Locais

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Academia Mineira de Letras

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O edifício da Academia Mineira de Letras foi construído na década de 1920, provavelmente em 1923/1924, para ser o consultório e residência do médico carioca, radicado na capital mineira, Eduardo Borges da Costa. Inicialmente, a construção abrigou a clínica particular de seu pai. A pequena clínica abrigava uma recepção, consultórios, dois quartos para internação de pacientes além de um laboratório, uma biblioteca e um banheiro. A construção foi planejada para receber ampliação e abrigar a residência da família do Dr. Borges da Costa, uma vez que a estrutura do prédio foi projetada para suportar um segundo andar. As análises dos projetos apresentados à prefeitura mostram o significativo acréscimo sofrido pela edificação em sua planta baixa original e passando a ter dois pavimentos. No Projecto Para Remodelação e Aumento da Residencia do Exmo. Sr. Dr. Borges da Costa, apresentado em 1926, na prefeitura de Belo Horizonte, existe a assinatura do arquiteto Luis Signorelli. Embora não exista confirmação documental, os indícios apontam que o projeto original também ficou a cargo de Signorelli. Trabalharam na obra também importantes artistas como o escultor austríaco Mucchiutti, responsável por muitas obras na cidade, e os marmoristas irmãos Natalli. A execução dos trabalhos ficou a cargo do Sr. Antônio Mias. Após a ampliação o casarão passou a reunir 44 cômodos, incluindo os pertencentes à clinica do Dr. Borges da Costa. Desde o início, a residência tornou-se ponto de referência de políticos, médicos, poetas e outras pessoas de renome que formavam a elite intelectual e política da nova capital. A residência acolheu inúmeros jantares e encontros durante vários anos. Em 1987 foi passada em comodato para a Academia Mineira de Letras e posteriormente restaurada. Em 1994 foi construído um anexo para receber eventos e reuniões. Atualmente o imóvel abriga as atividades da Academia e continua como um ponto de referência da arquitetura e memória da cidade. Exibir mapa ampliado Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Rua da Bahia, 1466 - Centro
Belo Horizonte - MG
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Auditório Leopold Bian

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Av. Carandaí, 1115 - esquina com Rua Pernambuco
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Bar do Museu Clube da Esquina

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http://www.bardomuseuclubedaesquina.com/
Rua Paraisópolis, 738 - Bairro Santa Tereza
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Basílica de Lourdes

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Lourdes é uma cidade localizada no sul da França. Em 1858, em uma gruta da cidade, Nossa Senhora apareceu 18 vezes a uma jovem de 14 anos – Bernadette Soubirous – que, anos mais tarde, seria canonizada pelo papa Pio XI como Santa Bernadete. A palavra basílica é de origem grega, vem de basileus, que significa rei. Na antiga Pérsia, os reis recebiam seus súditos em grandes salas de audiência, denominadas basílicas. Estas salas também inspiraram a arquitetura dos templos cristãos. Somente podem ser nomeadas “Basílicas” as igrejas que preenchem certos pré-requisitos de qualidade artística, centro de concentração e piedade popular. Distinguem-se dois tipos de basílicas – maiores e menores. As quatro Basílicas Maiores são: Basílica de Santa Maria Maior (Roma), Basílica de São João do Latrão (Roma), Basílica de São Paulo Extra Muros (Roma), e Basílica de São Pedro (Vaticano). As outras Basílicas no mundo são chamadas Menores. Basílica menor é um título honorífico concedido pelo Papa a igrejas em diversos países do mundo, consideradas importantes por diversos motivos, tais como:
  • Veneração que lhe devotam os cristãos;
  • Transcendência histórica;
  • Beleza artística de sua arquitetura e decoração.
http://www.basilicadelourdes.com.br/paroquia/
Rua da Bahia, 1596 - Lourdes - Belo Horizonte

Basílica de Lourdes - Série Recitais em Lourdes

http://www.basilicadelourdes.com.br/  
Rua da Bahia, 1596 - Lourdes, Belo Horizonte
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Casa da Ópera - Teatro Municipal de Ouro Preto

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Casa da Ópera de Vila Rica – 243 Anos de História Inaugurado em 06 de junho de 1770, o teatro é considerado o mais antigo das Américas em funcionamento. É um edifício de fachada singela, lembrando a austeridade da arquitetura civil da época, de inspiração neoclássica de tradição barroca. Seu interior também “acanhado” segundo as palavras de Saint Hillare, constituí-se de quatro ordens de camarotes, encerrados por balaustradas de madeira recortada. A sala de espetáculos, originalmente, era iluminada por velas entre os camarotes; possui 300 lugares e sua acústica é perfeita. A construção da Casa da Opera, trazia implícita, a vinda das trupes regulares de atores e músicos, mas em Vila Rica eles já eram velhos conhecidos e se apresentavam no teatro de rua (como os conhecidos “mascaras”, que tem comprovada atuação nas danças e cantorias públicas), nas procissões de Corpus Christi e nas pomposas festas do Triumpho Eucharistico e do Aureo Throno Epischopal. O Teatro foi usado tanto nas comemorações oficiais quanto nas circunstanciais, trazendo aos espectadores peças que até então só se viam na Europa, onde a colônia buscava imitar a vida cotidiana da metrópole, copiando usos e costumes. O Teatro recebe em média, mais ou menos 13.000 mil visitantes por ano e uma média de 15.000 pessoas em apresentações também por ano. Manter em funcionamento um espaço, que além de ser um prédio histórico e também um dos mais procurados teatros de Minas Gerais, não é tarefa fácil. O prédio, que foi adquirido pelo município e hoje é conhecido como Casa da Opera/Teatro Municipal de Ouro Preto, abriga não só platéia, músicos, atores e visitantes. Abriga principalmente, traços importantes da nossa história, e seu palco, mais que lugar de riso e de lágrima, é lugar sagrado da nossa arte e da nossa cultura.
Rua Brigadeiro Musqueira S/N – Centro / Ouro Preto - MG. Telefone-(031) 3559.3224
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Casa da Vovó e do Vovô

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http://www.casadavovoedovovo.com.br/
Alameda do Ipê Branco, 515 - São Luiz, Belo Horizonte
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Casa do Baile

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Parte do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, a Casa do Baile foi reaberta em dezembro de 2002, transformando-se em Centro de Referência de Urbanismo, Arquitetura e do Design, ligado à Fundação Municipal de Cultura que por sua vez é ligada à Prefeitura de Belo Horizonte. A proposta deste centro é a de organizar, documentar e valorizar tanto os espaços construídos e simbólicos da cidade quanto objetos que se tornaram referência na vida cotidiana de nossa sociedade. Para tanto, o acesso democrático às informações relativas ao urbanismo, arquitetura e design torna-se fundamental para a valorização da identidade social dos belohorizontinos. A Casa recebe exposições temporárias, e divulga publicações, desenvolve seminários, encontros e outros eventos relacionados às áreas pertinentes à Casa. Possui um salão de 255 m², um auditório de 53 lugares com recursos multimídia, salas de apoio administrativo, ilha digital com os acervos documentais disponíveis a pesquisadores e ao público em geral. A Casa do Baile foi inaugurada em 19431 para abrigar um pequeno restaurante, um salão com mesas, pista de dança, cozinhas e toaletes. Situada numa pequena ilha artificial ligada por uma pequena ponte de concreto à orla. Com a finalidade de criar na Pampulha um centro de reuniões populares, a Prefeitura fez o edifício do Baile, local destinado às diversões havendo, portanto, duas finalidades na execução desta obra – a de valorização artística da Pampulha e a função social, como diversão para o povo. Como espaço de lazer e entretenimento nas noites belohorizontinas, a Casa do Baile logo se tornou palco de atividades musicais e dançantes freqüentada pela sociedade mineira. A proibição do jogo em 1946, resultou no fechamento do Cassino, atual Museu de Arte da Pampulha - MAP, refletindo sobre a vizinha Casa do Baile, que também foi obrigada a encerrar suas atividades em 1948. A partir desta data, sob a administração da Prefeitura, o espaço foi utilizado para variados fins comerciais. Nos anos 80, funcionou como anexo do Museu de Arte da Pampulha, restaurante e acabou novamente fechada. Como reconhecimento de sua importância para a identidade cultural do país, a edificação mereceu o tombamento em esfera federal, estadual e municipal. Em 2002 a Casa do Baile foi reaberta após sua restauração, realizada sob a coordenação do próprio Oscar Niemeyer com novos sistemas de climatização e iluminação. Seus jardins também passaram por um processo de revitalização obedecendo à intenção paisagística da proposta original de Burle Marx. Desde então, vem funcionando como um Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design.  
Pampulha - Av. Otacílio Negrão de Lima, 1685 - tel: 3277-7946
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Casa Grande

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http://www.casagrande.mg.gov.br/
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Casa Kubitschek - Pampulha

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A inspiração de Juscelino Kubitschek em erguer o Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da Pampulha teve origem tanto na sua vontade de criar em Belo Horizonte um espaço referência em lazer e diversão, quanto da intenção de urbanizar uma região considerada de difícil acesso e distante do centro da cidade. Para que tal empreitada tivesse sucesso, JK deu o exemplo. Incentivando o desenvolvimento habitacional da Pampulha, como parte do projeto do conjunto arquitetônico, encomendou a Oscar Niemeyer a construção de uma residência de campo para seu uso pessoal à orla da lagoa. A Casa Kubitschek, projetada com traços modernistas ocupa 680 m² de um terreno de 2.800 m². Construída entre 1940 e 1943, quando foi entregue à JK, a residência foi projetada de modo a preservar ao máximo a intimidade da família. Objetivo alcançado tanto por meio da estratégia de recuo da casa para o fundo do terreno, quanto pela criação do jardim de Burle Marx na entrada da residência e da setorização dos seus espaços internos. Logo na entrada vê-se o jardim adornado com rochas, palmeiras imperiais e um lago de carpas com o mesmo formato da lagoa da Pampulha. O telhado da residência chama a atenção ao reproduzir o formato borboleta, em ‘V’, utilizado no projeto do Iate Golf Clube. A diferença entre os telhados ocorre apenas pelo detalhe em madeira, típico da arquitetura colonial mineira, adicionado ao projeto da residência. No interior da casa a organização dos espaços e os detalhes na decoração incrementada pelos painéis de Alfredo Volpi e Paulo Werneck, revelam os traços da arquitetura moderna de Oscar Niemeyer e suas parcerias. A área social foi pensada para abrigar as salas de estar, de jantar e de jogos; já a área de serviços, possuía cozinha, banheiro e dependência de empregados; e a área íntima, mais reservada, possuía três quartos. O banheiro se ligava ao quarto por uma porta extra com saída para a área da piscina, que por vezes foi apontada “pelos inimigos de JK como ‘saída de emergência’ para suas supostas amantes.” Nos fundos da casa principal, próximo a piscina foi construída uma casa menor, com três quartos, duas salas e um banheiro, que era utilizada por JK como escritório. Aquele era um dos lugares preferidos de Juscelino Kubitschek, ali ele “costumava trabalhar e atender os telefonemas tomando sol na piscina.” A casa permaneceu ocupada pela família Kubitschek até 1945, quando JK rumou para o Rio de Janeiro para ser empossado deputado federal. Após sua partida, a casa ficou desocupada até 1956, ano em que o amigo, colega de seminário e padrinho de casamento, Jobert Guerra, ex-deputado e ex-prefeito de Diamantina, comprou o imóvel. Com a transação, a família Guerra passou a utilizar a casa, que sempre estava à disposição de JK em suas visitas à Belo Horizonte. Após o falecimento de Joubert Guerra em 1977, sua esposa, Juracy Brasilience Guerra, permaneceu morando no local até falecer em 2004. Com a sua morte, a prefeitura de Belo Horizonte demonstrou interesse em adquirir a casa para transformá-la em espaço cultural. Durante todo o período em que a família Guerra permaneceu no local, o imóvel e os móveis - em grande parte adquiridos pelo próprio Juscelino-, foram bem preservados. Dentre a mobília ainda estavam em boas condições, a geladeira e a cama de casal comprados por JK, além de uma mesa de bilhar francês e mais outros 90 itens. Em 2005 os herdeiros da família assinaram o Termo de Desapropriação transferindo o imóvel para a prefeitura, que somente em 2008 iniciou as obras de restauração e adaptação do espaço para a instalação do Museu Casa Kubitschek, com base no projeto desenvolvido pela Diretoria de Patrimônio da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. De acordo com a Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap), as obras de restauração de pisos, telhados, janelas, esquadrias, painéis artísticos e a construção de uma guarita, iniciados em 2008 com um orçamento de R$ 844,2 mil, tiveram de ser suspensas durante dois anos por falta de repasse de recursos da Caixa Econômica Federal. A restauração somente foi reiniciada em 2011, com um aditivo de R$ 211 mil para a realização da pintura, correção de infiltração e rebaixamento de gesso. Finalizados em dezembro de 2011, nem todos os reparos realizados foram bem sucedidos. Em visita realizada ao imóvel pela reportagem do jornal “Estado de Minas” em março de 2012, foram verificadas goteiras em um dos corredores. Apesar desse fato, o painel de Alfredo Volpi e os mosaicos de Paulo Werneck já haviam sido restaurados. As paredes estavam pintadas conforme o projeto original, e o sistema hidráulico, responsável pela alimentação das torneiras dos banheiros e da cozinha estavam desativados para reduzir os níveis de umidade e proteção da alvenaria, tecido e madeira. Segundo a arquiteta e então diretora do Museu de Arte da Pampulha e da Casa Kubitschek , Tereza Bruzzi, o maior desafio das obras era recuperar os traços originais do projeto paisagístico dos jardins de Burle Marx, que estavam consumidos pela vegetação selvagem que crescera de forma descontrolada. Além da restauração, de acordo com o projeto de adaptação da casa em museu, a piscina teria sua “profundidade reduzida em pelo menos 80% para se transformar em espelho d’água, ao lado do café a ser instalado na antiga casa dos funcionários da mansão”. Finalização da restauração Em fevereiro de 2013, a equipe do Museu de Arte da Pampulha e do Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB), estava realizando o processo de conceituação doa Casa Kubitschek. O término da restauração dos móveis e da recuperação do projeto original dos jardins de Burle Marx estava previsto para ser iniciado ainda em fevereiro, e a inauguração para junho de 2013. Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1994, e reconhecida como patrimônio municipal pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte (CDPCM-BH) em 2003, após inaugurada a Casa Kubitschek ficará sob a administração do Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB).
Av. Otacílio Negrão de Lima, 4188 - Pampulha
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Catas Altas - Igreja Matriz

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A igreja, localizada na Praça Matriz da cidade, ao fundo da qual se ergue a pedra da Serra do Caraça. É nessa praça que se erguem alguns casarões antigos em bom estado de preservação, formando com a matriz o conjunto histórico da antiga cidade. É um dos mais importantes templos mineiros e uma das poucas igrejas em que se pode fixar a data de fundação com precisão, pois uma notícia inserida no Códice Matoso dá conta de que em 1739 foi feito o translado do Santíssimo Sacramento para a "nova matriz, que hoje existe". (1750) Uma boa documentação sobre os construtores do templo também foi preservada e, através dela, sabemos que nele trabalharam os conhecidos entalhadores Francisco Xavier de Brito e Francisco Vieira Servas. O primeiro produziu destacadas obras sobretudo em Ouro Preto e Mariana e o segundo é responsável por trabalhos de entalhe na Igreja do Carmo de Sabará e esculturas no Santuário de Congonhas. No trono está ainda o Cristo crucificado, obra do Aleijadinho, e que antes de ser atribuído ao mestre tinha posição de pouco destaque no consistório dos Irmãos do Santíssimo. O documento referente à celebração do primeiro batismo na capela é datado de 1712 e, quase 30 anos depois, o coro ficou pronto, objetivando fazer uma festa com canto e órgão. Com paredes grossas e nenhuma abertura nas laterais, a igreja é edificada em madeira, taipa e pedra, e possui duas torres sineiras bulbáceas, que representam a influência da arquitetura moura, e correspondem ao tipo tradicional das matrizes mineiras. Existe na fachada um óculo cruciforme, três portas externas almofadadas, ficando sobre cada uma delas uma janela envidraçada. É de uma simplicidade característica do rococó mineiro. Internamente a igreja é bastante rica em detalhes de talha branca e dourada. É comum notar a ornamentação em madeira crua, pintura branca e pintura definitiva, e isto está relacionado com as três fases distintas de construção, sendo que algumas obras ficaram inacabadas. Um registro de 1821 dá conta que o retábulo do altar-mor não tinha pintura. Nos tempos atuais ele está adornado de fundo branco com frisos dourados. Suas colunas internas são em quartela e as externas são torsas com estrias no terço inferior e tendo, no alto, anjos apoiados sobre fragmentos de arquitrave. No coroamento está o dossel clássico com a Santíssima Trindade coroando a Nossa Senhora da Conceição. Ela cedeu lugar ao Cristo do Aleijadinho e hoje está em posição inferior ao pé do trono. Nas laterais da escadaria do presbitério estão belos anjos lampadôforos. Não há altares no transepto e sim portas que levam ao interior da matriz. Acima delas estão as pinturas dos quatro doutores da Igreja, atribuídas por alguns a Manuel da Costa Ataíde. Os altares próximos ao arco cruzeiro são um pouco recuados e de grandes dimensões. O da esquerda apresenta colunas torsas encimadas por um baldaquino e com nichos laterais em ângulo diverso ao do trono. O da direita tem formato de um oratório de grandes dimensões, com um fundo camarim abrigando uma imagem do Cristo Crucificado em estilo original. Abaixo do trono há um baldaquino e no alto se destaca um grande medalhão que ultrapassa a linha da cimalha. Nos altares seguintes - em número de quatro, espalhados pela nave - predomina o dossel com pilastras pequenas em quartelas e a presença dos braços com figuras de águias avançando pelo alto do retábulo. Os púlpitos são pintados de branco e apresentam guarda-corpo retilíneo e base de sustentação arrematada em pinhas que chegam a poucos centímetros do chão. No alto estão guarnecidos de baldaquinos de onde pendem lambrequins e sobre os quais se apóiam anjos . As tribunas, tanto da nave quanto da capela-mor são trabalhadas como retábulos, adornadas com sanefas e lambrequins de madeira. Toda a igreja é revestida em madeira entalhada e apresenta acabamentos desiguais, pois parte da madeira está ao natural, parte está pintada de branco e parte é dourada e policromada. Representam momentos diversos do tempo de ornamentação da matriz, que atravessou quase todo o século XVIII.

No altar-mor existem esculturas representando a Santíssima Trindade, com uma grande variedade de anjos e querubins. No altar da direita encontra-se um púlpito em madeira talhada que é atribuído a Aleijadinho. A parte plana do arco-cruzeiro esta dividida em quatro painéis, onde estão pintadas várias cenas bíblicas, e logo abaixo estão duas portas que dão acesso às dependências interiores do templo. Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Matriz_de_Nossa_Senhora_da_Concei%C3%A7%C3%A3o_(Catas_Altas)
Praça Matriz
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Cemitério do Bonfim

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Construído e inaugurado no final da década de 90, o Cemitério do Bonfim, como é conhecido, é a necrópole mais antiga da cidade. O local é composto por 54 quadras, divididas entre duas alamedas principais e diversas ruas secundárias. O espaço é fonte de pesquisa de vários profissionais, devido a seu acervo histórico, caracterizado por esculturas decorativas de túmulos e mausoléus. Muitos são de autoria de escultores italianos que vieram para o Brasil em fins do século XIX. Foto: Portal PBH  
Rua Bonfim, 1120 - Bonfim
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Centro Cultural Jardim Guanabara

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O Centro Cultural Jardim Guanabara (CCJG) foi implantado no dia 5 de dezembro de 2008, por meio de recursos aprovados no Orçamento Participativo, com o objetivo de incrementar a Região Norte com um espaço para produção, difusão e preservação da cultura e do patrimônio da comunidade. Em uma área de 472 m², o espaço possui biblioteca, salas multiuso com capacidade para 100 pessoas, salas para oficinas de artes plásticas, hall de exposições e praça de eventos.
Rua João Álvares Cabral, 277 - Floramar
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Centro Cultural Pampulha

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O Centro Cultural Pampulha - CCP norteia suas ações para possibilitar e ampliar o acesso à informação e à produção cultural, apoiar as manifestações culturais presentes em sua área de abrangência, possibilitar a reflexão e o debate acerca do fazer cultural, além de contribuir para o levantamento e preservação da memória e da história da região. Desta forma, o CCP tem por objetivos formar e capacitar os moradores do bairro e adjacências, despetando neles a noção de cidadania, por meio de programas que permitam a reflexão e a memória dos cidadãos da região. Além disso, difunde a produção cultural e incentiva o hábito da leitura, visando atingir o maior número de pessoas. Entre suas atividades, destacam-se a realização de sessões de vídeo, empréstimos de livros, acesso a jornais e revistas, contação de histórias, saraus de poesia, oficinas culturais e apresentações artísticas. Telefone: 31 3277-9292 /  31 3277-9293 E-mail: ccp.fmc@pbh.gov.br Horário de Funcionamento: 3ª a 6ª das 9h às 18h, sáb. das 9h às 13h. Informações Adicionais: São 371 m2 de área construída, que abrigam biblioteca, sala de projeção, oficinas e administração, auditório, cozinha, jardins interno e externo e ampla área para apresentações artísticas e outras atividades. https://www.facebook.com/centroculturalpampulha    
Rua Expedicionário Paulo de SoUrcauza, 185 -
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Centro de Cultura Belo Horizonte / Centro de Referência da Moda

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O Centro de Cultura Belo Horizonte ocupa uma das mais belas edificações da cidade, em uma localização privilegiada. Prédio neogótico em estilo manuelino.
Rua da Bahia, 1149 - Centro - 3277-1181
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Cidade Administrativa

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A Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves é a nova sede oficial do Governo do Estado de Minas Gerais, Brasil. Localizado na Rodovia Prefeito Américo Renê Gianetti, no Bairro Serra Verde, o novo complexo de prédios do governo estadual é composto por seis edificações principais, divididas em prédios que abrigam a Sede do Governo, Secretarias de Estado, Centro de Convivência, auditório, prédio de serviços, além de unidades de apoio para equipamentos, praças de alimentação e restaurantes. Obra de Oscar Niemeyer. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Rod Prefeito Américo Gianetti, s/nº - Venda Nova
Complemento: Cidade Administrativa - MG 010
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Colégio Arnaldo - Capela Nossa Senhora da Conceição

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A Capela Nossa Senhora da Conceição, concluída em 1917 e popularmente conhecida como Capela do Colégio Arnaldo, é um dos mais belos e conhecidos templos da capital mineira, devido à exuberância e à singularidade de sua arquitetura. Por isso, é uma das mais procuradas de Belo Horizonte para realização de casamentos que, em média, chegam a 200 por ano.
Rua Ceará esquina com Avenida Carandaí – Funcionários
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Conservatório da UFMG Auditório

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Exibir mapa ampliado A Sala de Recitais, que também funciona como auditório, possui 170 poltronas fixas e capacidade total para até 220 pessoas. Conta com um piano Steinway & Sons, especialmente projetado para pequenos espaços e é palco para a apresentação das séries musicais permanentes do Conservatório. Revitalizada, a sala de recitais é o espaço de maior significado do edifício. Ali, as telas dos pintores Antônio e Dakir Parreiras, do início do século passado e que retratam cenas da Ópera Tiradentes, decoram o ambiente, após sofrerem completo trabalho de restauração realizado pelo Cecor – Centro de Conservação e Restauração da Escola de Belas- Artes da UFMG Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Av. Afonso Pena, 1534 - Tel:(31) 3409-8300
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Conservatório UFMG

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O antigo prédio de Escola de Música da UFMG, construído em 1926, foi totalmente restaurado, e abriga agora o Conservatório UFMG, um espaço cultural multiuso. O acervo, em exposição permanente, é composto por duas coleções: a Brasiliana, que reúne objetos de arte, livros e documentos raros de grande valor histórico, artístico e documental, e a de Arte Contemporânea, que representa a arte produzida em Minas na década de 60. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Av. Afonso Pena, 1534. Centro. Belo Horizonte
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Distrito de São Vicente / Baldim - Adro da Igreja Matriz de São Vicente

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A origem do Distrito de SÃO VICENTE. SÃO VICENTE FOI CRIADO PELA LEI 336, de 7 de Dezembro de 1948. Fica a 6 km de Baldim, sede do município e está localizado na parte Centro Leste do Estado de Minas Gerais. Segundo informações, essa comunidade surgiu de uma fazenda, “FAZENDA ZABELÊ”. Seu proprietário Senhor José Dias, fazendeiro e Senhor de escravos, morava em um grande sobrado (como dizia antigamente) no lugar onde hoje existe a piscina. O Sr. José Dias e sua esposa eram grandes devotos de “SÃO VICENTE DE PAULO” e tinham em casa uma capelinha, onde veneravam o santo. Mais tarde foi construída uma capelinha, onde hoje é a sede do CLUBE RECREATIVO, na praça central. Construiu também a primeira Fábrica de Tecidos, Fábrica “SÃO VICENTE” pois diziam que SÃO VICENTE é o protetor dos pobres e dos trabalhadores. A Comunidade cresceu e em vez de Fazenda Zabelê, ficou chamando SÃO VICENTE. A referida Fábrica fechou-se. Mais tarde foi comprada pelos dirigentes da COMPANHIA CEDRO E CACHOEIRA e permaneceu o mesmo nome: FÁBRICA SÃO VICENTE, sendo o santo, “SÃO VICENTE DE PAULO” O PADROEIRO DA Comunidade, homenageado e festejado por todos. A festa de SÃO VICENTE, durante muitos anos era celebrada no dia 19 de Julho, quando se comemorava o aniversário DO SÃO VICENTE ESPORTE CLUBE. Com o Concílio Vaticano II, passou-se a festejar os Santos na data de seu falecimento (SÃO VICENTE DE PAULO FALECEU EM 27 DE SETEMBRO DE 1660). Aqui em São Vicente, só em 1986, começou a celebrar em 27 de setembro, quando tínhamos como Pároco o Padre Adelino de Souza Lopes. A atual Igreja local, foi construída sob a direção da Cia. Cedro e Cachoeira que a manteve enquanto funcionou na Comunidade.
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Escadaria do Palácio da Justiça

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O Palácio da Justiça Rodrigues Campos faz parte do conjunto de edifícios públicos projetados para a nova capital de MG, inaugurada em 1897 (anteriormente, a capital mineira era Ouro Preto). Com a construção de BH, buscava-se uma ruptura definitiva com a tradição colonial. É dentro deste estilo eclético com características neoclássicas que o arquiteto Raphael Rebechi projetou o Palácio da Justiça para abrigar a 1ª instância da comarca de BH e o Tribunal da Relação, Corte da 2ª instância de MG. O Judiciário foi o primeiro dos três poderes a se estabelecer em BH, mas, ainda sem sede própria, funcionou na antiga Secretária de Educação, na Praça da Liberdade, que hoje abriga o Museu das Minas e do Metal. Posteriormente, o Tribunal se mudou para o edifício do Instituto de Educação, na avenida Carandaí. A construção do prédio deu-se entre 1909 e 1911 e foi projetada pelo arquiteto italiano Rafael Rebecchi e construída pelo coronel Júlio Pinto, sob a orientação técnica do engenheiro José Dantas. Em 1912, o edifício foi inaugurado na avenida Afonso Pena, 1420. No alto da fachada principal e da lateral direita, chamam a atenção os lindos frisos em baixo-relevo, representando alegorias à Justiça Romana, obra do escultor suíço-italiano João Morandi. A escadaria exterior do Palácio, em granito, avança pela calçada portuguesa da Avenida Afonso Pena, numa possível infração às posturas municipais, mas nos convida a entrar no austero edifício, passando por sob o frontão clássico, entre quatro colunas gregas, com seus capitéis artísticos.
Penetrando no imponente saguão de entrada, deparamos com a magnífica escadaria metálica, vinda da Bélgica, no início do Século XX. De um lado e do outro do primeiro degrau de mármore de Carrara, duas estátuas femininas, em estilo belle époque, sustentam luminárias elegantes, em forma de tocheiros.
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Avenida Afonso Pena 1420. Centro. Belo Horizonte

Espaço IDEA

http://www.ideacultura.com.br/#!a-casa/r5yh9
Rua Bernardo Guimarães, 1200. Funcionários. Belo Horizonte / MG.
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Hospital Sofia Feldman - Maternidade

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http://www.sofiafeldman.org.br/
Rua Antônio Bandeira, 1060 - tel 31 3408-2200 - bairro Tupi - Belo Horizonte
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Igreja de Santa Luzia - Cidade Nova

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A pedra fundamental do que viria a ser a paróquia foi erguida em 1975 por Dom João Resende Costa. Cerca de 10 anos depois, era inaugurada a Igreja de Santa Luzia, no coração do bairro Cidade Nova. Hoje a igreja está sob a responsabilidade do padre João de Deus Dantas. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Rua Doutor Julio Otaviano Ferreira, 913 - Cidade Nova, Belo Horizonte
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Igreja do Bom Jesus

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http://www.senhorbomjesusdohorto.com.br/    
Rua Artur Alvim, 300 - Sagrada Família, Belo Horizonte - MG 3461-7043
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Igreja Nossa Senhora das Dores

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A Igreja Nossa Senhora das Dores, também conhecida como Igreja da Floresta é um templo católico localizado em Belo Horizonte.. Situada na Rua Silva Jardim , com fachada para a Av. do Contorno, no bairro Floresta, foi construída em 1930 e possui estilo gótico, com uma torre de 61,8 metros de altura. É atualmente a igreja mais alta de Belo Horizonte que em breve deverá perder o título para a Catedral Cristo Rei, de 100 metros. A criação da paróquia se deu em 25 de dezembro de 1927. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Rua Silva Jardim, 100 - Floresta, Belo Horizonte
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Igreja Nossa Senhora das Graças e Medalha Milagrosa

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Rua Jequiriçá, 54 - bairro Concórdia
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Igreja Padre Eustáquio

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Pelos anos trinta, toda a nossa região era ainda território pertencente à Paróquia de São Francisco das Chagas, confiada aos Freis Franciscanos, no Carlos Prates. Desde a posse do Frei Zacarias van der Hoeven, OFM, não se descuidou do núcleo populacional, que estava surgindo, chamado “Vila Celeste Império”. Em 1933 houve uma pequena Missão na Vila, pregada pelo Frei Mário Cornelissen. Ele foi o apóstolo da Vila. Em 1934 ficou pronta a capela-mor da igreja já existente, que recebeu o seu acabamento em 1935. De 1936 em diante as missas já foram sempre semanais.

Vários freis franciscanos se dedicaram à Vila Celeste Império e durante o ano de 1940 Frei Anselmo foi encarregado pelo Arcebispo, de preparar o desmembramento da Paróquia de S.Francisco das Chagas. Com mais ou menos 2.000 habitantes, o futuro se projetava aí: a construção do Aeroporto, a canalização da Avenida Pedro II, a construção do Carmelo, o Balneário da Ressaca, o calçamento da Rua Contagem, tudo influiu para o progresso. No dia 01 de janeiro de 1941 foi criada a Paróquia de Cristo Rei, por Decreto do Arcebispo, Dom Antonio dos Santos Cabral, ficando a Rua Manhumirim como divisa das duas Paróquias. Aos 18 de novembro de 1941 ela foi confiada aos Padres Dominicanos, sendo seu primeiro Vigário o Frei Boaventura Chasserieu, O.P., que tomou posse no dia 23 de novembro de 1941. E no mesmo dia 18, por Decreto Episcopal, foi designado como titular São Domingos. Estes dados encontram-se no “Livro de Tombo da Paróquia Cristo Rei da Vila Celeste Império – 1941”. Um outro livro de Tombo, cujo Termo de Abertura foi assinado pelo secretário do Arcebispado, Pe. Armando De Marco, aos 27 de maio de 1943, é da Igreja Matriz de São Domingos. E começa já com a nomeação do Pe. Eustáquio van Lieshout ss.cc..

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Rua Padre Eustáquio, 2405 - Padre Eustáquio. 31 3462 6557
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Igreja Santa Tereza

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É importante que a atual e as futuras gerações saibam como foi difícil aos moradores da comunidade do Bairro Santa Tereza construir sua própria matriz. Grande parte dos moradores ainda não sabem que o prédio da Matriz de Santa Teresa e Santa Teresinha demorou mais de 30 anos para ser concluído. O trabalho de construção da nossa matriz começou no dia 25 de dezembro de 1930, quando foi criada a Paróquia, por Dom Antonio dos Santos Cabral, primeiro Arcebispo de Belo Horizonte. Desde então, estiveram envolvidos na construção do prédio a comunidade, a Igreja Católica, os poderes públicos e muitos contribuintes particulares e anônimos. O mestre desta imensa obra foi Padre José de Campos Taitson, nomeado com a criação da Paróquia, e que aqui permaneceu durante 15 anos, entregando a comunidade a matriz funcionando na Rua Eurita, e a laje das torres, bem como o arcabouço da Igreja definitiva preparado para receber as paredes e o teto. Homenagem especial deve ser feita ao ex-Governador Olegário Maciel que, em nome do Estado, no ano de 1931, doou o terreno, oito lotes, para sediar a matriz. Um dos motivos de permanência de seu busto na Praça. Dezenas de moradores participaram também desta grande obra, destacando-se o coronel Afonso Elias Prais, Dr. João Deschamps de Andrade, as famílias Goretti, Mathias, de Esther Magalhães, Bonconselho, D’Avila, Milton Carvalho Campos, Ângelo Rabelo, Virgilio de Abreu Martins Filho e tantos outros, moradores da comunidade, que não foram presidentes de comissões, mas colaboraram nas diversas campanhas de doação para compra dos mármores, dos bancos, da pintura, etc., para que os católicos do bairro pudessem se orgulhar da majestosa Matriz, que é uma das mais belas e maiores da cidade. Texto de Luis Góes retirado da Internet. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Praça Duque de Caxias, 200 - Santa Tereza. Belo Horizonte - MG
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Igreja Santo Antônio

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Avenida do Contorno, 6738 - Santo Antônio. Belo Horizonte
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Igreja São José

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A Igreja São José é uma igreja em estilo manuelino localizada no centro de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Construída pela congregação dos redentoristas, é um dos mais notáveis monumentos construídos em Belo Horizonte. Com uma forma de uma perfeita cruz latina, a matriz tem 60 metros de comprimento e 19 de largura, construída em estilo manuelino com fortes influências holandesas. Teve sua decoração interior iniciada em agosto de 1910 e abriga os capitéis das belas colunas no estilo coríntio, o grandioso presbitério, além de um órgão de tubos fabricado em 1927. A pintura interna da igreja foi feita
Rua Tupis 164
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Igrejinha da Pampulha

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Uma das principais atrações do conjunto arquitetônico e urbanístico da Pampulha, a Igreja São Francisco de Assis, emoldurada pelas águas da lagoa, reúne as genialidades do arquiteto Oscar Niemeyer, do paisagista Burle Marx e do pintor Cândido Portinari. A combinação gerou a construção em tons azuis, com linhas e curvas totalmente revestida por azulejos e pelos painéis que retratam a Via Sacra e a imagem de São Francisco. A igreja permaneceu durante 14 anos proibida ao culto. Aos olhos do arcebispo Dom Antônio dos Santos Cabral,a igrejinha era apenas um galpão, apesar de, em seu interior,abrigara Via Sacra, constituída por 14 painéis de Cândido Portinari, considerada uma de suas obras mais significativas. Os painéis externos também são de Cândido Portinari– painel figurativo,e de Paulo Werneck –painel abstrato. Os jardins são assinados por Burle Marx. A Igreja da Pampulha é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG)e pela Gerência do Patrimônio Municipal. Visualizar FIC 2013 em um mapa maior
Av. Otacílio Negrão de Lima, 3000. Pampulha. Belo Horizonte
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Mariana - Igreja Nossa Senhora do Carmo

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A Igreja de Nossa Senhora do Carmo é uma igreja rococó em Mariana, Brasil. Depois de se alojar na primitiva Capela de Nossa Senhora do Carmo (atual Capela Santo Antônio) e na Capela São Gonçalo (hoje inexistente), aOrdem Terceira do Carmo obteve permissão por carta régia, datada de 1784, para erguer seu templo definitivo. As obras iniciaram em 1784, tendo como encarregado o mestre pedreiro português Domingos Moreira de Oliveira, cujos sucessores terminaram o templo em 1835. Para o reconhecido historiador e crítico de arte Germain Bazin, é um dos mais belos templos rococó de Minas.[1] Embora tenha planta retangular, com capela única, apresenta traços de originalidade: as torres cilíndricas, modelo recentemente introduzido em Minas, são implantadas em recuo em relação à fachada. A capela-mor tem forro abobadado, com uma rosácea de arremate. O altar-mor tem refinada talha dourada rococó, com projeto do padre Félix Antônio Lisboa, meio?irmão de Aleijadinho, e erguido entre 1797 e 1819, mas só recebeu o dourado em 1826 por Francisco Xavier Carneiro. Sua também era a grande pintura que decorava o forro da nave, perdida em um incêndio em 1999, quando a igreja estava sendo restaurada, ocasião em que foram perdidos também os dois altares do arco cruzeiro. Depois eles foram reconstruídos de maneira esquemática, para assinalar sua antiga presença e receber estatuária devocional.[1] Restos carbonizados dos altares foram preservados e estão em exposição.   Origem: Wikipédia,
Praça Minas Gerais
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Mariana - Praça Minas Gerais

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A Praça Minas Gerais em Mariana é um dos mais belos exemplos do urbanismo barroco no Brasil. Ela se localiza em um plano elevado em relação às praças Gomes Feire e Cláudio Manoel onde se localiza a Catedral da Sé. Esta situação permite que se aviste as torres dos campanários de suas duas Igrejas de qualquer ponto do centro histórico. Ao mesmo tempo se obtem um efeito de surpresa ao ingressar em um espaço amplo, cuja escala não se advinha até poucos metros antes. As igrejas de São Francisco e Nossa Senhora do Carmo, que foram construídas quase que simultaneamente, na segunda metade do século XVIII, estão muito próximas e implantadas perpendicularmente. Esta tensão entre as duas igrejas cria um cenário urbano exuberante, especialmente para quem vem da cidade baixa pela ladeira da rua Dom Silvério. Em frente à igreja de São Francisco está o Pelourinho e, do outro lado da rua, a Casa de Câmara e Cadeia, concluída em 1798, símbolos maiores do poder civil da cidade. Vale lembrar que Mariana foi a primeira vila, cidade e, em 1745, primeira capital da província de Minas Gerais.
Praça Minas Gerais
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Mosteiro Beneditino Nossa Senhora das Graças

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O Mosteiro Beneditino de Nossa Senhora das Graças foi fundado em 1949 pelas Monjas da Abadia de Santa Maria, São Paulo - SP. Vieram 12 irmãs, tendo à frente a madre Luzia Ribeiro de Oliveira. Aos poucos, o Mosteiro foi sendo construído, a comunidade foi crescendo, de modo que em 1963 já foi possível fazer outras fundações. O Mosteiro hoje tem 44 membros. As orações do Ofício Divino estão sempre abertas ao público.


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Rua do Mosteiro, 138 - Vila Paris
Belo Horizonte - MG
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Museu de Arte da Pampulha - Teatro Auditório

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Visualizar FIC 2013 em um mapa maior Teatro/auditório - Lotação: 200 pessoas (auditório com cadeiras) - Aproximadamente 197m²; - Pé direito:  2,5m - 6 tomadas 220v parede palco; 8 tomadas 110v piso auditório; 2 tomadas 110v rampa; 1 telão - Equipamentos de som e luz no palco - Palco: aproximadamente 38,35m² - Neste espaço não é permitido servir alimentação ou bebida (somente água). - Não possuímos segurança no local e nem técnico para operar os equipamentos. O Museu de Arte da Pampulha, antigo Cassino da Pampulha, integrante do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, enfoca tendências artísticas variadas em mostras, pesquisa e conceituação. No seu acervo, obras da arte contemporânea brasileira.  
Av. Dr Otacílio Negrão Lima, 16585 - Pampulha, Belo Horizonte / (31) 3277-7946
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Museu Histórico Abílio Barreto

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Cidade Jardim
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Nossa Senhora Aparecida e São Miguel

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Em meio aos anos da década de 70 Padre José Taison celebrava a missa na escola Israel Pinheiro uma vez por mês. Com intuito de construir uma igreja maior começaram então a realizar festas beneficentes para arrecadar fundos e assim construir a nova igreja. O local era tudo pasto e cheio de mato. Depois que construiu a igreja o Padre Jose começou a celebrar missas todos os domingos. Como era muito aberto, usavam tochas com querosene para terem luzes. Faziam novenas, leilões, festas no sábado, recolhiam todo o dinheiro e no domingo quando o padre José chegava, entregavam o dinheiro arrecadado para que ele comprasse os materiais de construção. Sacristão do Padre era o Toninho Pinheiro. Reuniram um grupo de mulheres para cantar com alguns livrinhos nas missas, o primeiro canto foi na comunhão. Foi quando surgiu o coral da Igreja. Naquela época era conhecida como Capela de São Miguel Arcanjo. Anos mais tarde Padre Álvaro se tornou administrador da capela, foi quando começou a construir uma igreja maior, durante a construção não desmanchou a capela; construiu, deixando a capela dentro da nova igreja e somente depois a desmanchou ficando apenas a igreja nova e maior. Padre Álvaro pedia para cada família que se puder pagasse alguma coisa da igreja; uma família pagava o vidro ou um banco, etc. e assim se fez um mutirão para construir a nova igreja. Dia de domingo na missa de 10hs com o calor quente, o povo ficava metade para fora porque não cabiam dentro da igreja. Somente depois que se tornou Paróquia o Padre Álvaro propôs a comunidade da igreja se tornar Paróquia Nossa Senhora Aparecida e São Miguel Arcanjo, por causa de sua devoção por Maria. Assim que o Padre Álvaro o chegou já permitiu a catequese e a coroação, a partir desse momento foi crescendo várias pastorais na igreja, entre elas a dos Coroinhas, o Apostado da oração que teve todo apoio dele, mas antes mesmo de sua chegada, a coroação e o Apostolado já existiam na igreja. Anos depois construiu o prédio ao lado da paróquia com doação de amigos alemães, que o Padre Ernesto apresentou ao Padre Álvaro, no qual era alugado e funcionavam cursos e academias. Padre Álvaro celebrava batizado todo domingo, batizavam-se até 150 crianças em um só domingo, casamentos todo sábado, de 2 a 3 por sábado. Depois que ele chegou o bairro cresceu e a Paróquia se tornou referencia do Bairro Duval de Barros onde está situada. Até nos dias atuais atrai milhares de fieis de outros bairros da região de Ibirité, Contagem, Belo Horizonte e grande BH. Após anos sobe a administração de Padre Álvaro, Padre Jorge Filho se tornou Pároco da Paróquia e ficou sob a administração durante quatro anos. Nos dias atuais Padre Marcelo Corcelli é o Pároco da Paróquia que tomou posse em fevereiro de 2014 e vem trabalhando junto com a comunidade em prol da Paróquia e do serviço aos irmãos. A Paróquia Nossa Senhora Aparecida e São Miguel é uma dentre as 277 Paróquias que formam a Arquidiocese de Belo Horizonte e faz parte da Região Episcopal Nossa Senhora Aparecida, Forania Nossa Senhora dos Sagrado Coração. Em 2017 celebra com muita fé e gratidão o Jubileu dos 40 anos de fundação da Paróquia. Paróquia Nossa Senhora Aparecida e São Miguel. Pároco: Padre Marcelo Nicolau Corcell

Av. Cel. Durval de Barros – s/n – Bairro: Duval de Barros – Ibirite / Minas Gerais
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Ouro Preto - Basílica de Nossa Senhora do Pilar

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A Basílica Menor de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto, Minas Gerais, é uma das edificações católicas mais conhecidas entre as que foram erguidas durante o Ciclo do Ouro. Foi construída em torno de uma capela erguida a partir de 16962 ou nos primeiros anos do século XVIII e ampliada em 1712 com recursos dos devotos, embora as intervenções principais tenham seguido até o final do século. Já a devoção de Nossa Senhora do Pilar foi trazida provavelmente de São Paulo, na bandeira de Bartolomeu Bueno, tendo a imagem sido entronizada na primitiva capelinha que antecedeu o templo. A Paróquia do Pilar foi a mais rica e populosa em Vila Rica, já que reuniu o maior número de irmandades e, por isso, a Matriz recebeu mais ornamentos em preparação para uma "boa morte". As irmandades tinham lugares específicos dentro do templo, uma forma de representar e expressar a hierarquia social dos fiéis. O "livro de compromissos" relacionava a participação das irmandades Santíssimo Sacramento (1712), Nossa Senhora do Pilar (1712), São Miguel e Almas (1712), Rosário dos Pretos (1715), Senhor dos Passos (1715), Sant'Anna (primeiro quartel) e Nossa Senhora da Conceição (até o primeiro terço do século XVIII). A igreja está localizada na Praça Monsenhor Castilho Barbosa.
Praça. Mons Castilho Barbosa, S/N - Rosário Ouro Preto - MG
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Ouro Preto - Casa dos Contos

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A Casa dos Contos, um dos mais prestigiados monumentos do barroco mineiro atualmente, está localizado em Ouro Preto, MG. Construída entre 1782 a 1784, serviu inicialmente como residência a João Rodrigues de Macedo, proprietário da casa, e Casa dos Contratos, do arrematante da Arrecadação Tributária das Entradas e Dízimas. Nessa mesma época, serviu como esconderijo para os membros da Inconfidência Mineira. Durante a repressão à Inconfidência Mineira, a casa serviu para acomodar as tropas do vice-rei, e de prisão para os inconfidentes com elevados títulos sociais. Em 1792, Macedo, em grande dívida com a Real Fazenda, transferiu a casa para esta, que a transformou em sede da administração e contabilidade pública da Capitania de Minas Gerais e mudou seu nome para Casa dos Contos. Entre 1820 a 1844, a casa foi ampliada, incorporando à Casa dos Contos a Casa de Fundição do Ouro e a Casa da Moeda, para poder exercer a função de Secretaria da Fazenda no mesmo local ocupado pelo Tesouro Nacional. No ano de 1897, enquanto o monumento recebia várias modificações, a casa passou a ser ocupado pelos Correios e pela Caixa Econômica. Em 1970, a Prefeitura Municipal ocupou o prédio. Por fim, no ano de 1973, o Ministério da Fazenda assumiu novamente o imóvel e o transformou em um Centro de Estudos do Ciclo do Ouro, com a finalidade de mostrar a história econômico-fiscal do Ciclo do Ouro. Após o Ministério da Fazenda assumir o local e transformá-lo em museu, diversos acervos históricos foram filmados, fotografados e escritos, com o objetivo de disponibiliza-los para pesquisas e elaborações de trabalhos sobre o Ciclo do Ouro, a história de Minas Gerais e do Brasil.
Rua Camilo de Brito, 31 - Centro. Ouro Preto - MG
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Ouro Preto - Lar São Vicente de Paula

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http://www.larsaovicente.com.br/doar/
Rua Dr Furtado Menezes, 49 - Cabeças, Ouro Preto (31) 3551-1044
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Ouro Preto - Museu da Inconfidência / Praça Tiradentes

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A Praça Tiradentes é uma praça localizada na cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais. Foi o local onde a cabeça do mártir da independência, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes foi exposta (1792) em Vila Rica, atual Ouro Preto. No local onde estivera o poste (atual Praça Tiradentes) se encontra hoje um monumento ao Mártir. Verifica-se que curiosamente, a estátua em bronze de Tiradentes está de costas para a então residência oficial do governador. O local onde hoje se encontra a Praça Tiradentes, em Ouro Preto, era conhecido no século XVIII como Morro de Santa Quitéria e durante quase todo o século XIX, chamou-se Praça da Independência. Em 1894, com a inauguração do Monumento em homenagem a Tiradentes, passou a se chamar Praça Tiradentes. Por volta de 1750, começava a se formar o conjunto arquitetônico da praça. Em 1748, aproximadamente, já começava a funcionar no local o novo Palácio dos Governadores. Hoje, a Praça Tiradentes é marcada por dois imponentes prédios: o Museu da Inconfidência (antiga Casa da Câmara e Cadeia - 1784) e o Museu de Ciência e Técnica (antigo Palácio dos Governadores). Compondo o conjunto, há um admirável casario colonial onde se destacam: - Conjunto Alpoim: são diversas casas que teriam sido projetadas pelo brigadeiro José Fernando Pinto Alpoim, que vão do número 52 ao 70. Entre elas, está a casa de Dom Manoel de Portugal e Castro, que foi o último governador da Capitânia de Minas Gerais no período colonial. As três grades das sacadas apresentam uma curiosidade; nelas se encontram a inscrição: “ para memória do benefício imortal teu nome fica gravado neste metal .” Há uma lenda que conta que a amante do governador é que teria mandado fazer a inscrição na sacada de sua casa. - Casa da Baronesa. Nº 33. - Câmara Municipal e Posto de Informações Turísticas. Nº 41. - O Restaurante Estudantil – REMOP. Nesse local, no século XVIII, existiu a Santa Casa de Misericórdia. O prédio atual, em estilo neoclássico, já serviu como Fórum no princípio do século.
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Ouro Preto / Igreja Nossa Senhora de Lourdes

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Projeto Música na Igreja apresenta Grupo Cantos de Minas
Saramenha
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Pedro Leopoldo - Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição

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Praça Francisco Viana, 26 - Centro / Pedro Leopoldo
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Pedro Leopoldo - Praça Chico Xavier

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Construída em 1980, a praça foi batizada como uma homenagem ao Médium pedroleopoldense Chico Xavier. Em julho de 2004, após sua morte, foi confeccionado um busto em sua homenagem. Já em 2014, foi inaugurada na Praça uma estátua de bronze (250kg), em tamanho natural, de Chico Xavier. Além de homenagear os 104 anos de seu nascimento, a cidade mostrou o reconhecimento da vida de Chico Xavier pelo seu trabalho, caridade, literatura e espiritualismo, que deixou grande exemplo para todos, reconhecido também em premiações, no Brasil e no exterior, como a indicação ao Prêmio Nobel da Paz, eleição como “Mineiro do Século” e também como “O Maior Brasileiro de Todos os Tempos”. Ao longo dos anos, o local recebeu várias revitalizações, criando uma nova estrutura arquitetônica.  A Praça Chico Xavier é também onde está localizado o prédio principal da Prefeitura Municipal de Pedro Leopoldo e hoje é um grande espaço turístico, cultural e de lazer.
Rua Doutor Cristiano Otoni, 555, Centro, Pedro Leopoldo
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Pedro Leopoldo - Praça da Estação

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Praça da Estação sem número
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Sabará - Adro da Igreja de Nossa Senhora do Ó

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A Igreja de Nossa Senhora do Ó, também chamada de Capela de Nossa Senhora do Ó e Capela do Ó, é uma edificação católica construída no início do século XVIII na cidade brasileira de Sabará, estado de Minas Gerais. Uma das mais antigas igrejas mineiras, tem uma estrutura pequena e simples, mas um interior ricamente decorado, que tem atraído a atenção de importantes historiadores da arte, sendo considerada um dos mais preciosos monumentos do Barroco brasileiro. É tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, juntamente com o Centro Histórico de Sabará e os conjuntos da Rua Direita. Foto: Ricardo André Frantz
Largo Nossa Senhora do Ó, Sabara

Sabará - Cine Teatro

Brevemente
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Sabará - Praça Santa Rita

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Praça Santa Rita - Centro

Sala Juvenal Dias - Palácio das Artes

Sala Juvenal Dias - Palácio das Artes
Sala Juvenal Dias - Palácio das Artes
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Santuário São Judas Tadeu

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http://www.saojudasbh.com.br/
Rua Macaé, 629 - bairro da Graça
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São João Del Rei - distrito de São Miguel do Cajuru - Igreja Matriz de São Miguel

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São Miguel do Cajuru é um distrito do município mineiro de São João del-Rei[1]. Já foi nomeado como Arcângelo. Está inserido no contexto da antiga Comarca do Rio das Mortes. O arraial cresceu em torno da Igreja de São Miguel. A sede do distrito dista apenas 36 km da sede do Município – 27 km de asfalto, mais 9 km de estrada de terra -, e sua população é bastante rarefeita e em sua maioria vive da exploração da agropecuária, principal atividade da região. A Igreja de São Miguel guarda belíssima pintura sacra de valor inestimável cultural e artístico.
Praça Matriz de São Miguel
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Serra da Piedade - Adro da Ermida da Padroeira Nossa Senhora da Piedade GRAN FINALE

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Em 30 de setembro de 1797, Antônio da Silva Bracarena e Manuel Coelho Santiago receberam licença para erigir  uma capela com a invocação de Nossa Senhora da Piedade, no alto da então denominada Serra do Caité. Em 1856, o capuchinho Frei Luiz de Ravena retomou as obras, ampliando a capela, julgada pequena para comportar o número de fiéis presentes nas celebrações religiosas. Na Ermida encontra-se a imagem de Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas Gerais, atribuída a Aleijadinho. Ladeando a nave única encontram-se dois pequenos corredores, espaços antigamente destinados à pousada dos romeiros. Hoje, estes corredores laterais abrigam a Capela do Sagrado Coração de Jesus e a Capela do Santíssimo Sacramento ou de São José. Nelas, situam-se painéis azulejares com pinturas figurativas datados de 1996, concebidos pela artista plástica Maria Helena Andrés e executados em azulejos por Gianfranco Cavedone Cerri. http://www.santuarionsdapiedade.org.br/
Serra da Piedade, s/nº - Caeté/MG. 31 3651 6335
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SERRA DA PIEDADE - ERMIDA DA PADROEIRA NOSSA SENHORA DA PIEDADE

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Em 30 de setembro de 1797, Antônio da Silva Bracarena e Manuel Coelho Santiago receberam licença para erigir  uma capela com a invocação de Nossa Senhora da Piedade, no alto da então denominada Serra do Caité. Em 1856, o capuchinho Frei Luiz de Ravena retomou as obras, ampliando a capela, julgada pequena para comportar o número de fiéis presentes nas celebrações religiosas. Na Ermida encontra-se a imagem de Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas Gerais, atribuída a Aleijadinho. Ladeando a nave única encontram-se dois pequenos corredores, espaços antigamente destinados à pousada dos romeiros. Hoje, estes corredores laterais abrigam a Capela do Sagrado Coração de Jesus e a Capela do Santíssimo Sacramento ou de São José. Nelas, situam-se painéis azulejares com pinturas figurativas datados de 1996, concebidos pela artista plástica Maria Helena Andrés e executados em azulejos por Gianfranco Cavedone Cerri.  
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SERRA DA PIEDADE - RESTAURANTE - ESPAÇO DOM JOÃO RESENDE COSTA

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As refeições no Santuário podem ser realizadas no Espaço Dom João Resende Costa, contemplando a maravilhosa vista da serra da Piedade, que impressiona durante o dia, no pôr do sol e também à noite.
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Teatro da Assembléia - Segunda Musical

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