Artistas

14 BIS

Eles estão há mais de três décadas na sua vida, numa trajetória caracterizada pela reinvenção e ampliação de um público fiel. E estão comemorando nos palcos, com a nova turnê ‘14 Bis – 35 Anos‘, que reúne os clássicos da carreira do grupo mineiro, assim como outros sucessos, da música nacional e internacional. Surpresas escolhidas a partir de coisas que ouviram nesses 35 anos, com um pé até na modernidade, podendo ir dos Beatles a Renato Russo. É um novo 14 Bis que está no ar, mas sem deixar, é claro, sua característica sonoridade, uma mistura única de rock com Clube da Esquina, música clássica, progressivo, do country norte-americano ao regional brasileiro, e o que mais pintar no caldeirão de Cláudio Venturini (guitarra e voz), Sérgio Magrão (baixo e voz, único carioca do grupo), Vermelho (teclados e voz) e Hely Rodrigues (bateria). Esses caras levam a sério o que cantam, como o verso da ‘Canção da América‘, “amigo é coisa pra se guardar” (do primeiro disco, presente inédito de dois amigões, o já saudoso Fernando Brant e Milton Nascimento, também produtor da estreia fonográfica da banda). Porque é exatamente o que eles são, quatro amigos que amam o que fazem: tocar, cantar e compor. E o grande momento é quando dividem isso com uma turma cada vez maior de admiradores, como confirmam as plateias de seus shows, sempre repletas de fãs de carteirinha, para quem bastam alguns compassos da introdução de ‘Planeta Sonho‘ para rejuvenescer seus sentidos, e de uma linda juventude que não devia ter sequer 10 anos quando o grupo estourou, há 35 anos, ainda com Flávio Venturini na formação – o irmão mais velho de Cláudio saiu em 1987, mas sempre, quando há uma brecha nas agendas, pode ser visto de volta ao palco com eles. E até hoje, ‘Todo Azul do Mar‘ após ‘Caçador de Mim‘, ‘Natural‘ após ‘Mesmo de Brincadeira‘, ‘Nova Manhã‘ após ‘Mais Uma Vez‘, cada canção, com vocais e instrumental incríveis, letras e melodias irresistíveis, é a prova da mágica atemporal do 14 Bis. Seus shows são daqueles que proporcionam o prazer de se ouvir da primeira à última música, como nos bons tempos, que voltam, sim, e o 14 Bis está aí para resgatar tal sensação. A nave vai, pioneira como o protótipo visionário de Santos Dumont que deu nome ao grupo, 35 anos de carreira e continua, sonhando o futuro.

Amaranto

Foto

Amaranto é uma flor. As amarantáceas são inflorescências, da família da sempre-viva. Eram símbolos de imortalidade para os povos da América Central. Hoje também se sabe que o fruto do amaranto é um cereal de alto valor nutricional. Mas, para nós, isso tudo veio depois. O batismo foi dois anos depois de começarmos este trabalho. O que veio antes foi uma família feliz, de crianças saudáveis, de reuniões alegres regadas a canções. As três irmãs cresceram, amigas e cúmplices, desenvolvendo juntas seu amor pela música. E foi isso que deu origem ao grupo vocal Amaranto. É ainda o que nos move, unidas em torno da beleza da música popular brasileira, construindo uma carreira dedicada ao dom que recebemos. O que se diz do Amaranto: “Elas são três irmãs que cantam com uma afinação e capacidade de criar climas harmônicos que impressiona a crítica mais exigente do Brasil” Sérgio Rodrigo Reis, Estado de Minas “Elas são uma jóia, o perfume da música”. Tavinho Moura, compositor “Elas são maravilhosas” Fernando Brant, compositor “Elas se mostravam jovens, bonitas e graciosas, o que é ótimo, mas, sobretudo, cantavam com belas vozes e seu entrosamento vocal era de uma qualidade que parecia esquecida desde o tempo em que surgiu o Quarteto em Cy.” Mauro Dias, crítico, O Estado de São Paulo “Concordo com Mauro Dias”. Magro, do MPB-4, no programa Vozes Brasileiras "Elas são supremas" Lindomar Gomes, maestro e coordenador do FIC “Um dos grupos mais perfeitos da música brasileira de hoje”. Mauro Dias, O Estado de São Paulo, sobre o Prata da Casa

André Durval

Foto

André Durval

Beto Lopes

Foto

http://www.museuclubedaesquina.org.br/museu/depoimentos/beto-lopes/

Beto Lopes

Foto

http://www.museuclubedaesquina.org.br/museu/depoimentos/beto-lopes/

Chico Lobo

Foto

compositor, cantador, Chico Lobo é natural de São João Del Rei (MG) – cidade eleita Capital Brasileira da Cultura 2007, cujo jingle oficial é de sua autoria. Artista carismático toca viola caipira desde os 14 anos. A crítica o considera um dos mais ativos e efetivos violeiros no processo de popularização da tradição musical do cenário brasileiro. É um profissional consciente do seu importante papel no universo da viola caipira e é desse modo que domina o palco – com presença e comunicação ímpares. Sobretudo, é um apaixonado pela cultura de sua terra. Foi nomeado Embaixador do Divino Espírito Santo (Festa folclórica de S.J.Del Rei) e Guarda Coroa de Santo Antônio (Congado/MG). Com a viola na mão toca e canta as folias, os congados, os catiras, as modas e demais ritmos que enfocam suas raízes mineiras e brasileiras no país e para o mundo – sempre de modo muito envolvente -, seja solo ou acompanhado por sua excepcional banda. Principais realizações / Premiações / Representações internacionais Profissional inquieto, Chico Lobo já lançou vários CDs. O Cd de estréia, “No Braço Dessa Viola”, foi finalista ao Prêmio Sharp 97. E rendeu-lhe 10 espetáculos em Centros Culturais e Praças Públicas no norte da Itália. Destaca-se participação de Chico Lobo no CD “Cantoria Brasileira” – que marcou a comemoração dos 25 anos da gravadora Kuarup –, indicado ao Grammy Latino; Atualmente o artista está entre os três melhores do PRÊMIO PROFISSIONAIS DA MÚSICA 2016, em duas categorias: — Melhor Artista Raiz … (do qual foi vencedor em 2015); — Melhor Artista Folclore e Cultura Popular. Seu 1º CD instrumental, 3BRASIS — ao lado de Márcio Malard e Paulo Sérgio Santos —, recebeu duas indicações ao PRÊMIO NACIONAL DA MÚSICA BRASILEIRA 2015 (do mesmo modo como o seu 1º CD de carreira, No Braço Dessa Viola, foi indicado como Revelação, do Prêmio Sharp 97). Seu 1º DVD, “Viola Popular Brasileira”, é pioneiro no gênero artístico da viola no Brasil; Lançou no Brasil e em Portugal ao lado do violeiro português Pedro Mestre o 1º CD no mundo que registra o encontro da viola mãe com a viola filha – uma produção Brasil/Portugal -, que recebeu do jornalista lusitano, João Matias, a seguinte apresentação: “O Cd Encontro de Violas mostra como é possível os homens entenderem-se e de que modo a cultura serve para o desenvolvimento (e a união), dos povos… Dele “brotam conhecimento e paz…” Sua carreira já o levou a inúmeros palcos do Brasil e do mundo, como: Canadá, Chile, Itália (onde retornou mais recentemente para se apresentar no Matching – Importante Feira de Negócios de Milão), Portugal (onde retornou em 2013 – 8º ano consecutivo no Alentejo) – por cidades como: Almodóvar, Beja, Castro Verde, Odemira; Serpa e outras. Também nas ilhas de: Funchal na Madeira e São Miguel nos Açores. Bem como, na China em 2010 e Bogotá 2012; Há 10 anos, desde o início, integra o projeto itinerante “Causos e Violas das Gerais” do SESC MG – realizado em mais de 100 cidades mineiras levando a tradição dos causos e das violas; Participou durante 10 anos do Grupo Aruanda com o qual mergulhou na cultura de Minas Gerais e do Brasil. Junto ao Aruanda, participou de importantes festivais de folclore; Desenvolveu durante 10 anos, o espetáculo “Encontro de Raízes” – ao lado do ícone Pena Branca (irmão de Xavantinho), com quem se apresentou em diversos palcos nacionais; Sempre atento em descobrir e contribuir na divulgação de novos artistas, Chico Lobo idealizou e apresenta desde 2003 o Programa de TV “Viola Brasil” pela Rede Catedral – TV Horizonte (com alcance de cerca de 20 milhões de pessoas). E o programa de rádio “O Canto da Viola” na rádio Inconfidência de BH (aos sábados pela AM88O às 13h | aos domingos pela FM100, 9 às 7h AM); Preocupado com a valorização, divulgação da cultura regional e da viola caipira, Chico Lobo fundou em sua cidade natal, em 2013: o Instituto Sócio Cultural Chico Lobo. Que já começa a dar frutos em 2014, numa parceria junto a Secretaria de Educação e a Universidade de São João Del Rei. Com o início do ensino de viola caipira e cultura regional em duas escolas da zona rural da região. Para tanto foram adquiridas 18 violas, para as aulas. Trabalho que realiza um desejo antigo e alegra o coração deste artista tão obstinado na valorização desta cultura raiz. Chico Lobo é considerado um violeiro de estirpe, mestre das notas choradas e um compositor que cria obras que destroem qualquer preconceito musical; Em 2009 /2007 foi o Diretor Musical do espetáculo multicultural – que reuniu artistas da Espanha, Cabo Verde, Portugal e Brasil -, “O Homem que À Terra Canta”, apresentado: no IV e VI Encontro de Culturas de Serpa e em Almodóvar (Portugal). E “Festejos da Terra”, apresentado no VII Encontro de Culturas de Serpa e novamente em Almodóvar (Portugal); Em 2007 participou na Ilha da Madeira das comemorações dos 500 anos de Funchal, representando a viola de Minas. Nos anos de 2009, 2010 e 2011 participou do “Encontro de Violas de Arame” na Ilha de São Miguel, nos Açores e em Castro Verde Portugal respectivamente. Encontros esses marcados pela união dos povos e partilha, pelas cordas da viola! Em 2010 representou a cultura mineira, a convite do Governo de Minas Gerais, quando participou da missão oficial à Expo Xangai 2010 onde realizou 11 shows nos pavilhões Brasil, USA, e América Square. Na ocasião mereceu destaque, por sua participação, foi convidado a ministrar um workshop e a se apresentar igualmente no pavilhão da UNESCO. Em Out/2011 deu início a temporada de lançamento de seu novo cd “Caipira do Mundo” pelo selo Saravá Discos. Um cd com parceiros da MPB Nacional – que enviaram letras inéditas, para ele musicar -, como: Alice Ruiz, Arnaldo Antunes, Chico César, Fausto Nilo, Maurício Pereira, Ricardo Aleixo, Sergio Natureza, Siba, Vander Lee, Verônica Sabino, Vítor Ramil e, Zeca Baleiro. Projetos Especiais / Intercâmbios Culturais. Em Jul/2012 representou o Brasil nos Açores – Portugal no Projeto “Violas do Atlântico”; Em Abril/2012 – A convite do Itamaraty representou o Brasil na Colômbia na Feira do Livro de Bogotá; Em Fev/2012 apresentou pelo 4º ano consecutivo, o projeto “CARNAVIOLA” – idealizado e patenteado junto a sua produtora Viola Brasil Produções, ao lado do escritor Tadeu Martins. Com 04 horas de músicas “quentes” do universo da viola caipira, para toda família se divertir, em Praça pública. Sucesso! Em Abril/2013 – integra o IV Encontro de Violas de Arame em Portugal. Onde realizará, também, o show “Seara Nova e Amigos” junto a artistas do Alentejo, Punta Umbria e Granada (Espanha), São João Del Rei (Brasil), São Vicente (Cabo Verde); Em Março/2013 – fundou na sua cidade natal, SJDEL Rei, o Instituto Sócio Cultural Chico Lobo (ICL); Em Março/2013 – completou 50 anos de idade e 30 de carreira com espetáculo comemorativo (lotado), no Grande Teatro do SESC Palladium; Em Set/2013 – lançou seu 2º DVD. Com conteúdo duplo: documentário e show. Um registro inédito, no mundo, do “Encontro das Violas – Caipira (brasileira) e Campaniça (portuguesa)”, gravado nos dois países; Em Set/2013 – lançou seu 2º DVD. Com conteúdo duplo: documentário e show. Um registro inédito, no mundo, do “Encontro das Violas – Caipira (brasileira) e Campaniça (portuguesa)”, gravado nos dois países; Em Maio/2015 – Chico Lobo recebeu o Prêmio Profissionais da Música 2015 na categoria MELHOR INTÉRPRETE RAIZ, e foi finalista ao mesmo Prêmio na categoria Melhor Programa de TV com seu Viola Brasil transmitido há 12 anos pela TV Horizonte; Em Maio/2015 – Chico Lobo foi convidado para ser o anfitrião do Projeto ACORDE BRASILEIRO, em Porto Alegre, BH e SP, onde se apresenta e convida grandes nomes expressivos da música raiz brasileira como Renato Teixeira, Quinteto Violado, entre outros, ao palco; É o responsável pela Direção e Produção de CDs de Novos talentos da viola caipira, como: Fábio Sombra, Lázaro Mariano; Cláudio Araújo, Dimas Souza, Rodrigo Delage entre outros; Idealizou e apadrinha dois Projetos Sociais de Escolas de Violas em Santana dos Montes (MG); Lançamento de seu primeiro cd exclusivamente instrumental, “3BRASIS” ao lado do violoncelista Márcio Malard e o clarinetista Paulo Sérgio Santos. Lançamento do DVD Especial “De Minas Ao Alentejo” – com conteúdo duplo: Show e Documentário com cenas filmadas em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Lisboa e Alentejo. Foi também lançado em Portugal como “Do Alentejo a Minas”.

Cláudio Venturini

Foto

http://www.museuclubedaesquina.org.br/claudio-venturini/

Fagner

Foto

Raimundo Fagner Candido Lopes nasceu no dia 13 de outubro de 1949. É cearense de Orós, filho de Francisca Candido Lopes e José Fares Lopes. 1955 – No dia das Mães, recebe na Ceará Rádio Clube o prêmio de Melhor Intérprete cantando MÃEZINHA QUERIDA. Grandes nomes da música brasileira como Luiz Gonzaga, Orlando Silva, Nelson Gonçalves são referências em sua carreira. 1968 – Participa do IV Festival de Música Popular do Ceará. Canta NADA SOU (Fagner – Marcus Francisco) e é premiado como Melhor Intérprete do Festival. 1969 – Com a turma do Capela Cristina (grupo de música e arte do Ceará) faz turnê na Argentina. 1970 – Inicia o curso de Arquitetura na UnB (Universidade de Brasília). 1971 – Inscreve três músicas no Festival de Música Jovem promovido pelo Centro Estudantil da Universidade de Brasília – CEUB – onde estuda Arquitetura: 1o. lugar com MUCURIPE (Fagner – Belchior), 6o. lugar com MANERA FRU FRU MANERA(Fagner – Ricardo Bezerra), Prêmio Especial do Júri com CAVALO FERRO (Fagner – Ricardo Bezerra), Melhor Intérprete e Melhor Arranjo. Após o Festival viaja para o Rio de Janeiro e no mesmo ano muda-se para são Paulo. 1972 – Março: Elis Regina canta MUCURIPE e NOVES FORA (Fagner – Belchior) em seu show É ELIS, no Teatro da Praia, no Rio de Janeiro. Maio: Elis Regina lança seu disco anual e inclui MUCURIPE. Junho: no DISCO DE BOLSO 2 (Compacto Simples) do jornal O PASQUIM Fagner canta MUCURIPE acompanhado pelo cantor e compositor Ivan Lins no piano. Julho: o Quarteto em Cy grava CAVALO FERRO. Setembro: participa do VII Festival Internacional da Canção com QUATRO GRAUS (Fagner – Dedé Evangelista). A música foi incluída no Compacto Simples e no LP OS GRANDES SUCESSOS DO FIC 72. Wilson Simonal grava NOVES FORA (Fagner – Belchior) Novembro: a Philips lança o Compacto Duplo com as músicas FIM DO MUNDO (Fagner – Fausto Nilo), CAVALO FERRO, QUATRO GRAUS e AMÉM, AMÉM (Fagner). O compacto tem as participações de Ivan Lins e Luiz Claudio Ivan Lins lança seu LP QUEM SOU EU e inclui QUARTO ESCURO, sua composição em parceria com Fagner. 1973 – Lançamento do primeiro LP – MANERA FRU FRU MANERA. Desse disco faz parte CANTEIROS, baseado no poema A MARCHA, de Cecilia Meireles, com música de Fagner e sucesso imediato em todo o Brasil. O LP tem a produção de Roberto Menescal e Fagner, arranjos de Ivan Lins e participações especiais de Nara Leão, Naná Vasconcelos e Bruce Henry. A Philips lança a trilha sonora do filme JOANA FRANCESA, de Cacá Diegues. A atriz francesa Jeanne Moreau é a protagonista e da trilha consta a música JOANA FRANCESA (Chico Buarque), interpretada por Fagner e Chico. Fagner se torna um nome respeitado no mercado musical. Seus álbuns lhe rendem sucessivamente discos de ouro (vendas acima de 100 mil cópias) e/ou platina (acima de 500 mil cópias). O LP ROMANCE NO DESERTO, de 1987, alcança mais de 1 milhão de cópias vendidas. 1975 – A crítica de São Paulo elege Fagner o Cantor do Ano. MUCURIPE é gravada por Roberto Carlos. Elis Regina grava NOVES FORA. 1976 – O LP RAIMUNDO FAGNER é considerado pela crítica um dos melhores discos do ano. 1979 – No FESTIVAL 79 DA MPB, realizado pela TV Tupi, Fagner interpreta a música vencedora: QUEM ME LEVARÁ SOU EU (Dominguinhos – Manduka). Divide com Roberto Carlos o Prêmio Playboy de MPB como Melhor Cantor, em eleição promovida pela revista Playboy. 1980 – Divide o Prêmio Playboy de MPB (Melhor Cantor) com Cauby Peixoto. 1981 – Produz e grava na Espanha o LP TRADUZIR-SE – dedicado a Glauber Rocha – com poemas de Ferreira Gullar, Florbela Espanca, García Lorca e Rafael Alberti. O disco tem as participações de famosos intérpretes da música latina: Mercedes Sosa, Manzanita, Joan Manoel Serrat e Camarón de La Isla. Dentro da série de especiais GRANDES NOMES a TV Globo apresenta RAIMUNDO FAGNER CANDIDO LOPES. A abertura é feita pelo escritor Jorge Amado. Pela segunda vez Fagner e Cauby Peixoto dividem o Prêmio Playboy de MPB de Melhor Cantor. 1982 – Durante a Copa do Mundo de Futebol na Espanha, Fagner se apresenta com Camarón de La Isla para milhares de pessoas na Plaza de España, em Sevilha. Inicia na Espanha a produção e gravação de um LP com poemas do famoso poeta espanhol Rafael Alberti dedicados ao amigo Pablo Picasso. As melodias são compostas por Paco de Lucia, Ricardo Pachón e Fagner. A gravação tem participações especiais de Paco de Lucia, no violão e Rafael Alberti, declamando alguns poemas. 1983 – A CBS lança no Brasil o LP HOMENAGEM A PICASSO. 1984 – Lançamento do LP LUIZ GONZAGA E FAGNER, produzido por Fagner. 1986 – Comemorando o quinquagésimo aniversário da morte do poeta espanhol Federico García Lorca a CBS lança mundialmente o LP POETS IN NEW YORK, com a participação de grandes nomes da música internacional. Chico Buarque foi convidado para fazer a versão em português do poema LA AURORA (A aurora). Fagner compõe a melodia e interpreta a música. 1987 – Com a atriz cearense Florinda Bolkan formou o casal de protagonistas da minissérie A RAINHA DA VIDA, da TV Manchete. Foi ainda responsável pela trilha sonora da história de 15 capítulos. 1988 – O sucesso do álbum LUIZ GONZAGA E FAGNER motivou o lançamento do LP GONZAGÃO E FAGNER 2, também produzido por Fagner. Em 2001 a gravadora BMG lança o CD duplo GONZAGÃO E FAGNER, reproduzindo os dois LP’s. Esse trabalho permanece em catálogo até hoje. 1995 – Participa como artista plástico de exposição no Espaço Cultural da Câmara dos Deputados em Brasília. 1998 – Para comemorar 25 anos de carreira grava o CD duplo AMIGOS E CANÇÕES, com participações de Angela Maria, Chico Buarque, Djavan, Emilio Santiago, Fábio Jr, Fafá de Belém, Ivan Lins, Joanna, Luiz Melodia, Milton Nascimento, Nana Caymmi, Ney Matogrosso e Zezé de Camargo & Luciano. 2000 – Lançamento da FUNDAÇÃO SOCIAL RAIMUNDO FAGNER (www.frfagner.com.br). O trabalho social desenvolvido pela Fundação tem recebido vários prêmios, entre eles o Itaú/UNICEF (duas vezes), Cultura Viva (do Ministério da Cultura) e Criança Esperança. 2003 – Lançamento do CD e DVD do projeto RAIMUNDO FAGNER E ZECA BALEIRO.

Fernando Gomes

Foto

Fernando Gomes, filho do Maestro Lindomar Gomes, tem o nome de Fernando em homenagem à Fernando Brant. Nada mais adequado que, na edição do FIC em homenagem ao Poeta dos Poetas, Fernando fosse lançado como artista convidado no Gran Finale. Fernando participou, ainda no ventre de Juliana Silva, de Encontros de Bandas como as de Santa Cruz de Minas, Santa Bárbara, Carmo do Cajuru, São João Del Rei, São Vicente, Andrelândia, Sabará, Caeté, Festival Cipó, além de todos os eventos da edição de 2015 do FIC. Participou como ator bebê no Auto de Natal Casa Grande, no papel do Menino Jesus. Esteve no Festival Canta Goiá de Coromandel, no Concerto da Profa. Cecília Barreto, no show d’O Teatro Mágico, no Concerto para Bebês da Escola Villa-Lobos. Foi ao show Encontro Marcado do 14 BIS, Sá & Guarabyra e Flávio Venturini e ao show de Marcus Viana e Transfônica Orkestra. Fernando Gomes é integrante do Curso de Musicalização para Bebês, desde os cinco meses de idade, da Chorus Música e Psicologia, projeto coordenado pela profa. maestrina Josi Trevizan e também no CMI – Centro de Musicalização Infantil da UFMG Universidade Federal de Minas Gerais com a profa. Beatriz Bittencourt.

Fio da Navalha

Foto

Proposto a partir da união de consagrados representantes do cenário musical mineiro, a banda Fio da Navalha faz uma homenagem aos grandes compositores e intérpretes do movimento Clube da Esquina, e mescla musicas próprias, com arranjos singulares, detalhes e riquezas harmônicas melódicas e poéticas extremamente necessárias para a audição da vertente da música mineira, Banda - Paulinho Carvalho (baixo), Rodrigo Borges (voz e violão), Ian Guedes (guitarra Vocal), Dédé Godoy (bateria)

Gabi Drumond

Foto

Gabi Drumond, Belo horizontina, nasceu em 1993. Iniciou seus estudos de piano aos 6 anos de idade e não parou mais, compondo sua primeira peça para piano aos 9. Teve aulas de canto com Mariana Nunes do grupo Cobra Coral, e na mesma época, aos 14 anos começou a compor em inglês e português. Tem como maior influência sua avó cantora, artista plástica, violeira e pianista. Quem lhe introduziu na música. Por onde passa canta e por onde canta emociona com seus arranjos que dançam nas linhas eruditas e populares, nacionais e internacionais, tocando a alma dos que a ouve, que a vê, e que a sentem. Apresenta anualmente no Palácio das artes, e participou do programa Encontro com Fátima Bernardes recentemente, ao lado de Natalie Christine, mostrando o funk em uma versão erudita. Pela primeira vez se apresenta ao lado de grandes nomes, prometendo emoção por onde estiver e cantar.

Geraldo Vianna

Foto

Geraldo Vianna é violonista, compositor, arranjador e produtor musical. Atuou como produtor e arranjador em shows, CDs e DVDs de importantes nomes da música brasileira. Nos últimos anos produziu para as principais gravadoras atuantes no Brasil: Sony, Universal, Eldorado, Velas e Movieplay, entre outras. Participou como orquestrador e produtor musical de trilhas para cinema, em filmes como “Amor e Companhia” (Helvécio Ratton), “O tronco” (João batista de Andrade) entre outros importantes nomes do cinema nacional. Escreveu e dirigiu, em 2006 o documentário “Violões de Minas”, lançado posteriormente em DVD. Atua periodicamente, como violonista, em shows por todo o Brasil, América Latina e Europa.

Grupo Cantos de Minas

Foto

Maestro Lindomar Gomes Pianista André Durval Cantora Raíssa Lutes

Ivan Corrêa

Foto

Ivan Corrêa

Leo Cunha

Foto

Leo Cunha

Márcio Borges

Foto

Márcio Borges

Marcus Viana

Foto

O compositor e multiinstrumentista Marcus Viana vem, desde a década de 70, desenvolvendo uma significativa produção musical, tanto no Brasil quanto no exterior. Filho de Sebastião Viana, um flautista e maestro que foi assistente e revisor das obras de Villa Lobos, recebeu no lar sua iniciação na música. Atuou como violinista na Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Nos anos 80, participou de tournées e gravações com Milton Nascimento e outros membros do “Clube da Esquina” como Beto Guedes, Lô Borges e Flavio Venturini. Fundou o Grupo Sagrado Coração da Terra, ícone do movimento progressivo nacional e internacional e a Transfônica Orkestra, grupo de música instrumental que funde elementos sinfônicos às raízes brasileiras e afro-ameríndios. Um dos principais compositores da música instrumental brasileira, principalmente de trilhas sonoras para cinema e TV, com as quais alcançou projeção nacional. Marcus Viana é o músico brasileiro independente com maior número de CDs lançados no mercado nacional e internacional, com quase 50 títulos que vão desde música instrumental, MPB e trilhas sonoras passando pela música infantil, new age, clássica, contemporânea e rock progressivo. Entre seus maiores sucessos para TV brasileira destacamos as trilhas compostas para as novelas “Pantanal”, “Ana Raio e Zé Trovão”, “Chiquinha Gonzaga”, “Terra Nostra”, “Aquarela do Brasil”, “O Clone” e “A Casa das Sete Mulheres” e para os filmes “Olga”, “Filhas do Vento” e “O Mundo em Duas Voltas”. Criou uma distribuidora de música independente, a “Sonhos e Sons”, que hoje tem em seu catálogo mais de 300 títulos e congrega artistas brasileiros dos mais variados estilos musicais. A Sonhos e Sons é hoje distribuída na América do Norte, Europa e Ásia e aos poucos se firma como um dos grandes canais da música brasileira no exterior. Marcus Viana tem um imenso repertório de obras (mais de 1600 composições) em sua editora, com representação em todo mundo. O sucesso de suas trilhas sonoras em mais de 180 países que importam as séries da TV brasileira o coloca, atualmente, como um dos maiores embaixadores da música do Brasil. Para Marcus, a música é uma ferramenta de cura psíquica e emocional para o ser humano e seus planos para o futuro se inclinam nessa direção: a Pharmácia de Música e a Música das Esferas, projetos onde a arte e a ciência se unem para impulsionar nossa civilização a um novo patamar de consciência.

Mariana Brant

Foto

Mariana Brant canta e encanta com sua voz doce desde a adolescência. Foi vocalista da bana Dominus, do Grupo Mosaico, acompanha, desde 2000, Tavinho Moura & Fernando Brant no show Conspiração dos Poetas ; participou do musical e CD Fogueira do Divino, dos mesmos autores, gravado ao vivo no Grande Teatro do Palácio das Artes; participou do show e CD-livro "Maria do Matué", de Tavinho Moura e, recentemente, interpretou Geraldo Viana e Fernando Brant, em CD gravado em novembro de 2014. Além da atuação como cantora, Mariana Bran desenvolve trabalhos de acompanhamento e preparação vocal para diversos espetáculos e renomados artistas e grupos da música e teatro brasileiros, como a cantora Paula Fernandes, a Cia. Espanca, a produção do Galpão Cine-Horto, a Cia do Homem, e ainda faz direção musical de shows e espetáculos de música Mariana Brant participará do Gran Finale FIC apresentando-se com Geraldo Vianna & Tavinho Moura.

Marina Machado

Foto

Marina Machado participou do disco e, por cerca de três anos, da turnê mundial de “Pietá”, de Milton Nascimento e foi a primeira cantora lançada pelo selo “Nascimento Music” do cantor e compositor com o elogiado cd “Tempo Quente”. Antes Marina teve editado dois discos solos, “Baile das Pugas” e “Marina seis horas da tarde” , duas parcerias fonográficas com o compositor Flávio Henrique nos cds “Flávio Henrique e Marina Machado” e “Aos Olhos de Guignard”, além do álbum esperimental “Desoriente um país- Hebraico” em parceria com a cantora Regina Souza e a fotógrafa Marcia Charnizon. Esses trabalhos, todos independentes, têm uma repercussão que sobrevive à vinte e poucos anos e fazem de Marina uma cantora de personalidade. “Quieto um Pouco” é o nome de seu disco mais recente, lançado em Julho de 2013. Com este trabalho já rodou Minas Geraes, Nordeste, Ilhas Canárias e Luxemburgo. Marina Machado fundou ao lado de Regina Souza e Maurício Tizumba, a Cia Burlantins, grupo que propõe aproximar a música do público por meio de apresentações interativas de rua. Montaram cinco musicais dirigidos por, Eid Ribeiro( Hollywood Bananas, Na Onda do Rádio), Tim Rescala ( Opereta ‘O Homem que sabia Português’), Chico Pelúcio ( O Homem da Gravata Florida e Opereta ‘O Homem que sabia Português’) e Paula Manata ( A Zeropéia). Foi vocalista das bandas de Rock : Jota Quest e Tianastácia, gravou trilha do Skank para banda de bonecos do grupo Armatrux. Participou de projetos como: “O Coronel e o Lobisomem”(2005)- CD com a trilha sonora composta por Caetano Veloso e Milton Nascimento. “Projeto Pixinguinha”- no qual viajou com sua banda para o Norte, Nordeste e Centro-oeste do Brasil. Show de Hermeto Pascoal no Palácio das Artes em Belo Horizonte, MG, Brasil. DVD ao Vivo de Lô Borges no teatro Chico Nunes em Belo Horizonte, MG, Brasil. Representou o Brasil no festival “Romerias Del Mayo” em Cuba.

Murilo Antunes

Foto

Murilo Antunes Fernandes de Oliveira nasceu em Pedra Azul, nordeste de Minas Gerais, no dia 25 de junho de 1950. Seu pai, Joel Fernandes de Oliveira, foi tropeiro na juventude e depois trabalhou no Banco do Brasil. Sua mãe, Ester Heloisa Antunes de Oliveira, era dona de casa. Após a infância entre Pedra Azul e Montes Claros, aos 15 anos, Murilo mudou-se com os pais e quatro irmãos para Belo Horizonte. Quase foi jogador de futebol profissional, trabalhou na produção de cinema e foi bancário. Em 1968, largou o banco para dedicar-se às letras e compôs sua primeira música, “Super Herói”. Aproximou-se e passou a escrever letras para a turma do Clube da Esquina graças às reuniões na garagem de Flávio Venturini – o maior parceiro de Murilo. Em 1972, presenciou a primeira audição do disco “Clube da Esquina”, na casa dos Borges. Em 1978, com sua composição “Nascente”, Murilo marcou presença no disco “Clube da Esquina 2”. Em 1979, lançou seu primeiro livro de poemas, “O Gavião e a Serpente”. De 1982 a 1988, foi sócio de uma agência de propaganda onde fazia capas de discos, cartazes e promovia shows de diversos artistas. Na década de 90 lançou o livro “Musamúsica”. http://www.museuclubedaesquina.org.br/murilo-antunes/

Nelson Angelo

Foto

Brasileiro, nascido em 15 de junho de 1949, Nelson Angelo sempre se dedicou à música. Estou violão com os professores Raul Marinuzzi e José Martins. Ainda em Belo Horizonte conheceu Milton Nascimento, Mário e Marilton Borges, Márcio José, Fernando Brant, Toninho Horta, Helvius Vilela, todos ligados às artes. Iniciou sua carreira em casa noturnas, teatros e televisão, tornado-se músico profissional em 1966. No final do mesmo ano mudou-se para o Rio de Janeiro onde conheceu Dorival Caymmi, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Luiz Eça, Edu Lobo, Marcos e Paulo Sérgio Valle, Rui Guerra e Ronaldo Bastos. Deus aulas de violão, tocou na noite e gravou com artistas brasileiros e estrangeiros, além dos já citados acima, outros como Sarah Vaughan, Björk Telly Savalas, Egberto Gismonti, Gonzalo Rubalcaba e John McLaughlin que participou como guitarrista de um arranjo seu. Cacaso foi seu parceiro mais constante. Com ele escreveu o musical Táxi e aproximadamente outras 50 canções. Tem também importantes parcerias com Fernando Brant, Ronaldo Bastos, Milton Nascimento e Pixinguinha, entre muitos outros. Participou do Clube da Esquina, Quarteto Livre, Clube do Samba, Conjunto Luiz Eça e a Sagrada Família, A Tribo e Turma do Funil. Atuou como músico, compositor, cantor, arranjador e produtor, afirmando-se como artista independente. Viajou por todo o Brasil. Esteve também nas Américas do Sul, Central e do Norte e em países da Europa como França, Inglaterra, Bélgica, Portugal, Espanha, Áustria, Dinamarca e Noruega. Atualmente dedica-se a gravar e produzir CDs autorais e peças para orquestra. No momento, elabora arranjos do musical Taxi, um balé, o CD Times Square, lançado nos Usa e uma opereta a ser lança agora em 2016. Também comemora este ano seus 5 anos de carreira. Discografia: . Trilha Sonora De Uma Viagem - maio/2016 - NAC® . Times Square - lançamento em agosto/2014 – NY . Efeitos colaterais - 2010 - inédito . Crossfire – inédito . Minas em meu coração – 2009 . Nelson Angelo - Tempos Diferentes - Dubas Music 2008 . Canções adultas - 2005 – inédito . Mar de mineiro - Lua Discos 2002 . Cateretê - Combo Music & NAC ® - Brasil 2000 - Aventure Music 2002 . Cross Fire - 1996 – inédito . A vida leva - Velas - Brasil – 1994 . Escola do Jazz - EMI Toshiba - 1994 - Inglaterra – compilação . Sem Palavras - Velas - 1994 - Brazil – compilação . Momentos Velas - Velas - 1994 - Brazil – compilação . Contemporary Brazilian Guitar - Vison - Brasil- 1993 – compilação . Violão & outras coisas - Eldorado - Brasil – 1990 . Mineiro pau - Celluloid - 1984 – França . Nana Vasconcelos/Nelson Angelo/Novelli Polystar 1973 . Nelson Angelo & Joyce - EMI - 1971 EMI – Brasil Com outros Artistas: . Antônio Carlos Jobim - Tom Jobim & Miúcha - RCA - WEA 1977 1994 . Alaíde Costa - Coração - EMI - 1976 . Sarah Vaughan - I love Brazil - Pablo - 1978/1994 . Sergio Mendes - Sergio Mendes & Brasil 88 - Elektra - 1978 . Luiz Eça - Luiz Eça e a Sagrada Família - RVV - 1970 . Luiz Bonfá - The new face of Bonfá - RCA - 1970 . Milton Nascimento - Journey to dawn - EMI - 1979 / Clube da Esquina 2 . EMI; 1978 / Geraes - EMI 1976 / Minas - EMI - 1975 / Milagre dos Peixes . EMI; 1973 / Clube da Esquina - EMI - 1972 / Milton Nascimento - EMI - 1969 . Nana Caymmi - CID 1975 . Chico Buarque - Calabar - Polygram - 1973 . Edu Lobo & Chico Buarque - O grande circo místico - 1983 - Som Livre/ Paixão Mensil (France) . Edu Lobo - EMI- 1973 . Dori Caymmi - EMI ODEON 1971 . Elis Regina - Ela - Polygram 1971 Bibliografia crítica: ibliografia crítica . CACASO: “Mar de mineiro”, independente, 1982. . CHEDIAK, Almir – “Dicionário de acordes cifrados”, Irmãos Vitale, 1984. . JOBIM, Helena: “Tom Jobim um homem iluminado”. Nova Fronteira, 1996. . BORGES, Marcio: “Os sonhos não envelhecem”, Geração Editorial, 1996. . FIÚZA, Fernando: “Retratos da música” , Rona Editora, 1996. . SANGIRARDI, Sílvia: “Guache na vida”, Relume Dumará, 1996. . JOYCE :“Fotografei você na minha Rolleyflex”. MultiMais Editorial, 1997. . CAZES, Henrique: “Choro: do quintal ao Municipal”, Editora 34, 1998. . SANT’ANNA, Sérgio: “O concerto de João Gilberto no Rio de Janeiro”. . VILARA, Paulo: “Palavras musicais”, independente, 2006. . ESTANISLAU, Andréa: “Coração Americano”, PRAX Editora, 2008. . GODINHO, Ruy : “Então foi assim” (Vol.2), Abravideo, 2008. . BORGES, Márcio : “ Clube da esquina 40 anos”, Imprensa Oficial, 2012. . ALBUQUERQUE, Célio: “1973 – A história por trás dos discos que transformaram a nossa cultura”, Sonora Editora, 2013. . SHEIKK, Luciano: “ A história da literatura em Ponte Nova”, Alepon . BASTOS, Ronaldo:“Onda infinita” – Editora Zaar, 2013. Grafficor, 2013. . AMARAL, Chico: “A música de Milton Nascimento”, Editora Gomes, 2013.

Neném Esdras Ferreira

Foto

Esdra Ferreira, mais conhecido como "Neném", é um dos bateristas mais renomados e requisitados de Minas Gerais. http://www.museuclubedaesquina.org.br/museu/depoimentos/nenem-batera/

Quarteto Cobra Coral

Foto

O quarteto vocal com cinco anos de existência, lançou o segundo disco "Pra cada um ser o que é" em 2015, e circula com este novo trabalho pelo ano de 2016. O primeiro disco, homônimo, já está na quinta tiragem independente, citado na seleta lista dos melhores discos de 2013, pelo crítico carioca Antônio Carlos Miguel. O quarteto Cobra Coral “Cobra Coral” é formado por Flávio Henrique, Kadu Vianna, Mariana Nunes e Pedro Morais, artistas mineiros de destaque na cena atual. Os quatro artistas apostam no formato acústico de quatro vozes, dois violões e piano, para apresentar ao público, em ricos arranjos vocais, um outro lado de suas carreiras individuais, um lado mais intimista e também mais elaborado. A aposta está funcionando pois, o quarteto já ganhou prêmios, foi citado em diversas listas e vem aumentando seu público à cada nova apresentação além das redes sociais. O grupo já teve como convidados grandes nomes da música brasileira como Milton Nascimento e Ed Motta, e também dividiu o palco com Boca Livre, Renato Braz, Toninho Horta, Cláudio Nucci, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Túlio Mourão e Wagner Tiso. No repertório, as músicas do novo álbum se misturam às que a plateia já canta junto e não podem faltar, sucessos do primeiro disco.

Tadeu Franco

Foto

Geraldo Tadeu Pereira Franca, conhecido pelo nome artístico de Tadeu Franco, nasceu em Itaobim, Minas Gerais, em 19 de agosto de 1957. Filho de Didico de Sousa Franca e de Esmeraldina Rodrigues Franca. Aos cinco anos de idade, Tadeu mudou-se para Teófilo Otoni onde, ainda pequeno, canta em festas de aniversário da vizinhança. Chegando em Belo Horizonte, trabalhou como vendedor, mas foi cantando na noite que conheceu Milton Nascimento. Em 1982, Bituca o convidou para gravar a música “Comunhão”, que faz parte do disco “Missa dos Quilombos”, ao lado dele e da cantora Simone. Grava, ao lado dos dois, o videoclipe de “Comunhão”, que é apresentado com sucesso na Rede Globo. Em 1984, lança o disco “Cativante”, com produção e direção de Milton Nascimento, arranjos de Wagner Tiso e Túlio Mourão e músicas de Tavinho Moura, Zé Renato e do próprio Milton. Na Câmara Municipal de Belo Horizonte, recebe o título de cidadão honorário e a comenda Rômulo Paes de Mérito Artístico.

Tavinho Moura

Foto

Tavinho Moura é o nome artístico de Otávio Augusto Pinto de Moura (Juiz de Fora, 9 de agosto de 1947), compositor mineiro da geração do Clube da Esquina. Gravou vários discos e trilhas sonoras de filmes, com notável expressividade no meio musical e cinematográfico. Sua obra é principalmente composta por pesquisa e adaptação do folclore mineiro e brasileiro como por exemplo em "Calix Bento", adaptado da Folia de Reis, ou "Peixinhos do Mar", uma canção tradicional de marujada. Começou a carreira compondo trilhas sonoras para filmes, o que lhe rendeu diversos prêmios. Lançou seu primeiro disco "Como Vai Minha Aldeia" em 1978 pela RCA. É um dos principais parceiros do homenageado do FIC Fernando Brant, com quem realizou turnê com o show "Conspiração dos Poetas" ao seu lado e também da cantora Mariana Brant. Como compositor já foi gravado por Milton Nascimento, Sérgio Reis, Beto Guedes, Almir Sater, Boca Livre, Simone, Zizi Possi, Pena Branca & Xavantinho, 14 Bis entre outros. Em 2014, seuMinhas Canções Inacabadas foi indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Regional ou de Raizes Brasileiras.[1] Índice [esconder] 1 Discografia 1.1 Participações 2 Ver também 3 Referências 4 Ligações externas Discografia[editar | editar código-fonte] Beira da Linha - Instrumental de Viola (2015) Minhas Canções Inacabadas (2014) Rua do Cachorro Sentado (2008) Orquestra Sinfônica de Minas Gerais - Palácio das Artes (2004) Cruzada (2001) O Tronco - Trilha Sonora do Filme (2000) Fogueira do Divino - com Fernando Brant Conspiração dos Poetas - com Fernando Brant Trindade - com Carla Villar e Marcus Viana Diadorado (1995) O Aventureiro do São Francisco (1994) Caboclo D'Água - Instrumental de Viola (1992) Noites do Sertão - Trilha Sonora do Filme (1983) Engenho Trapizonga (1982) Cabaret Mineiro - Trilha Sonora do Filme (1981) Tavinho Moura (1980) Como Vai Minha Aldeia (1978) Participações[editar | editar código-fonte] Milton Nascimento - Sua Vida, Sua Música (Milton Nascimento) Violeiros do Brasil (Vários Intérpretes) Ribeirão Encheu (Pena Branca e Xavantinho) Músicas de Minas ("Antonio Dó") Contos da Lua Vaga (Beto Guedes) Encontros e Despedidas (Milton Nascimento) Clube da Esquina n. 2 (Milton Nascimento) Sentinela (Milton Nascimento) Fonte: Wikipedia

Tavito

Foto

Tavito, nome artístico de Luís Otávio de Melo Carvalho é um músico e compositor brasileiro. Algumas canções compostas por Tavito tornaram-se grandes sucessos, como "Rua Ramalhete" (com Ney Azambuja), Hino da Copa de 1994 e "Casa no Campo" (com Zé Rodrix). Tavito ganhou seu primeiro violão aos 13 anos. Autodidata, começou a participar de serenatas e festas. Foi companheiro de geração de Milton Nascimento e de outros músicos mineiros, tais como Toninho Horta, Tavinho Moura e Nelson Angelo. Em 1965 conheceu Vinícius de Morais, que apreciou o estilo de Tavito e o convidou a participar de suas apresentações na capital mineira. Mais tarde, participou do conjunto Som Imaginário e no final da década de 1970 seguiu carreira solo. Produziu discos de alguns artistas (Marcos Valle, Renato Teixeira, Selma Reis e Sá & Guarabyra). Ficou sem realizar espetáculos entre 1992 e 2004, época em que se dedicou às composições, aos arranjos e à publicidade.[2] Atualmente, Tavito está na ativa nas duas áreas. Seu mais recente trabalho é o CD 'Mineiro', em que mostra sua verve eclética e multifacetada, com parceiros novos e também com os consagrados. Referência: Wikipédia

Telo Borges

Foto

Marcelo Wilson Fragoso Borges, o Telo Borges, cantor, compositor, multi-instrumentista, é o penúltimo filho da conhecida família Borges, irmão de Lô e Márcio Borges. Possui 04 CDs gravados e compôs músicas gravadas por grandes nomes da MPB, como Elis Regina, Milton Nascimento,14 BIS, dentre outros. Como tecladista, vocalista e violonista, acompanhou Beto Guedes, Flávio Venturini e Milton Nascimento. Ganhou o Grammy Latino de melhor canção brasileira, em 2003, com "Tristesse", música de Telo e letra de Milton. A música "Voa Bicho", a primeira composta por Telo, foi gravada anos mais tarde por Milton, e fez parte da trilha sonora da novela "Chocolate com Pimenta", da Rede Globo. Uma composição sua" Vento de Maio" dá nome a um álbum internacional de Elis Regina citado pela revista americana "Roling Stones" como um dos "1001 álbuns que vc tem que ouvir antes de morrer" álbuns produzidos pela indústria fonografica mundial dos últimos 50 anos numa apuração feita por 90 críticos musicais de todo o mundo. Neste show, que pode ser realizado solo ou com banda, são apresentadas músicas que se destacaram ao longo da sua carreira inclusas nos seus 4 cds anteriores além de sucesso do Clube da Esquina e composições próprias do artista, dentre as quais se destacam: Clube da Esquina 2, Paisagem na Janela, Amor de Índio e Voa Bicho.

Toninho Horta

Foto

Toninho Horta nasceu em berço musical. Seu avô materno, João Horta, era maestro e deixou sua marca em algumas cidades mineiras, como compositor de música sacra e popular. Além disso, Toninho teve, em sua formação autodidata, forte influência da mãe e de seu irmão mais velho, o baixista Paulo Horta, que liderou, nos anos 50, o Jazz Fã Clube – seleto grupo de músicos mineiros que difundia o melhor do jazz em Belo Horizonte. Começou a tocar violão aos nove anos, com seus irmãos Paulinho, Letícia, Gilda, Berenice e Marilena. Sua primeira composição foi “Barquinho vem” aos 13 anos. No ano seguinte houve a gravação de “Flor Que Cheira a Saudade” (com letra da irmã Gilda) pelo conjunto de Aécio Flávio, no qual seu irmão era contrabaixista. Músico profissional aos 16 anos, incentivado pelo irmão, Toninho começou a tocar na noite belo-horizontina. Nesta época conheceu Milton Nascimento e logo se tornaram parceiros com o samba-canção “Segue em Paz” (letra de Bituca). Mais tarde, com Milton e outros companheiros, participou do Clube da Esquina, álbum que marcou a MPB nos anos 1970. Após sua transferência para o Rio de Janeiro, no final dos anos 60, Toninho projetou-se no mercado nacional. Nos anos seguintes, entre Minas Gerais e Rio, trabalhou em centenas de gravações, ao lado de muitos artistas consagrados. Entre tantos, Gal Costa, Nana Caymmi, Elis Regina, João Bosco e seu amigo de Minas, “Bituca”. No início dos anos 80, Toninho teve sua primeira experiência tocando com músicos de jazz em Nova Iorque e realizando estudos na Juilliard School, no Lincoln Center. Retornando ao Brasil, organizou o "I Seminário Brasileiro da Música Instrumental" em Ouro Preto, com o objetivo de resgatar os valores da música brasileira através do intercâmbio entre músicos, do estímulo à criatividade e da abordagem de novas técnicas de instrumento. Desenvolveu trabalhos como diretor musical do espetáculo “A Hora da Estrela”, com Maria Bethânia (Canecão /Rio – 1985); e do projeto “Planeta Terra” patrocinado pela IBM, convidados Marcos Montarroyos, Nivaldo Ornelas e Nelson Ayres, realização da empresa Contato Imediato, Diretora de Produção Gilda Horta, com a Orquestra Jovem de Campinas, Coral e convidados, com presença de 40.000 pessoas (Parque do Ibirapuera/ SP (ao vivo) – 1989). Nos anos 90, radicado em Nova Iorque, o músico consolidou sua arte no exterior. A partir daí, seguiu viajando ininterruptamente para o Japão, Coréia do Sul e vários países da Europa, onde tocou com grandes nomes internacionais. O virtuosismo de sua guitarra deu-lhe, em 1977, o prêmio de 5º melhor guitarrista do mundo pela revista londrina Melody Maker, e o 7º melhor, em 1988, consagrando-o como um dos mais admirados músicos dos últimos tempos. Além do reconhecimento pela crítica mundial e por músicos de toda a parte do planeta, Toninho leva na bagagem 25 CDs lançados, de sua autoria. Paralelamente à carreira musical, Toninho criou, em 2000, seu próprio selo – Minas Records –, que produziu seis de seus discos, anteriormente lançados apenas no exterior. Desde essa época, se dedicou a projetos especiais, como a gravação do CD Duplo e o DVD “Solo – Ao Vivo”, do Show “Ton de Minas” (Teatro Sesiminas / BH -2004). O repertório forma uma antologia de seu trabalho como compositor. Um inusitado encontro com George Benson, em 2005, rendeu a Toninho Horta a direção musical de um CD ainda inédito com o instrumentista norte-americano, gravado no Brasil. O músico mineiro, além da responsabilidade da direção, produção e arranjos musicais, também participa ao violão. No mesmo ano, teve seu nome incluído, numa compilação da Sony/BMG americana, álmum com 5 cds, onde Toninho Horta está entre os 74 guitarristas mais importantes dos últimos 100 anos no mundo, tanto do Jazz como do Blues. Ainda em 2005, Toninho Horta recebeu mais um reconhecimento em sua carreira, com a indicação à 6ª edição do prêmio Grammy Latino com o álbum Com o pé no forró. O músico mineiro concorreu na categoria “Melhor Álbum de Música Popular Brasileira”, ao lado de outros grandes artistas da nossa música. No ano de 2008 gravou, com Ken Hirai, considerado o cantor mais popular do Japão, a canção “Moon River”, de Henry Mancini, para um documentário sobre os 40 anos da descida do homem na lua, pela NASA ( em Nova Iorque). Em 2009 e 2010 realizou temporadas no Dizzye´s Coca Cola Club, no Lincoln Center, como convidado especial do “Brazilian All Stars Band”, homenageando o maestro Tom Jobim. Participou de gravações com os baixistas Buster Williams e Rufus Reid e com o guitarrista italiano Antonio Onorato. Realizou turnês na Itália, Alemanha, Califórnia, Coréia do Sul, Japão e Indonésia, ao lado de artistas asiáticos como Jack Lee e Dwiki Dharmawan. Ainda em 2010, Toninho Horta lançou dois significativos trabalhos, um CD de homenagens e um livro biográfico. O álbum "Harmonia & Vozes" contou com participação de 150 músicos, entre coral, orquestra e artistas famosos do mundo pop: Seu Jorge, Djavan, Erasmo Carlos, Ivan Lins, Ivete Sangalo, Sérgio Mendes, Frejat, D'Black e Beto Guedes. Este disco foi novamente indicado na 11ª Edição do Latin Grammy Awards, na categoria “Melhor Álbum de Música Popular Brasileira”. E sua primeira biografia "Harmonia Compartilhada" foi escrita por Maria Tereza Arruda Campos e lançada pela Imprensa Oficial de São Paulo na série Aplauso, tendo que a primeira edição esgotada. No ano passado, foram lançados os DVDs "Ton de Minas" (do show Solo – Ao Vivo) de Paulo Nicolsky, e o documentário "A Música Audaz de Toninho Horta", de Fernando Libânio. Em 2012 Toninho Horta comemora 45 anos de carreira, desde sua primeira aparição no II Festival Internacional da Canção Popular, maracanãzinho, Rio de Janeiro. Uma série de eventos e produtos estão sendo planejados para registrar a história musical de Toninho Horta. o projeto inclui lançamentos de discos, song book, livro biográfico, pesquisa do Acervo Musical do I Seminário Brasileiro de Música Instrumental e o Livrão da Música Brasileira. A nova fase musical de Toninho Horta terá foco na sua tournée nacional, 2013/2014, com orquestra, num total de 22 concertos nas principais capitais nacionais. O compositor e intérprete mineiro será também o orquestrador da maioria das obras musicais dos concertos. As orquestras terão formação mínima de 45 integrantes e máximo de 82 membros, como a Jazz Sinfônica de São Paulo. Os CDs "Minas Tokyo" e "Japa", em homenagem ao Japão, país onde o seu trabalho tem grande popularidade, tem lançamento para breve. Seu foco principal para o próximo ano está na concretização do "Livrão da Música Brasileira", uma coletânea didática com 700 partituras dos compositores nacionais. O projeto representa o maior banco de dados no gênero e seu lançamento, após 25 anos de pesquisa, será um momento histórico na cultura musical do país.

Tunai

Foto

Em 1977, João Bosco o apresentou ao poeta Sérgio Natureza, com quem viria mais tarde a produzir boa parte de sua obra e seus maiores sucessos. Entre seus muitos parceiros está Milton Nascimento, que obteve sucesso com a gravação das músicas Rádio Experiência e Certas Canções. Estreou em 1978, quando Fafá de Belém interpretou Se Eu Disser (Tunai/Sérgio Natureza). No ano seguinte, Elis Regina gravou As Aparências Enganam (Tunai/Sérgio Natureza)?, no LP Essa Mulher. Tunai gravaria ainda em 1980, pela Polygram (hoje Universal Music), um CS com as músicas As Aparências Enganam e Trovoada (Tunai/Sérgio Natureza). Ainda em 1980, Elis Regina incluiria no disco Saudades do Brasil a música Agora Tá (Tunai/Sergio Natureza). Em 1981, Tunai lançou em CS a música Adeus à Dor (Tunai/Sérgio Natureza) e gravou seu primeiro LP, Todos os Tons (?PolyGram). Neste mesmo ano, César Carmago Mariano ganhou o prêmio de melhor arranjo no Festival da Rede Globo, com a música Adeus à Dor. Em 1982, Jane Duboc obteve o 3° lugar no Festival MPB Shell, da Rede Globo, com a música Doce Mistério (Tunai/Sérgio Natureza). No ano seguinte, Tunai gravou o disco Olhos do Coração (PolyGram). Em 1984, a música Depois das Dez (Tunai/Sérgio Natureza) foi incluída no LP Delírios e Delícias, da cantora Simone. Nesse mesmo ano, Gal Costa gravou duas composições de sua autoria: Olhos do Coração (Tuna/iSérgio Natureza) e Eternamente (Tunai/Sérgio Natureza/Liliane), esta última incluída como tema de novela da Rede Globo e ainda na peça De Braços Abertos, estrelada por Irene Ravache e Juca de Oliveira. Ainda nesse ano, lançou pela gravadora Barclay-Ariola o LP Em Cartaz, com destaque para a música Frisson (Tunai/Sérgio Natureza), incluída como tema da novela Suave Veneno, da Rede Globo. Entre 1985 e 1994, fez vários shows em teatros de todo o Brasil e lançou diversos discos: Sintonia (PolyGram - 1985), Sobrou Pra Mim (Eldorado - 1988) e Dom (Caju Music - 1994). Todos com sucessos amplamente divulgados em várias emissoras de rádio e incluídos em trilhas de novelas, como Sintonia (novela Tititi da Rede Globo), Sobrou Pra Mim (trilha da novela Fera Radical, também da Rede Globo), e Meu Amor (versão para My Love, de Paul McCartney, incluída em Despedida de Solteiro, da Rede Globo). Na década de 1990, Ney Matogrosso gravou As Aparências Enganam, montando um show homônimo que percorreu com sucesso todo o país. Em 1999, Ivete Sangalo gravou Frisson. No ano 2000, em comemoração aos seus 20 anos de carreira fonográfica, Tunai lançou pela gravadora Jam Music o CD Certas Canções – acústico. Nesse disco, gravado ao vivo no Teatro Municipal de Ouro Preto/MG, incluiu sucessos de sua carreira e composições suas que foram sucessos nas vozes de outros cantores. O disco contou com as participações especiais de Milton Nascimento, na faixa As Sem Razões do Amor (música sobre o poema de Carlos Drummond de Andrade) e de João Bosco, na música Lobos do Mar, em parceria com Márcio Borges. Em 2004 lançou o CD de inéditas Dança das Cadeiras (Independente). Destaque para as músicas Lembre-se (Tunai/Sérgio Natureza), gravada originalmente por Elis Regina, Éramos Três (Tunai/Sérgio Natureza), gravada por Marília Gabriela, e as inéditas Luz das Manhãs (Tunai/Abel Silva), Dança das Cadeiras e Amoroso (Quando a Lua Nasce), ambas de Tunai em parceria com Cláudio Rabello. Em 2008, convidado por Max Pierre, para participar do projeto Um Barzinho, Um Violão - Novela 70 (pela primeira vez gravado ao vivo no Morro da Urca, ao lado de mais 25 artistas como Zélia Duncan, Caetano Veloso, Herbert Viana, Zeca Pagodinho, Jorge Vercillo, Elba Ramalho, entre muitos outros), Tunai cantou Nuvem Passageira (Hermes Aquino) da novela Casarão (1976), da Rede Globo. Em 2010, Milton Nascimento gravou a música Raras Maneiras (Tunai/Márcio Borges) no CD ...E A Gente Sonhando. Em 2011, Tunai realizou um show histórico juntamente com Milton Nascimento e Wagner Tiso no Festival de Inverno de Ponte Nova/MG. Este show foi assistido por mais de 8 mil pessoas e teve participações especiais do guitarrista Ricardo Vogt, Bruno Cabral e João Vitor Campos. Em outubro de 2011, Tunai lançou o CD Eternamente... (MZA Music) com releituras de suas canções e participações especiais de Milton Nascimento, Wagner Tiso, Simone, Zélia Duncan, Jane Duboc, Jorge Vercillo, Chico Amaral, Patrícia Mellodi, Dodô Moraes e Fernando Mansur. Este CD também teve a participação de grandes músicos como Victor Biglione, Robertinho Silva, Luiz Alves, João Baptista, Jurim Moreira, Márcio Mallard, Don Chacal, Kadu Lambach e da Banda T, formada por Bruno Felga (bateria), Francisco Falcon (contrabaixo), Thiago Amorim (piano) e Edinho Souza (percussão). Atualmente, além da turnê do CD Eternamente... (MZA Music - 2011), Tunai está apresentando o show Saudade da Elis, ao lado de Wagner Tiso. Este show já foi apresentado em São Paulo, Rio de Janeiro (com participações especiais da atriz Letícia Spiller e India Tiso), Belo Horizonte (com participação especial de Marina Machado), Buenos Aires, entre outras cidades. Em 2014, aconteceram 18 shows nos teatros da CAIXA Cultural em São Paulo, Curitiba, Fortaleza e Salvador. Dos intérpretes de suas composições, constam grandes nomes da MPB, como Elis Regina, Simone, Milton Nascimento, Gal Costa, Elba Ramalho, Fagner, Jane Duboc, Emílio Santiago, Fafá de Belém, Zizi Possi, Beto Guedes, Joanna, Sandra de Sá, Sérgio Mendes, Belchior, Ivete Sangalo, Roupa Nova, entre outros. http://www.tunai.art.br/

Vitor Santana

Foto

https://www.facebook.com/vitor.santana.165?ref=br_rs

Wagner Tiso

Foto

http://www.museuclubedaesquina.org.br/wagner-tiso/

Wilson Sideral

Foto

Cantor, compositor, guitarrista e produtor musical, Wilson Sideral, mineiro de Alfenas, atualmente vivendo em Belo Horizonte, mistura elementos de rock, soul, mpb e blues em sua música “Sideral”. Com cinco álbuns de estúdio lançados e um EP (#Singles), o artista está agora em turnê com o seu recente trabalho “Canções de Computador” (2014). Sua primeira ‘demo’ de 1997, “Um Caipira na Era Espaciar”, foi recebida com entusiasmo pela cena independente de BH. Dois anos depois, lançava seu primeiro álbum de estúdio, “1” (1999), em parceria com a Universal Music. Seguiram-se “Na Paz” (2001), “Lançado ao Mar” (2004), “Dias Claros” (2007) e o EP #Singles (2010). Com indicações aos prêmios Grammy Latino e Multishow de Música Brasileira, Wilson Sideral é também reconhecido por seu trabalho como compositor de ‘hits’ para artistas consagrados da música ‘pop brazuca’, como Jota Quest (“Na Moral”, “Fácil”, “Já Foi”…), Fiuk (“Foi Preciso Você”), Tomate (“Um Beijo Seu”, “Foi”, “You”…). Apresentações em grandes festivais de música, como Rock in Rio, Planeta Atlântida, Pop Rock Brasil, Triângulo Music Festival e Planeta Brasil, estão na “bagagem” do cantor mineiro, que está sempre “na estrada” e tem, na presença de palco, carisma e qualidade musical, características marcantes de suas apresentações.

Zabumbeia

Foto

Ao som da zabumba de gaveta, violão, escaleta, triângulo e percussão, a banda de forró Zabumbeia da cidade de Ouro Preto – MG traz em seu repertório sucessos do estilo e músicas tradicionais do cancioneiro popular brasileiro. Ainda traz releituras de outros ritmos como Pop/Rock (nacional e internacional) e MPB. Para aqueles que buscam descontração e dançar no chileque do chinelo, a apresentação traz diversas influências musicais, embaladas pelos ritmos que compõem o forró, tais como baião, xote, frevo e rastapé.