre 1731 a 1733, durante a construção da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar. Com a fachada em forma circular, possui semelhanças com as igrejas do norte da Europa. Seu interior, ao contrário da parte externa é bastante simples. A escultura de Santa Helena é atribuída a Aleijadinho e as imagens de Santo Antônio e São Benedito a seu irmão, padre Félix. A autoria da planta em ovais intersecantes é desconhecida. O risco do frontispício e da empena é atribuído à Manuel Francisco de Araújo. A igreja foi reformada em 1930, com o acréscimo de ladrilhos hidráulicos franceses coloridos no piso.
Largo do Rosário
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Ouro Preto - Igreja São Francisco de Assis

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A Igreja da Ordem Terceira de São Francisco de Assis teve suas obras iniciadas na segunda metade do século XVIII, em 1766, sendo finalizadas na primeira metade do século XIX, em 1810. Ela foi projetada e ornamentada por Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho (passou vinte e nove anos trabalhando nessa arquitetura), e pintada por Manuel da Costa Ataíde, o Mestre Ataíde. Tal construção tem o seu exterior rico em detalhes feitos em pedra sabão, sendo a mais rebuscada dentre todas as outras igrejas da época. No alto da entrada principal há a imagem da Nossa Senhora da Conceição e um medalhão que retrata São Francisco de Assis recebendo as chagas de Cristo. A fachada principal e o corpo possuem forma curvilínea (característica barroca) e as torres são cilíndricas e recuadas, diferentemente das outras igrejas nas quais elas são retas, dando a impressão de que se aproximam do público. O interior da igreja também é bem detalhado, tendo paredes e tetos revestidos por madeira esculpida e peças folheadas em ouro (era a época do ciclo do ouro no Brasil). Os altares laterais possuem anjos, flores e espinhos. Estes seguem o modelo do Rococó e são pintados em branco e ouro. O lugar possui uma capela-mor que é coberta com abóbada de madeira e que contém quatro medalhões ovais nos cantos (São Conrado, Santo Ivo, Santo Antônio e São Boaventura). Ao sair da capela-mor, vê-se a sacristia, a qual possui um lavabo esculpido em pedra sabão e o mesmo era utilizado pelo padre para que o mesmo purificasse suas mãos antes de realizar suas missas. E, saindo da Igreja, encontra-se o cemitério da ordem, que foi construído após a Igreja.
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Ouro Preto - Igreja São Francisco de Paula

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Ouro Preto - Museu da Inconfidência / Praça Tiradentes

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A Praça Tiradentes é uma praça localizada na cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais. Foi o local onde a cabeça do mártir da independência, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes foi exposta (1792) em Vila Rica, atual Ouro Preto. No local onde estivera o poste (atual Praça Tiradentes) se encontra hoje um monumento ao Mártir. Verifica-se que curiosamente, a estátua em bronze de Tiradentes está de costas para a então residência oficial do governador. O local onde hoje se encontra a Praça Tiradentes, em Ouro Preto, era conhecido no século XVIII como Morro de Santa Quitéria e durante quase todo o século XIX, chamou-se Praça da Independência. Em 1894, com a inauguração do Monumento em homenagem a Tiradentes, passou a se chamar Praça Tiradentes. Por volta de 1750, começava a se formar o conjunto arquitetônico da praça. Em 1748, aproximadamente, já começava a funcionar no local o novo Palácio dos Governadores. Hoje, a Praça Tiradentes é marcada por dois imponentes prédios: o Museu da Inconfidência (antiga Casa da Câmara e Cadeia - 1784) e o Museu de Ciência e Técnica (antigo Palácio dos Governadores). Compondo o conjunto, há um admirável casario colonial onde se destacam: - Conjunto Alpoim: são diversas casas que teriam sido projetadas pelo brigadeiro José Fernando Pinto Alpoim, que vão do número 52 ao 70. Entre elas, está a casa de Dom Manoel de Portugal e Castro, que foi o último governador da Capitânia de Minas Gerais no período colonial. As três grades das sacadas apresentam uma curiosidade; nelas se encontram a inscrição: “ para memória do benefício imortal teu nome fica gravado neste metal .” Há uma lenda que conta que a amante do governador é que teria mandado fazer a inscrição na sacada de sua casa. - Casa da Baronesa. Nº 33. - Câmara Municipal e Posto de Informações Turísticas. Nº 41. - O Restaurante Estudantil – REMOP. Nesse local, no século XVIII, existiu a Santa Casa de Misericórdia. O prédio atual, em estilo neoclássico, já serviu como Fórum no princípio do século.
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Palácio da Liberdade - escadaria externa - Circuito Cultural Praça da Liberdade

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Parque Municipal Américo Rennê Giannetti

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Inaugurado no dia 26 de setembro de 1897, antes mesmo da nova capital mineira, o Parque Municipal Américo Renné Giannetti é o patrimônio ambiental mais antigo de Belo Horizonte. Projetado no final do século XIX pela comissão construtora encarregada de planejar a nova capital de Minas Gerais, o parque localiza-se no hipercentro, região mais adensada da cidade. Apesar de ter uma área intensamente manejada, com a maioria das espécies existentes introduzidas, após sua implantação, o Parque forma hoje um ecossistema representativo com árvores centenárias e ampla diversidade de espécies. O Parque Municipal possui diversas nascentes que abastecem três lagoas e cerca de 280 espécies de árvores exóticas e nativas, como figueiras, jaqueiras, cipreste calvo, flamboyant, eucalipto, sapucaia, pau mulato e pau rei. Refúgio para a fauna silvestre, o espaço abriga aproximadamente 50 espécies de aves, entre bem-te-vis, sabiás, garças, periquitos, pica-paus, sanhaços, saíras e outros animais, como gambás e micos. Como opções de lazer, o Parque oferece brinquedos, equipamentos de ginástica, pista de caminhada, quadra poliesportiva, pista para patins e quadra de tênis. Abriga, também, brinquedos eletrônicos, como carroussel, roda gigante, minhocão, rotor, safári e pula-pula. Nele ainda encontramos os tradicionais burrinhos, fotógrafos lambe-lambes e o trenzinho. Com uma área de 182 mil m² de extensa vegetação, o Parque contribui para amenizar o clima da região central da cidade. Lá se encontram também o Teatro Francisco Nunes, construído em 1949 e que homenageia o maestro e primeiro diretor do Conservatório de Música, o Mercado das Flores, espaço, construído na década de 20, que abrigava originalmente a Estação dos Bondes e o Palácio das Artes.

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Pedro Leopoldo - Praça Chico Xavier

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Construída em 1980, a praça foi batizada como uma homenagem ao Médium pedroleopoldense Chico Xavier. Em julho de 2004, após sua morte, foi confeccionado um busto em sua homenagem. Já em 2014, foi inaugurada na Praça uma estátua de bronze (250kg), em tamanho natural, de Chico Xavier. Além de homenagear os 104 anos de seu nascimento, a cidade mostrou o reconhecimento da vida de Chico Xavier pelo seu trabalho, caridade, literatura e espiritualismo, que deixou grande exemplo para todos, reconhecido também em premiações, no Brasil e no exterior, como a indicação ao Prêmio Nobel da Paz, eleição como “Mineiro do Século” e também como “O Maior Brasileiro de Todos os Tempos”. Ao longo dos anos, o local recebeu várias revitalizações, criando uma nova estrutura arquitetônica.  A Praça Chico Xavier é também onde está localizado o prédio principal da Prefeitura Municipal de Pedro Leopoldo e hoje é um grande espaço turístico, cultural e de lazer.
Rua Doutor Cristiano Otoni, 555, Centro, Pedro Leopoldo
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Praça da Feirinha - Sete Lagoas

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A Praça Dom Carmelo Motta, mais conhecida como a "Praça da Feirinha" é, juntamente com a Lagoa Paulino, um dos pontos turísticos mais apreciados da cidade de Sete Lagoas. Localizada ao lado da lagoa central da cidade, a praça recebe uma feira de artesanato e comidas típicas todas as sexta-feiras, reunindo um público diverso e eclético. A vista privilegiada da Lagoa Paulino e sua localização central, fazem da Praça uma das melhores opções de locais para realização de eventos culturais. Durante todo ano são programadas agendas culturais, com realizações de shows musicais, teatro, dança, manifestações da cultura popular como: congado, moçambique, folia de Reis, pastorinha, quadrilha na festa junina, eventos natalinos, dentre outros.
Lagoa Paulino - Sete Lagoas
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Rua Guaicurus - Virada Cultural

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Rua Guaicurus, centro
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Sabará - Adro da Igreja de Nossa Senhora do Ó

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A Igreja de Nossa Senhora do Ó, também chamada de Capela de Nossa Senhora do Ó e Capela do Ó, é uma edificação católica construída no início do século XVIII na cidade brasileira de Sabará, estado de Minas Gerais. Uma das mais antigas igrejas mineiras, tem uma estrutura pequena e simples, mas um interior ricamente decorado, que tem atraído a atenção de importantes historiadores da arte, sendo considerada um dos mais preciosos monumentos do Barroco brasileiro. É tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, juntamente com o Centro Histórico de Sabará e os conjuntos da Rua Direita. Foto: Ricardo André Frantz
Largo Nossa Senhora do Ó, Sabara
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Sabará - Adro da Igreja Nossa Senhora do Rosário

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Construção iniciada em 1768 pela Irmandade dos Homens Pretos da Barra do Sabará, revela a força e fé do negro africano. Os escravos decidiram construir sua própria Igreja, mas a decadência das minas de ouro não permitiu que fosse concluída. A obra foi abandonada com a abolição da escravatura em 1888. Trata-se de um importante testemunho dos métodos construtivos da época. Sua arquitetura apresenta detalhes das três etapas distintas de sua construção. Possui, em uma das sacristias, o Museu de Arte Sacra com peças dos séculos XVII e XVIII. Quem vê as ruínas da Igreja não imagina o que há escondido por trás das grandes paredes sem reboco, a céu aberto. A muralha, porém, protege uma antiga capela de taipa, de 1713.
Praça Melo Viana
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Sabará - Teatro Municipal

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O Teatro Municipal de Sabará, que nossos antepassados chamavam "Casa de Ópera" está situado na antiga Rua Direita (hoje D. Pedro II). Infelizmente não se encontra nenhuma documentação sobre ele. Sabe-se apenas que foi construído na primeira metade do século XIX, por meio de ações de uma sociedade anônima. O conjunto dá tal idéia de leveza e fragilidade que se tem a impressão de ser fácil quebrar tudo com os dedos.

Grandes elencos passaram por esse Teatro, em noites que devem ter sido memoráveis. Barões e baronesas, condes, marquesas, o Senhor Intendente do Ouro, o Ouvidor da Comarca, e a graciosa presença das tímidas e pálidas donzelas casadoiras...

Este teatro viveu em 1831 grandes momentos, quando enfeitado de flores e luzes, recebeu o Imperador do Brasil D. Pedro I em companhia da Imperatriz Dona Amélia.

O Teatro Municipal de Sabará, que nossos antepassados chamavam "Casa de Ópera" está situado na antiga Rua Direita (hoje D. Pedro II). Infelizmente não se encontra nenhuma documentação sobre ele. Sabe-se apenas que foi construído na primeira metade do século XIX, por meio de ações de uma sociedade anônima. O conjunto dá tal idéia de leveza e fragilidade que se tem a impressão de ser fácil quebrar tudo com os dedos.

Grandes elencos passaram por esse Teatro, em noites que devem ter sido memoráveis. Barões e baronesas, condes, marquesas, o Senhor Intendente do Ouro, o Ouvidor da Comarca, e a graciosa presença das tímidas e pálidas donzelas casadoiras...

Este teatro viveu em 1831 grandes momentos, quando enfeitado de flores e luzes, recebeu o Imperador do Brasil D. Pedro I em companhia da Imperatriz Dona Amélia.

Rua Dom Pedro II, s/n - Centro, Sabará - (31) 3672-7728
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Santuário São Judas Tadeu

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http://www.saojudasbh.com.br/
Rua Macaé, 629 - bairro da Graça
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Serra da Piedade - Adro da Ermida da Padroeira Nossa Senhora da Piedade

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Em 30 de setembro de 1797, Antônio da Silva Bracarena e Manuel Coelho Santiago receberam licença para erigir  uma capela com a invocação de Nossa Senhora da Piedade, no alto da então denominada Serra do Caité. Em 1856, o capuchinho Frei Luiz de Ravena retomou as obras, ampliando a capela, julgada pequena para comportar o número de fiéis presentes nas celebrações religiosas. Na Ermida encontra-se a imagem de Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas Gerais, atribuída a Aleijadinho. Ladeando a nave única encontram-se dois pequenos corredores, espaços antigamente destinados à pousada dos romeiros. Hoje, estes corredores laterais abrigam a Capela do Sagrado Coração de Jesus e a Capela do Santíssimo Sacramento ou de São José. Nelas, situam-se painéis azulejares com pinturas figurativas datados de 1996, concebidos pela artista plástica Maria Helena Andrés e executados em azulejos por Gianfranco Cavedone Cerri. http://www.santuarionsdapiedade.org.br/
Serra da Piedade, s/nº - Caeté/MG. 31 3651 6335
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SERRA DA PIEDADE - CORTEJO

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SERRA DA PIEDADE - ERMIDA DA PADROEIRA NOSSA SENHORA DA PIEDADE

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Em 30 de setembro de 1797, Antônio da Silva Bracarena e Manuel Coelho Santiago receberam licença para erigir  uma capela com a invocação de Nossa Senhora da Piedade, no alto da então denominada Serra do Caité. Em 1856, o capuchinho Frei Luiz de Ravena retomou as obras, ampliando a capela, julgada pequena para comportar o número de fiéis presentes nas celebrações religiosas. Na Ermida encontra-se a imagem de Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas Gerais, atribuída a Aleijadinho. Ladeando a nave única encontram-se dois pequenos corredores, espaços antigamente destinados à pousada dos romeiros. Hoje, estes corredores laterais abrigam a Capela do Sagrado Coração de Jesus e a Capela do Santíssimo Sacramento ou de São José. Nelas, situam-se painéis azulejares com pinturas figurativas datados de 1996, concebidos pela artista plástica Maria Helena Andrés e executados em azulejos por Gianfranco Cavedone Cerri.  
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Serra da Piedade - Igreja Nova das Romarias - Santuário Nossa Senhora da Piedade

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A Igreja Nova das Romarias foi edificada a partir de 1974, com projeto do arquiteto carioca Alcides da Rocha Miranda. A concepção do edifício insere-se no domínio da arquitetura “moderna”, que se caracterizou pela utilização do concreto puro aparente moldado, articulado com outros materiais. A Igreja revela uma rica simbologia, traduzida não apenas no edifício, mas em sua ornamentação interna, com os murais de cerâmica fosca que revestem as paredes baseados em temas bíblicos, abordados no Evangelho de Lucas, e executados pelo artista plástico Cláudio Pastro, em 1989. À esquerda do altar, encontra-se a imagem de Nossa Senhora da Piedade, confeccionada em 1998, pelo artista plástico Léo Santana. A imagem, apesar de suas características particulares, faz referência a Pietá, do Mestre Francisco Lisboa, o Aleijadinho, que está na Ermida do Santuário. A Igreja Nova das Romarias abriga, em seu saguão de entrada, espaço dedicado a exposição fotográfica com o histórico do Santuário Estadual Nossa Senhora da Piedade. O espaço também pode ser utilizado para outras mostras ou exposições. http://www.santuarionsdapiedade.org.br/principais-espacos.php
Alto da Serra da Piedade, s/nº - Caeté/MG
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SERRA DA PIEDADE - PRAÇA CARDEAL MOTA

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O Santuário oferece duas opções de Via Sacra para os visitantes que quiserem vivenciar os Passos da Paixão de Cristo. Há um percurso mais longo, na estrada vicinal que dá acesso ao Santuário. E um mais curto próximo à Ermida e ao Calvário. - Percurso curto Início na Igreja Nova das Romarias (na Praça Alcides da Rocha Miranda) até a Ermida da Padroeira de Minas (na Praça Cardeal Mota) - Percurso longo Os Passos da Paixão de Cristo são representados em um conjunto de 15 painéis azulejares que revestem pilares de alvenaria de pedra. Os pedestais tiveram a disposição concebida pela arquiteta Ana Schimidt, que se serviu do modelo da Via Sacra existente na Catedral de Nossa Senhora da Boa Viagem.
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SERRA DA PIEDADE - PROGRAMA DEDO DE PROSA

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SERRA DA PIEDADE - RESTAURANTE - ESPAÇO DOM JOÃO RESENDE COSTA

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As refeições no Santuário podem ser realizadas no Espaço Dom João Resende Costa, contemplando a maravilhosa vista da serra da Piedade, que impressiona durante o dia, no pôr do sol e também à noite.
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Teatro Francisco Nunes

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Sediado no Parque Municipal, o Teatro Francisco Nunes, inicialmente chamado “Teatro de Emergência”, foi inaugurado em 1950 pelo Prefeito Otacílio Negrão de Lima. Nessa época, a cidade encontrava-se carente de teatros: o antigo Teatro Municipal havia se transformado no Cine Metrópole, demolido em 1983, e o Palácio das Artes ainda estava em construção. O nome do teatro é uma homenagem ao grande clarinetista e maestro mineiro Francisco Nunes (1875-1934), que criou a Sociedade de Concertos Sinfônicos de Belo Horizonte e dirigiu o Conservatório Mineiro de Música. A inauguração do Teatro Francisco Nunes possibilitou a Belo Horizonte ingressar no calendário cultural dos grandes artistas e companhias teatrais do Brasil e exterior, recebendo orquestras, temporadas líricas, shows antológicos da MPB, festivais universitários, danças e espetáculos teatrais. O palco do Teatro Francisco Nunes também abrigou o nascimento do moderno teatro mineiro em suas mais variadas tendências, como os trabalhos de João Ceschiatti, João Etienne Filho, Jota Dangelo e Haydée Bittencourt. Em 1980, o teatro passou por uma grande reforma, foi reconstruído e modernizado, mantendo original apenas a sua fachada. Funcionou desde então como palco de variados espetáculos e eventos, tais como o Festival Internacional de Teatro Palco & Rua (FIT-BH), Fórum Internacional de Dança (FID), Festival de Arte Negra (FAN), Verão de Arte Contemporânea, Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, entre outros. Fechado para novas reformas em 2009, o teatro foi entregue à população novamente em maio de 2014 totalmente restaurado, ficando entre os mais modernos palcos mineiros, com capacidade para 543 lugares.
Sediado no Parque Municipal